quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Passos Atuais 129a Parte . Um encontro com Alberto. Desdobramentos.


Assunto: Um encontro com Alberto.

Pois bem, transmito a todos um encontro que tive com nosso grande amigo Alberto.
Se houver dúvidas, tentarei esclarecer.
Hilton

Desdobramentos:

Pois bem, após este retrato sobre o Lorde, podemos nos aprofundar um pouco mais neste assunto sobre o que acontece após a morte. Para isso, precisamos saber um pouco mais sobre os motivos da nossa existência terrena.

Já morremos inúmeras vezes, mas a morte continua sendo um tabu pois achamos que a vida é só aqui e não lá.
Este é um engano comum, pois fomos educados, erroneamente, a acreditar que esta hipótese é verdadeira.
No aspecto político-comercial, só interessa para a sociedade um indivíduo vivo, pois o morto não consume e não produz. Obviamente, sob um ponto de vista egoísta está correto, mas percebe-se que este ponto de vista tem nos mantido sob um estado emocional depressivo e aterrorizante ao imaginarmos passar do lado de cá para o de lá. Este estado de ignorância é útil para esta sociedade consumista, competitiva e dominadora, pois na medida que ressalta nossos medos, nos aprisiona a pensar numa única chance.
Porém, considerando que a vida é infinita, contínua e evolutiva, os parâmetros precisam ser outros.
Com certeza em algum momento todos irão despertar para este estado de continuidade, e assim sermos pessoas mais ponderadas e conscientes dos atos que praticamos.

Podemos dividir, de forma bem sintética, bem resumida, bem por cima, para nosso nível de compreensão, 4 estágios sobre a morte:

2º estágio: aquele estágio em que o indivíduo desencarna, passa por um período de recuperação e após, começa a tomar conhecimento da sua nova condição em outro plano.  Finalmente aceita esta nova condição, colabora e entra novamente em estado de preparação para uma nova reencarnação. Podemos dizer que este foi um indivíduo que conseguiu cumprir com boa parte do seu destino na vida material e que contrariou poucas Leis que regem a Vida na fase atual da 3ª dimensão.

3º estágio: Este estágio, podemos chamar do estágio do arrependimento, ou seja, trata-se de indivíduos que devem frequentar o que na literatura espírita é conceituado como umbral. Neste estágio tais indivíduos cumpriram uma parte menor do destino a eles reservados e contrariam várias Leis da Vida. Viverão estados de arrependimento sobre as ações praticadas em vários graus de intensidade. Com certeza não será uma posição confortável, mas importante para que fique impregnado no seu arquivo, o conceito sobre as regras das Leis em curso. Terminada esta etapa, volta-se para o 2º estágio para sua recuperação e preparo da reencarnação.

4º estágio: Este estágio é para aqueles indivíduos que transgrediram a maioria das Leis em curso. Extremados em todos os sentimentos negativos, usaram e abusaram do livre arbítrio extrapolando os limites máximos. Contrariam seu destino e foram considerados, segundo critérios divinos, irrecuperáveis. Tais indivíduos terão de renascer, constituindo uma nova alma, pois a atual não suportará novas agressões. Estes irão para mundos, estrelas, ou corpos celestes em colapso. Ou sejam estarão à mercê das super explosões, onde suas almas serão desfeitas. No entanto, a sua centelha divina criará condições para que uma nova alma possa ser constituída e todo o caminho possa ser refeito.

Os 2º e 3º estágios são estados de consciência do plano material, portanto, vive-se estados de consciência que produzem estes efeitos importantes.

Nos conceitos abordados para estes estágios o tempo precisa ser desconsiderado, assim como o tempo que ocorre no plano astral em relação ao tempo no plano da matéria. Um não tem relação com o outro, os tempos são diferentes e seguem leis distintas.
Um dia, um ano, um século são diferentes em planos distintos.

O que nos faz mudar de um estágio para o outro?
Informação, a prática da informação, conhecimento, esforços, boa vontade, determinação, convicção e fé. Enfim quando decidirmos utilizar o potencial que temos para fins evolutivos, vamos mudando de estágios na desencarnação.
Cada estágio aqui sintetizado divide-se em inúmeros sub-estagios e estes são progressivos, ou seja, provavelmente o limite do 2º estagio seja para um indivíduo que controla o próprio ato da sua desencarnação, realizou seu destino, produziu e colaborou intensamente com a  Vida Criativa, enfim foi um emérito colaborador com os níveis de evolução destinados à população do plano ou do planeta a que pertence. Este com certeza conseguiu viver dentro de um processo de auto esquecimento louvável e não se limitou a fazer que a maioria faz, buscar intensamente os prazeres e as delícias da vida material. A desencarnação deste indivíduo ocorre num ato rápido de passagem do plano material para o astral, tendo consciência e lucidez de todo o processo. Em seguida passa imediatamente a produzir e colaborar com as forças evolutivas do plano que se encontra, agora no astral.

