domingo, 17 de maio de 2026

Passos Atuais 494a Parte: "Estamos vivos? Entre a Ilusão e a Realidade: O Drama da Consciência Humana."

 Estamos vivos? Entre a Ilusão e a Realidade: O Drama da Consciência Humana.

Bem, depende do ponto de vista que nos encontramos.

Sob um aspecto direto e simples, sim, respiramos, caminhamos, trabalhamos, pensamos, sentimos e seguimos envolvidos pelas exigências da vida material.

Sob outro aspecto mais elaborado e mais reflexivo, não. Estamos apenas existindo, mas não verdadeiramente vivendo. Existe uma grande diferença entre possuir vida biológica e despertar para a consciência da própria existência.

O que diferencia uma da outra é o grau de ilusão que nos envolvemos para esta avaliação. A ilusão material cria a sensação de movimento, progresso e controle, mas, em essência, muitos vivem apenas repetindo ciclos, sobrevivendo emocionalmente e preenchendo o tempo, sem jamais despertar para algo mais profundo dentro de si.

Muitas vezes caminhamos pela vida como viajantes distraídos, envolvidos pelas obrigações, desejos, medos e ilusões do mundo material.

Vivemos cercados por dúvidas, sem compreender plenamente quem somos, para onde vamos ou qual sentido existe por trás de nossa trajetória.

A mente se perde em inúmeras possibilidades, caminhos e escolhas. Diante de tantas direções, pela ausência de foco, frequentemente nos tornamos confusos e inseguros.

Nossas decisões passam a ser tomadas quase ao acaso, como alguém que lança dados sobre uma mesa e aceita o resultado que surgir.

Bem, mas a sorte e o azar não existem. Deus não iria constituir seu Universo baseado no aleatório, na sua formação e na sua constituição. Quando nossos cientistas, físicos, matemáticos, intelectuais, filósofos e outros indivíduos considerados sábios e superinteligentes admitem o caos e o aleatório (ou a sorte e o azar), consideram o que não sabem e o que ainda não conseguiram entender para explicar.  Um Universo regido apenas pelo aleatório dificilmente sustentaria tamanha harmonia matemática, equilíbrio físico e precisão cósmica.

Big Bang: O próprio conceito do Big Bang, apresentado como explicação para o surgimento do Universo, representa mais uma tentativa humana de descrever o início da existência do que sua causa definitiva. Afinal, mesmo aceitando essa teoria, permanece a pergunta essencial: o que existia antes? O que originou as leis, a energia e a inteligência para que tudo pudesse surgir?

É simples, temos uma capacidade mental e intelectual de somente 10% da totalidade, assim os mistérios do Universo ainda são incompreensíveis e inalcançáveis para este pequeno coeficiente de 10% da capacidade plena.

Assim também se traduz para a nossa vida cotidiana, onde compreendemos parcialmente os desafios que ela apresenta. Isto, agravado pela absoluta falta de estudos, pela preguiça, pela ausência de estímulos sensoriais e pela imensa e espetacular ilusão que temos, podemos considerar que a vida humana é caótica e aleatória, onde as coisas acontecem ou por sorte ou por azar.

Conforme o raciocínio acima, podemos concluir que sob um aspecto direto e simples, sim, estamos vivos e sob o aspecto mais elaborado e reflexivo, não, estamos mortos, vivendo mecanicamente, presos às ilusões da matéria e distantes de uma consciência mais elevada da existência.

Bem, esta “grande confusão” provém do nosso corpo emocional. Sim possuímos vários corpos, tais como o corpo da alma, o corpo astral, o corpo mental, o corpo emocional e por último e o mais rústico, o corpo físico.

Mas, voltando, o emocional muito “mal administrado” pelo nosso mental, adora viver sob fortes emoções, vive em grandes oscilações e constantemente nos tira do equilíbrio. Imaginem um grande pêndulo de um relógio de parede, oscilando o tempo todo. É assim que temos vivido, em constante oscilação, sem aprumar, sem pensar direito, tomando inúmeras decisões baseadas nos extremos destas oscilações, o que fatalmente nos induz a erros grosseiros e no mínimo, na produção de grosserias e ofensas a quem convive conosco. Raramente nos encontraremos em equilíbrio em uma vida inteira, isto porque não nos damos bem com disciplinas, reflexões, controles, evolução e curiosidade.

Sim, ser curioso em aprender, é algo que se desfaz rapidamente pela preguiça e pela falta de bom senso. Deixar para depois é um triste legado que passa de pai para filho, nos mundos cármicos. Quando se pensa em deixar para depois, admite-se deixar para a próxima vida. Uauuuu...

Ser emotivo tem sido sinônimo de afetividade, de bom coração, de inteligência, de compreensividade, do saber, quando na realidade demonstra de forma clara e precisa que é o descontrole. Quando as emoções não são equilibradas pela consciência, elas deixam de ser expressão saudável e passam a gerar desorganização interior.

