sábado, 2 de novembro de 2013

Crises - precisamos vivê-las.


PENSAMENTO DO DIA

Na dor, aquietai o coração; na perda, descobrireis nele vosso tesouro.
Trigueirinho.

Pois bem, temos uma informação que nos dá uma importante indicação de como devemos nos conduzir numa crise.
Como temos dito, a crise precede mudanças.
Nem sempre tais mudanças são simples, mas podem ser longas, gerando grandes dores, perdas e outras formas de testar a nossa fé.
Normalmente as pessoas só conseguem assimilar o lado ruim da crise, pois não percebem as mudanças que irão ocorrer numa etapa da vida em crise. Veem a crise somente como sofrimento, como dor, como algo negativo e injusto.
Mas não é assim, a crise ocorre decorrente de uma etapa que se finda, para outra etapa que começa. Se as pessoas tivessem esta percepção, aceitariam a crise e esta passaria de forma menos contundente e muito mais rápida, mas quando a rejeitamos, lutando contra, ela poderá se estender e permanecer mais tempo conosco.

Nesta etapa da vida, numa crise, devemos aquietar o coração, ou seja, aceita-la, levando em conta que já estamos prontos para um novo ciclo que está começando em nossa vida.

Provavelmente perdas irão ocorrer, pois a crise elimina aquilo que já aprendemos e o que já conhecemos.
No entanto, na vida nada se perde pois tudo que aprendemos é armazenado num arquivo - akashico- que guarda todos os conhecimentos que aprendemos ao longo das nossas vidas.
Esta pseudo perda numa crise, ajusta o espaço para algo novo que virá, portanto esta sensação, se aceita e compreendida, é passageira, pois o novo estará às portas para experimentarmos.
Desta forma, teremos um novo tesouro uma nova condição que será melhor e mais elevada que a anterior.
Isto é renovação e tem acontecido compulsoriamente, pois as pessoas são muito acomodadas e dificilmente mantem sua busca para a evolução espiritual, desta forma a crise age impulsionando situações  que precisam ser mudadas.

Hilton

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Um bom conselho


Pensamento do dia

No esvaziamento de si, o ser contata a plenitude; no silêncio, cruza fronteiras.
Trigueirinho.

Pois bem, como a gente se esvazia?
Vivemos no dia a dia inúmeras situações de estresse, pois confiamos somente nas coisas materiais. Vivemos tão intensamente na matéria e dependemos tanto dos recursos materiais que não sobra espaço para aceitarmos e confiarmos na Providência Divina.
Ilusoriamente, acreditamos que somos nós que providenciamos tudo aquilo que precisamos.
Algumas coisas temos acesso, poder e capacidade de obter, outras coisas, mesmo tendo acesso, poder e capacidade de obter, elas simplesmente não acontecem, não se realizam.
Porque isto acontece?
Isto acontece porque vivemos metade do que somos.

Somos um ser completo, com uma composição espiritual e material. Isto não se dissocia. Somos um conjunto e este conjunto precisa atuar de forma ordeira, organizada e concomitante.
Quando o pensamento cita o esvaziamento de si, na realidade é um pedido para abrirmos espaço para a outra metade atuar, a espiritual.
Se isto ocorre entramos na plenitude, ou seja as duas metades se complementam e reorganizam o indivíduo que se torna inteiro, completo e único.

Este indivíduo, completo, cruza fronteiras, contata a plenitude, se eleva e alcança outros níveis de consciência. Percebe a grande ajuda ao seu lado, sente-se bem, independente das circunstancia materiais que se encontra e o que o cerca, pois tem uma visão ampla de tudo o que ocorre.

Um exemplo interessante sobre isto pode ser este:
Posicione-se no andar térreo de um prédio. Seu campo de visão ficará limitado ao transito da rua, ou seja, os carros que vai e vem. Suba para o 3º andar e veja que se campo de visão se ampliou para o fim e o começo da mesma rua, onde vários carros serão vistos. Alcance o 10º e terá uma visão ampla de todo o quarteirão, vendo os carros de todos os lados, as pessoas e as ruas circunvizinhas. Vá agora ao 20º andar, onde seu campo de visão pode alcançar todo o bairro, várias ruas, inúmeras situações.

