terça-feira, 9 de junho de 2026

Passos Atuais: 496 Parte: Podemos ser possuídos por um demônio? ... O que é a intuição? ... Recomendações.

 

Podemos ser possuídos por um demônio?                              

 


Bem, literalmente não podemos ser possuídos por nada e por ninguém.

É fácil ter esta constatação, uma vez que se assim fosse, grande parte da população do planeta seria possuída constantemente. Perderíamos o controle sobre nossos pensamentos, emoções e atitudes, passando a agir inteiramente sob a vontade de forças estranhas à nossa índole, ao nosso caráter e à nossa personalidade.  A mente pode ser influenciada, mas não substituída. Pode ser perturbada, mas não anulada.

Infelizmente ser possuído virou uma das crenças mundiais, além do que se acredita na incapacidade do ser humano em controlar ou coibir tal possibilidade. Se fôssemos facilmente possuídos e controlados por outras inteligências, nossa evolução se anularia, assim como o mérito de nossas escolhas e aprendizados.

Esta possibilidade é completamente bloqueada por uma Lei maior, divina e absoluta que é a Lei do Livre Arbítrio. A Lei do Livre-Arbítrio permanece soberana.

Vejam que aqui não se contesta a possibilidade de alguém vir a ser instrumento de uma possessão, mas se contesta a hipótese de que aconteça sem a devida permissão. Nenhuma consciência pode ser privada de sua capacidade de escolha. Seria uma violação dos princípios fundamentais da Criação.

Mas porque alguém pode ser influenciado, seja um “espírito maligno ou benigno”? Pelo fato de que a permissão foi concedida, previamente, dando possibilidades de que o corpo mente possam transfigurar vontades e desejos, segundo a índole e o caráter do influenciado.

Por esse motivo, toda influência espiritual, seja ela construtiva ou destrutiva, dependerá do tipo de abertura da pessoa envolvida. Quanto maior a afinidade, mais intensa tende a ser a manifestação; quanto menor a afinidade, mais fraca ela ocorrerá.

Vejam que estes detalhes são cruciais e não há possibilidades de que entidades ou espíritos, como se fala por aí, incorporem em uma pessoa.

No entanto, espíritos malignos ou benignos , se aproximam, dada as características e desejos daquela pessoa, em maior ou menor grau, sobre os recursos mentais, emocionais e até físicos da pessoa, expressando vontades, pensamentos e impulsos compatíveis com as tendências daquele indivíduo.

Ao longo da jornada, aproveitamos ou desperdiçamos oportunidades de aprendizado, crescimento e transformação. São essas experiências que moldam nossa consciência, influenciam nossa índole, fortalecem nosso caráter e determinam a forma como enfrentamos os desafios da vida. Assim, cada pessoa encontra-se exatamente no estágio evolutivo compatível com as lições que assimilou.

Bem, mas vamos conceituar de forma simples, características que manifestam os sentimentos que expressamos na vida:

💢Índole se refere à disposição natural da pessoa, à sua tendência íntima de agir, sentir e pensar. É a sua inclinação mais profunda, ou seja, podemos ter uma índole pacífica, generosa e compassiva; ou uma índole impulsiva, agressiva ou egoísta.

💢Caráter se refere a um conjunto de qualidades morais e éticas que a pessoa desenvolve e demonstra por meio de suas escolhas e comportamentos. Ele é construído ao longo da vida através da educação, dos valores, das experiências e do esforço pessoal. Uma pessoa de bom caráter é honesta, responsável e respeitosa.

💢Personalidade, é a forma como a pessoa se apresenta e interage com os outros e com a vida, baseado em sua índole e seu caráter.

Estes três aspectos vão se formando ao longo das vidas passadas, confirmando-se na vida atual. São mutáveis, ou seja, podem alterar-se baseado na vontade, nos desejos e nas ajudas que recebe.

