sábado, 15 de julho de 2017

A qual das duas classes queremos estar ou temos ficado mais nos dois estados de consciência.



Pensamento do dia 15 de julho de 2...

Há duas classes de seres humanos: a dos que aceitam e querem o bem de todos e a dos que se negam a reconhecer as vibrações espirituais e escolhem deliberadamente habitar as trevas, vivendo para si mesmos em oposição ao Grande e Único Eu de Toda a Existência. Há muitos que se encontram entre esses dois estados de consciência e podem pender para um lado ou para outro, porém realmente existem dois grupos principais preparados para a batalha final na Terra: o da Luz e o das trevas.

A harmonia existe como realidade nos níveis mais elevados de consciência, e o homem tem de alcançar esses níveis por meio de seus processos mentais antes de poder experimentar a harmonia e, em consequência, manifestar a paz.

A paz é, pois, um estado vibratório da existência. Tem cor, tom, ritmo e equilíbrio. E uma qualidade da existência e dela provém toda harmonia.
X-7

Hilton.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Insights

Em continuidade ao que temos estudado, segue um trecho selecionado por Marisa.

Trigueirinho lê um trecho do livro A Voz de Amhaj:

"A raça humana busca auto satisfação. A raça humana renega a Luz e gosta de matéria em decomposição. Rejeita ajuda desfazendo belas possibilidades. Mas há os que escutam e esses estão entre vocês. Não há um instante a perder. Reconheçam. 
Os seres humanos ocupam-se mais dos seus afazeres materiais e sociais do que de um planeta prestes a explodir. 
O poder dos raios de Aurora será reconhecido e experimentado nas horas difíceis pelos que persistirem. O segredo é depositar cada palavra recebida no coração, como uma preciosa semente.
O coração sintetiza. Une o que é superior e o que é inferior e emite um som interno. Esse som desperta certo Fogo e os que acolhem este Fogo são chamados para a Nova Raça. Não trabalham mais com o que passou, mas recebem do Alto os sinais para se conduzirem.
O que está no Alto desperta e atrai o que está embaixo. O que está embaixo se abre e responde ao que está no Alto. Quando se encontram vibram. É preciso ardor. É preciso amar a Lei para transcender o reino da morte."

Cabe reflexões a respeito e um exame de consciência para avaliarmos até que ponto estamos, efetivamente, empenhados em dar alguma contribuição.

Ressalto a frase em que é dito: “O coração sintetiza. Une o que é superior e o que é inferior e emite um som interno. Esse som desperta certo Fogo e os que acolhem este Fogo são chamados para a Nova Raça. Não trabalham mais com o que passou, mas recebem do Alto os sinais para se conduzirem.”

Conforme as observações de Marisa, ressalta-se: Estamos diante de um Portal para um novo nível de Consciência.
Nitidamente podemos considerar que estamos no auge da “crise de consciência” que a humanidade vem atravessando, porém uma nova oportunidade se desponta e nos aguarda.


Hilton

terça-feira, 11 de julho de 2017

Liberte-se para este novo contexto.



Pensamento do dia 11 de julho de 2...

Liberdade é antes de tudo a capacidade de preferir o bem acima do mal, sem jamais se deixar iludir por aparências.
Thomas Merton.

Pois bem, este conceito de liberdade deve estar arraigado em nosso ser para que nossas manifestações possam se dar expontaneamente nestes parâmetros.
Temos vivido e praticado uma liberdade ocasional, uma vida cheia de regras, leis, costumes, pois não exercemos o que somos por dentro.
As aparências ficaram mais fortes do que as verdadeiras aspirações, as elevadas, pois não é costume pratica-las abertamente.
Desta forma, por medo e omissão, temos deixado de lado as oportunidades de exercer o que nosso coração indica.
O medo de quebrar certas regras, ou de se expor de forma verdadeira, limitou nosso comportamento em cima de padrões e rotinas que a sociedade encara como correto.
Nas caças às bruxas, da idade média, expor certas ideias e movimentos que hoje já são aceitos, tinha um caminho certo, a fogueira.
Mas continuamos a viver com profundos preconceitos, dogmas, doutrinas e parâmetros que para os tempos atuais, tempos das grandes mudanças, acabam sendo impeditivos para nos atualizarmos com a velocidade requerida.
Informações “fora do normal”, “acima do comum” encontram inúmeras barreiras por muitos, que no achômetro as rejeitam impedindo que impulsos possam desdobrar a informação recebida. Esta é uma pratica antiga, sempre foi exercida, onde somente certos parâmetros foram mudados.
Ainda se sacrifica o indivíduo que ousa sair da rotina, de outras formas. Ele pode ser classificado e isolado como forma de penitencia para sua ousadia.

