Urge elevar a Terra e o momento é agora.
Figueira.
Pois bem, nosso planeta vem passando por altos e baixos desde a
sua criação, que aliás foi intensa e magnificamente explosiva.
Em seguida tornou-se um planeta de expiação ou cármico, onde
recebeu indivíduos de vários cantos do Universo, que comprovadamente, tiveram experiencias
mal sucedidas em seus mundos de origem, e por fim dá sequencia a outro conjunto
de indivíduos que originou-se neste planeta
para um ciclo de experiencias dentro das condições bem tumultuadas que é um
mundo cármico.
Parece que os indivíduos originários da Terra representam um
número pequeno, relativamente aos extraterrestres. Mas todos vieram para um
processo de saneamento necessário, numa escalada evolutiva de ciclos intensos
com altos e baixos em relação às Leis em curso.
Indivíduos extraterrestres, em sua maioria, tiveram de deixar de
lado grande parte do arcabouço de conhecimento adquirido em seus mundos, pois
não poderiam usufruir na Terra sem que tumultuassem ainda mais, aqui, os ciclos
intensos, mesmo assim, como no caso da energia nuclear, certos conhecimentos
foram liberados na expectativa que déssemos conta do recado e a utilizássemos
para fins pacíficos.
Neste ponto, onde a liberdade no livre arbítrio permitiu maior
desenvoltura, também fracassamos e usamos grande parte da tecnologia
disponibilizada para fins de confrontos e domínios.
Os indivíduos foram aglomerados em raças, constituindo
civilizações, onde uns com maior conhecimento e outros com menores
possibilidades, deveriam unir-se e usufruir de todo o potencial disponibilizado
pela Engenharia Universal, mesmo assim, também não houve consenso e fracassamos
na hipótese de um cuidar do outro.
Enfim foram milênios de sucessivas oportunidades, além de muita
pressão interna, como externa originária de indivíduos de
outros mundos que para cá vieram com a finalidade de estudar e explorar a raça
humana, pois ela possui um grande tesouro, seu código genético.
Os reinos inferiores, mineral, vegetal e animal, de certa forma,
deram-se melhor do que a raça hominal, com exceção do reino animal que devido
sua proximidade com o reino humano, convergiu excessivamente para as tendências negativas da vida conjunta.
O planeta agora parte para outro grande ciclo, um ciclo em que
estas interferências que ocorrem com certa regularidade no mundo cármico,
deixam de acontecer. Será um grande ciclo de evolução em que o planeta terá uma
vida mais pacifica em termos de movimentos, situações climáticas, influencias
externas, podendo assim abrigar os mesmos reinos após uma grande seleção de indivíduos
e espécies.
A Terra passará a ser um porto seguro, constará das rotas de
circulação de indivíduos de vários mundos, sistemas solares e constelações, que
poderão aproximar-se e compartilhar com os terráqueos da vasta experiencia adquirida por seres de extraordinária
sabedoria.
Termina a era do livre arbítrio, consequentemente do egoísmo e de
todos os malefícios causados por um grau de liberdade sem responsabilidade. Na realidade
não se perde o livre arbítrio, mas entra-se num tempo e numa conjuntura em que
não será necessário seu uso.
Temos, portanto, uma rara oportunidade de participar de um momento
de mudanças tão incríveis e sensacionais em um planeta que vem mudando sua personalidade,
tornando-se mais anímico (alma). Sendo assim deverá abrigar uma raça humana guiada pela alma e não pela personalidade.
Este é o momento, esta é a grande chance, pois estamos próximos da
grande decisão: continuar no processo evolutivo ou continuar no processo
cármico.
A maioria das pessoas encarnadas ou não, desconhecem a importância
do momento que estamos vivendo. Todas, sem exceção, terão de optar, terão de
decidir sobre esta escolha, portanto é
imperativo que as representemos neste momento que se aproxima velozmente.
Um grupo de indivíduos no planeta teve que caracterizar este
conhecimento de forma lúcida e plena, os demais farão suas escolhas por tendências
positivas ou negativas que afloram constantemente em suas índoles e comportamentos.
É um momento ímpar, pois de certa forma representamos uma das duas
opções. Sabe-se que será a minoria que optará pela processo evolutivo.
Creio que não existe responsabilidade maior que esta, portanto,
aos que se sentem incluídos façam o possível e o
impossível para tornarem-se merecedores desta rara oportunidade.
Que
assim seja! 
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