A expressão oral, os gestos, o olhar e o caminhar compõem o ritual
de cada um.
Figueira.
Reparamos demais nos outros. Julgamos, criticamos, formamos ideias,
opiniões, ressalvas, obviamente segundo nossos parâmetros, pelo fato de considera-los
absolutamente corretos.
Esta prepotência de supormos que temos parâmetros absolutamente
corretos, tem nos levado, constantemente, à falência moral.
Assim tem sido na sociedade do mundo inteiro, que ousam
classificar-se como países ricos, países pobres, terceiro mundo, povos
inteligentes, soberanos, mediadores, indígenas, ocidentais, orientais, entre
tantas outras classificações absolutamente separatistas.
Somos uma única raça, portanto responsáveis pelo sucesso ou
insucesso de um país, de uma nação, de um vilarejo, de uma única pessoa. Somos
um corpo único fragmentado em diversos corpos que vieram à Terra para aprender
a conviver, compartilhar, distribuir, agregar e juntos seguir padrões
evolutivos que foram estipulados pelas Leis de Deus em curso.
Esta diretriz tem levado a humanidade para um buraco cada vez mais
profundo e mais difícil de sair. A classificação com separações está atingindo limites
máximos do bom senso, até para uma civilização em expiação num mundo cármico.
Estamos no limite em que o extermínio poderá ser uma alternativa
baseada na incoerência do egoísmo e da ganancia.
Infelizmente o que mais cresce na civilização é o desconhecimento sobre
as Leis da Vida, consequentemente sobre nós mesmos.
Observar a si próprio é uma forma racional e simples de aprender como
somos. Agregar na observação a humildade, a honestidade e a simplicidade mostrará
nossa verdadeira face. Com certeza ficaremos surpresos e iremos compreender
melhor esta máxima, de que temos a “imagem e a semelhança de Deus”, ou seja, indivíduos
com qualidades incríveis e maravilhosas, bastando, simplesmente, reconhece-las.
O homem precisa aprender a classificar-se como é através da sua
constituição interna, pois a externa está sob intensa pressão, num mundo onde o
aprendizado é compulsório e doloroso.

Nenhum comentário:
Postar um comentário