quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Reinos - 9a Parte - Pássaros.


Pássaros

Na Natureza há espécies que, mais do que outras, apresentam características sutis e atuam como elos, tanto entre reinos quanto entre níveis de consciência .
Os pássaros têm o corpo composto de substância dos subníveis mais elevados da matéria física. As flores, igualmente, constituem-se de matéria tênue.
Os pássaros guardam estreita relação com o reino dévico e existem também nos mundos intraterrenos;  têm ligação direta com Mirna Jad (cidade intraterrena localizada nos planos sutis do subsolo da Terra) e colaboram no preparo de seu despontar na superfície.
Alguns transformam a vibração do ambiente por meio do som que emitem e do canto harmonioso;  desse modo plasmam nos éteres (elemento padrão no Universo) padrões sutis . Outros o fazem pelo movimento: as andorinhas, enquanto sobrevoam certos locais, percorrem vórtices de energias como se traçassem no espaço o que deve ser ali formado.
No reino dos pássaros há ordenação hierárquica, segundo a qual cada espécie manifesta e canaliza determinado potencial  de energia.
Alguns pássaros quando atingem grau de desenvolvimento avançado podem ser trasladados(deslocados fisicamente) com o seu corpo físico para mundos mais sutis, tendo para isso as energias e constituição corpóreas transmutadas (transferidas) .
Quando evoluídos, a proximidade dos pássaros traz à aura humana componentes "angelicais" que de outra maneira dificilmente seriam nela incorporados. Auxiliam a elevação do ser humano.
Sendo os reinos de certa forma interligados, à medida que a agressividade e a necessidade de auto afirmação forem sendo dissolvidas na humanidade, pássaros e flores poderão expressar-se de modo mais pleno e serem ajudados em suas tarefas.
Referencia para leitura: Mirna Jad – Editora Pensamento.
Glossário esotérico – pag. 399- Editora Irdin.

Pois bem, concluindo a série Reinos, dá-se destaque aos pássaros pela sua essencial importância na evolução humana. Além da sua beleza, a graça das suas formas e manifestações, os pássaros são essenciais para que o contato angelical com o reino humano aconteça.
Pouca importância tem se dado a esta espécie animal, além do destaque exagerado que se dá para o processo predatório no reino animal.
Este processo predatório ainda acontece, não mais como forma de manter o controle das espécies, mas devido a agressividade exercida pelos humanos em contato com si próprio e com os demais reinos. Há inúmeras outras maneiras para que a reprodução seja assistida e manifestada nos reinos, aliás, uma das funções dos Devas, que não tem como exerce-la até os seres humanos aprenderam a se comportar dentro do alinhamento evolutivo que nos cabe.
Por isso, que desenfreadamente, a reprodução em todos os reinos (inclusive o hominal) ainda seguem regras ultrapassadas e manifestações da vontade egoísta, face ao desconhecimento das Leis que regem este processo.

Os pássaros vivem de forma bem diferenciada das outras espécies. Sabem o que fazer, conhecem suas tarefas e as exercem com muita competência, regido por orientações dévicas.
É difícil encontrarmos pássaros mortos na natureza pois transmutam-se assim que encerram suas tarefas.
Seu voo é especifico e essencial, como diz o texto, emanando vibrações sutis para o meio ambiente, além de exercer com seus cantos, verdadeira higienização dos sons ambientes. Criam mini portais por onde emanações cósmicas  materializam-se no meio ambiente.
Muitos provem de outros mundos, trazidos por seres que se responsabilizaram pelo desenvolvimento da Terra, já prontos para atuarem no for necessário. Estes se desenvolveram fora da Terra.
Muitas espécies de pássaros estão sumindo face ao meio ambiente psíquico, extremamente agressivo, interferindo na cadeia evolutiva de todos os reinos. Além disto temos a degradação do meio ambiente que acelera e impede o desenvolvimento dos reinos em questão.

 
A nova Terra será abundante, assim como em mundo evoluídos, com várias espécies de pássaros que se aproximaram dos seres humanos face a cordialidade que será praticada.


Bem, concluímos esta série – Reinos. Esperamos que todos tenham compreendido e absorvido as informações, as energias, os impulsos e os contatos para que, os que se disponibilizarem a Servir, possam unir-se cada vez mais aos planos acima da matéria e exercerem suas tarefas com competência.

As dúvidas não devem permanecer ou ser esquecidas. Colocamo-nos à disposição para tentar sana-las.
Hilton

imagem:https://revoada.net/12-aves-exoticas-incriveis/

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Os Reinos - 8a Parte - Reino Dévico.


O Reino Dévico
Seres, consciências e Hierarquias de elevado grau de pureza integram o Reino dévico, cuja tarefa é propiciar a manifestação da Vida. Vasto é seu campo de ação: vai desde a concepção dos padrões ideais para tudo o que é tangível, até a plasmação dos moldes que correspondem a tais modelos. Trabalha com vibrações e representa a consciência do corpo de energias da grande Entidade regente do planeta.
A circulação da energia em um universo é acompanhada pelos devas, que atuam nos sistemas de comunicação, interligação, controle e irradiação de energias do cosmos — sistemas chamados Espelhos do Cosmos.
Como os demais Reinos que vivem sob a Lei da Hierarquia, os devas organizam-se de forma escalonada, encarregando-se de tarefas distintas e complementares. Assim, captam e transmitem ideias arquetípicas, constroem moldes etéricos para a sua concretização, ajustam o padrão criado ao modelo original, destroem formas ultrapassadas, entre outras funções que vamos reconhecendo à medida que penetramos as realidades internas.
Os devas não têm mente concreta nem livre-arbítrio, e por isso evoluem de forma diferente da nossa. Desenvolvem-se pelo perfeito cumprimento do propósito que lhes é dado conhecer, e não pela experiência adquirida na sucessão das vivências. Essa característica permite que, ao interagirem conosco, nos estimulem e capacitem a perceber o universo como um todo. Mas nem sempre temos consciência dessa interação.
A verdadeira comunicação com os devas é, em princípio, interior, e seus reflexos na vida externa podem nem ser notados. Contudo, a humanidade inteira chegará a relacionar-se conscientemente com eles em tempos vindouros, e assim poderá colaborar de maneira mais profunda no Plano Evolutivo. Esse relacionamento se fará por meio de corações puros.
Os devas trabalham sem buscar resultados. São seres de grande pureza, cujo campo de consciência não inclui vínculos, apegos nem envolvimentos.

