OVNIS: Objetos Voadores não identificados na presente transição da Terra. O último ciclo da Terra cármica.
Bem, tais
objetos não identificados, para os mais atualizados naves extraterrestres, por incrível
que pareça continua sendo um tabu para a maioria das pessoas.
Os que ousam
falar sobre tais naves ou objetos, se expressam com grande reserva, cautela e com
muita timidez, com medo de serem ridicularizados. No entanto, tais objetos
estão presentes no entorno do planeta Terra desde sua formação, seu
resfriamento e sua colonização pela raça humana e pelos demais reinos.
A vida
cósmica é riquíssima, muito variável, digamos, extrovertida, e com inúmeros seres
que possuem formas e formatos constituídos com elementos que mais se adaptam às
condições gerais do planeta que vão “estagiar”. Comparativamente, podemos
exemplificar que a vida marinha da Terra é bem diferente da vida terrestre,
dado que os meios são bem diferentes. Da mesma forma, de acordo com as características
de cada planeta, que envolvem sua topografia, sua atmosfera, suas condições
climáticas, sua gravidade e as energias que ali operam, o formato dos
corpos, sua composição química e estrutural, bem como sua composição genética,
é constituída e moldada para que melhor sirvam e melhor obedeçam às leis
naturais e as Leis Evolutivas que ali irão viger.
Podemos, assim, considerar que habitar um
planeta representa estágios evolutivos temporários, no qual a consciência tem a
oportunidade de se desenvolver, amadurecer e expandir-se ao longo de sua
trajetória.
No reino
humano, é lícito considerarmos que a evolução tem início em mundos cármicos,
como a Terra, onde o aprendizado ocorre por meio da dor e das
consequências das próprias escolhas. As leis da vida mostram-se rigorosas,
e a existência é vivida com uma luta constante. Os prazeres materiais e carnais
tendem a ser intensos, porém passageiros e rápidos, enquanto o aprendizado da
consciência acontece de forma lenta, gradual e repetitiva, levando o ser humano
a aprender pela exaustão das próprias experiências.
Nessa etapa cármica, a personalidade ligada
ao ego e ao egoísmo geralmente predomina sobre os valores elevados da alma,
fazendo com que o egocentrismo se torne uma referência comum na maioria
dos indivíduos.
Por longos
períodos, os mundos cármicos são isolados por não se compatibilizarem
com mundos evoluídos. Esta separação não é física, mas dimensional,
assim podemos dizer que coexistimos com outros indivíduos em formatos mais evoluídos,
mas em dimensões distintas.
Hoje olhamos
para Marte, para Saturno, para Júpiter, por exemplo, e vemos terra árida,
inóspita, gasosa, com a predominância de forças incríveis e terrivelmente
agressivas para nossa constituição física. Bem, isto na 3ª dimensão,
pois se pudéssemos nos projetar para a 4ª, para a 5ª, provavelmente veríamos
civilizações maravilhosas, harmoniosas, em constante e contínua evolução
material e espiritual. Assim, conclui-se que Marte, Saturno e Júpiter já
passaram por sua fase cármica, de regeneração e agora encontram-se em evolução
continua e constante.
Então,
evoluir não é crescer só em tecnologia, em conhecimentos, em explorações, mas é
evoluir na consciência, é basicamente trocar o ego e a personalidade, pela consciência
plena, pela alma, é alcançar a possibilidade de avançar para outras
dimensões além da 3ª. Entretanto, há uma condição essencial nesse
processo: não é possível avançar para dimensões superiores permanecendo preso
aos padrões de um mundo cármico, marcado pelo egoísmo, pelos conflitos e pelo aprendizado
exclusivamente através da dor.
Hoje nos
encontramos neste imbróglio fantástico, dado o grande evento da transição
planetária: permanecer em mundos cármicos ou sair deles. Por incrível que
pareça esta é uma escolha possível, plausível, mas inevitável em nossa
jornada evolutiva. Todos terão que escolher.
A Terra é um
ser vivo em constante e continua evolução. Tudo o que nela habita está
diretamente ligado a esse processo de transformação e crescimento evolutivo. Assim,
aqueles que permanecerem vinculados aos padrões de mundos cármicos não
conseguiriam acompanhar a nova etapa vibracional do planeta e seguiriam sua
jornada para mundos semelhantes à Terra atual. Já os que escolherem evoluir
em consciência poderão permanecer na Nova Terra ou seguir para orbes mais
avançados em sua trajetória evolutiva.
Bem,
explicações alongadas, mas necessárias para compreendermos melhor a presença de
ONVIS e seres extraterrestres.
Tais
presenças, seres extraterrestres, sempre foram uma constante aqui na Terra. Fazem
parte do nosso desenvolvimento, da nossa evolução e, também, do nosso desvirtuamento
das Leis Divinas aqui implantadas. Sim, parte de tais seres, os involutivos,
mesmo tendo tecnologias sofisticadas, possuem ambições desmedidas e contrárias a
essas Leis Regentes, mas para manter a aplicação equilibrada do livre arbítrio
humano, o certo do errado, precisavam coexistir, sem o que não haveria a opção
da escolha. Assim seres extraterrestres evoluídos e os involutivos, deram ao
ser humano as oportunidades das escolhas.
