O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª
edição – página 231– Editora Irdin. O texto original está grafado em
itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas
foram acrescidas ao texto original.
A matéria, sujeita ao atrito, tem sua inércia natural equilibrada
por essa lei, que possibilita ajustar cada situação às mais propícias condições
evolutivas.
Exprime-se como adaptação sistemática de todo o conhecimento
disponível e de toda a espécie de recursos à finalidade em vista.
Prepara o homem para receber o novo em sua vida. Permite que seu
modo de pensar, de sentir e de agir vá ao encontro de necessidades grupais e
coletivas de maneira harmoniosa. Quem sintoniza com as facetas mais positivas
dessa lei é maleável e aplica corretamente os atributos da inteligência ativa
ao que se apresenta. Sem essa sintonia, vê-se apenas destruição nas mudanças
que os tempos trazem. É preciso adaptabilidade para as transformações se
realizarem sem atritos e para o ser humano amoldar-se sem dificuldade a
circunstâncias inéditas.
Hoje na fase atual, o certo
e errado misturam-se de forma confusa e a Lei da Adaptabilidade obriga o homem
a discernir e reconhecer as diferenças para a escolha do caminho. Nos reinos
inferiores (vegetal, animal, mineral) isto não é possível e a lei da
adaptabilidade obriga tais seres a seguir as condições impostas pela Mãe Natureza.
Viver nos tempos atuais a transformação, mesmo que ocorra pela destruição,
torna o individuo capacitado para perceber os novos tempos, a nova era.
Como cita o texto perceber e adaptar-se é diminuir os atritos, é alinhar-se
com as mudanças, é permitir que o novo e a novidade o alcance e passe a fazer
parte da nova sintonia da mente com o espírito.
Estamos às portas de circunstancia inéditas. Isto faz com o uso da
lei da adaptabilidade seja amplamente utilizada. Será preciso entrega, confiança
e fé. Teremos momentos difíceis de compreender mas serão momentos. Em seguida,
vencido os medos, estaremos adaptados.
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