Pois bem, de certa forma é assim que acontece quando alguém resolve subir seu nível de consciência atual, onde terá uma visão e uma compreensão das coisas e dos acontecimentos de forma ampla, podendo analisar vários ângulos e as várias opções que teria em cada situação.

Então quando uma informação como esta nos dá este conselho, estão querendo que ampliemos nosso campo de visão, que tenhamos a possibilidade de compreender melhor e com mais informações os acontecimentos, seus desdobramentos e suas consequências.

O esvaziamento eleva, o silencio permite a neutralidade e a ascensão o coloca num nível de compreensão muito amplo. Isto é evolução.
Hilton

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Maria vai com as outras.


Pensamento do dia.

"A paz é descoberta como um estado imanente quando transcendemos ilusões."
Trigueirinho.

Pois bem, a paz é um estado de espírito e não tem nada a ver com as circunstancias externas.
Devido a uma certa ignorância pela ausência da busca incessante pela evolução, confundimos este importante sentimento que é a "paz", com as circunstancias externas da nossa vida.
Temos duas coisas bem distintas:
O meio ambiente externo, por ser muito desarmônico e heterogêneo, precisa muito do "atrito", ou seja do conflito e da dor, que se manifestam com as crises, para ser mudado.
No entanto, o meio ambiente interno deveria seguir um caminho ajustado e evolutivo, para não sofrer as grandes influências externas.
Sendo o meio ambiente interno ajustado evolutivamente, a paz seria implantado inexoravelmente, independente do meio ambiente externo. Obvio que se isto acontecesse com todo mundo, esta necessidade do "atrito" e consequentemente o conflito e a dor, não seriam necessários, ou profundamente amenizados.

Mas, fazemos exatamente o inverso, queremos conquistar o meio ambiente externo para ter a paz interior. Isto nunca funcionou e nunca vai funcionar.

Tem sido muito difícil incutir este conceito nas pessoas, pois fazemos somente o que todo mundo faz e se todo mundo faz algo errado, todos praticam o mesmo erro.
Esta  sucessão de erros teve consequências e a pior delas foi a energia do egoísmo que se implantou entre nós, pois abrimos e temos mantido brechas enormes para que ela atue de forma soberana. Como as pessoas são egoístas, todo mundo é, para sermos iguais.
Um conceito burro, que tem gerado dor, sofrimento, disputa, vaidade e tantas outras atitudes que tem nos feito sofrer.

As pessoas tem muito medo de se diferenciarem uma das outras, a não ser quando se trata da posse e do ser mais. Então o ser e o ter, externamente, é o que importa e o que ilusoriamente nos qualifica perante todos.
Obvio, que isto não tem nada ver e o pensamento nos informa a presença de uma Lei: a paz é um estado imanente (interno) e se manifesta quando transcendemos ilusões (meio ambiente externo).

Vejam, o meio ambiente externo muda constantemente, agora imagine se a "paz interior" fosse acompanhar estas mudanças, seríamos uma bolinha de ping pong, pulando e pipocando de um lado para o outro, sem cessar. Desta forma não há como ter paz interior e é o que tem acontecido com a maioria.
A insatisfação é decorrente desta falta de paz interior e não de eventuais necessidades externas.

É preciso mudar, precisamos de mudanças, é preciso ir buscar, pois só assim iremos reverter esta sucessão de erros que temos cometido e que ilusoriamente nos mantem absolutamente focado nas conquistas materiais, como se isto fosse a única coisa necessária.

O homem já consegue olhar para o universo, mesmo que seja pelo telescópio Hubble, examinou a impressionante harmonia do nosso corpo e do seu funcionamento, na natureza admite a harmonia e a impressionante e inteligente forma dela se manifestar e de se procriar, mas não consegue aceitar que somos seres eternos e espirituais e que a materialidade da vida é uma sucessão de etapas, de fases que dependem exclusivamente do caráter evolutivo interno. Por isso que continuamos sofrendo e não temos paz.