É preciso levar tudo ao coração, ao ponto em que seu universo interno condensa a origem da Criação e lá aceitar ou rejeitar. A mente não tem capacidade, não tem parâmetros, não tem elementos que a levem a concluir qualquer nova informação, ou fato novo, pois por ser novo ainda não viveu e experimentou.

Estamos na fase em que a mente sai do palco e vira espectadora. A mente tem de apreciar e saber absorver, sem rejeitar. Esta função passa agora a ser do coração, pois no ciclo de experiencias que estamos entrando tudo será novo.  
Se não comandarmos esta inversão de valores, rejeitaremos a maioria das informações, pois estas não tem parâmetros de comparação.
Este é um estado de liberdade onde as ilusões e as aparências passam a ser contidas pelo coração.

Jamais exercemos este estado de liberdade e poucas foram as vezes que exercemos esta inversão de papeis (mente-coração para coração-mente).
Liberte-se para este novo contexto.
Hilton

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Encontrar o bem que aspira.



Pensamento do dia 10 de julho de 2...

Para começar a viver no plano de consciência que permite uma resposta mental superior, o homem tem de crer que isso é possível. Muitos acreditam em uma Presença Divina plena de sabedoria e poder que os rege, mas não estão ainda preparados para aceitar o fato de que essa Presença Divina se encontra em seu interior e pode ser alcançada se a buscarem profundamente nos níveis internos de seu ser para, então, encontrarem o bem que aspiram.
X

Pois bem, é fato que o mundo vive uma crise.
Muitos falam de uma crise financeira, outros de crise política, outros de alimentos, outros de indiferença, mas na realidade vivemos uma crise de consciência.
Jamais a Terra passou por uma crise tão intensa, tão perigosa e tão desproporcional como esta crise de consciência que estamos vivendo.
Uma crise de consciência engloba tudo, valores, posturas, conceitos, procedimentos, sentimentos, enfim envolve o ser humano como um todo.
É uma crise, sem fim, sem solução, sem esperanças, pois detona os princípios básicos das Leis Divinas e Universais.
Não estamos só numa crise, mas numa redundância caótica de valores e princípios que contrariam o básico da sobrevivência e da convivência.

Algo que transcende o que conhecemos e o que vivemos é a única saída possível, pois conseguimos experimentar quase tudo e infelizmente não conseguimos nos adaptar a nada.
Quando se fala em uma Presença Divina, fala-se em valores divinos, universais, alinhados com a arte da Criação. É disto que estamos precisando, pois o que tentamos não deu certo.
Nos planos da matéria, pela falta de conhecimento e alinhamento com a arte da Criação, as tentativas foram frustrantes, mas na medida que o homem persistir e começar a se auto descobrir, perceberá que ele tem tudo dentro de si mesmo.
Sempre procuramos expandir, quando na realidade concentrar pode ser a saída que precisamos.
A ciência vem se aprofundando na mecânica quântica, na física quântica, onde o macro passa a ser micro, mas conhecer a forma de sua expansão e contração talvez seja muito mais adequado do que tentar conhecer ou observar seus limites, até porque não existem limites ou partícula primordial, pois na arte da Criação o infinito é real.

Enfim voltar-se para si mesmo, para seu coração, para seu eu interno poderá ser o novo recomeço para compreender a existência.
Tudo e todos estão interligados, nada se distancia como imaginamos, portanto, aquietar-se voltar-se para si, usar do atributo da fé deve ser o novo processo.
Hilton