segunda-feira, 2 de março de 2020

Passos Atuais 146a Parte. Tudo começa com a fé.


Para te elevares, precisas de esforço e dedicação. Para caíres, basta te descuidares.
Figueira.

Pois bem, elevar-se é aprofundar no conhecimento sobre a vida e a forma de se viver. É buscar informações, realizar experiencias e transformá-las em conhecimento.

A inteligência alarga-se neste processo, pois quanto mais fazemos uso do nosso cérebro, mais células passam a iluminar-se, tornarem-se ativas para produzir a expansão necessária que dará o nível de compreensão para os novos conceitos.

Mas, tudo começa com a fé.

A fé, entre as muitas definições que existe a seu respeito, é um impulso que estimulamos, uma fonte de energia adicional à energia vital, aquela que nos mantem vivos.

A fé pode ser usada para o bem e para o mal, para atender as Leis de Deus no seu sentido positivo ou negativo. Sim, as Leis podem ter um sentido negativo, criando assim a possibilidade do livre arbítrio.

Para ilustrar, uma frase tem sido muito usada atualmente: “é dando que se recebe”. Se mal utilizada pode ser interpretada como uma troca de forças, interesses, egoísmo do poder; um jargão político que tem sido muito utilizado na satisfação de interesses mesquinhos e escravagistas. Ou no sentido positivo em que informação e conhecimento é compartilhado para que todos possam crescer, onde um ajuda o outro.

Portanto, na expansão da consciência esforços com base na fé elevam-se, tornando o individuo uma fonte de informação e de divulgação para que todos ao seu lado possam ter a oportunidade de compartilhar o que vem do Alto.

Tais esforços precisam ser contínuos e constantes, assíduos, persistentes, intensos, prioritários, pois o posterior sempre será decorrente do anterior, ou seja, uma informação correta, desdobra-se em muitas outras complementares, fazendo com que o todo se torne um novo conceito ou um conceito atualizado para os tempos em questão.

Aquele que para, que estaciona, que tornou-se preguiçoso, que atende somente as demandas da sobrevivência, da riqueza ou das delicias da vida material, perde a fé, ou seja, desliga-se dos contatos, dos impulsos, das novas demandas de informações, deteriorando, inclusive, o que aprendeu pela ausência de novos estímulos e pela pratica dos atuais. É, sem dúvida, uma ausência de fé no processo do continuísmo espiritual da qual todos tem de ter.

A queda pela ausência de fé é rápida e o espaço vazio deixado será velozmente ocupado por forças estranhas ao processo evolutivo, tornando-o submisso ao mundo obscuro da humanidade. Milhões de desculpas lhe vem à cabeça, numa clara tentativa de submetê-lo a todo o resto, sem a fonte da fé. O medo assume, o emocional toma conta e o novo fica de lado. O descuido geralmente tem um preço alto e a retomada é lenta.

É preciso não descuidar, ficar atento e persistir. A fé alimenta-se da boa vontade da abnegação e da convicção do caminho escolhido. Dizem que é para os fortes, mas creio que seja para os que tem amor e compaixão no coração.



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