É preciso mudar radicalmente a forma de nos posicionarmos perante a vida, dando a devida importância para os aspectos evolutivos internos, pois é deste aspecto que a vida externamente se manifestará.
Hilton

 

 

 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A conquista da sabedoria. Uma questão de fé.


Pensamento do dia.

"Mergulhemos no desconhecido, para que uma sabedoria mais profunda nos ilumine."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento aborda uma condição essencial. Mergulhar no desconhecido.
Isto, obviamente é uma questão de fé, pois quando você mergulha no desconhecido você não sabe o que irá encontrar. A fé é um sentimento (por falta de uma definição melhor) que deverá gerar uma ação em regime de absoluta confiança.
Quando você faz isto, toda uma estrutura espiritual se une a você e te protege de eventuais riscos que você poderia correr neste ato de entrega. Portanto, aquele que tem fé, não teme, se entrega, pois sabe que limites poderão ser superados com absoluta proteção.
Diferentemente do que ocorre na matéria onde tudo precisa ser conhecido e temos de ficar precavidos, pois quando participamos de algo, isto sempre será uma disputa.

O indivíduo com fé não teme e sabe que sua proteção está num grau de confiança elevado.
Ora para conhecermos o que não sabemos, precisamos nos entregar, precisamos dar um passo para o desconhecido pois é só assim que iremos conhece-lo.

O homem já deu muitos passos nas suas conquistas materiais, aprofundando-se no desconhecido e no inconcebível segundo alguns, rompendo grandes barreiras, em especial o medo. O conhecimento adquirido através destas conquistas individuais, trouxe inúmeros benefícios para a sociedade.
Na espiritualidade o desconhecido é bem mais acentuado, face sua complexidade em termos de dimensões e do grau de sua abrangência.
Mas é assim. Mais cedo ou mais tarde todos terão de dar este passo rumo ao desconhecido, pois para cada conquista será exigido do ser humano trabalho, atos de dedicação e de superação.

 
Não devemos ter medo e não devemos nos limitar em algo, por exemplo só na vida material, pois assim teremos uma 1/2 visão, além desta ser distorcida da realidade. Por isso que a maioria das pessoas continua vivendo em estados ilusórios onde a satisfação é passageira e cessa rapidamente.

É preciso uma mudança de postura, uma integração plena, uma dedicação constante para que o indivíduo sinta que a sua evolução é uma necessidade primordial.  De 90% a 99% do nosso tempo, dedicamos ao aspectos materiais da vida, lutando o tempo todo para não perder o que iremos inexoravelmente deixar quando morrermos, portanto, se analisarmos este enorme desperdício de tempo em cima das coisas materiais, poderemos perceber que aí se encontra um grande desequilíbrio.
É preciso dosar melhor nosso tempo, equilibrando o grau de dedicação que devemos dar para o lado material e o espiritual.

Quando morrermos, iremos avaliar minuto a minuto da nossa vida, para conhecermos aonde progredimos em termos evolutivos. Isto no geral tem sido extremamente decepcionante, pois de forma clara e bem objetiva, sentiremos o imenso desperdício de um tempo precioso que jogamos fora. Haverá em seguida uma fase de arrependimento triste e doloroso, pois nossa consciência e nossa alma se manifestará a este respeito. Graças a Deus há muita ajuda para isto, pois é triste rever quantos erros foram cometidos.

Ora, não precisamos sofrer como a maioria sofre, pois os passos a serem dados para as conquistas evolutivas sempre serão dados com muita ajuda, com muito apoio, com muitos esclarecimentos, mas o princípio de tudo é a fé.

