Pois bem, a Justiça provem de planos bem elevados. Origina-se na Sabedoria e obedece critérios de evolução de cada ser, de cada indivíduo, reino, planeta e universo.
A justiça que conhecemos, a que aplicamos, resume-se a supostos
fatos, aparências, sugestões, possibilidades sendo a maioria ilusórios.
Fazer justiça da forma que fazemos sempre será um erro. A justiça
é um acolhimento e instruções.
Quando passamos por situações difíceis, muitas consideradas
injustas, provem do fato de não se levar em conta os compromissos cármicos
ocorridos em vidas passadas. A própria familia na qual reencarnamos é uma forma
de justiça dado os débitos pendentes em relações anteriores. Por isso algumas
são harmoniosas e outras não, no entanto o objetivo primordial é o
restabelecimento do vínculo amoroso que deverá ser aprendido e praticado nestas
relações.
A justiça dos homens vem desvirtuada de bases elevadas e se apoia
num conjunto de aparências e interesses mesquinhos. Sua aplicação não “conserta”
ninguém, simplesmente adia futuros reencontros de conta cada vez mais
contundentes.
A educação apoiada em bases elevadas ajusta os desajustes e
promove a harmonia. Este deveria ser o comportamento da população em relação às
futuras gerações, criando assim indivíduos que viverão dentro das Leis maiores.
O que se faz hoje na educação vem empobrecendo cada vez mais a população da
Terra, aumentando consideravelmente as intrigas, oposições, ciúmes e
desarmonias.
O texto a seguir nos traz informações importantes, que se
praticadas, podem atenuar as relações.
O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 226– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.
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