O 4º estágio e o 3º estágio encerram suas atividades na Nova Terra, após o período da transição em curso, pois não haverá indivíduos malignos (ignorância profunda) e arrependidos.

O 2º estágio mantem-se, mas nos subníveis mais elevados, uma vez que os novos terráqueos estarão libertos do livre arbítrio e entraram em processos de evolução contínua e constante.

O 1º estágio é bem diferenciado, pois trata-se de indivíduos bem evoluídos, muito conscientes da sua condição e plenamente afetos ao Serviço para a Vida Criativa. São indivíduos que, não necessariamente, precisariam estar em mundos de expiação. Estes abriram mão do seu livre arbítrio, mas ainda o possui pelo fato de que todos precisam se submeter às Leis em curso. De tempos em tempos a Terra recebeu indivíduos desta natureza que abriram mão da sua condição para sacrificarem-se nos mundos que necessitam dos ensinamentos sobre a Vida Eterna. São “indivíduos” iluminados que lutam para que a ignorância possa ser superada por todos que assim desejarem. Poucos os compreendem e a maioria só os considera pelos milagres na preservação da vida material, deixando de lado o verdadeiro objetivo que é a transmissão do conhecimento universal e sua criação.
Tais indivíduos serão compreendidos na Nova Terra, pois será descoberto os verdadeiros valores da vida material e da espiritual.
Atualmente tem sido bem raro tais indivíduos aparecerem a público, pois recolheram-se e prestam um Serviço silencioso, oculto, pois as manifestações que tinham de acontecer, já aconteceram.
Da mesma forma, estamos numa fase da transição em que líderes verdadeiros tem se se recolhido, pois a fase atual exige que decisões sejam tomadas sem grandes influências externas.
Os ditos, líderes atuais, são pessoas muito bem enfronhadas com forças involutivas que não tem compromisso com a verdade e com a libertação. O objetivo básico é a confusão.

A Terra tem sido um planeta muito assistido por forças divinas. Sua população foi muito explorada em diversas fases por seres de outros mundos que ajudaram a constituir o caos atual, mas a maioria continua fervorosamente focada na busca pelos prazeres e delícias da vida material. Poucos conseguem perceber a necessidade primeira da sua própria existência e assim mantem-se em estados intermediários, vivendo sempre em troca de algo. É um toma lá dá cá que tem se mantido pelo fato de que até agora não temos nos observado corretamente.

Esta condição, a pressão negativa extraterrestre, deu à Terra a oportunidade para que sua população não tivesse se autodestruído. Chegamos bem perto. Tivemos assim, uma segunda chance de sairmos de um estado de ignorância profunda, mediante a presença de indivíduos muito especiais.
Um em especial tem uma história incrível – Jesus de Nazaré.

Estamos numa fase crítica, pois entramos no final do ciclo planetário e com isto todos os seres humanos terão de tomar a sua principal decisão, neste momento da vida: continuar ou não com o livre arbítrio.
Se considerarmos a população da Terra em algo próximo de 30 bilhões de pessoas, podemos estimar que 23 bilhões estão no plano astral e 7 bilhões encarnados.
Prevê-se que 10% de toda a população (30 bi), se encontra mais consciente para tomar esta decisão sobre o livre arbítrio. Temos, portanto, em ordem de grandeza, 3 bilhões de indivíduos que possuem alguma possibilidade de optar. Os demais estão muito ocupados em sobreviver uma vida miserável, independente das condições financeiras ótimas ou ruins, considerando o universo de cosas que a vida plena nos proporciona.
Número pequeno para uma população de um planeta inteiro.
Como visto, considera-se a população total da Terra, os encarnados e desencarnados.

Pois bem, o que falta então para que a população que pode optar, desperte?
Diminuir as ilusões e conscientizar-se de que não estamos encarnados para ver a vida passar ou só para buscar os prazeres e as delícias da vida material.
Instruir-se, motivar-se, perceber que existimos para várias finalidades, perceber a grandiosidade da vida sobre a Terra, fora da Terra, dentro da Terra. Questionar nossa origem, nossa finalidade existencial, nosso destino, enfim temos de focar em outros objetivos além da sobrevivência.
A sobrevivência no plano material, aliás, que conta um tempo muito curto e de certa forma efêmero se comparado com os tempos universais, é incrivelmente útil em termos revelatórios, portanto ao expressarmos esta necessidade de conhecimento e de questionamentos sobre a vida, muitas ajudas se reúnem e se  manifestam para atender as verdadeiras necessidades da nossa existência.

Portanto, uma mera mudança de foco e de esforços, pode-se ter diante de si, um novo horizonte, bem mais amplo, bem mais consistente e que justificará porque existimos, porque estamos aqui, para aonde temos de ir e o que realmente buscar.

Nunca é tarde, mas estamos sob pressão e temos um tempo limite, nos termos da transição planetária,  que só Deus sabe.
Hilton

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