Dai a vossos
irmãos o apoio necessário, mas deixai que se incumbam das atribuições que lhes
cabem.
Figueira.
Pois bem, temos boas intenções e
muitas vezes estas boas intenções se transformam em um tormento para quem
decidimos compartilhar.
Quando alguém está pronto para
receber, manifesta-se. Assim tem sido o procedimento do Plano Maior para com a
humanidade.
O Plano não considera o fator
tempo, considera somente o despertar de cada um para que manifestações no
sentido da orientação e da ajuda possam ser enviadas e intuídas por quem
atingiu o nível de consciência necessário para que se desencadeie os impulsos
que irão tornar tais manifestações, em ações positivas e evolutivas.
Da mesma forma, o Plano Involutivo
age intuindo quem vibra em desarmonia e desequilíbrio.
Assim as forças antagônicas se
igualam e o livre arbítrio é exercido.
Entre nós há necessidade de
procedermos da mesma forma, ou seja, temos de aguardar a manifestação de quem
está pronto, para que conselhos e ajudas possam ser benéficas e gerar ações
positivas.
Definitivamente não podemos fazer
nada por ninguém. É uma Lei e esta prevalece sobre quaisquer que seja nossas
intenções. Todos são independentes com ciclos, destinos e carmas completamente
distintos.
Cada um irá permitir, ou não, que
os conselhos e as ajudas que porventura tivermos permissão e oportunidade de
oferecer, seja agraciado por alguém.
Vemos, no entanto, que as pessoas
confundem-se e atuam inequivocamente, forçando conselhos e ajudas,
indistintamente, muitas vezes para quem está muito distante da possibilidade de
utilizá-las. Estes esforços, na maioria das vezes, são em vão e as energias
envolvidas nestes esforços são desperdiçadas, perdendo-se no espaço algo que
deveria ser preservado e utilizado em momentos oportunos e estritamente
necessários.
Carmicamente ao proceder desta forma, nos comprometemos, pois na
Lei da Economia ações em vão não devem ser desperdiçadas.
É necessário, sempre, muita observação,
muita reflexão e a ausência de outros interesses que não seja amar ao próximo,
para que com grande discernimento, esforços da nossa parte possam ser executados
em auxilio de alguém.

Obrigada pela instrução. De novo.
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