Basta que o indivíduo olhe o outro imparcialmente para saber aquilo que ele realmente necessita.
Figueira.
Mas é necessário criar o hábito de olhar desinteressadamente para
que o eu interno passe a informação necessária para você e de você para o indivíduo
que está sendo olhado.
Não acontece com frequência por sermos demasiadamente críticos e
julgadores. Olhamos para alguém sempre com olhares críticos mensurando o indivíduo
com o aquilo que gostaríamos que ele fosse. Assim deturpamos sua imagem real e omitiremos
possibilidades reais, por informações tendenciosas ou descabidas de propósito.
Acostuma-se a isto assim que praticarmos e vigiarmos nossas
relações com os demais.
O pior é que ambos perdem as condições de equilíbrio, coligam-se
carmicamente, gerando resíduos que ficam pendentes e podem postergar-se para vidas
futuras.
Saber escutar e não querer deduzir antes de uma frase se formar é uma
postura imprescindível, portanto, entramos na área da comunicação em que as
manifestações do outro precisam concluir-se para mensurarmos, via eu interno,
que tipo de informação poderá ser manifestada ou se deverá ser manifestada.
Toda prática leva à perfeição.
Se tais atitudes forem praticadas e mantermos intensa vigilância,
haverá uma reciprocidade muita grande do eu interno, que ativará estruturas de
Luz para todo meu ser.
Para cada manifestação positiva da minha parte, a Luz atuará sobre
o indivíduo e sobre mim.

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