quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Passos Atuais 229a Parte. Estímulos sensoriais cardíacos. Anule a dor.

A vivencia na Lei Espiritual dissolve qualquer dor.

Figueira.

 Pois bem, como temos comentado a dor é um estimulo a mudanças.

 A dor é uma benção, por mais incrível que possa ser entender esta colocação, pois sem ela estaríamos presos num átimo do tempo e do espaço, indefinidamente.

A dor física estimula a solução dos problemas. Imagine se não tivéssemos dor ao queimar a pele, ou a uma queda, ou a uma doença, não teríamos estímulos da preservação do corpo físico e este estaria fadado a uma falência e mortes simultâneas sem progresso.

Assim não haveria oportunidades para que o destino definido pudesse ser cumprido, não sairíamos da ignorância e assim a evolução não aconteceria. A dor quando vem incomoda, nos movimenta, nos empurra. Mesmos assim as reações para com a dor são muito lentas, são tímidas e damos respostas quase sempre tardias. Este aspecto está associado ao fato de não vivermos na Lei Espiritual.

De certa maneira somos empurrados para a Lei, através dos estímulos sensoriais pela dor.

Não deveria ser assim, não deveria ser por estímulos sensoriais, deveria ser por estímulos indolores advindos do coração.

 Esta falta de sensibilidade no centro cardíaco, que anula estímulos provenientes da própria alma, por consequência, de Deus, aconteceu pelo fato de darmos total atenção aos estímulos da vida material, e somente. Esta postura nos afastou por séculos, por vidas, dos tais estímulos do centro cardíaco. Tornamo-nos assim, mais grosseiros e menos sensíveis aos fatos relevantes da vida nas estimulações espirituais.

Mas, por outro lado, este atributo do conjunto físico-espiritual se mantem, esta possibilidade dos estímulos no coração continuam dentro do nosso ser, da nossa constituição original e isto é eterno.

É necessário reconquistar esta originalidade. É necessário aumentar a sensibilidade nesta região do corpo físico-espiritual e o primeiro passo é perceber que as duas partes são uma só.

 Quando nos manifestamos e em tudo que fazemos, como uma unidade física-espiritual, a manifestação torna-se completa, torna-se recheada de sabedoria. Não só do intelecto, da mente, como do espirito.

É assim que deveríamos ser, pois é assim que fomos constituídos à “imagem e semelhança de Deus”.

Este distanciamento da espiritualidade trouxe inúmeros danos ao conceito da vida como unidade, separando o que não se separa. Assim abrimos espaço para que a dor, um poderoso sinal de alerta de divergências e  desequilíbrio, se manifestasse com muita intensidade.

 Com o passar das vidas fomos ficando mais insensíveis, os sentimentos tornaram-se mais grotescos e com isso as Leis da Vida foram sendo contrariadas, gerando assim os carmas, ou compensações, ou reações de ações contrárias ao que é real e verdadeiro. Entramos no descompasso, no grande Maya, na vida ilusória, na estagnação da mente física que separou-se da sua contraparte espiritual.

 A transição planetária vem para alterar o que o homem não altera mais, mas a conscientização deste aspecto de unidade física-espiritual pode voltar a ser estimulada e consequentemente irá gerar ações positivas e reações evolutivas.

É preciso refletir sobre isto, é preciso comportar-se como unidade, é preciso rever parâmetros, conceitos, preconceitos e voltar a pensar junto com o coração.

Tivemos uma queda excessivamente acentuada como humanidade, mas a ascenção individual pode ser rápida e veloz pois continuamos com os grandes atributos do amor divino.

 Reavalie-se e mude o caminho que vem percorrendo. Se for o verdadeiro rapidamente serás transformado. A vida terá outro sabor independente das circunstancias externas. (mensagem de Andrômeda para este texto) 










terça-feira, 17 de novembro de 2020

Passos Atuais 228a Parte. Um pequeno ensaio sobre a cura.

Quando o egoísmo termina, inicia-se a cura.

Figueira.

 Pois bem, energias antagônicas se anulam.

A energia da cura e a energia do egoísmo, são energias que precisam de campo fértil para atuar.

Cabe a pessoa decidir por qual delas irá trabalhar e faze-las frutificar.

Somos receptivos para estes dois padrões de energias e da vontade nasce o impulso que faremos com que uma delas atue em meu ser.

 Geralmente a energia do egoísmo leva vantagens sobre sua contraparte, a energia da cura, por atuar em diversos níveis de consciências que aceitam sentimentos negativos, ao passo que a da cura exige padrões de consciência elevados, ampla entrega e fé.

