sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Novo ano, novo ciclo.

Caros amigos.

Estamos às portas de um novo ano.
Como sempre as esperanças crescem, novas surgem e um novo fôlego vem ao nosso encontro.
Para a maioria tais esperanças resume-se numa vida física melhor com mais abundancia e dinheiro, fartura, menos trabalho, menos preocupações e muita saúde.
Bem, não se discute pontos de vista, pois estas esperanças são anseios que provem de cada um.

A Terra segue seu curso no espaço, viajando velozmente em direção ao desconhecido, em companhia do sistema solar, na galáxia,  explorando o universo material. Seu rumo e sua direção foi estrategicamente traçada por Deus. Não há o acaso e tudo segue regras e Leis muito bem definidas.

O homem na Terra segue seu curso, seu destino como corpo humanidade, mas a ele foi atribuído uma regra especifica, o livre arbítrio. Não é tão livre como imaginamos, mas dentro de casa, a Terra, temos relativo grau de liberdade para optar por isso ou aquilo.  
Estamos aqui com um único propósito, o de aprender a viver e de saber discernir. Parece simples, com duas palavrinhas simples, viver e discernir, mas trata-se de algo complexo e de longuíssimo aprendizado, pois para “viver bem” e “discernir” temos primeiro de conhecer as regras do jogo, ou seja, as Leis que atuam em cada momento da nossa infinita jornada.
Estas Leis provem da eternidade, sempre existiram e sempre existirão, portanto, não as criamos. São inexoráveis, ou seja, aplicam-se a tudo e a todos e não há como burlá-las. Portanto, conhece-Las é o cerne da questão, é o grande desafio. Aplicá-Las exigirá o discernimento, portanto não se consegue uma coisa sem a outra.

Como Grupo estamos sendo assistidos e orientados para conhece-Las.
Não é uma tarefa simples e fácil, pois temos muitas limitações e somos emocionalmente instáveis, mas somos incríveis, versáteis, nos adaptamos continuamente às novas situações e isto é uma dádiva.
Persistência e convicção são as molas que nos arremete para o Alto, sendo assim precisamos estar dispostos  e disponíveis para sermos arremetidos, quando for o momento e como sempre não saberemos quando será e nem para aonde .
Desanimar jamais. Isto é para os fracos e covardes que diante do desafio retraem-se cansados, desanimados, injuriados, como se esta opção EXISTISSE.

No Grupo novos desafios, creio que mais intensos e mais sutis, pois a sutilização é uma característica do aprofundamento das informações. Portanto, maiores serão os esforços para compreendermos e acompanharmos o que seremos informados. Nossa capacidade de compreender e executar será o sinal positivo para novos passos e maior aprofundamento.
Exigirá  muita disposição e fé, detalhes para nos adaptarmos aos novos conceitos que vem surgindo da Nova Era e do novo arquétipo humano.
Nossa postura como integrante do Grupo precisará ser diferente, mais dinâmica, ativa, participativa, influente, positiva e desapegada.
O tempo está curto, as condicionantes cármicas de cada um se aceleram também, portanto, grande disposição será exigido de todos

A situação planetária atual continuará no mesmo ritmo, em decadência física, moral, humanitária e social. Não porque estamos pagando os pecados, mas por um processo natural e cíclico de renovação. Isto ocorreu várias vezes aqui na Terra, e será sistemático até a sétima raça humana, lembrando que estamos no finalzinho da 5ª, com um pé na 6a.
Os que aqui permanecerem serão os percussores desta nova raça, portanto, devem se preparar para isto.
Nossas crianças estão  vindo preparadas para esta transição, mas somos responsáveis pela manutenção e pelo desenvolvimento destes aspectos, portanto grande responsabilidade todos temos sobre elas. Podemos nos omitir, mas terá um alto preço pois cada nova geração desenvolve seus novos atributos internos com base na anterior.

No geral quando se fala em apocalipse (cujo conceito é revelação e não fim), liga-se ao negativo, quando na verdade deveria se ligar à Boa Nova.
Triste seria saber que não teríamos mais saída e deveríamos viver com esta enxurrada de erros que cometemos e que tornou o futuro incerto na questão da sobrevivência da humanidade e seus reinos.
A Terra se renovará e para isto há de nos prepararmos e assim deve ser feito. Incrível que esta preparação teve inicio a 2000 anos atrás e até agora poucos perceberam, de fato.

Enfim o novo ano começará com grandes desafios. Postura, disciplina, dedicação, coragem, quebra de regras e conceitos ultrapassados, muita disposição e elevada fé, farão parte do novo perfil da pessoa que se autoconvoca.
Empenhe-se e lembre-se que seu esforço será sempre em benefício de todos.

Feliz novo ano, novo ciclo.

