sábado, 26 de setembro de 2020

Passos Atuais 212 a Parte. É preciso expandir os conceitos.

 A vida que te anima está muito além deste mundo.

Figueira.

 Pois bem, é preciso raciocinar dentro deste contexto.

A vida gerada para o corpo físico se dá pela alma. Esta por sua vez a recebe de outros corpos cada vez mais sutis até , resumidamente, chegarmos a um conceito de que somos, em origem, uma centelha divina.

A separação e a identificação de todos estes corpos, e são muitos, são absolutamente independentes e seguem, irrestritamente, a ideia do Criador.

A centelha divina saiu Dele e para Ele retornará. Esta longuíssima jornada irá abrir, em detalhes, o que precisa se conhecer. Será primeiro no Universo físico e em seguida no Universo não físico.

Na medida que formos utilizando estes corpos iremos aprender a discernir em cada um deles e em todos os ciclos de experiências que cada um irá proporcionar.

Cada um destes corpos possuem um destino primordial e vários sub destinos, se assim podemos chamar, que ajustam-se no ciclo das experiências eternas.

Falando especificamente do corpo físico, este possui um destino primordial que será percorrido por milênios, até que se conclua e se realize tudo o que for necessário experimentar.

Resumidamente, conheceremos o mal extremo até a santificação. Uma ascenção necessária para que esgote-se a função primordial do corpo físico e adote-se um corpo mais sutil para seguir adiante. Quando isto acontece o arquétipo do corpo físico se recolhe e permanecerá eternamente no arquivo akashico, arquivo que ficará eternamente na centelha divina.

O corpo físico é o mais grosseiro, o mais infantil, a partir da individualização da alma, mas mesmo assim seu caminho é cheio de etapas ou ciclos. Atualmente vivemos o ciclo cármico, com a predominância do livre arbítrio, o próximo passo será a ausência do carma e do livre arbítrio, onde os atuais estados de sofrimento terminam e não mais se manifestarão.

Isto acontece até partimos para um corpo sutil, por exemplo o corpo anímico, da alma. Há mundos em que as manifestações são só de almas, onde a vida ainda é inimaginável para nós.

O sol, por exemplo, é habitado por seres solares, seres que regulam os ciclos de experiências de todos do seu sistema solar, em todos os reinos. 

A vida como a maioria tem concebido sequer raspa no ambiente grandioso da Vida Universal. Este estado de ignorância é o que tem nos levado a inúmeros fracassos, pois temos sido impedidos de conceber esta incrível sucessão que ocorre não só nas reencarnações, mas muito além delas.

O que plantamos hoje será colhido amanhã. Esta Lei preponderante tem sido desprezado pela maioria, tem sido manipulada por forças involutivas desde nossa decisão pelo livre arbítrio. Não falamos aqui só de coisas negativas, o pior é a ausência de conhecimento. Isto realmente tem feito a diferença entre a ascenção e a queda.

O indivíduo deveria viver na busca incessante pelo conhecimento, pois só assim conseguirá compreender os ciclos, as experiências, as Leis e as regras da evolução, mas ocupa-se com coisas pequenas, passageiras, fúteis e perecíveis.

Estamos numa fase excepcional, uma fase decorrente da transição planetária em curso, onde as oportunidades são incríveis e maravilhosas. Deixar isto passar será o mesmo que reviver minuto a minuto esta árdua luta da sobrevivência.

Não fomos concebidos para sobreviver, fomos concebidos para evoluir, conhecer, aprender, viver coisa novas, mundos novos, ciclos novos, usar novos corpos, sutilizar-se, e lá na frente entrar no Universo imaterial.

Pode até ser assustador, mas é necessário e inexorável. O novo, a novidade sempre assusta, mas definitivamente é e sempre foi a única opção que temos como centelha divina. No entanto, temos a possibilidade de permanecer o tempo que quisermos em cada ciclo a realizar.

 Expandir os conceitos, alargar os critérios, livrar-se do conhecido o tornará senhor da tua vida e dos caminhos a percorrer. Faça-os pela tua vontade e conhecerás a liberdade. (mensagem de Yurutuitui para este texto)











segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Passos Atuais 211a Parte. Sonhos: esquisitos, reveladores, essenciais.

 

Sonhos: esquisitos, reveladores e essenciais

 Nossos sonhos revelam inúmeras situações, as próprias, as de terceiros, além da previsão de eventuais fatos pessoais ou comunitários que exigem reflexão.