Desta forma, uma pessoa caracterizada por uma índole generosa e pacífica, um bom caráter, com certeza terá uma personalidade sadia e harmônica, integrada com a vida própria em níveis elevados. No entanto, o reverso é verdadeiro, uma pessoa de má índole, de caráter duvidoso, ou seja, imaturos e pouco desenvolvidos, terá uma personalidade conflituosa e contraditória às Leis, integrada com a vida própria em baixos níveis.

Assim, podemos considerar que pessoas vivendo em baixos níveis, geralmente com uma índole e com um caráter duvidoso, terá uma personalidade agressiva, mesmo que não apresente sinais de agressividade, permitindo a aproximação de entidades ou espíritos involutivos, influenciando a mente e até o corpo para que reflitam ações negativas e nefastas, para si mesma quanto para o meio em que vive, ampliando os efeitos negativos dessa influência.

Da mesma forma, podemos considerar que pessoas vivendo em altos níveis, com uma índole generosa, um caráter com boa moral e ética, terá uma personalidade pacífica, permitindo a aproximação de entidades ou espíritos evoluídos intuindo a mente para que reflitam ações positivas e saudáveis ao meio em que vive, ampliando os efeitos benéficos dessa influência.

Portanto, as chamadas incorporações nada mais são do que o domínio da mente de quem permite que isto aconteça. O indivíduo não perde a consciência, no entanto deu permissão para que entidades ou espíritos se manifestem segundo as tendencias e os objetivos daqueles trabalhos. Se os objetivos forem ruins ou negativos, as ações induzidas também assim serão.  

Assim, um médium poderá dar mais ou poderá dar menos controle de si próprio. Em todos os casos, permanece válida a Lei do Livre-Arbítrio, uma vez que tal processo não se estabelece sem consentimento.

Por essa razão, a qualidade das influências recebidas estará diretamente relacionada à natureza dos objetivos buscados. Se os propósitos forem elevados, voltados ao auxílio, ao esclarecimento e ao bem comum, as manifestações tenderão a refletir esses valores. Por outro lado, se os objetivos forem negativos, egoístas ou destrutivos, as influências e ações induzidas caminharão na mesma direção.

Assim, mais importante do que a manifestação em si é a intenção que a sustenta e a qualidade moral daqueles que dela participam.

Ressalta-se, portanto, que tanto a possessão como a incorporação plena, como normalmente tem sido interpretada, como sendo um domínio absoluto do corpo e da mente, é uma lenda.

 Esclarecido estes importantes aspectos, podemos entrar em outra etapa das explicações, considerando:

 

A intuição.


O que é a intuição?

Resposta:  é um dos veículos mais sutis de comunicação da alma, influenciada por Seres de Luz para nos orientar em momentos oportunos. É um insight claro, uma percepção espontânea ou uma compreensão repentina que aponta um caminho, uma atitude ou um procedimento a seguir.

A intuição não impõe decisões nem anula a liberdade de escolha. Uma vez intuídos, continuamos livres para aceitar ou rejeitar a orientação recebida, preservando integralmente o livre-arbítrio.

Diferentemente das influências mais densas e insistentes, como a possessão e a incorporação, por aproximação, a intuição é suave, discreta e respeitosa. Ela sugere, mas não obriga; esclarece, mas não determina.

Por essa razão, aprender a perceber a intuição exige atenção, silêncio interior e autoconhecimento.

É necessário observar a si mesmo, compreender os próprios pensamentos, controlar as emoções e desenvolver uma postura equilibrada diante da vida. Quanto maior o equilíbrio e a capacidade de observação, mais facilmente iremos distinguir uma intuição genuína dos impulsos da personalidade (referencias do passado), dos desejos momentâneos, das influências externas e das ilusões.

Assim, podemos dizer que uma pessoa intuitiva desenvolve um grau maior de fé e confiança, pois a intuição não se apresenta acompanhada de explicações lógicas ou evidências imediatas. É simples, você a recebe e, aceita ou não.

Isso não significa abandonar a razão, mas compreender que existem momentos em que a percepção intuitiva antecede a compreensão racional. Primeiro intuímos e praticamos, somente depois conseguiremos entender os motivos que justificam aquela orientação.