 O ambiente que vivemos é amplamente fortalecida e maduro para o egoísmo. Desenvolvemos sentimentos de posse, de competitividade, ganancia e indiferença.

Quando a necessidade da cura torna-se imprescindível, enfrentaremos uma sucessão de vários nós a serem desatados para que a liberdade de opções seja novamente exercida e possamos escolher a energia da cura.

Com certeza esta tornou-se essencial para uma vida mais regular, dada a presença de novos anseios e necessidades, entre elas a seara evolutiva. É só uma questão de tempo para que isto aconteça com cada um.

No entanto, o caminhar da vida ajuda este processo  e ele começa no momento em que a pessoa passa a enfrentar dificuldades. Estas dificuldades aumentam ou diminuem na medida que as respostas forem aceitas ou recusadas pela própria alma do ser. É uma condição necessária para percebermos se estamos no caminho certo.

 Buscar, instruir-se, conhecer e aprender as coisas do espirito são essenciais, imprescindíveis, pois sem elas não entenderemos os recados que a vida dá.

A maioria fracassa neste quesito, pois não quer exercer esforços para aprender. Prefere manter-se no conhecimento adquirido e apoia-se exclusivamente nas opções dadas pelo plano da matéria. Como estas são insuficientes, o sofrimento as leva a exaustão, o desanimo acelera e a vida torna-se bem difícil. Neste processo muitos desencarnam e isto ocorre quando a alma “desilude-se” com a contraparte material e conclui que não haverá reversão.

 Outras pessoas começam a dar respostas e após pequenas provas, fluxos de energia de cura são direcionados para que a harmonia metabólica e espiritual se equilibrem. Raramente sairemos ilesos deste processo e normalmente sequelas se mantem. O Intuito destas sequelas é nos lembrar para não “cairmos” novamente nos mesmos impulso negativos anteriores. Parece um contra senso, mas através destas sequelas poderemos crescer muito rapidamente, o que não faríamos sem elas.

 A alma pensa na infinitude, não avalia sua contraparte material em uma única vida, mas planeja estados evolutivos e uma sequencia de experiências ao longo das vidas sucessivas. Quando pensamos da mesma forma que a alma pensa, compreenderemos com clareza certos infortúnios e certos fortuitos, lidando com eficiência em todos eles.

Por isso que os problemas tem seus aspectos positivos e podem tornar-se verdadeiras “taboas de salvação” num oceano de incertezas.

 É muito comum ao nos complicarmos por problemas, sejam estes quais forem, aparecerem indivíduos que nos acolhem e nos amparam. Poucos atentam para isto e a maioria perde esta riquíssima oportunidade, pois se ela ocorreu é porque veio, literalmente, do Céu. A maioria nega, orgulha-se da sua soberba e afunda-se cada vez mais. Outros não renegam, mas não fazem e não seguem as orientações dadas.

É preciso saber que estes indivíduos que manifestam capacidade de ajudar podem ser portadores de mensagens da própria alma, da contraparte espiritual (em última instancia de Deus), portanto, tentar ao menos é preciso.

 Então vejam que a cura é, resumidamente, um processo de auto transformação, onde novos caminhos e novas diretrizes devem surgir, definindo um alinhamento com o destino imortal da Vida.

A cura precisa acontecer em todos os aspectos do ser: no corpo físico, no corpo astral, no corpo espiritual, na mente, na personalidade, no caráter, na busca, em novos caminhos, em novos impulsos, enfim exige uma transformação radical.

A cura não acontece em uma única parte. Há pessoas que iludem-se que curar-se de um mal físico ou mental é suficiente. Não é, é um ato de transformação pleno e absoluto.

 Cure-se e evolua. Não há outro caminho e nenhuma outra opção. A vida é assim e assim será eternamente.

 “Deus ajuda a quem se ajuda” (provérbio popular de grande sabedoria, lembrada por um Instrutor).









  

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Passos Atuais 227a Parte. Luz - Síntese do conhecimento universal

Deves reconhecer a Luz e dar-lhe a oportunidade para crescer.

Figueira.

 Pois bem, somos todos afortunados pela Luz. Nosso problema continua sendo, desde os primórdios da civilização, em não reconhecer a Luz que pulsa no coração.

A maldade que exercemos, nada mais é do que a não manifestação da Luz.

 O problema da humanidade pode ser resumido em um só: ignorância.

A ignorância em não conhecer ou não reconhecer que a contraparte espiritual existe, está presente e precisa se manifestar.

