sábado, 8 de março de 2014

Não perca esta chance e não retarde a vida de ninguém com teus medos, com teus preconceitos, com tua insegurança. Não deixe como herança para teus filhos a possibilidade deles perderem esta oportunidade especial deste final de ciclo da Terra, pois isto o incomodará por eras que virão.

Pensamento do dia, sexta-feira, 7 de março de 2014

"Alivia-te de tuas mochilas e lança-te ao infinito confiante de que não estás só."
Trigueirinho

Pois bem, quantas e quais são as mochilas que carregamos?
São muitas. Nos acostumamos a guardar tudo que podemos, das quinquilharias materiais até as emoções negativas.
Este sentimento de posse é tão grande no ser humano que ele mata por isso.
É preciso compreender que no universo há uma abundancia sem fim. Nada termina, nada se esgota, mas nada, absolutamente nada é desperdiçado.
Tudo aquilo que produzimos, que geramos, seja quanto aos aspectos materiais, como os emocionais, como os espirituais, seguem um curso. Este curso vai seguindo de geração para a geração, numa mesma raça.
Desta forma, se o que temos produzido é elevado, positivo, evolutivo nossas gerações herdaram aspectos elevados, positivos e evolutivos, se o que temos gerado é negativo, involutivo e mantem os nível de consciência num único patamar, será esta herança que deixaremos para as gerações futuras.
Por outro lado, as conquistas que o reino humano alcançou, sejam estas positivas ou negativas, irão influenciar os reinos inferiores, ou seja o reino animal, vegetal e mineral, pois do maior segue para o menor (isto é a Lei do Amor).
Portanto, temos gerado aqui na Terra para nossas gerações mochilas pesadíssimas, quase impossíveis de serem carregadas, pois contem aquilo que desarticula, que pune, que humilha, que controla, que involui.
Consequentemente o reino animal, vegetal e mineral, absorvem estes "pesos" dos seus deuses (que somos nós, em certos aspectos), estagnando também seu processo evolutivo.
Por isso que se fala do nosso vínculo cármico com os reinos inferiores.

Quando você resolve se libertar disto tudo, somente para retirar estas mochilas das costas, dores irão ocorrer, pois estas estão tão incrustradas, tão pressionadas, que a dor será inevitável. Mas, no momento em que estas se desgrudarem, o alivio, a paz, a leveza e as sensações de liberdade serão infinitamente maiores do que as dores da libertação.
Tenho visto e acompanhado muita gente, no Grupo e fora dele, que ao iniciarem a retirada das suas mochilas, não conseguiram resistir às dores iniciais e rapidamente voltaram para o comodismo de não se fazer nada. Muitos entregaram "de bandeja", esforços importantes que começaram e não terminaram e hoje encontram-se desiludidos, temerosos, ou voltaram-se definitivamente para longe disto porque sentem e sabem que este sempre será o único caminho e um dia deverá ser feito.

Voce sem estes pesos, flutuará, o universo te acolherá e verás que a liberdade não tem preço. Olharás o céu e verás mundos a serem conquistados e agregados a teu conhecimento, compartilharás experiências com todos à tua volta e estarás deixando a melhor herança possível, para teus semelhantes.
Digo sempre que quem conseguiu levar ao fim esta empreitada, quem conseguiu se desvencilhar das suas mochilas, jamais voltará a recoloca-las novamente, pois compreenderá a abundancia universal da Vida originada pelo Criador.
Voce assim se tornará o verdadeiro deus, legítimo, dos reinos inferiores e cravará seu nome como aquele que os liderou no seu processo evolutivo.
Então, você que compreendeu esta importante informação, não perca tempo, comece a se desapegar das coisas inúteis, desnecessárias, das quais você sabe que só tem te amarrado. Cada um terá de fazer a sua classificação do que se desapegar. Comece com as coisas mais simples, mais materiais, até entrar nos aspectos emocionais, onde as dores poderão ser um pouco mais fortes (mágoas, vingança, incompreensão e principalmente intolerância, sãos os atributos com maior peso neste contexto)
Mude, mas mude pra valer.
Solte estas coisas e não as recolhe mais.
Em pouco tempo as sensações serão muito agradáveis e aí você poderá analisar que isto deveria ter sido feito a muito tempo atrás.

Hilton.

Pensamento do dia, sexta-feira, 7 de março de 2014

"O desapego é tão fundamental para a vida interior quanto o ar para a vida na matéria."
Trigueirinho.

Pois bem, veja como nesta dobradinha, a informação se complementa quanto aos aspetos do desapego.
Como irei me desapegar se não abro mão das minhas mochilas?
O indivíduo apegado às suas coisas, ao egoísmo, às suas posses, aos seus preconceitos, não poderá jamais voltar-se para sua vida interior, para sua religiosidade, para sua evolução.
Quantos são aqueles que não abrem mão dos seus santinhos, das suas santinhas, achando que esta condição de posse que as mantem vinculadas ao amor de Deus?
Amar a Deus é antes de tudo, ser livre e aberto para receber. Deus como pai, só tem a nos oferecer. Imagine se Ele precisa de algo de nós?
Quando Ele pede o nosso amor, o faz para aprendermos a amar.
Quando Ele pede nossa devoção, o faz para aprendermos a ser fieis naquilo que acreditamos;
Quando Ele nos pede fidelidade, o faz para aprendermos a ser fieis aos seus ensinamentos e àquilo que entendemos ser uma verdade;
Quando Ele nos pede paz, o faz para aprendermos a ser pacíficos como são os universos que Ele criou.

Enfim desta foram estaremos compreendendo como Deus vem se manifestando ao longo dos tempos junto às suas criaturas.
Houve época em que Ele manifestou a Lei do "olho por olho e dente por dente", pois era preciso aprendermos a nos socializarmos e a vivermos em harmonia entre nós e entre os reinos.
Creio que ainda não aprendemos corretamente como nos comportamos a este respeito, desta forma, para alguns esta Lei é ainda atuante.

Portanto, se compreendermos estas manifestações divinas, poderemos caminhar conjuntamente, no mesmo caminho, para o mesmo destino e com total e absoluto amparo para superarmos os obstáculos. Tudo tem um ritmo, uma velocidade, um tempo, então se estivermos por demais carregados com nossas mochilas pesadas, nos atrasaremos, perderemos o compasso e teremos de aguardar um nova chance que acontecerá no momento em que novos indivíduos estiverem prontos para mesma escalada que fomos convidados e nos autoconvocamos para fazer.

Não perca esta chance e não retarde a vida de ninguém com teus medos, com teus preconceitos, com tua insegurança. Não deixe como herança para teus filhos a possibilidade deles perderem esta oportunidade especial deste final de ciclo da Terra, pois isto o incomodará por eras que virão.


Hilton  

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