O indivíduo emocionalmente instável tende a reagir de forma impulsiva, perdendo clareza e afetando negativamente o ambiente ao seu redor, criando tensão nas relações e desgaste emocional coletivo. Este individuo contamina os que estão próximos, atormenta a vida de quem convive com ele, desregula o bom senso, desequilibra um ambiente inteiro e necessitará de tratamentos.

O descontrole emocional, na cadeia de comando, em uma alta hierarquia, pode descontrolar uma sociedade inteira, um país inteiro, trazendo caos, destruição, incutindo o ódio pela competitividade e pelas diferenças de gênero, de grau, pela separatividade, destruindo o que foi construído em séculos.

Ao longo da história, líderes em contextos de grande poder e instabilidade, conduziram nações a períodos de violência, repressão e destruição. Figuras como Benito Mussolini, Adolf Hitler, Joseph Stalin e Nero são citadas como exemplos de como decisões centralizadas e desequilibradas podem gerar consequências históricas catastróficas. Infelizmente, conceitos ali criados, ainda repercute na vida de muitos indivíduos descontrolados emocionalmente.

É preciso redefinir estilos de vida, conceitos, paradigmas, mas antes de tudo, é preciso tomar o controle de si próprio, ser emocionalmente equilibrado.  Não se descontrolar com fatos e ações que discorde, deixar de ser emotivo e reconhecer que o descontrole e emotividade são fraquezas sérias que pode levar a inúmeras consequências negativas.

Pode ser difícil admitir seu desequilíbrio emocional, mas sem essa humildade básica, não existe qualquer possibilidade real de mudança. Negar o próprio descontrole apenas prolonga o problema e consolida padrões internos que se repetem indefinidamente.

Toda transformação exige consciência clara do que precisa ser corrigido. Sem isso, qualquer tentativa de evolução se torna ilusória. O livre-arbítrio é absoluto nesse processo: ninguém muda por imposição externa. A mudança só acontece quando há reconhecimento direto da própria condição e decisão firme de enfrentá-la.

É interessante observar certos medos humanos, especialmente o medo da morte. Todos irão morrer um dia, mas para o descontrolado emocionalmente, a morte representa um fim absoluto. Na realidade, a “morte” do corpo físico não é um fim, mas o início de uma nova etapa de existência no plano astral. Da mesma forma, a “morte” no plano astral dá início a um novo renascimento no plano físico. É a roda das reencarnações.

A existência é uma ciranda reencarnatória contínua e constante, na qual a consciência atravessa diferentes estados e dimensões da vida. Quando o indivíduo não compreende essa realidade, o medo da morte permanece, assim como o sofrimento, atravessando existências sucessivas, até que a compreensão seja finalmente alcançada. Seja em uma vida ou em muitas, o processo é inevitável: a consciência só se liberta do medo quando reconhece essa dinâmica e deixa de resistir a ela.

O indivíduo que alcança o equilíbrio interior, portanto, emocionalmente controlado, dificilmente se abala com o cotidiano da vida e mesmo quando isso acontece, a recuperação e o retorno ao status do equilíbrio se dá de forma simples e relativamente rápida. Este individuo se torna confiável, se torna referência, manifesta capacidades e aprende rápido. Compreende com certa facilidade os embates da vida, supera-se constantemente e foca no que é relevante e precioso. Raramente se surpreende e quando isto acontece descobre maravilhas por trás de uma situação aparentemente caótica. Podemos afirmar que este individuo está vivo no plano físico.

Bem, por todos e sobre ele forças divinas, maravilhosamente elevadas se acercam e o assessoram, pois sabem que por todos e sobre ele a “Inteligência-Criativa”, o “Amor-Sabedoria”, a “Vontade-Poder”, divinos, poderão ser revelados e compreendidos. Na religião cristã, esta Trindade é conhecida como Pai – Filho – Espírito Santo. Assim tais indivíduos, emocionalmente controlados, são considerados vivos, atuantes e imprescindíveis.

Hoje, na fase final da Transição Planetária, onde nada ficará como está, indivíduos que alcançam maior equilíbrio emocional e estabilidade interior são compreendidos, dentro dessa visão espiritual, como mais aptos a manter sintonia com inteligências superiores, mantem elos com extraterrestres elevados e Hierarquias.  Essas consciências são vistas como “Irmãos Maiores”, seres que já teriam atravessado experiências evolutivas semelhantes e que, por isso, atuariam como orientadores no processo de amadurecimento coletivo da humanidade.

Portanto, considerando os fatos aqui relevantes, espera-se que mudanças de posturas em especial as emocionais, sejam disciplinadas o suficiente para que a nitidez, a clareza e o bom senso, possam voltar a ser a luz da sabedoria e do conhecimento necessário para superarmos esta fase tão intensa e tão vibrante da referida transição do planeta Terra.

Precisamos estar vivos e assim aproveitar esta encarnação tão especial, tão atípica e tão evolutiva. O que estamos vivendo hoje, se fosse fora da transição em curso, poderia levar algumas dezenas de reencarnações em tempos normais.

NÃO HÁ TEMPO PARA SE PERDER TEMPO.

ESTEJA VIVO. ADOTE A REALIDADE