Reflitam sobre isto!
Hilton

 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Iluminados e iluminantes


Pensamento do dia.
"Esforcemo-nos para levar a Luz aonde quer que reine a obscuridade."
Trigueirinho.
Pois bem, evoluir sem compartilhar é algo que não acontece.
Quando você assimila os ensinamentos e evolui, o meio ambiente em que você vive  e frequenta sofre influências positivas do seus novo estado evolutivo.
Obviamente você precisa manter as convicções daquilo que você vem aprendendo, no caminho evolutivo que você consentiu.
Portanto, a evolução acaba sendo compartilhada, logicamente nas doses aceitáveis pelos demais indivíduos que o rodeia.
Com isto você aumenta o nível de consciência predominante num determinado ambiente, atraindo forças positivas, além de grande ajuda que se disponibiliza a participar de situações confusas.
Temos neste aspecto a energia da caridade e da misericórdia atuando em todos aqueles que aceitaram e admiraram seu processo evolutivo. A fé e o amor são sentimentos (por falta de uma definição melhor) que são compartilhados, pois irradiam energias elevadas e consagradas nas Leis Regentes universais.
Isto só acontece quando há o consentimento interno de um indivíduo que faz parte do teu meio ambiente, portanto nada acontece à revelia.
Como já dissemos a evolução é contagiante, pois traz ao indivíduo calma, serenidade e amplia sua visão sobre todos os acontecimentos. Com isto ele para de culpar os outros pelos seus problemas e sai em busca de soluções.
A obscuridade nada mais é do que estados de ignorância que faz com que o indivíduo se revolte ou se refugie em traumas mentais fazendo com que o mesmo ou se revolte ou se feche ao mundo. As duas coisas são ruins e o manterá prisioneiro de remédios e assédios muito negativos oriundos do plano astral (desencarnados que acabam circundando este indivíduo e sugando suas energias).
Evoluir faz parte da vida e é exatamente a única finalidade da nossa existência, portanto, quando paramos com nosso processo evolutivo, paramos com a única finalidade da nossa existência. Isto tem implicações enormes e estados de sofrimento virão para nos fazer sair desta situação de estagnação.
Portanto, de forma inteligente, precisamos entender que evolução não é ter, ser e poder, pois tudo aquilo que representa um estado evolutivo é subjetivo, impalpável, imaterial.
Riqueza e pobreza material não tem nenhum caráter evolutivo, mas são estados físicos que geram experiências que precisamos vencer para evoluir, portanto tudo acontece em torno deste único objetivo.
Se todos tivessem isto de forma clara e precisa, o mundo seria completamente diferente, pois não há nenhum sentido você trabalhar pela posse de bens materiais se estes são perecíveis e variáveis para cada pessoa em cada vida reencarnada.
O ser humano atual é muito limitado, raciona como se tivesse uma única vida, quer sempre mais materialmente e se sente poderoso quando tem a posse provisória(sim, porque sempre será provisória) de algo. Ora, isto o transforma num joguete das forças involutivas que contam sempre com este estado de ignorância para explorar ao máximo nossas fraquezas.
Voltando ao pensamento, temos de ficar consciente que quando entramos em estágios evolutivos podemos ajudar de fato pessoas que pertencem ao meu meio ambiente.
Uma criança que vê em seus pais a força da evolução trabalhando, adere a isto de forma acentuada e dá saltos incríveis nesta fase de evolução. Adquire uma visão real do mundo e não ilusória como a maioria e com certeza irá se tornar um adulto cercado de forças e energias que o conduzirá para ser alguém produtivo e verdadeiramente útil ao meio em que vive. Será uma criança, um jovem, um adolescente e um adulto com uma visão extraordinária sobre a vida, além do que seus sentimentos terão apoios internos e não externos como a maioria que depende somente do que tem é do que é.
Portanto para levar a Luz aonde existe obscuridade, temos de ser os portadores desta Luz e esta Luz terá de sentir acolhida para permanecer ao nosso lado, mas uma vez que a conquistamos, isto será eterno.
Vejam como este pensamento nos convida a mudanças profundas em nossa vida.
Isto precisa ser prioritário, não pode e não deve competir com nenhum dos nossos desejos. Somente tendo uma postura sincera, honesta e dedicada que poderemos nos tornar iluminados e iluminantes.
Hilton
 
 
 
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Tudo é uma questão de fé.

Pensamento do dia.
Na fé devemos caminhar.
Trigueirinho.