De certa
forma, funcionavam como deuses e foram adorados por várias civilizações no decorrer
da história humana. Muitos destes deuses mantem-se ativos e adorados até hoje e
continuam influenciando negativamente, uma parte mais cética e desprovida de
esclarecimentos evolutivos e atualizados. As religiões, em geral, sempre se
referiram a tais deuses de forma obscura e oculta. Hoje festejamos diversos
dias do ano, onde obscuramente mantem-se em tradições, as adorações a tais
deuses disfarçados de divindades. Oportunamente poderemos entrar em detalhes
mais relevantes para esclarecer este posicionamento das doutrinas.
Mas, o que
temos de tão sofisticado e precioso para que tais seres involutivos se deslocassem
de tão longe? Com certeza não é a
tecnologia e tão pouco o nível evolutivo que nos encontramos, assim restou algo
surpreendente, o código genético – nosso DNA. Na realidade somos uma experiencia
sofisticada com este sistema genético atual, o DNA, onde a evolução
material e a espiritual ocorre mais rápida e mais precisa nos indivíduos, assim
este código associado ao livre arbítrio, poderia tornar-se via de regra para a
formação de novas humanidades a serem espalhadas pelo Cosmos.
Desta forma,
raças evoluídas de seres extraterrestres para cá se deslocaram para dar a
devida assistência, bem como raças involutivas de seres extraterrestres, também
para cá se deslocaram, numa tentativa ousada de colher e estudar nosso DNA para
abreviar suas próprias evoluções, mas na Lei do Egoísmo, sem o devido respeito
às Leis Naturais da evolução. Assim uma disputa na evolução e na involução nos
colocou como foco destes interesses, nesta grande experiencia Divina.
Então
podemos afirmar que ao longo do tempo a Terra e sua humanidade tem sido palco
de diversos antagonismos com seres extraterrestres evoluídos e involutivos.
Vejam como nossa história e nossas religiões são ricas nesse antagonismo, onde Deus
e o Diabo convivem numa ampla disputa sobre os humanos da Terra. O bem e
o mal, o certo e o errado faz parte da nossa trajetória.
A raça
humana cresceu, evoluiu fisicamente, mentalmente, espiritualmente, sempre numa
profunda disputa entre o bem e o mal, pelo poder positivo e negativo, pela tecnologia
positiva e negativa, na fé e na ambição, sempre no contraditório ao
longo dos tempos. Esta é a característica dos mundos cármicos e dos seres
humanos com o este código genético o DNA.
Sob essa visão, considera-se que diferentes
grupos de seres extraterrestres — evoluídos e outros ligados a padrões
involutivos — influenciaram a humanidade de maneiras distintas ao longo da
história. Essas interferências contribuíram para o surgimento de conceitos
associados ao bem e ao mal, interpretados de forma simbólica, misteriosa ou
oculta pelas diversas religiões. Ao mesmo tempo, instituições religiosas teriam
utilizado tais conhecimentos de maneira restritiva, buscando preservar
influência, autoridade e interesses materiais sobre seus fiéis seguidores.
Da mesma forma, governantes movidos pela
ambição de poder, domínio e riqueza teriam estabelecido alianças controversas
com os involutivos, voltadas à obtenção, por fontes de tecnologias de
destruição e de expansão sujas, associados ao controle das massas e a
interesses pouco elevados.
Voltando-se aos seres extraterrestres evoluídos,
estes seriam caracterizados por um elevado discernimento entre o bem e o mal,
pela aplicação harmoniosa das Leis universais e pelo alinhamento consciente à
Vontade do Criador. Nesses mundos em que vivem, o processo evolutivo ocorre de
forma contínua e natural, conscientes de suas responsabilidades espirituais e
coletivas. Assim, o livre-arbítrio deixou de ser um instrumento de conflito e
dúvida, tornando-se, inclusive, desnecessário, já que as escolhas estariam
espontaneamente alinhadas aos princípios mais elevados da consciência. Bem,
podemos dizer que estas são as nossas metas no próximo estágio da vida, que
está por se iniciar.
Assim será a Terra do futuro — Nova Terra —
um novo mundo que será marcado pela harmonia, pela paz, pela compaixão e pelo
restabelecimento do equilíbrio entre os reinos e a natureza. Nesse cenário, as
disputas perdem sentido, a competitividade deixa de predominar e a evolução
ocorre de forma contínua e consciente, numa espiral ascendente. A nova
humanidade passa a viver de maneira cooperativa, intuitiva e espiritualmente
integrada. A predação deixa de existir, abrangendo os reinos vegetal e animal. O
clima se torna ameno e aluta pela sobrevivência física deixa de existir.
