sábado, 28 de março de 2020

Passos Atuais 157a Parte. Quando alguém está pronto para receber, manifesta-se.


Dai a vossos irmãos o apoio necessário, mas deixai que se incumbam das atribuições que lhes cabem.
Figueira.


Pois bem, temos boas intenções e muitas vezes estas boas intenções se transformam em um tormento para quem decidimos compartilhar.

Quando alguém está pronto para receber, manifesta-se. Assim tem sido o procedimento do Plano Maior para com a humanidade.

O Plano não considera o fator tempo, considera somente o despertar de cada um para que manifestações no sentido da orientação e da ajuda possam ser enviadas e intuídas por quem atingiu o nível de consciência necessário para que se desencadeie os impulsos que irão tornar tais manifestações, em ações positivas e evolutivas. 
Da mesma forma, o Plano Involutivo age intuindo quem vibra em desarmonia e desequilíbrio.
Assim as forças antagônicas se igualam e o livre arbítrio é exercido.

Entre nós há necessidade de procedermos da mesma forma, ou seja, temos de aguardar a manifestação de quem está pronto, para que conselhos e ajudas possam ser benéficas e gerar ações positivas.

Definitivamente não podemos fazer nada por ninguém. É uma Lei e esta prevalece sobre quaisquer que seja nossas intenções. Todos são independentes com ciclos, destinos e carmas completamente distintos.

Cada um irá permitir, ou não, que os conselhos e as ajudas que porventura tivermos permissão e oportunidade de oferecer, seja agraciado por alguém.

Vemos, no entanto, que as pessoas confundem-se e atuam inequivocamente, forçando conselhos e ajudas, indistintamente, muitas vezes para quem está muito distante da possibilidade de utilizá-las. Estes esforços, na maioria das vezes, são em vão e as energias envolvidas nestes esforços são desperdiçadas, perdendo-se no espaço algo que deveria ser preservado e utilizado em momentos oportunos e estritamente necessários. 
Carmicamente ao proceder desta forma, nos comprometemos, pois na Lei da Economia ações em vão não devem ser desperdiçadas. 

É necessário, sempre, muita observação, muita reflexão e a ausência de outros interesses que não seja amar ao próximo, para que com grande discernimento, esforços da nossa parte possam ser executados em auxilio de alguém.



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