Estamos vivos? Entre a Ilusão e a Realidade: O Drama da Consciência Humana.
Bem, depende
do ponto de vista que nos encontramos.
Sob um
aspecto direto e simples, sim, respiramos, caminhamos, trabalhamos,
pensamos, sentimos e seguimos envolvidos pelas exigências da vida material.
Sob outro
aspecto mais elaborado e mais reflexivo, não. Estamos apenas existindo,
mas não verdadeiramente vivendo. Existe uma grande diferença entre possuir vida
biológica e despertar para a consciência da própria existência.
O que
diferencia uma da outra é o grau de ilusão que nos envolvemos para esta
avaliação. A ilusão material cria a sensação de movimento, progresso e
controle, mas, em essência, muitos vivem apenas repetindo ciclos, sobrevivendo
emocionalmente e preenchendo o tempo, sem jamais despertar para algo
mais profundo dentro de si.
Muitas vezes caminhamos pela vida como
viajantes distraídos, envolvidos pelas obrigações, desejos, medos e ilusões do
mundo material.
Vivemos cercados por dúvidas, sem compreender
plenamente quem somos, para onde vamos ou qual sentido existe por trás de nossa
trajetória.
A mente se perde em inúmeras possibilidades,
caminhos e escolhas. Diante de tantas direções, pela ausência de foco,
frequentemente nos tornamos confusos e inseguros.
Nossas decisões passam a ser tomadas quase ao
acaso, como alguém que lança dados sobre uma mesa e aceita o resultado
que surgir.
Bem, mas a
sorte e o azar não existem. Deus não iria constituir seu Universo baseado no
aleatório, na sua formação e na sua constituição. Quando nossos cientistas,
físicos, matemáticos, intelectuais, filósofos e outros indivíduos considerados
sábios e superinteligentes admitem o caos e o aleatório (ou a sorte e o azar),
consideram o que não sabem e o que ainda não conseguiram entender para
explicar. Um Universo regido apenas pelo
aleatório dificilmente sustentaria tamanha harmonia matemática, equilíbrio
físico e precisão cósmica.
Big Bang: O
próprio conceito do Big Bang, apresentado
como explicação para o surgimento do Universo, representa mais uma tentativa
humana de descrever o início da existência do que sua causa definitiva. Afinal,
mesmo aceitando essa teoria, permanece a pergunta essencial: o que existia
antes? O que originou as leis, a energia e a inteligência para que tudo pudesse
surgir?
É simples,
temos uma capacidade mental e intelectual de somente 10% da totalidade, assim os
mistérios do Universo ainda são incompreensíveis e inalcançáveis para este
pequeno coeficiente de 10% da capacidade plena.
Assim também
se traduz para a nossa vida cotidiana, onde compreendemos parcialmente os
desafios que ela apresenta. Isto, agravado pela absoluta falta de estudos, pela
preguiça, pela ausência de estímulos sensoriais e pela imensa e espetacular ilusão
que temos, podemos considerar que a vida humana é caótica e aleatória,
onde as coisas acontecem ou por sorte ou por azar.
Conforme o
raciocínio acima, podemos concluir que sob um aspecto direto e simples, sim,
estamos vivos e sob o aspecto mais elaborado e reflexivo, não, estamos
mortos, vivendo mecanicamente, presos às ilusões da matéria e distantes de
uma consciência mais elevada da existência.
Bem, esta “grande
confusão” provém do nosso corpo emocional. Sim possuímos vários corpos,
tais como o corpo da alma, o corpo astral, o corpo mental, o corpo emocional e
por último e o mais rústico, o corpo físico.
Mas,
voltando, o emocional muito “mal administrado” pelo nosso mental, adora
viver sob fortes emoções, vive em grandes oscilações e constantemente nos tira
do equilíbrio. Imaginem um grande pêndulo de um relógio de parede, oscilando o
tempo todo. É assim que temos vivido, em constante oscilação, sem aprumar, sem
pensar direito, tomando inúmeras decisões baseadas nos extremos destas
oscilações, o que fatalmente nos induz a erros grosseiros e no mínimo, na
produção de grosserias e ofensas a quem convive conosco. Raramente nos
encontraremos em equilíbrio em uma vida inteira, isto porque não nos
damos bem com disciplinas, reflexões, controles, evolução e curiosidade.
Sim, ser
curioso em aprender, é algo que se desfaz rapidamente pela preguiça e pela
falta de bom senso. Deixar para depois é um triste legado que passa de pai para
filho, nos mundos cármicos. Quando se pensa em deixar para depois, admite-se
deixar para a próxima vida. Uauuuu...
Ser emotivo
tem sido sinônimo de afetividade, de bom coração, de inteligência, de
compreensividade, do saber, quando na realidade demonstra de forma clara e
precisa que é o descontrole. Quando as emoções não são equilibradas pela
consciência, elas deixam de ser expressão saudável e passam a gerar desorganização
interior.
O indivíduo emocionalmente
instável tende a reagir de forma impulsiva, perdendo clareza e afetando
negativamente o ambiente ao seu redor, criando tensão nas relações e desgaste
emocional coletivo. Este individuo contamina os que estão próximos, atormenta a
vida de quem convive com ele, desregula o bom senso, desequilibra um ambiente
inteiro e necessitará de tratamentos.
