Podes entrar no coração de todas as coisas se adentrares em ti mesmo e aí subires bem alto.
Figueira.
É uma postura simples de ser exercida. Basta considerar que todas
as coisas provem de Deus, provem do Supremo. Nesta condição as críticas diminuem,
os julgamentos tornam-se mais amenos ou inexistentes, e a relação com quem ou
com o que quer que seja harmoniza-se.
Quando admitimos a hipótese da origem divina em todos e em tudo
com que nos relacionamos, o corpo emocional tende a aquietar-se, voltar para o equilíbrio,
limitando a expansão dos sentimentos negativos. Neste momento, além da vontade
própria, outras vontades elevadas, as cósmicas, unem-se e “banham” o coração. Torna-se
mais fácil e mais simples conseguir uma relação positiva, aliviando futuros
estresses que surgem quando a relação passa a ser negativa.
Por trás desta postura inúmeras qualidades positivas vão se
aflorando, como a verdade, a necessidade do conhecimento e do autoconhecimento,
a simplicidade, o amor, o respeito, a compaixão, enfim soma-se qualidades que
todos tem mas não as exercem por medos oriundos de vidas iludidas e apegadas a
conceitos e preconceitos ultrapassados.
É um erro pensar que estas duas posturas nos protege de alguma
coisa. Na realidade é a entrega e o silencio as únicas coisas necessárias para
viver e não sobreviver aos trancos e barrancos.
No silencio e na entrega forças universais se juntam e se unem num
consenso divino, alinhado com as Leis
que regem o Cosmos. Isto, evidentemente, contem tudo que necessitamos em toda a
jornada da alma, por raças, por mundos, por universos.
Escolha como quer viver.

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