terça-feira, 26 de julho de 2022

Passos Atuais 360a Parte.. lei da Compaixão.

 

O texto a seguir foi extraído do *Glossário Esotérico – 9ª edição – página 232– Editora Irdin*. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

LEI DA COMPAIXÃO — Foi especialmente dinamizada na superfície da Terra por Gautama, o Buda. É uma das bases para a manifestação do amor-sabedoria.

Prepara o ser humano para contatar a vida divina, traz-lhe luz à mente e consagra-o ao serviço Impessoal. A ela se chega pela gratidão.

Manter a consciência focalizada em estados de pureza e harmonia favorece o contato com o espírito e atrai essa qualidade, que descobre a verdadeira necessidade evolutiva dos seres. Contudo, não se deve confundir compaixão com complacência: a primeira decorre de uma lei evolutiva, e a segunda, de uma lei involutiva, de estagnação.

Se o amor-sabedoria não se revelasse pela compaixão, ainda mais prolongada seria a jornada do homem nas fronteiras das leis naturais. Porém, quando o poder da transcendência, intrínseco à compaixão, se introduz e se instala em seu ser, ele já não evolui por si ou para si; a própria essência da vida é que se expande por seu intermédio.

Obs. É interessante perceber que todo ser humano que deixou um legado para a humanidade, faz parte de um Todo, assim, Jesus, Buda, Ghandi, Madre Tereza, São Francisco e tantos outros seres divinizados e adorados, trouxeram o legado das Leis e demonstraram como usá-las.

Buda, em especial, deixou o legado da Lei da Compaixão. Conhecer e instruir-se nos seus ensinamentos, colocando-os em prática na vida cotidiana, nos dá o acesso a esta Lei divina que provem da lei primeira, o amor-sabedoria.

A gratidão quando exercida pelo coração e não pela emoção manifesta a energia da compaixão e nesse hábito manifestamos o amor ao próximo.

Para tanto, o texto incita a manter a consciência focalizada em estados de pureza. Talvez, à primeira vista, manter estados de pureza tende a ser que precisamos nos santificar, ficar reclusos, manter uma vida privada de quase tudo e de todos. Esta postura é para poucos e para pessoas que suportam tais condições, mas para pessoas normais, manter a consciência em estados de pureza é ser corajoso, destemido, honesto, sincero, respeitoso, escutar o coração, retirar-se das mentiras, das falsidades, dos interesses mesquinhos, é viver o cotidiano isento de atitudes egoístas. Portanto, nada excepcional além de cumprir com as rotinas da boa educação e do respeito. Infelizmente, cumprir com as regras da boa educação e do respeito, tem sido exceção.

Transcender o que não condiz com estas boas práticas, tem sido um grande desafio, mas é preciso porque é o caminho para que a evolução aconteça.