A fé, nesse contexto, não é cega, mas confiante na própria percepção interior. Ela permite que a pessoa considere aquilo que foi intuído, mesmo quando a lógica ainda não consegue explicar completamente o processo.

Entretanto, a verdadeira sabedoria está no equilíbrio. Quando fé, intuição e discernimento caminham juntos, as decisões serão seguras e harmoniosas.

Ser intuitivo exige uma profunda observação de si mesmo e da própria vida. Exige aprender a silenciar o excesso de pensamentos, afastar-se de julgamentos constantes e não se deixar dominar pelas pressões e opiniões externas.

A intuição não se manifesta em meio ao ruído, à ansiedade ou ao medo. Ela encontra espaço na serenidade, na observação atenta e na disposição de ouvir a voz interior.

O intuitivo será conduzido para que objetivos elevados sejam alcançados. Torna-se um colaborador consciente de propósitos que transcendem seus interesses pessoais e contribuem para o bem maior.

O intuído não compara, mede ou busca referências externas. Em seu íntimo, reconhece aquela percepção como algo diferente dos pensamentos comuns, compreendendo que o insight recebido tem origem em sua própria alma ou em consciências mais elevadas (Hierarquias) que o acompanham em sua jornada. Ainda assim, preserva seu livre-arbítrio, cabendo a ele decidir se seguirá ou não o caminho que lhe foi indicado.

No entanto, até aprendermos a reconhecer com clareza a intuição, é comum que misturemos o insight recebido com deduções, análises e reflexões racionais. Quando isso ocorre, a intuição pura acaba sendo parcialmente interpretada, ou até anulada.

Por essa razão, erros de avaliação podem acontecer. Muitas vezes acrescentamos ao insight elementos que não faziam parte da percepção original, modificando sua clareza e seu significado.

Com o tempo, à medida que a experiência se amplia, a confiança se fortalece e a fé amadurece, torna-se mais fácil distinguir a intuição autêntica das construções da mente. 

O intuído presta Serviços elevados ao meio em que vive, pois suas ações sempre irão nortear ele e os outros.

O que está acontecendo, hoje, com a maioria?

Bem, hoje a maioria sobrevive sob os critérios da personalidade, recheada pelo caráter e pela índole, ou seja, as referências serão sempre das vidas passadas ou do passado da vida atual. Assim, pode se dizer que o passado tem dominado as ações da maioria. 

Tornaram-se poucos criativos e possuem uma coragem bem medíocre. Normalmente são conduzidos e o comportamento é semelhante ao do “boi seguindo a boiada”. São indivíduos altamente previsíveis e suas opiniões podem ser medrosas, no mínimo duvidosas, em que os valores elevados são menosprezados.

Existem pessoas más?

Resposta: Não, não existem pessoas más, mas existem pessoas ignorantes quanto aos conceitos da vida universal

Uma pessoa de má índole e péssimo caráter, ao confrontar-se com desafios, tende a reagir de forma violenta, egoísta ou leviana. Nessas circunstâncias, estabelece sintonia com forças e influências negativas, passando a agir sob impulsos que reforçam o mal, a corrupção, a intolerância e a destruição, deteriorando o que lhe chega às mãos.

Ao escolher esses caminhos, torna-se prisioneira de suas próprias ações, traindo o que lhe é confiado. Cria para si compromissos cármicos imensos e se torna refém de estágios muito difíceis, por vidas e vidas em mundos extremamente rudimentares que exigirá longos períodos de aprendizado, reparação e sofrimento até que compreenda a necessidade da transformação interior. Há casos em que até a alma pode “morrer” para uma nova ressurgir e reinicializar-se em um novo contexto.

Assim poderemos considerar que refazer o caminho é a oportunidade de sair da ignorância.

O que preciso modificar para alinhar-me com os conceitos da vida universal?

Despertar a consciência: O despertar da consciência começa quando o indivíduo deixa de viver pelas referências do passado e abre espaço para o inconformismo. Não tolera mais ser conduzido e viver das opiniões alheias. Assim se prepara para ser mais reflexivo, voltar-se para ideias próprias, formar a própria opinião e partir para uma compreensão mais ampla da vida, sem se deixar influenciar. Assume-se definitivamente.