Hilton

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Rede de Serviços - Última Parte

Obs.: Concluímos com esta última parte as Instruções necessárias sobre a Rede de Serviços. Cada um deve fazer suas reflexões a respeito e se achar por bem unir-se a esta Rede, deve fazê-lo com ampla responsabilidade, entrega, fé e humildade.
Servir a Deus se faz com muita inteligência, com muito bom senso, com grandes esforços, total retidão e Amor. A fé é um atributo provisório, em cada etapa, até galgarmos determinados degraus  que nos faz compreender o que eram antes “fenômenos” ou situações “inacreditáveis”, portanto a fé é um instrumento eterno e será por toda a eternidade, pois o ato de aprender é infinito.

Num grupo evolutivo as tarefas e o campo de serviço não são definidos por pessoas, mas pelas necessidades que surgem. Em qualquer circunstância, a devoção e a gratidão devem estar vivas, bem como a fé inabalável na suprema perfeição da vida.
Os integrantes de uma rede de serviço trabalham irradiando a energia que lhes chega do mundo interior. Não se impressionam com conflitos nem com o assédio de forças contrárias à sua atuação; estão atentos ao centro da consciência e ofertam-se inteiros, vazios de si, à Hierarquia espiritual e ao seu eu divino.
Infinito é o poder transformador de uma entrega sincera a esse centro da consciência. As limitações são resolvidas pela onipotência da energia que flui por seu intermédio.
A fidelidade à meta espiritual e a concentração no serviço a prestar absorvem o ser de tal modo que obstáculos tidos como intransponíveis podem ser afastados.
Poucos momentos de silêncio e de autêntica entrega equilibram muito do que ocorre no mundo. Quem reconhece esse fato serve sem restrições, transcendendo condicionamentos; abstém-se de movimentos supérfluos e concentra-se em realizações para o bem de todos; oferta-se ao serviço de maneira pura, desvinculada do desejo de compensações; não alimenta a imaginação com fantasias acerca do setor do Plano Evolutivo em que está engajado e, de modo especial, cultiva a humildade.
Nos momentos críticos que virão, a experiência humana por si só pouco servirá. Sobretudo em horas de caos, é necessário inspiração interior, que emerge se estivermos  atentos e receptivos a ela.

Figueira.

Pois bem, vejam que as tarefas evolutivas não são definidas por pessoas, portanto, as ajudas humanitárias que ultimamente tem sido consideradas excepcionais (que é um absurdo), não tem nenhum caráter evolutivo.
Tarefas evolutivas são aquelas que acrescentam algo a mais além das ajudas humanitárias. Normalmente passam desapercebidas e quem as executa geralmente não tem consciência da sua participação.
Pelo contrário, as ajudas humanitárias precisam de grande propaganda, excelente marketing pois exaltam o ego das pessoas que as consideram excepcionais. Precisamos ficar satisfeitos e isto ocorre na exaltação do ego.
Num Trabalho evolutivo, o que se ofertou sempre contará com as “ajudas invisíveis”, pois este obedecerá critérios corretos da Lei em questão. Como exigem discernimento acima da nossa capacidade atual, seremos sempre assistidos. Por isso que em Grupos unidos à Rede de Serviços, as tarefas são intuídas e pouco se saberá a respeito do seu grau de profundidade e das suas repercussões.  
Num Trabalho evolutivo, os membros de um Grupo também estarão à prova quanto à fidelidade, fé, bom senso, capacidades, concentração, obediência e retidão. As dificuldades de cada elemento grupal lastreiam-se em seus carmas pessoais, por isso que para alguns o Trabalho é mais difícil ou mais fácil.
Não há obstáculo intransponível para a realização de um Trabalho, mas as dificuldades pessoais serão distintas. Isto acontece como forma de que certos elementos possam ter a oportunidade de superar etapas que não haviam conseguido anteriormente.

Momentos críticos: passaremos por eles face nossa descontinuidade no caminho que deveriam ser conquistados pela humanidade para este Ciclo terrestre. Basta uma simples analise das condições globais que o planeta e a humanidade se encontram, para perceber a situação caótica que nos encontramos.

A inspiração, a intuição são etapas que se fortalecem numa Rede de Serviços, portanto á de se pensar.
Hilton

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Rede de Serviço- Parte 4

Jamais confundas serviço espiritual com mera ação exterior. O que mantem um Grupo em harmonia e acima de compromissos com movimentos inúteis é a busca da vida divina.
Os grupos de serviço nem sempre se tornam numerosos. Isso pode ser bom, porque a presença de muitas tendências heterogêneas acumula forças contrárias ao trabalho evolutivo e torna inviável a atividade em harmonia.
Se buscas servir, saibas que uma ação pequena e anônima pode repercutir profundamente na aura planetária.
Saibas que fazer muito nem sempre é fazer o melhor; cumprir com fidelidade as metas que te são transmitidas do teu interior, isso sim, é o que deves buscar. Tuas limitações, bem como tuas qualidades, são conhecidas pelos que te guiam nos níveis internos da vida e são levadas em conta quando uma Tarefa te é atribuída. Portanto, não te preocupes tanto contigo mesmo; é melhor dedicares de corpo e alma  à sintonia com o Plano no qual estás incluído desde que fostes criado.
Quem se decide a servir desenvolve clareza de visão, disponibilidade e prontidão, e assim se entrega verdadeiramente numa rede. Essas qualidades dissolvem a ansiedade por agir, própria da personalidade humana, e a animam a suprir necessidades
Se persistires  disponível para ir ao encontro das carências mundiais, passarás por ampliações do consciência. Porém, tais ampliações são meios de dilatar as possibilidades de serviço, e não deves buscá-las por elas mesmas. Sobretudo, não deves impor tua experiência como padrão para os demais, pois o que se passa contigo, externa e internamente visa a ensinar a ti próprio algo quo ainda não aprendeste.
Figueira.


