sábado, 26 de novembro de 2016

Uma verdade para ser verdade precisa ser simples.

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O amor não quer nem teme coisa alguma.
Eckhart Tolle.

Pois bem, se soubéssemos amar com certeza todos os nossos problemas estariam resolvidos.
Portanto, aprender a amar deveria receber toda a nossa atenção.
No entanto, estamos absurdamente distraídos com toda sorte de ilusões, mazelas, disputas e anseios que sequer percebemos que este sentimento primordial, o único sentimento que importa, pois rege toda a vida nos universos, sequer existe.

O que somos hoje nos coloca num grau muito iniciatico, que sequer “arranhamos” as possibilidades das expansões que existem na 3ª dimensão.
É muito interessante quando vemos pessoas falando, escrevendo, ditando regras, tecendo intensos comentários, filosofias e “verdades” da 4ª, da 5ª, dimensão, como senhores e sábios deste elevado conhecimento.
A invenção desta pseudo sabedoria, que é o que a maioria tem apregoado, só confunde, só distorce a verdade, criando mais teorias vazias e aumentando cada vez mais a grande confusão que estamos imersos.
Uma verdade para ser verdade precisa partir de um princípio básico, ser simples.
Será nesta 3ª dimensão que teremos de aprender os fundamentos básicos do amor
O amor não precisa ter explicações. O amor é um sentimento primordial que temos intrinsecamente em nós, pois fomos concebidos pelo Criador por esta única fonte da Vida.
O amor é para ser descoberto e cada um o descobrirá de uma forma especifica, sem fugir, é claro dos princípios do seu Criador, pois somos todos diferentes, únicos e essenciais .
O amor é simples, direto, objetivo, que quando o conhecermos o praticaremos sem nenhum esforço, concentração, ocupação, atenção, ou seja lá o que for, pois é intrínseco à nossa constituição.

Usamos aqui na Terra alguns sentimentos muito rudimentares que para acontecerem precisamos dar atenção a eles, nos concentrarmos, nos esforçarmos para que estes se manifestem, pois podem cessar a qualquer instante.
Apelidamos isto de amor.
Isto não é amor e nem perto passa.
Uma pessoa se une a outra por amor e depois de um tempo separa, aí fala que o amor “terminou”. Não falamos aqui da vida conjugal, mas de todas as possibilidades de união.
Veja a que ponto chegamos em nosso cruel estado de ignorância.
Chegamos a um nível de incompreensão, que necessitamos que as pessoas precisam falar que nos amam para nos confortarmos ou temos de falar que amamos alguém para saberem que expressamos este “sentimento”.

A vida e o viver, sem amor, não é nem vida e nem amor, é um vazio doido, corrompido, oscilante que mina constantemente nossas energias primordiais, onde a confusão, a insegurança e os medos se colocam acima de todas as manifestações que nos envolvemos.

Eckhart coloca que o amor não teme coisa alguma.
Sim porque o amor é a síntese da Vida e de tudo que existe, portanto, temer o que?

Quando começarmos a sair da absurda concentração que damos aos nossos problemas, ou aos problemas dos outros, quem sabe poderemos focar um pouco mais naquilo que é primordial para minha vida, a vida dos outros e a vida planetária.
Sim, pois quando estivermos alinhados com a vida, na lei do Amor, estaremos alinhados com a vida de todo o ambiente que nos encontramos, do universo que pertencemos.
Claro que isto exigirá uma mudança de postura radical e evidentemente seremos muito mal interpretados por aqueles que sequer tem noção deste sentimento. Sair das regras sociais, sempre foi um problema. Antigamente éramos punidos com a forca ou a fogueira. Hoje somos punidos da mesma forma, mas por outros meios.
Portanto, para aprendermos a amar exigirá uma série de rompimentos com tudo o que é retrogrado, ultrapassado, comum, ilusório, sentimental e realmente poucos tem esta disposição.
A maioria tende  a deixar como está e como sempre foi, pois não quer “correr riscos”, só que também não sai do lugar e acaba vivendo vidas e vidas na mesma tocada, no mesmo ritmo, com os mesmos e ultrapassados princípios dos primórdios da civilização. Para ser mais preciso, da época das cavernas com mais requinte.