Pois bem, no mundo prático das pessoas práticas, tudo se resume aos aspectos materiais da vida.
Como sabemos os aspectos práticos são limitados, a matéria perecível, as possibilidades de um acerto e de um erro são na base de 50%, ou seja, a maioria sempre joga os dados para ver se vai dar certo.
Dependendo das condicionantes cármicas, às vezes temos uma solução positiva, outras vezes negativas e assim vamos vivendo.
Ora, não foi bem assim que fomos instruídos para viver.
Fomos instruídos para aprender, aprofundarmo-nos nas possibilidades e fazer uso do subjetivo, do oculto e do não perecível para progredir e evoluir.
A Terra, nos seus primórdios, contava com vários rituais, com várias solenidades de cultos e adoração, onde apelávamos para esta importante ajuda do alto nas soluções dos problemas da nossa vida.
Isto foi muito inteligente, pois sem interferir no livre arbítrio, abríamos possibilidades de aprender coisas importantes sobre o funcionamento da vida universal. Isto, logo no início, despertava progresso, evolução e muita integração com o outro lado da vida que era o espiritual.
As duas coisas deveriam andar concomitantemente, alinhadas, para que pudéssemos evoluir na totalidade dos nossos objetivos.
Mas, a fraqueza humana, logo desvirtuou-se destes aspectos e muito pior que isso deturpou tais rituais para torna-los fonte de poder e submissão dos mais fracos. Neste caminho desvirtuado, esta forças divinas se afastaram e nos deixaram continuar aprendendo da forma mais difícil e dolorosa, pois foi assim que definimos que iriamos continuar pelo nosso livre arbítrio.
Os rituais começaram a ter sangue, vítimas e foi cada vez mais sendo ocupado pelas forças involutivas, pois foi uma escolha que fizemos e esta escolha precisaria ser obedecida.
Isto nos desconectou das fontes verdadeiras e do conhecimento universal, aprisionando-nos exclusivamente no mundo material ou nas ilusões dos rituais sangrentos.
A exploração, a escravidão e o domínio foi exercido por poucos que comandavam muitos pelo medo e pelo sacrifício.
O egoísmo implantou-se, foi dominante e fez da população seu algoz.

Há 2013 anos atrás, Jesus o Cristo, veio para nos dar uma nova chance através de certos rituais, como as que ocorrem hoje nas missas da igreja católica e de outras religiões. Mais uma vez o domínio pelo medo e pelo pecado transformou a Luz na escuridão, onde os comandos destas religiões voltaram-se para a riqueza de uma energia monetária desvirtuada da verdade, da igualdade e do bom senso.
Hoje a praticidade da vida moderna não nos dá tempo para nos dedicarmos a estes rituais sagrados, que foram ensinados pelos grandes mestres que aqui encarnaram, para nos ajudar a recuperar a espiritualidade perdida.
Mais uma vez, nos desvirtuamos dos aspectos sagrados destes rituais que poderiam nos auxiliar em todas as nossa dúvidas, inseguranças, medos e demais desequilíbrios que hoje nos afetam consideravelmente.
No entanto, o apelo ainda é forte para nos voltarmos para certos rituais importantes, entre eles as orações que podem nos reequilibrar.
Mas sem o devido consentimento e a permissão, nada poderá mudar o que queremos. A oração é uma forma de “lembrarmos” estes seres elevados de que necessitamos desta ajuda, bem como dá nossa permissão para que ela aconteça.

Infelizmente as pessoas tem vivido inertes e apáticas com relação a isto, em cima de preconceitos que foram amplamente divulgados por forças involutivas com o intuito de nos fazer desacreditar destes aspectos tão importantes.
Hoje a maioria de nós ainda se alimenta destas ilusões que nos mantem afastados destas rotinas religiosas tão importantes. E somos tão bobinhos que acreditamos nisto e achamos que podemos viver isoladamente do resto do universo. Santa ignorância.

Você que está tendo a oportunidade de tomar conhecimento de fatos tão importantes e tão reveladores, precisa repensar sobre a sua posição quanto a isto tudo, pois se isto o incomoda, se retire, no entanto se isto faz algum sentido se aprofunde pra valer, pois na seara de Deus ou você está de corpo, mente e alma, ou não está.

Perante nossos conceitos, podemos achar até que Deus é egoísta, mas na realidade Ele pede que retornemos ao caminho espiritual que Ele traçou e não fiquemos fazendo os desvios que temos feito, pois isto só gera sofrimento.
Hilton