Diferentemente de povos adiantados pelo universo afora, ficamos aqui amarrados a uma parte, somente, da nossa composição, a material, e dela temos procurado extrair o máximo sem se dar conta dos seus limites e do seu pequeno e irrisório alcance.

Assim temos dado toda a atenção aos parcos e limitados recursos materiais do corpo, do planeta, sem perceber que este alcance é irrisório.

 Esta postura utilizada no livre arbítrio, com forte influência da lei do egoísmo, desvia nosso caráter e mantem estados de ignorância sobre todo o contexto universal. Com isto utiliza-se o que não é licito e contrário às Leis Divinas em curso, nos tornando prisioneiros em celas individuais de estados de ignorância profundos. A ilusão se expande, os medos afloram e as manifestações pioram a cada momento.

Estados de ignorância encontram-se tão arraigados em certos indivíduos que estes não conseguem mais expandir-se, de tão reprimida que está a Luz interior. O recomeço será a  aquisição de uma nova alma na transição planetária em curso.

 Educar alguém é muito fácil e muito simples, basta despertá-lo para reconhecer-se como portador da Luz. Dada esta condição este se desenvolverá sozinho na medida que as necessidades da sua evolução forem se manifestando.

A educação dada aos povos da Terra partem de um princípio obscuro, a inexistência da Luz, consequentemente o potencial a ser explorado limita-se e confina-se ao intelecto, ou seja, uma extensão irrisória da inteligência, se comparado com as possibilidade de quem exerce a Luz interior.

 Muitas pessoas se sentem impedidas, violentadas por forças ocultas, prisioneiras de forças estranhas, de seus medos e se veem impossibilitadas de reagirem. Bem, isto é uma clara identificação da manifestação da sua alma que não quer mais vê-las prisioneiras da própria ignorância espiritual. São pessoas, e podemos dizer que trata-se da maioria dos indivíduos da Terra, que não reagem à necessidade de saírem do parco e irrisório conhecimento sobre si mesma, sobre sua contraparte espiritual, sobre o caráter evolutivo da vida, sobre o continuísmo da vida infinita e imortal.

Estas sofrem e fazem sofrer os que dela depende, pois o medo e a angustia são contagiantes.

 Tudo que fazemos aqui na Terra tem um único motivo e um único princípio, evoluir ou aumentar o estado de consciência que nos encontramos. A vida e todos os seus encontros e desencontros convergem para que este único princípio seja exercido. Evolução é pular de um estado mental para outro mais acima, é aumentar o nível de compreensão, é adquirir conhecimento, é controlar parte das  emoções e utiliza-las para o próprio crescimento, é compreender a vida em suas manifestações e extrair o lado positivo  de cada movimento, enfim é sair do estado de ignorância que nos encontramos. É algo sem fim, pois evoluir é eterno.

Ao entrarmos neste caminho evolutivo o sofrimento diminui, será suportável, pois iremos compreender cada situação com a clareza da Luz. A vida adquire novo brilho e passará a ser apreciada cada vez mais. A vida se modifica, a alma se aquieta e sua ajuda será notória pela intuição. Neste momento, saberemos ajudar com qualidade e no alinhamento da Luz. A sabedoria universal se manifestará no próprio indivíduo.  

 Verdadeiramente, a ignorância é o único problema da humanidade. Se acompanhássemos a evolução dos tempos, no compasso do planeta, não teríamos problemas, não estaríamos nesta situação miserável, não estaríamos doentes e receosos da vida e da morte.

 Muita se fala da pratica da ajuda aos semelhantes, mas nada se fala de como fazê-lo. Dado este estado de ignorância na pratica das ajudas, temos nos manifestado na impossível correção de suprir, somente, as coisas materiais.  Impossível, pois quando falta algo para alguém, a vida está impondo condições para que aquela pessoa ouse no caminho do conhecimento da sua contraparte espiritual. Quando a vida prostra alguém por uma imposição de saúde, deficiências, restrições de qualquer natureza, quando a vida torna alguém carente das condições básicas de sobrevivência, da mesma forma, impõem para esta pessoa a luta para sair da ignorância que se encontra.

Se levarmos conhecimento, experiência e sentimentos acolhedores, poderá haver abertura no campo espiritual do necessitado para que este se foque no autoconhecimento.

 A necessidade é uma benção, pois sem ela estaríamos fadados a permanecer num único estágio, num único nível de conhecimento, desacompanhando o estado evolutivo continuo e constante do universo.  

 Volte-se para tua Luz interior, busque, aprenda, e reconheça-te como portador desta Luz. Assim e somente assim, reverterá tuas decepções. (mensagem de São Francisco de Assis para este texto)