Com a consciência desperta, tende a tornar-se intuitivo. Se despersonaliza, não se torna refém de nada, se torna mais autêntico e dele será exigido muita coragem e fé para assumir caminhos e valores que a maioria jamais assumiria.

Por essa razão, o intuitivo trilhará caminhos pouco percorridos. Não por desejar ser diferente, mas porque passa a orientar suas escolhas por referenciais profundos do que aqueles aceitos pela coletividade.

Sua maior fidelidade deixa de ser para com a opinião do mundo e passa a ser para com a voz da própria consciência.

Perguntas:

Temos como nos livrar deste assédio, seja das forças evolutivas ou involutivas?

Resposta:  Não, não existe esta possibilidade pela própria atribuição do livre arbítrio. Temos de ser estimulados de todas as formas, de todos os jeitos e com todas as possibilidades. Sem isto não há como aprendermos a tomar decisões corretas.

Por que precisamos destes estímulos compulsórios?

Resposta: Estes estímulos nos fazem ponderar sobre o certo e o errado e essa ponderação manifesta-se nos resultados e nas consequências das decisões tomadas. Se forem positivas, serão corretas e isto significa que demos um passo evolutivo. Se forem negativas, serão erradas que nos fará repetir a mesma experiencia, quantas vezes forem necessárias. 

Assim, a vida funciona como uma grande escola. As experiências se repetem até que o aprendizado seja plenamente assimilado e transformado em consciência.

Uma pessoa com vícios é assediada?

Resposta: Os vícios criam sintonia com desencarnados que compartilham dos mesmos desejos e impulsos. Dessa forma, uma pessoa dependente do cigarro, do álcool, das drogas ou de qualquer outro vício se torna alvo de influências espirituais nos mesmos padrões.

O que atrai os assédios involutivos?

Resposta:  Sentimentos negativos. Raiva, ódio, inveja, egoísmo, ganância, orgulho, ressentimento e intolerância são alguns dos estados emocionais que atraem estes assédios, podendo ser de desencarnados frustrados e ignorantes, bem como de forças involutivas poderosas, muito inteligentes, que se arvora na pessoa e a estimula a prática do mal, da desconstrução.

Quais os outros sentimentos que atrai involutivos?

Resposta: Não são apenas os sentimentos claramente negativos que favorecem essas influências. Estados emocionais como medo excessivo, frustração constante, desânimo, vitimismo, omissão diante do que é correto, insegurança, covardia moral e falta de propósito também podem criar condições favoráveis para esse tipo de sintonia.

Esses estados enfraquecem a vontade, reduz a clareza mental e dificulta o exercício consciente do livre-arbítrio, tornando a pessoa vulnerável a influências externas.

Tais sintonias podem atrair desde desencarnados vinculadas a regiões umbralizadas até forças involutivas inteligentes e organizadas comprometidas com valores negativos.

Como podemos nos prevenir deste assédio negativo?

Resposta:  Para qualquer nível que ele ocorra, seja de desencarnados umbralizados, como das forças poderosas, sair do estado de ignorância com relação à nossa composição físico-espiritual, se torna o passo mais importante.

Buscar sempre, aprimorar-se, estudar, diminuir os preconceitos, atualizar-se, aceitar ideias novas, equilibrar-se e procurar quem possa ajudar, enfim sair da ignorância torna-se o único caminho possível.

Este assédio negativo atinge crianças?

Resposta: Sim, mas os objetivos são os pais, assim uma criança não terá percepções, mas criará oportunidades para que seus pais se atualizem, se aprimorem e passam a ver a vida de forma diferente, mais elevada e com maior sintonia às Leis Divinas. 

Percebe-se que quando uma criança é assediada, a busca por ajuda e por soluções torna-se prioritário para os pais, que passam a rever valores, buscar conhecimento, fortalecer a fé e ampliar a compreensão da vida. Assim, determinadas experiências vividas pela criança funcionam como catalisadoras de transformação para todo o núcleo familiar.