A vida nos mundos sagrados tem o amor como a expressão máxima das manifestações que lá ocorrem, portanto, tudo é harmonia, serenidade e equilíbrio.
Se é isto que desejamos, assim precisa começar a ser feito.
O caminho para sairmos deste pesadelo, inevitavelmente exigirá nossas iniciativas.

O recado foi dado.


Obs.: temos uma menção de data indefinida porque falar de amor é algo atemporal.
Hilton

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Consertar o inconsertável.

Pensamento do dia 23 de novembro de 2016.

Contemplar a natureza pode libertar você desse "eu", que é o grande causador de problemas.
Eckhart Tolle.

Pois bem, muitas vezes ficamos tão concentrados nas nossas ilusões que todo o resto passa desapercebido.
Temos tido uma clara intenção de consertar o inconsertável.
Isto não significa abandonar o que pretendemos, mas  de reavaliar aonde temos empregado nosso tempo e nossas energias.
Muitas vezes fica difícil admitir certas situações, certas condições, atingir certas metas, ou sair à busca desenfreada de certos anseios, sendo assim temos de aprender a conviver com o que não é ideal, segundo nossas aspirações, e dar a melhor de si para que a harmonia se restabeleça.
O momento é de confrontos, de transformações, de mudanças.
Temos falado que nada ficará como está.
Ninguém ficará com o que tem.
Desta forma, preservar os valores mais subjetivos, mais impalpáveis, pode ser uma forma de nos confortarmos com as perdas inevitáveis que todos terão.
Para isto, uma mudança de conceitos passa a ser essencial.
Somos lentos nas reações, somos lentos nas adaptações, desta forma quando tomarmos esta iniciativa tudo o que virá será menos impactante.

Final dos tempos tem a ver com final do que é e como está. Final dos apoios; final dos comportamentos; final dos valores; final dos conceitos que elegemos, pois não conseguimos nos alinhar com as Leis que regem a vida neste planeta.
Esta afirmação é super abrangente.

Alguns tem falado que Deus tem de pegar uma borracha e reescrever a história. Creio que não fugirá muito do que esta afirmação representa, pois a nova humanidade irá se apoiar em outros valores, outros conceitos e outras afirmações. Isto exigirá um novo ambiente e assim será.

Muitos ainda tem dúvidas, ou não acreditam, pois não conseguem ampliar seu campo de visão ou não renovaram seus conceitos, pois vivem exclusivamente na manifestação da sua contraparte material.

Quando observamos a natureza e compreendemos seu processo de renovação, isto fica mais claro.
Por exemplo, uma floresta inteira pode se renovar após a incidência de um único raio que dará início a um grande incêndio.
Uma ilha ou quem sabe um continente se renova após intensas explosões vulcânicas
A renovação acontece em todos os momentos, em todos os tempos.
A violência na renovação, nesta 3ª dimensão, ainda é presente e assim será até subirmos para a seguinte.

Este “eu” citado no pensamento, é considerado o grande vórtice dos nossos problemas, representa nossa personalidade, nossos preconceitos, nossos ranços, nossas limitações intelectuais e mentais e que de forma geral limita o todo.
Por isso que temos rejeitado um processo natural de renovação no continuo vir a ser.


Enfim, novas e fortes adaptações precisam acontecer, senão nossos medos ditarão as regras da nossa conduta.
Hilton

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Você tem noção de como você está perante tua vida?

Pensamento do dia 22 de novembro de 2016.

Quando você se entrega, a noção que tem de si mesmo muda.
Eckhart Tolle.

Pois bem, Eckhart tem tratado de temas que aborda nosso comportamento e tem proposto uma mudança literal de postura.
Não tenho dúvidas que se seguirmos estes conselhos seremos pessoas mais completas e mais alinhadas com a Vida.
É nítido que a cada dia que passa temos visto que a situação mundial piora e as oportunidades vão ficando cada vez mais limitadas. Ora, isto não é por acaso e isto não são só as consequências das nossas irresponsabilidades, mas é um tendência que vem ao longo do tempo se fechando, pois as mudanças planetárias são cíclicas.
Ainda não compreendemos que a expansão precisa ocorrer de dentro para fora e não o inverso.
É a expansão espiritual, a elevação, a evolução que permitirá que possamos ter um crescimento material digno e responsável com tudo aquilo que a Providencia vem nos fornecendo.
O que fizemos até o presente, de fora para dentro, sem a devida expansão da consciência, nos tornou irresponsáveis, comprometendo a qualidade e a retidão do caminho que a humanidade deveria estar percorrendo.
Desta forma, pela Lei natural do carma, o que foi mal usado será retirado, o que foi desgovernado irá faltar, o que foi desviado cessará, nos levando a um processo de ajuste cármico que tem sido e continuará a ser muito sofrido.