Entre os seres do Reino dévico, os anjos são dos mais próximos a nós. Recebemos sua ajuda e a de grandes arcanjos, luzes protetoras da humanidade. Ocupam-se de orientar os espíritos encarnados no Reino humano para o destino transcendente e imaterial que os aguarda.
Um dos serviços mais intensos que grupos de devas menores prestam nestes tempos é a revitalização do nível etérico-físico do planeta. Eles introduzem energias puras na matéria, ajudando desse modo na sua sutilização e na comunicação entre todos os Reinos.

O Reino dévico acolhe e irradia as energias de certo núcleo cósmico, a fonte que dá alento a diversos mundos. É um núcleo cristalino e radiante, que remodela os seres por meio do amor, sem imposições, mas com firmeza e decisão. Os devas são permeados por qualidades semelhantes às desse núcleo cósmico e, assim, para nós se afiguram perfeitos.
A interação interna com o Reino dévico pode refletir-se na vida externa do ser humano como harmonia, e alguns fatores favorecem isso: o sentido de cooperação e fraternidade, o despertar para as leis espirituais, a expressão da energia da ordem e a receptividade à evolução grupal.
Figueira.

Pois bem, pouco compreendido, o Reino Dévico tem uma atuação na formação e evolução dos mundos, no Universo material, que o caracteriza como fiéis executores do Plano de Deus.
Trabalha com vibrações, outro aspecto que tem fugido das nossas observações e sensações pelo fato de termos nos tornados mais grosseiros e rudes ao lidarmos quase que essencialmente com a matéria.

Representam os Espelhos Cósmicos, refletindo as energias cósmicas para o progresso evolutivo do multiverso.
Atuam com grande amplitude na nossa formação, desde a procriação até o organização da nossa prole, ou seja, todo nascimento provem da interferência dévica.
Estamos perigosamente tentando manipular a concepção, sem levar em conta todos os aspectos que um Deva leva ao conceber uma encarnação. Isto ainda ocorre com certo controle e tem sido permitido, como forma de aprendermos, mas está se tornando uma condicionante cármica muito intensa que toda a humanidade terá de compensar em algum momento.
Estão nascendo crianças que não pertencem às ligações cármicas e evolutivas de seus progenitores.
Estamos brincando de Deus e ao mesmo tempo, assumindo as responsabilidades de tais manipulações.

O novo homem na nova Terra terá um formato diferenciado do atual, com outra dinâmica e outros padrões de energias para poder dar vazão aos novos anseios das almas que irão reencarnar, portanto mudanças no arquétipo atual já estão formatadas pelos Devas. O novo homem, fisicamente, será sadio e viverá 3 a 5 vezes mais que o atual, podendo, o mesmo corpo, receber duas ou três almas, numa sucessão continua. Cada alma assumirá uma etapa da vida, ou seja, uma irá nascer, a outra viverá a adolescência, a outra a fase adulta e a velhice, pois nem todas precisam reencarnar como se faz na etapa atual, da concepção até a desencarnação.

O texto cita os anjos como atuantes do Reino Dévico mais próximos de nós. Outro aspecto que tem sido muito bem trabalhado pelas forças involutivas para que sejam desacreditados. De certa forma muitos perderam a sensação angelical desta proteção, pois nos afastamos.
Para estas forças, quanto mais solidão sentimos, mais frágeis e submissos ficamos, originado uma situação onde a manipulação se torna quase total. Por isso da descrença nas religiões, na desagregação familiar, no aumento da competividade e do individualismo nocivo. A indefinição de gêneros, o fortalecimento de grupos menores, e a presença massiva dos meios de comunicação, acabam por imputar opiniões que contrariam determinadas bases da vida que aceleram esta desagregação para desunir o que estava unido, mesmo que precariamente. A ausência do amor entre nós, promove com muita facilidade estas concepções nocivas, deixando os indivíduos descrentes e confusos.
 A interação interna com o Reino dévico pode refletir-se na vida externa do ser humano como harmonia, e alguns fatores favorecem isso: o sentido de cooperação e fraternidade, o despertar para as leis espirituais, a expressão da energia da ordem e a receptividade à evolução grupal.: Tais aspectos são importantes de observarmos, pois ao nos sentirmos mais fraternos, cooperativos, organizados e dispostos a evoluir, podemos nos sentir mais próximos do Reino Dévico. Poderemos atuar com mais segurança e não nos deixarmos influenciar por tantos elementos desagregadores. Teremos mais interesse na união, na reflexão, seguindo certas aspirações que elevam nosso  ser. Efetivamente seremos mais espiritualizados.

O ser humano precisa perceber que tudo é vida, que tudo está ao nosso alcance, que interagimos continuamente, que dependeremos sempre um dos outros, para que possa perceber a Lei do Amor e nela viver.
Hilton