O desejo de matar que assola pessoas provem deste assédio?

Resposta: Não há como um desencarnado umbralizado ou uma força poderosa matar alguém através do assédio, isto seria interferir no livre arbítrio, mas poderá estimular a fraqueza e a ignorância para que tal prática aconteça. Devemos considerar que quem será morto, passará pela mesma experiencia ao ter matado alguém em encarnações passadas. O carma é uma relação complexa, assim o que ocorre com alguém é porque este alguém já praticou em outrem algo contrário às Leis Divinas.

Acontece o assédio de forças evolutivas aos desencarnados em colônias espirituais do Plano Astral?

Resposta: Sim, com efeitos positivos, esclarecedores e de cunho evolutivo. A palavra assédio não deve ser aplicada, neste caso, mas a inspiração é um conceito mais correto de usar. Assim, o desencarnado passa a ser inspirado e se prepara melhor para a próxima reencarnação, tornando-se um individuo útil na própria colônia do Plano Astral, bem como na reencarnação a seguir. O que acontece aqui, acontece lá.

A inspiração interfere no livre arbítrio?

Resposta. Não, mas capacita o individuo a ter uma capacidade de julgamento melhor de uma determinada situação e, com boa vontade receberá ajudas para a prática do bem que precisa fazer.

Todo mundo é assediado e inspirado?

Resposta: Sim. Todas as pessoas estão sujeitas tanto a influências negativas (assédio) quanto positivas (inspiração). Essa alternância de influências contribui para o aprendizado e o amadurecimento, pois coloca o indivíduo diante de escolhas constantes.

Há casos irremediáveis de pessoas assediadas?

Resposta: Sim, na humanidade terrestre, certos indivíduos arborizados por forças involutivas poderosas, porque assim permitiram ao exercerem sentimentos vigorosos de posse, ganância, egoísmo, ódio, corrupção, entre outros, chegaram a tal ponto na prática das maldades e do rancor, que devem perder a própria alma para um reinício radical. Claro que irão manter sua centelha divina, mas, daí partirão para um período muito, mas muito longo de recomeço extremamente difícil  

A intuição e a inspiração são as mesmas coisas?

Resposta: Não. Intuição e inspiração são fenômenos semelhantes, mas distintos em sua forma de atuação.

intuição surge como um insight rápido, momentâneo, uma percepção súbita sobre algo. Ela aparece como um “clique” interno, que pode ou não ser seguido pela pessoa, dependendo do seu discernimento e livre-arbítrio.

Já a inspiração tende a ter um caráter mais contínuo e estruturante. Ela influencia ideias, direcionamentos e motivações ao longo do tempo, podendo envolver aspectos mais profundos da personalidade, como valores, caráter e objetivos de vida.

Que tipo de comportamento favorece a inspiração e a intuição quando elas são necessárias?

Resposta: A inspiração e a intuição podem ser entendidas como percepções internas que se tornam mais acessíveis quando a pessoa busca viver de forma mais consciente, equilibrada e alinhada com valores elevados.

Esse processo envolve também aprendizado, disciplina mental e abertura para o crescimento interior. À medida que a pessoa organiza melhor seus pensamentos e emoções, sua percepção se torna mais sensível e sua capacidade de discernimento melhora, favorecendo intuições mais claras e inspirações mais construtivas.

Todos os desejos de uma pessoa são sempre atendidos, independentemente de quais sejam?

Resposta:  Não. Nem todos os desejos são automaticamente atendidos.

O desejo humano tem força de direcionamento e influencia escolhas, atitudes e resultados, mas ele não é absoluto nem garante realização automática. Muitas vezes, o que a pessoa deseja pode depender de condições, consequências, tempo e também do impacto que isso teria em sua vida e nas demais.