Pois bem, temos neste texto um modelo da disciplina essencial para quem decidiu-se por Servir.
A maioria confunde, constantemente, ações externas, caridade, assistência física ao próximo como Serviço. Isto é incoerente pois o Serviço em si atende e busca ajustar aquilo que será eterno para o individuo necessitado e não as coisas passageiras, paliativas e cármicas. Esta ilusão tem sido a causa de inúmeras frustrações e fracassos que na maioria das vezes somente as reconheceremos quando da etapa da revisão da vida após a desencarnação.
A assistência ao próximo, a caridade, o acolhimento são procedimentos dentro da rotina normal que uma população coerente e sadia espiritualmente, deveria ter entre si, portanto não há mérito em se fazer o que sempre deve ser feito nas questões humanitárias.
Digamos que ser humanitário tornou-se uma exceção, algo excepcional, pois este mundo vive literalmente às avessas.

Outro erro que cometemos com muita constância referem-se ao “tamanho” das ações, digamos assim. Temos de pensar e nos colocar sempre na posição de: “Como Deus faria se fosse comigo? ”
Deus não quer salvar a humanidade, pois esta nunca esteve em perigo; está simplesmente passando por fases ilusórias que levam a um amplo e continuo aprendizado. Aprender é algo individual e solitário e não deve ter interferências, portanto, indicações que distinguem o certo do errado podem se tornar a referência necessária, pois cada um deve aprender por si próprio.
Quando se leva em conta, após as devidas reflexões, que alguma atitude deve ser tomada, esta ação deve partir de dentro do teu coração e para isto deves ter clareza de visão, disponibilidade e prontidão, portanto, 3 requisitos precedem as ações efetivas no plano da matéria. Se não as tem, não as faças.
Como diz o texto, nas ações verdadeiras é uma Rede que age e não um único indivíduo.
Assim devemos pensar, acreditar e posteriormente agir.

“Não deves impor tua experiência como padrão para os demais, pois o que se passa contigo, externa e internamente visa a ensinar a ti próprio algo que ainda não aprendeste”.
Eis outro aspecto essencial, pois sempre nos tomamos como uma referência correta. Ora somos imperfeitos e estamos envolvidos numa amplo aprendizado, portanto não somos uma referência correta. Quando estamos na Rede de Serviços, nossas ações passam a ser comandadas, intuitivamente, por esta Rede e desta forma tudo funciona e provavelmente iremos agir corretamente.

Grupo. Estamos, como todos os anos, passando por uma nova fase de questionamentos, de crise, onde o Grupo deverá assumir novas funções, quem sabe novas Tarefas sob o comando de eventuais novos Instrutores. Isto significa que todos seus integrantes estão em crise, sendo questionados e se questionando, pois a cada Ciclo, a cada ano algo a mais será acrescido nas responsabilidades do Grupo perante a Rede de Serviços e consequentemente para a humanidade.
O funil se estreitou um pouco mais, as exigências serão mais difíceis, a disponibilidade mais ampla, a prontidão mais intensa, portanto, novos esforços deverão ser absorvidos por todos.
Nem todos irão aguentar a pressão, pois a Rede age em consonância com as novas atribuições deste novo Ciclo. A Terra está na sua fase derradeira e esta informação não esta atrelada ao tempo cronológico mas ao tempo cármico do corpo humanidade.
É importante que cada um reflita sobre sua vontade em continuar, em doar-se ainda mais, esforçar-se ainda mais, em disponibilizar-se ainda mais.
Se isto for inoportuno, impossível, contrario ao que seu coração sente, é aconselhável não mais acompanha-lo pois irá atrapalhar o Grupo e poderá fazer mal para voce.  
Aos que resolverem permanecer, que seja com alegria, com disposição e ampla dedicação, pois a Rede de Serviços assim exigirá.
Estamos no limiar de uma Nova Era planetária e solar, portanto às portas de uma nova fase jamais vivida por nenhum de nós. Isto por si só é um agravante do “medo original” que carregamos. Uns falam de pecado original, mas na realidade carregamos um medo intrínseco à nossa existência que em algum momento terá de ser superado.


Quem sabe possa ser esta a oportunidade!

Hilton