sábado, 15 de maio de 2021

Passos Atuais 274a Parte. Cremação.

 

Pois bem, continuando aspectos da Instrução, o tema escolhido foi sobre a  “cremação”. Compreender aspectos desta providencia possibilita interagir melhor e aperfeiçoar o desligamento do desencarnado e de seus vínculos materiais.

O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 101 – Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs.

CREMAÇÃO — Consumição de cadáver por meio do fogo. Os corpos sutis (o etérico, o mental e o astral), de modo geral mantêm ligações com o corpo físico por certo período mesmo depois de  abandoná-lo no ato da morte. Sobretudo o corpo etérico permanece próximo e dispersa-se  lenta e gradualmente.

Obs. Lembrando, o etérico interliga os corpos sutis, como a alma por exemplo, ao corpo físico. Na desencarnação os corpos sutis desligam-se do físico, geralmente começando pelos pés e indo até a cabeça. Este desligamento ocorre com muita assessoria do plano astral. Quanto mais harmonizarmos o leito do indivíduo ou o velório, mais produtivo se torna esta assessoria e menos angustia gera ao desencarnado.

 A cremação auxilia a liberação desses corpos, ajudando-os a desfazerem-se  da atração pela matéria. O corpo etérico, por exemplo, é liberado no próprio momento em que o físico é incinerado. Também o corpo emocional  e o mental são beneficiados pela cremação, pois já não encontram o corpo físico a atrai-los à vibração terrestre e podem elevar-se mais rapidamente.

Obs. Este explicação faz a diferença no caso de pessoas que estão super apegadas ao corpo físico. Ao perceber seu corpo, mesmo que inerte e sem vida, podem apegar-se a ele e manter-se ao seu lado sem desligar-se para o plano astral. Isto gera inúmeros sofrimentos que podem manter-se durante a decomposição do mesmo. A liberação dos corpos sutis sem a presença do físico inerte, na cremação, promove a atenção para as ajudas que aguardam a manifestação do desencarnado, face o livre arbítrio.

 O fogo dissolve o apego às formas  e a alma que desencarnou pode seguir sua trajetória mais livre de densidades. D.K. o Mestre Tibetano , salientou, ademais, o aspecto profilático da cremação: segundo ele, o fogo restitui ao mundo concreto a maioria dos átomos que compunham o corpo físico, evitando assim a decomposição gradual do cadáver no solo, cujas emanações no plano etérico dificultam a sutilização da esfera psíquica planetária e atraem estados degenerativos.

Obs.  A explicação demonstra o alivio em dois aspectos, do desencarnado e da atmosfera psíquica do planeta, pois o desencarnado ao negar as ajudas, medos,  sensações de angustia, pânico e desequilíbrio continuam sendo emanados pelo mesmo. Na cremação esta possibilidade diminui ou perdura por menos tempo. Se tivéssemos as devidas explicações e orientações durante a vida como encarnado, sobre a estrutura da morte, muitos sofrimentos poderiam ser evitados e a poluição psíquica planetária poderia ser bem menor.

 As pessoas que usam conservar as cinzas do cadáver podem com isso reforçar um vínculo material e sentimental que na verdade deveria ser transcendido.

Obs. Outro aspecto importante. O recomendado seria as cinzas serem espalhados (nos  lugares permitidos) definindo o retorno da matéria ao planeta.

Sempre e em todos os lugares, estarei contigo. Instrua-se e perceberás minha presença.(mensagem de Samana para este texto).

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Passos Atuais 273a Parte. Erro.

 Pois bem, continuando aspectos da Instrução, o tema escolhido foi sobre o “ erro”. Compreender aspectos da sua necessidade possibilita interagir melhor a aperfeiçoar o processo evolutivo. Errar faz parte da formação e do aperfeiçoamento do ser humano. Nem sempre teremos de errar para aprender, mas esta é uma das características desta 3ª dimensão e deste nível de consciência. Futuramente a mente processará hipóteses e alternativas com grande abrangência e com experiências de irmãos do Cosmo, que facilitará nossa capacidade dedutível, evitando-se ações apoiadas em erros. O erro é uma ação contraria às Leis de Deus em curso e estas variam de acordo com o plano dimensional que o indivíduo se encontra.

O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 142 – Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs.

ERRO — Na etapa atual da humanidade, tanto os erros quanto os acertos são meios de instrução. Por isso não se podem evitar os períodos nos quais a consciência é testada na habilidade de usar o que adquiriu. Se o indivíduo tem disposição sincera para agir de modo correto, o erro é utilizado para romper os véus que o impediam de ver aspectos a serem transcendidos em si mesmo.

Obs. Assim, na medida que uma informação é absorvida pelo individuo, uma situação será criada para que esta informação possa ser aplicada. Se a aplicação foi correta, transforma-se em conhecimento, se foi errada, se repetirá, de diversas formas, numa mesma vida, ou nas seguintes, até que seja aplicada corretamente.  

Portanto, o medo de errar é algo a ser eliminado dos que trilham o caminho espiritual. Muitas vezes, por se tentar ocultar as próprias imperfeições, não se permite que sejam removidas. É preciso deixar luz penetrar a consciência, mostrando horizontes de beleza inefável, mas também tomando visíveis facetas mal formadas. O orgulho faz com que o indivíduo dedicado a uma vida reta e justa se envergonhe de seus erros. É comum haver resquícios de vaidade encobertos pelo excessivo cuidado com a vida espiritual e pela exigência de perfeição. A atenção, a vigilância e a humildade levam o indivíduo ao reconhecimento da limitação das faculdades humanas, e a não-complacência com aspectos retrógrados faz emergir nele a fé no potencial guardado nos níveis profundos de sua consciência.

Obs. O indivíduo de boa-fé, condizente com seu grau de responsabilidade e que age com boas intenções, mesmo que cometa erros, oportunidades serão produzidas para que os acertos aconteçam. O Plano Divino sabe que estamos aprendendo e que ajustes e correções sempre serão necessários. É muito pior ser omisso, do que arriscar-se a errar. A intenção, o estudo e a observação são chaves essenciais numa ação de boa-fé. Deve-se ter calma, avaliar com esmero, rever estudos e experiências anteriores e manter-se equilibrado para que tendências emocionais desencontradas não atropele uma determinada ação necessária.

Seremos sempre colocados em situações das quais temos capacidade de solucioná-las. Quando nos sentimos acuados, agoniados e com a sensação de impossibilidade, não somos nós, mas os medos que mantemos, produzindo a resposta errada. Os medos podem nos incapacitar mas sempre será passageiro e na medida que nos reequilibramos, a razão e a serenidade ajustam a capacidade de solução da situação.

“Confiar” – palavra chave para o aspirante espiritual. “Equilíbrio” – postura chave para o aspirante espiritual. “Fé” – manifestação de ajudas que ao confiar e se equilibrar, alcançará o aspirante espiritual.

Não sedes omisso ou se acovarde perante uma situação. Estou sempre contigo.(mensagem de Samana para este texto)