O nível de coligação interior estabelecido e vivido por um
servidor do Plano Evolutivo está em regiões puras da consciência. Contudo,
seria enganoso se ele se colocasse em serviço imaginando que sua vida se
transformaria em um estado de paz e tranquilidade.
Um servidor do Plano Evolutivo é chamado pra o trabalho, não para
o usufruto pessoal. A ele não deve importar se passará por bons ou maus
momentos. A sua doação ao Criador deve bastar-lhe e, alimentam-se do amor que a
Ele dedica, tudo o mais passa a ser secundário.
O que lhe deve interessar é se está sendo capaz de realizar o que
sua consciência capta de níveis superiores. Não importa se essa realização vem
acrescida de mais ou menos lutas; isto depende muitas vezes da do ser interno para assumir maior ou menor porcentual
do conflito coletivo no qual está imerso, uma vez que habita corpos materiais
Assim, é preciso parar de buscar
referencias, nas situações pelas quais os corpos vão passando, quanto ao andamento do processo evolutivo. Essas referências nunca espelham a
verdade; por isso, não se deve perder
tempo em buscá-las nem em acompanhar a própria evolução. O que permite ao ser evoluir
é a fé e a entrega, e estas não podem se fazer claramente presentes nos que
ainda precisam de referências.
Figueira.
Pois bem, a primeira frase nos
alerta sobre um erro bastante comum, onde o servidor ao realizar suas Tarefas, imagine-se
“iluminado” e “protegido” do mal,
querendo navegar num mar calmo cheio de paz e tranquilidade.
Ao servir, ficamos expostos e esta exposição chama a atenção dos
não iluminados. Neste momento forças serão confrontadas, você será desafiado, suas
convicções serão postas à prova, mas as ajudas necessárias estarão de prontidão
e aptas a se manifestar. Passar por maus e bons momentos faz parte do processo do
que deve ser transmutado no ato de servir.
Da mesma forma, estaremos sendo testados nas nossas convicções, na
fé que expressamos, na utilização do conhecimento adquirido, na disposição para
esta “luta” e na recepção às ajudas necessárias, portanto, estaremos
experimentado diversas sensações ao mesmo, que se bem sucedidas, irá se transformar
em conhecimento e em amor na ajuda ao próximo.
Por isso que a maioria das pessoas se torna ausente, ou
indiferente ao sofrimento alheio, para não ter de se envolver em conflitos. No
entanto, tais conflitos uma hora se apresentam. Ao estarmos preparados iremos
solucioná-los com perfeição, despreparados iremos sofrer.
“O
que lhe deve interessar é se está sendo capaz de realizar o que sua consciência
capta de níveis superiores. Não importa se essa realização vem acrescida de
mais ou menos lutas; isto depende muitas vezes do ser interno para assumir
maior ou menor porcentual do conflito coletivo no qual está imerso, uma vez que
habita corpos materiais.”: ou seja, é preciso preparar-se intensamente e de certa
forma antecipar determinadas situações. Intuitivamente, isto sempre acontece,
mas devida a nossa preguiça para a realização de esforços antecipados, caímos no
marasmo e na ociosidade, aguardando a dor se manifestar.
O individuo que se prepara se atenta aos seus insights, limita sua
ociosidade, busca continuamente por informações e estará aberto para o que der
e vier.
Nunca somos pegos desprevenidos. O mundo é totalmente
previsível.
O que, eventualmente, podemos nos confundir é em relação ao tempo,
dada nossa ansiedade, mas tudo o que
está para acontecer somente acontecerá após uma quantidade enorme de sinais que
são enviados para que cada um se prepare para enfrentar os embates do processo de
transformação em andamento.
A frase seguinte nos alerta quanto á busca por referencias.
Principalmente, na fase atual da transição planetária, onde
conceitos e paradigmas do passado não servirão para nada, haverá a necessidade da aplicação de uma
grande dose de criatividade e improvisações baseadas nos insights intuitivos,
para que as soluções aconteçam.
As referencias que temos são as referencias de experiencias
passadas, em outras épocas, em outros momentos, onde a repetição de
experiencias ainda eram aplicáveis. Hoje vivemos uma etapa de grande intensidade
do final do ciclo de transição da Terra, com movimentos inusitados.
Desta forma, será necessário muita confiança e fé nas ideias e ações
que despertará na consciência do indivíduo intuído.
Se a multidão vai para a direita e você sentir a necessidade de ir
para a esquerda, a esquerda será o caminho a ser seguido. Neste momento uma
grande prova se apresentará onde a fé e a coragem será tensionada ao seu limite.
Sua decisão será um divisor de águas.
Quanto mais nos prepararmos para aceitar, acreditar e deixar fluir
o processo intuitivo, bem como a isenção de interesses gananciosos ou
mesquinhos, mais aptos estaremos ao Serviço.
Deus nos quer independentes, ou seja, nos quer como realmente
somos, seres únicos no Universo, pois só assim teremos a oportunidade de
usufruir da nossa verdadeira capacidade. No entanto, cada conquista individual na
escala evolutiva será compartilhada por todos. Esta é a nova forma de convivência
da nova era.
Hilton