Os sonhos podem ser bem específicos e distintos para o próprio sonhador. Pode, eventualmente e sob certas condições bem específicas, alertar aqueles das quais o sonhador tem relacionamento.

Podem ser proféticos, revelando possibilidades futuras, bem como relativos ao passado quando determinados traumas vividos precisam ser resolvidos ou deletados.

 Os sonhos são considerados ruins, quando envolve o que não gostamos. O não gostar ocorre de forma simplista, ou seja, uma determinada experiência irá se repetir porque fracassei na 1ª vez. Pode vir como um aviso de que sua realização está próxima e para isto é melhor preparar-se, ou pode vir para anunciar que novas informações e conceitos precisam ser assimilados e caberá ao sonhador procura-los. O que não gostamos de fato são os esforços que precisam ser gerados para que algo pendente possa ser resolvido.

 Os sonhos atem-se aos avisos de transformações que precisam acontecer para despertar mais atenção e foco no que será necessário .

Temos por princípio considerar que o que irá mudar é ruim, mesmo se o que o está acontecendo é ruim. No geral somos avesso a mudanças pois impinge movimentos, esforços, raciocínios, enfim tira a comodidade de continuar como está (boa ou ruim, tanto faz).

 Todo sonho é visionário, ou seja, relaciona-se com algo a ser transformado ou em fase de transformação.

O sonho é uma das formas de comunicação da alma e também do intelecto. Quando da alma, prevê mudanças em todo o contexto da vida. Quando do intelecto, pode referir-se a alterações especificas, pontuais, que necessitam de atenção ou mudanças. Esta diferença entre algo pontual ou genérico é importante para distinguirmos qual será o teor de ajudas que devemos buscar.

 O sonho é um ato de comunicação. Não é claro como gostaríamos, mas bem ilustrativo para preservar o livre arbítrio. Geralmente mostra uma situação, uma paisagem, e pode ser do que aconteceu, do que está acontecendo ou do que poderá acontecer. A classificação será da interpretação do sonhador para que possa refletir, mudar ou não deixar que aconteça.

Os sonhos originam-se em níveis de existência não lógicos, por isso sua forma esquisita de  manifestar-se.

 O sonho pode mostrar relacionamentos entre pessoas. Neste caso para ajustes, consolidação ou cisão. Poderá abordar formatos inequívocos que precisam de ajustes, rompimentos cármicos ou indicar a necessidade de consolidar o que ainda é frívolo e muito frágil.

 O sonho se mescla com estados emocionais do momento. É necessário refletir sobre ele com imparcialidade, com calma e com equilíbrio para que formas explosivas deste sonho não sejam interpretadas ao “pé da letra”. Aliás, todos os sonhos tem esta característica de criar um cenário que envolve emoções recorrentes.

 As vezes sonhamos por alguém. Há pessoas que ao sentirem-se muito perturbadas não conseguem assimilar estes importantes recados, interpretar esta fonte de comunicação, podendo assim certos sonhos ser delegados a 3os que podem auxiliar em certos aspectos.

Meu sonho só serve para mim, mas como exposto, pode ser um ato de serviço a 3os, desde que uma série de condicionantes sejam atendidas, em especial as lastreadas em amor.

 Um sonho premonitório, profético, pode vir com a finalidade de que os avisados não se envolvam na eventual situação crítica provável, ou se preparem para enfrenta-la ou mudem ações e comportamentos para que ela não se realize. 

Um sonho profético tende a ser comunitário, mas eventualmente poderá envolver uma única pessoa. Tudo dependerá do grau de envolvimento desta pessoa no meio em que vive. Por exemplo, um presidente, um papa, uma pessoa em destaque pode sonhar com algo profético sobre ela que poderá envolver todo o círculo que pertence.

 Sonhar é uma atividade cotidiana. Ocorre sempre e sempre leva em consideração o “estado de espirito” daquele momento. Quanto mais calmo, mais equilibrado, mais informações irei reconhecer no sonho, ao passo que nervoso, desequilibrado, com medo, o sonho será nebuloso, confuso e provavelmente irreconhecível. Neste caso a alma e o intelecto tem dificuldades de acessar a mente pensante.