Desejar pertencer à Nova Terra representa a superação
do egoísmo, do apego à personalidade e dos conflitos gerados pelo uso do
livre-arbítrio. Em seu lugar, predominara a intuição da alma, o uso pacífico da
tecnologia, a convivência fraterna e sistemas de proteção e equilíbrio capazes
de preservar essa nova condição evolutiva. Significa interagir com mundos evolutivos,
onde a convivência será pacífica, harmoniosa e a tecnologia atingirá níveis, hoje
considerados impossíveis. A fraternidade entre mundos evoluídos será fraterna,
aberta a todos, e ao invés de invadirmos um planeta seremos convidados a
visitá-los e conhecê-los.
Desta forma, podemos afirmar que a humanidade
necessita do auxílio de “Irmãos Maiores” — seres extraterrestres mais
evoluídos, que já teriam vivenciado processos semelhantes aos enfrentados
atualmente pelos seres humanos da Terra. Esses seres atuarão como
orientadores e auxiliadores da humanidade, oferecendo inspiração, amparo e
direcionamento nos momentos mais difíceis da transição em curso. Ajudarão a
conduzir a humanidade para caminhos mais equilibrados, pacíficos e alinhados ao
desenvolvimento da consciência.
Desta forma, podemos concluir que estamos
vivendo o período da transição da Terra, no qual surge a mais importante
escolha de nossa existência: permanecer em mundos cármicos, continuando o
aprendizado através da dor, ou avançar para mundos evolutivos, ainda
desconhecidos para nossa compreensão atual.
Sei que é difícil conceber que exista tal escolha, mas isto
ocorre pelo fato de que nossa vida é regida por escolhas onde raramente prestamos
atenção o que estamos escolhendo, por isso perdemos boa parte da sensibilidade
e da clareza no momento das escolhas.
Esta é
inevitável, inadiável, sem nenhuma possibilidade de livrar-se dela.
Escolheremos com o impulso do “ego” ou da “alma”. Cada um terá de optar
com qual impulso escolherá. Com o ego, o passado serão as referências, com a
alma o novo e a novidade, o futuro, será a opção.
Muito bem, mas o futuro é desconhecido Dar um
passo em direção ao novo significa, inevitavelmente, avançar para territórios
ainda não compreendidos, para experiências que não podem ser previstas ou
controladas. Diante disso, surge o grande dilema humano: permanecer na segurança
relativa daquilo que já conhecemos, mesmo com suas dores, limitações e
conflitos, ou ousar caminhar em direção a novas possibilidades
evolutivas.
Sob essa
perspectiva, toda evolução exige coragem. Nenhuma grande mudança ocorre
sem que exista, antes, a disposição de atravessar o medo do novo e de
abandonar antigos referenciais, conceitos e paradigmas, para alcançar estados
mais elevados de existência.
Aqui cabe um
outro adendo: a fé! (rememorando explicações anteriores- dada a importância
do tema)
Ao longo do tempo, a humanidade foi
constantemente instruída sobre o significado da fé. Ainda assim, poucas
pessoas realmente compreenderam como ela atua. Nos dias atuais, a fé
costuma ocupar um lugar secundário nas escolhas humanas, enquanto o racional, o
intelectual e os pensamento estritamente materiais comandam a mente da maioria.
Entretanto, a
fé representa um ato profundamente subjetivo de confiança plena e
absoluta no desconhecido. É a capacidade de acreditar que somos assistidos,
acompanhados e orientados em nosso nível mais elevado — o da alma — mesmo
quando não compreendemos claramente os caminhos da vida.
Ter fé é
entregar-se conscientemente ao que ainda não pode ser plenamente entendido,
aceitando que existe uma Inteligência Superior capaz de nos conduzir.
Dentro dessa perspectiva, o exercício da fé
torna-se essencial, pois somente através dessa entrega o ser humano permitirá
ser guiado por algo maior do que o próprio ego.
Estamos muito próximos deste momento de escolha.
A vida na Terra ainda terá ainda muitos percalços, movimentos, novidades e impactos.
Ficaremos de certa forma, atordoados com tudo que está e irá acontecer, mas é
preciso ter fé. É preciso romper com convicções antigas, com conceitos
desatualizados, inclusive com as referencias atuais, pois estas seguem os
velhos padrões, seguem os deuses onde a ilusão da prevenção material era o
que bastava para nos sentirmos seguros.
Estamos próximos de grandes revelações neste
campo do compartilhamento entre seres daqui e de fora. Muito será revelado
sobre os seres evoluídos e involutivos. A história será reescrita para
alinhar-se com a verdade. Mas há de se considerar que nada foi inútil, que
aprendemos muito, que evoluímos materialmente, não tanto espiritualmente, mas
isto será recompensado para os mansos e dispostos a entrar no novo e na
novidade.
Mais informações serão oportunamente
reveladas.
Fiquem em paz.