O descontrole
emocional, na cadeia de comando, em uma alta hierarquia, pode descontrolar
uma sociedade inteira, um país inteiro, trazendo caos, destruição, incutindo o
ódio pela competitividade e pelas diferenças de gênero, de grau, pela
separatividade, destruindo o que foi construído em séculos.
Ao longo da
história, líderes em contextos de grande poder e instabilidade, conduziram
nações a períodos de violência, repressão e destruição. Figuras como Benito Mussolini, Adolf
Hitler, Joseph Stalin e Nero são citadas como exemplos de como decisões
centralizadas e desequilibradas podem gerar consequências históricas catastróficas.
Infelizmente, conceitos ali criados, ainda repercute na vida de muitos
indivíduos descontrolados emocionalmente.
É preciso redefinir
estilos de vida, conceitos, paradigmas, mas antes de tudo, é preciso tomar
o controle de si próprio, ser emocionalmente equilibrado. Não se descontrolar com fatos e ações que
discorde, deixar de ser emotivo e reconhecer que o descontrole e
emotividade são fraquezas sérias que pode levar a inúmeras consequências
negativas.
Pode ser difícil admitir seu desequilíbrio
emocional, mas sem essa humildade básica, não existe qualquer possibilidade
real de mudança. Negar o próprio descontrole apenas prolonga o problema e
consolida padrões internos que se repetem indefinidamente.
Toda transformação exige consciência clara do
que precisa ser corrigido. Sem isso, qualquer tentativa de evolução se torna
ilusória. O livre-arbítrio é absoluto nesse processo: ninguém muda por
imposição externa. A mudança só acontece quando há reconhecimento direto da
própria condição e decisão firme de enfrentá-la.
É interessante observar certos medos humanos,
especialmente o medo da morte. Todos irão morrer um dia, mas para o descontrolado
emocionalmente, a morte representa um fim absoluto. Na realidade, a “morte”
do corpo físico não é um fim, mas o início de uma nova etapa de existência no
plano astral. Da mesma forma, a “morte” no plano astral dá início a um novo
renascimento no plano físico. É a roda das reencarnações.
A existência é uma ciranda reencarnatória
contínua e constante, na qual a consciência atravessa diferentes estados e
dimensões da vida. Quando o indivíduo não compreende essa realidade, o medo da
morte permanece, assim como o sofrimento, atravessando existências sucessivas,
até que a compreensão seja finalmente alcançada. Seja em uma vida ou em muitas,
o processo é inevitável: a consciência só se liberta do medo quando
reconhece essa dinâmica e deixa de resistir a ela.
O indivíduo
que alcança o equilíbrio interior, portanto, emocionalmente controlado,
dificilmente se abala com o cotidiano da vida e mesmo quando isso acontece, a
recuperação e o retorno ao status do equilíbrio se dá de forma simples e
relativamente rápida. Este individuo se torna confiável, se torna referência,
manifesta capacidades e aprende rápido. Compreende com certa facilidade os
embates da vida, supera-se constantemente e foca no que é relevante e precioso.
Raramente se surpreende e quando isto acontece descobre maravilhas por trás de
uma situação aparentemente caótica. Podemos afirmar que este individuo está
vivo no plano físico.
Bem, por todos
e sobre ele forças divinas, maravilhosamente elevadas se acercam e o
assessoram, pois sabem que por todos e sobre ele a “Inteligência-Criativa”, o
“Amor-Sabedoria”, a “Vontade-Poder”, divinos, poderão ser revelados e
compreendidos. Na religião cristã, esta Trindade é conhecida como Pai – Filho –
Espírito Santo. Assim tais indivíduos, emocionalmente controlados, são
considerados vivos, atuantes e imprescindíveis.
Hoje, na fase final da Transição Planetária,
onde nada ficará como está, indivíduos que alcançam maior equilíbrio
emocional e estabilidade interior são compreendidos, dentro dessa visão
espiritual, como mais aptos a manter sintonia com inteligências superiores,
mantem elos com extraterrestres elevados e Hierarquias. Essas consciências são vistas como “Irmãos
Maiores”, seres que já teriam atravessado experiências evolutivas semelhantes e
que, por isso, atuariam como orientadores no processo de amadurecimento
coletivo da humanidade.
Portanto,
considerando os fatos aqui relevantes, espera-se que mudanças de posturas em
especial as emocionais, sejam disciplinadas o suficiente para que a
nitidez, a clareza e o bom senso, possam voltar a ser a luz da sabedoria e
do conhecimento necessário para superarmos esta fase tão intensa e tão
vibrante da referida transição do planeta Terra.
Precisamos estar
vivos e assim aproveitar esta encarnação tão especial, tão atípica e tão
evolutiva. O que estamos vivendo hoje, se fosse fora da transição em curso,
poderia levar algumas dezenas de reencarnações em tempos normais.
NÃO HÁ
TEMPO PARA SE PERDER TEMPO.
ESTEJA
VIVO. ADOTE A REALIDADE