 Nem todos tem inclinação para lembrarem-se dos sonhos, mas no geral a ausência da sua prática pode inibir ainda mais algo tão necessário

Sonhar e compreender o sonho exige uma constante de exercícios, atenção, dedicação e preparações necessárias. É uma forma de comunicação trivial, constante e reveladora, mas da mesma forma que hoje dominamos um celular, exige esforços e dedicação no seu aprendizado.

 Um sonho marcante precisa ser revisto. Uma prática usual é não sair da cama antes de revê-lo. Manter-se absolutamente quieto, sem se mexer e tentar identificar o passo a passo que foi ilustrado no sonho, é uma forma de guardá-lo  na mente desperta. Para isso regras de disciplina precisam ser atendidas, como o não uso de despertadores, pensamentos imediatos nas tarefas diárias e não ter pressa para levantar. Reter-se por 5 a 10 min talvez seja o suficiente, portanto não se depende de horas para tais revelações.

Anotar logo em seguida ajudará a memória a revelar detalhes que não ficaram claro na revisão mental ao despertar.

É interessante como pessoas dizem que não tem tempo para isto, levantam-se apressadas e sentem que tem muita coisa para fazer. Iludem-se em se tornarem mais úteis neste contexto, quando poderiam abreviar esforços desnecessários se pequenas indicações fossem assimiladas no sonho que teve. Não ter tempo para comunicar-se com a alma é algo bem irracional.

 A maioria despreza seus sonhos, ou seja, a maioria não atende as comunicações da alma com o intuito de reforçar e preparar as várias etapas do destino em curso. Este dom todos tem, mas perdermos a habilidade pela absoluta falta de prática ao longo de séculos de reencarnações voltadas para  aspectos emocionais e materiais imediatos que são determinadas pela vida racional que a superfície terrestre proporciona.

 Não há como viver sem nos comunicarmos. Reforçamos as comunicações no plano material e abandonamos as comunicações com os planos sutis, ou seja, estamos sendo informados pela metade e nossas chances de acertar as ações diminuíram para 50%.

Em mundos adiantados este percentual eleva-se para 100%,  torna-se harmônico, sensível e equilibrado naturalmente, sem quaisquer exposições a disputas ou competitividades. A vida alinha-se em todos os seus habitantes, as Leis são compreendidas e a evolução ocorre com total serenidade.

 Nunca é tarde para voltar a praticar o que deveria ser parte das rotinas da vida. Não há como viver e sobreviver sem este importante elo de comunicação com nossa contraparte sutil.

O smartphone tornou-se indispensável e assim é com os sonhos se estes fossem usuais.

 Esta noite, um sonho: Encontrava-me numa cidade muito estranha. Tudo estava retorcido. Andava por um prédio e tentava entregar uma informação escrita para alguém, mas os caminhos eram muito difíceis. As escadas não tinham sequência, os corredores terminavam em paredes abertas com saídas para o vazio, haviam túneis para serem percorridos cheios de ferros retorcidos. Uma maratona andar por ali. Tudo mostrava-se agressivo e pontiagudo onde qualquer distração machucaria. Cheguei num local que estava tendo uma festa e a entrada tinha uma placa que indicava “relaxamento”. O local escuro, musica muito alta, tipo “pancadão” ou “funk”, mostrava pessoas dançando freneticamente e vários caça níqueis que indicavam caminhos a serem seguidos no próprio prédio, na medida que a as figurinhas moviam-se. Sai dali e segui adiante, apoiando-me onde podia, subindo e tropeçando. Parei em outro local que também indicava “relaxamento”. Era um corredor externo ao prédio, num andar muito alto e no fim, uma plataforma como os estacionamentos de helicópteros, mas tudo com ferros retorcidos e as pontas expostas. Pessoas tomavam sol, comendo alguma coisa e curtindo a “paisagem” cinzenta e confinada pela altura e pelos ferros retorcidos. Quando olhei para o horizonte, vi toda a cidade exatamente nas mesmas condições com construções exatamente iguais por todos os lugares. Foi horrível. Em um momento senti que estava subindo e via a superfície terrestre exatamente igual, um mundo controverso, cinza e perigoso.

 Resumidamente o meu sonho mostra um ambiente inóspito, um ambiente difícil de se locomover, de se comunicar, onde as pessoas estão separadas por dificuldades construídas por elas mesmas, cheias de perigos, caminhos pontiagudos e corredores que terminam em quedas bruscas. As distrações obedecem dois padrões de indivíduos, aqueles que curtem o confinamento e jogam a roleta da sorte para percorrer a vida e aqueles que iludem-se com um ambiente aberto mas confinado e arriscado.