A entrega é uma atitude inteligente, pois na medida que minha visão é falha, é turva, meus sentimentos não conseguem se expressar na verdade, minha inteligência fica muito limitada e pouco saberei a respeito das Leis que regem a Terra, portanto não me resta outra alternativa a não ser entregar.
Quando entramos num avião, entregamos nosso corpo, nossa vida, nossos objetos a uma aeronave, aos pilotos e a toda estrutura que irá regular e comandar o voo até o destino final. De certa forma, é o mesmo neste momento, só que estamos num voo que nem sabemos nem qual será nosso destino final. Isto, de forma sucinta e direta chama-se fé.

Temos lutado contra a vida, contra as regras divinas, contra a sabedoria, contra nossos sentimentos mais profundos, contra nossos semelhantes, para poder expressar uma única coisa, aparências.
Temos vivido de aparências e temos procurado ser o que não somos. A ilusão predomina e até o presente, num mundo em completa transformação, para a maioria as preocupações se restringem a uma grande ilusão sobre a vida material. Até a morte rejeitamos, mesmo que ninguém dela escapará.
Ficamos tão “expert” neste assunto, que até nossos sentimentos a gente consegue mascarar.

Temos de:
v  voltar a ter bom senso;
v  voltar a ser humilde;
v  não se revoltar;
v  compreender como é tênue a linha da vida com a morte;
v  aproveitar o pouco tempo que resta e ganhar conhecimento;
v  acessar os segredos da nossa origem e isto exige busca e determinação;
v  tentar compreender melhor nosso destino espiritual;
v  focar naquilo que importa e esta é uma decisão primordial para os momentos finais desta civilização derrotada em sua própria organização e conceitos;
v  descobrir as verdades e diminuir as ilusões;
v  não temer e não ter medo;
v  separar o que merece e o que não merece nossa atenção;
v  ser um colaborador ativo e presente em todas as convocações do nosso coração;
v  não ser uma pessoa passiva e inerte que nem a si próprio ajuda;
v  ofertar-se para o que realmente importa;
v  ser prudente e muito tolerante;
v  não negar ajuda, mas jamais desperdiçar energias;
v  manter-se íntegro e fiel aos próprios princípios;
v  compreender que aprender exigirá uma eterna renovação destes princípios;
v  ser um eterno aprendiz;
v  aceitar o que extrapola nossas capacidades;

O indivíduo que segue estas regras, mesmo que outras possam ser incorporadas, será mais equilibrado e mais determinado, será mais abrangente, pois estará envolvendo sua contraparte material e a espiritual.


Isto é o que nos resta a fazer, pois o planeta está em processo de transformação.
Hilton

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Aceitar o inaceitável.

Pensamento do dia 21 de novembro de 2016.

Aceitar o inaceitável é a maior fonte de graças que existe.
Eckhart Tolle.

