terça-feira, 4 de março de 2014

O silencio sempre será a melhor saida.

Pensamento do dia, segunda-feira, 3 de março de 2014

"Renunciar a fazer comentários vãos é um passo para a liberdade."
Trigueirinho

Pois bem, esta solicitação pegou pesado. Tai algo que para a maioria é algo complexo para não se fazer.
Comentários, em especial aqueles que são recheados de críticas, provem da carga emocional que costumamos carregar. Esta carga emocional, ilusoriamente, nos faz imaginar que a descarregamos quando tecemos comentários.
Não realidade isto não acontece, pois para descarregarmos uma carga emocional negativa, precisamos gerar outra positiva. Uma anula a outra.
Desta forma, comentários maliciosos, negativos e críticos, onde fazemos por fazer, não anula nada, podendo inclusive acumular mais do que já temos. Esta pseudo satisfação é a mesma das compras, onde ao realiza-las vem aquela sensação de prazer que cessa rapidamente quando cessa a novidade do objeto comprado.
Quando comentários desnecessários não são feitos, você não aumenta sua carga emocional desfavorável, não aumentando o incomodo que isto gera no teu ser.
A liberdade está em se livrar destas emoções retidas, pois nos tornamos mais leves, mais livres e mais soltos para percorrer o caminho evolutivo.

Quando o indivíduo não tece tais comentários, preserva o outro de novos olhares incômodos, isto tem efeitos positivos que podem gerar carga emocional positiva.
Uma postura neutra, idônea e desvinculada de julgamentos não interfere, mas pelo contrário pode aliviar você e os outros de novos envolvimentos negativos.

Jesus, na época do seu martírio, manteve absoluto silencio perante seus julgadores, pois precisava absorver o máximo que poderia das cargas emocionais negativas, daqueles que o julgava ou que o culpava de algo. Desta forma, permaneceu em silencio em todas as possibilidades que teve para se defender das acusações que recaiam sobre ele.
Esta é uma postura que muitos indivíduos especiais e elevados praticaram na época em que foram julgados por interesses mesquinhos, egoístas, onde deveria prevalecer para a manutenção do domínio que seus algozes queriam que permanecesse.

Esta liberdade nada mais é do que a ausência de compromissos cármicos/emocionais que deixamos de originar quando não tecemos comentários vãos.
Cada vez mais a liberdade será necessária e arduamente será buscada por todos aqueles que sentem-se excluídos.
As sociedades, injustas em sua maioria não conseguirão mais controlar as populações, pois este conceito de liberdade está cada vez mais presente e mais forte em todos nós.
Entramos numa fase de amplas revoltas e 2014 será um ano que será marcado por isto, pois a liberdade é uma força e uma energia que pode ser explosiva e incontrolável.
Não importa o poderio e a força que um governante poderá usar, mas reter esta liberdade, esta força explosiva não tem como. Obviamente isto irá gerar desencarnações em massa da população que se revoltou contra isto, mas será incontrolável.

Talvez possa ter me desviado um pouco do assunto, mas é importante saber que certos comentários podem ser o estopim destas revoltas de muitas populações inconformadas com a forma em que vivem.
A raça humana tem vivido em cima de um barril de pólvora e nesta fase do ciclo em questão, o estopim foi aceso. Este não é o melhor caminho, mas será impossível reter a revolta contra as injustiças que são cometidas.
Como estamos na etapa dos ajustes de contas, tudo será possível. Mais uma vez, os ensinamentos do Mestre Jesus, não irão prevalecer quanto a isenção de posição. O que tem sido considerado injusto, tem gerado violência.
Poucos acreditam que não há injustiça. Pode haver entre os homens, mas entre os homens e Deus, não existe.

Enfim, veremos que a cada momento os problemas irão se acentuar e nenhum de nós poderá se isentar deste processo, portanto, cada vez mais, sua coligação com os Planos Elevados e com a postura indicada nestas informações será a forma mais saudável e mais positiva para se manter neutro, ao longo destes inimagináveis movimentos turbulentos do final deste ciclo.

Hilton




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