A Lei anunciada por Jesus o Cristo: ‘peça e serás atendido” deve ser compreendida de forma mais ampla: não como uma promessa de atendimento literal de qualquer desejo, mas como um princípio de alinhamento. Ou seja, aquilo que a pessoa busca com consciência, coerência e esforço encontrará condições para se manifestar.

Por isso, é importante refletir sobre o que se deseja, porque os desejos também moldam o caminho de aprendizado e as experiências que a pessoa atrai para si.

Uma pessoa pode inspirar outras pessoas?

Resposta: Sim. As pessoas podem inspirar umas às outras por meio de suas atitudes, pensamentos, palavras e intenções.

A inspiração funciona como um campo de influência: aquilo que alguém expressa no mundo repercute nos outros de forma positiva ou negativa, dependendo da qualidade dessa expressão.

Quando uma pessoa cultiva atitudes construtivas ela estimula, em outros, comportamentos semelhantes, favorecendo crescimento e harmonia.

Por outro lado, atitudes negativas também influenciam e reforçam padrões prejudiciais, em quem está mais propenso a esse tipo de influência. Uma sociedade pode ser influenciada positivamente ou negativamente, dependendo da tendencia de seus líderes.

Por isso, é importante ter consciência de que pensamentos, desejos e ações não ficam restritos ao indivíduo: eles reverberam no ambiente e impacta outras pessoas.  

 

Baseado em tudo o que foi explicado, necessitamos nos proteger fisicamente do assédio de desencarnados ou das forças involutivas para não sermos dominados?

Resposta: Claro que não. De nada adianta tentar se proteger com objetos, banhos, ervas ou demais ilusões. Basta você ser você mesma. Seja uma pessoa autêntica, de fé, convicta das qualidades primordiais oriundas da sua Centelha Divina. Pare de se espelhar nos outros. Pare de invejar os outros. Siga a sua intuição, permita ser inspirado, manifeste-se com originalidade sem prestar contas das suas vontades. Quando nos tornamos autênticos viramos uma fortaleza e nada mais poderá nos tocar. As vibrações inferiores não mais nos alcançarão, os pensamentos negativos serão rechaçados, os ciúmes, a inveja, ficarão abaixo da sua linha vibracional.

Não há assédio, nem aproximação que tocará a minha autenticidade, o meu coração. Não precisamos de nenhuma proteção, quando nos tornamos autênticos.

A ilusão de que preciso de proteções e de toda a parafernália de procedimentos, objetos, banhos, entre tantos outros, nada mais é do que a manifestação das minhas fraquezas morais e espirituais, por ter medo de ser autêntico, de ser eu mesmo, de me espelhar no que de mais divino acredito.

Bem, creio que as perguntas e repostas completam o texto “inspirado”.

 Conclusão:

Observa-se que a humanidade atual se encontra fortemente identificada com aspectos da personalidade, frequentemente voltada para valores materiais, conquistas passageiras, interesses imediatistas e ilusões que se desfazem rapidamente.

Nesse contexto, muitas pessoas acabam se envolvendo em conflitos e buscas que pouco contribuem para o desenvolvimento interior.

Entretanto, sob a perspectiva de uma evolução mais ampla da consciência, este período foi a fase final da transição planetária. No próximo ciclo terreno valores mais profundos irão emergir, melhorando o sentido da vida e das escolhas humanas.

A humanidade ficará mais consciente e o indivíduo estará mais integrado entre razão, inspiração e intuição, tornando as decisões equilibradas e construtivas no cotidiano.

Assim, o processo evolutivo humano é um caminho contínuo de ampliação de consciência, no qual a experiência material, mental e espiritual se integrará de forma harmoniosa.

 Recomendações:

Reveja valores, objetivos, torne-se mais altruísta, tenha mais compaixão, mantenha-se equilibrado, seja mais confiante e tenha fé. Acredite, não existe o impossível, mas somente uma questão de tempo para que aconteça.  

Lembre-se somos senhores e donos da nossa mente, do nosso corpo, da nossa alma e todos os seus desejos. Foque no que você pode melhorar em si mesmo e nas suas atitudes.

Não há mais tempo para se perder tempo.

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