Pois bem, pouco sabemos sobre o desenrolar da nossa vida.
Existe uma série de fatores imponderáveis que não podemos interferir, mas nossa postura perante tais fatores poderá ser decisiva no seu desenrolar.
A aceitação é um destes fatores.
Por exemplo na descoberta de uma doença grave, a revolta, a rebeldia contra Deus, a busca por culpados de situações que nos aborreciam, como sendo os responsáveis pelo que contraímos, é uma fonte negativa que irá piorar o processo desencadeado.
A entrega é um fator determinante.
No mesmo exemplo, a entrega não significa entregar sua vida para a morte, mas entregar sua situação para Deus. Muitas vezes, atos simples como este podem mudar o rumo de um processo desencadeado. Pode, inclusive, ser uma experiência que irá testar nossa humildade, provavelmente porque durante vidas esquecemos de exerce-la.
A atenção ao seu lado espiritual.
Pode ser que durante vidas, não “tivemos tempo” de dar a mínima atenção à nossa contraparte espiritual. Chega um momento em que a alma exerce uma certa intolerância quanto aos nossos comportamentos anteriores e dá um “cheque mate”, do tipo, ou muda ou morre novamente.
A atenção ao meio em que vive.
Este é outro aspecto fundamental que abrange o conceito “corpo humanidade”. Normalmente a maioria recusa esta lição e continua vivendo vidas pensando em si e em sua prole, como sendo a única coisa necessária. Não dá atenção ao meio, aos reinos, ao planeta, ao universo, como se tudo pudesse ser resumido somente para seus interesses. Isto é muito comum e a maioria tem escolaridade superior nesta pratica. Este tem sido um dos principais motivos do nosso afastamento ao convívio universal.
O que mais se escuta sobre isto é que somos limitados. Deus não pede que atendamos o planeta inteiro, nem o universo, bastaria nos concentrarmos em aprender, evoluir, estudar, dedicar-se ao conhecimento de si próprio. Esta é a melhor fonte de contribuição, pois na medida que evoluímos, aumentamos nosso grau de vibração que irá se expandir por todos os cantos deste universo sem fim.
Uma pena caindo lentamente para o chão, interfere em todo o sistema universal.
Ainda não temos ideia como somos interligados a todo o sistema, a todas as galáxias, todas as constelações, a todos os universos.
Sair da ignorância.
Não devemos confundir intelectualidade e cultura com sabedoria. A intelectualidade e a cultura irão desaparecer assim que desencarnamos, a sabedoria não.
A intelectualidade e a cultura ficará defasada imediatamente assim que aprendermos algo novo, ao passo que  a sabedoria é eterna e sempre será complementada com aspectos novos, novas informações, novos conceitos, novas verdades. A maioria se dedica à cultura e a minoria à sabedoria, por isso que nosso mundo é muito ignorante.

Voltando ao exemplo da doença, poucos sabem, mas no livre arbítrio temos a opção de extingui-la ( a doença) ou deixar que ela evolua.
Provavelmente nunca prestamos nossa atenção para isto, porque só confiamos naquilo que nossa cultura determina e o que esta cultura determina está cercada de interesses comerciais,  financeiros e mesquinhos.
Temos deixado esta opção para nossa alma, mas poderíamos ter assumido no plano físico se fossemos pessoas mais sábias e equilibradas, onde os interesses estariam focados em nosso sistema evolutivo.  
As doenças são optativas, na sua forma de se manifestar, no seu desenvolvimento, podendo ou não ser terminal.
Alguns casos tenho notado que a doença fica aguardando nossa resposta e na maioria (creio que 98%) das vezes esta resposta não vem. Como a  maioria está alheia a esta possibilidade, não damos nenhuma resposta e desta forma a alma assume e determina. Mas, no livre arbítrio, poderíamos reverter este processo no momento que assumíssemos mudanças oportunas e essenciais para que nosso desenvolvimento espiritual continuasse e nossa vida fosse mais útil ao meio que vivemos.
Normalmente as pessoas, à frente das doenças, não mudam, ou até pioram em suas manifestações, acentuando crises e mais crises que retrata um estado de ignorância bem elevado.
A alma, neste aspecto, é determinante, mas poderíamos estender esta encarnação recuperando certas posições perdidas na ignorância, no momento que nossa postura mudasse para o que realmente interessa e para o que realmente viemos fazer aqui.
No entanto, tenho notado pessoas apáticas com relação a isto, ou revoltadas como se o mundo fosso culpado, mas totalmente omissas na oportunidade de mudar o que precisa ser mudado.
Outras pessoas ficam afetadas à estética do corpo, às aparências, às plásticas, a um perfeccionismo meramente aparente, esquecendo-se das mudanças internas, do aprimoramento espiritual, da reeducação evolutiva, distorcendo os “recados recebidos do alto” .
Aceitar o inaceitável.
Quando manifestamos nossas intenções de ajudar alguém doente, também é precioso levar em conta estes aspectos, pois poderemos estar interferindo numa decisão que a alma, após aguardar a manifestação do indivíduo, tomou a resposta a ser dada, para si.
Portanto, quando nos dedicamos a levar para estas pessoas informações corretas, amparo real, poderemos estar dando a oportunidade de que mudanças possam ocorrer e ela possa tomar a decisão correta, ou seja, continuar ou desencarnar.
Claro que pressupõem-se que estaremos aptos e preparados para isto, de forma equilibrada, harmoniosa e serena.


Portanto, aceitar o inaceitável, acaba sendo o caminho correto a ser seguido.

Hilton