No meu sonho os parâmetros limitaram-se aos 5 sentidos, a visão, olfato, a audição, o tato e o paladar, esquecendo o 6º sentido, aquele que provem dos mundos sutis. Um mundo sem saída, pois limita-se no que foi construído por nossa meia parte, a material, tornando-se difícil, perigoso, incompleto e controverso.

As salas de “relaxamento” mostram aspectos do ambiente fechado, confinado e conduzido na roleta, bem como do aparentemente natural, aberto e silencioso mas perigoso e limitante em pequenas ilhas suspensas, que aprisiona com ferros retorcidos e cortantes  

O meu sonho mostra um formato de vida que não serve mais, tornou-se limitante, superficial, incoerente, confuso e perigoso.

O meu sonho pode ser somente meu? Talvez sim, talvez não. Com certeza mostra que a contraparte material está ruim, mas identifica coletividade.

 Um sonho não mostra um beco sem saída, isto seria inútil. Mostra que o errado pode ser consertado, pode mudar. Vivemos literalmente nos reconstruindo. Cada momento, cada vida , cada ação é uma reconstrução do que foi e precisa mudar. Não importa se a vida, a ação, o movimento anterior foi bom, porem tornou-se passado e precisa imediatamente ser inovado.

 Ajustar-se é necessário.










 

domingo, 20 de setembro de 2020

Passos Atuais 210a Parte. Descubra quem és.

 

A expressão oral, os gestos, o olhar e o caminhar compõem o ritual de cada um.

Figueira.

 Pois bem, temos de reparar como somos.

Reparamos demais nos outros. Julgamos, criticamos, formamos ideias, opiniões, ressalvas, obviamente segundo nossos parâmetros, pelo fato de considera-los absolutamente corretos.

Esta prepotência de supormos que temos parâmetros absolutamente corretos, tem nos levado, constantemente, à falência moral.

Assim tem sido na sociedade do mundo inteiro, que ousam classificar-se como países ricos, países pobres, terceiro mundo, povos inteligentes, soberanos, mediadores, indígenas, ocidentais, orientais, entre tantas outras classificações absolutamente separatistas.

Somos uma única raça, portanto responsáveis pelo sucesso ou insucesso de um país, de uma nação, de um vilarejo, de uma única pessoa. Somos um corpo único fragmentado em diversos corpos que vieram à Terra para aprender a conviver, compartilhar, distribuir, agregar e juntos seguir padrões evolutivos que foram estipulados pelas Leis de Deus em curso.

 Como uma pessoa pode classificar a outra segundo seus desejos, seus critérios e seu escasso conhecimento?

Esta diretriz tem levado a humanidade para um buraco cada vez mais profundo e mais difícil de sair. A classificação com separações está atingindo limites máximos do bom senso, até para uma civilização em expiação num mundo cármico.

Estamos no limite em que o extermínio poderá ser uma alternativa baseada na incoerência do egoísmo e da ganancia.

Infelizmente o que mais cresce na civilização é o desconhecimento sobre as Leis da Vida, consequentemente sobre nós mesmos.

 Temos de nos ver sem prepotências, temos de enxergar o que somos, como somos e porque somos.

Observar a si próprio é uma forma racional e simples de aprender como somos. Agregar na observação a humildade, a honestidade e a simplicidade mostrará nossa verdadeira face. Com certeza ficaremos surpresos e iremos compreender melhor esta máxima, de que temos a “imagem e a semelhança de Deus”, ou seja, indivíduos com qualidades incríveis e maravilhosas, bastando, simplesmente, reconhece-las.

O homem precisa aprender a classificar-se como é através da sua constituição interna, pois a externa está sob intensa pressão, num mundo onde o aprendizado é compulsório e doloroso.

 Olhar com olhos neutros, caminhar com simplicidade e humildade, expressar-se com amor, suavidade e ternura e qualificar com altruísmo, revelará nossa semelhança com Deus.

 Amar-se aprende-se a amar, unir-se consagra o único, ajudar revelará o eu interno.

 Aplique seus mais elevados conceitos a todos e descobrirás que sois capazes de muito mais do que imaginas. (Mensagem de Jesus para este texto)