sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O Caminho Breve - PB. (2)

Continuação (2)

Obs.: Na sequência do temos estudado, iniciaremos nova série das questões levantadas por Paul Brunton, como forma de nos conhecermos melhor e termos novas opções para decidirmos o que fazer em nossa vida.
Toda vida, na sequência das vidas que vivemos, tem por objetivo criar oportunidades para que cada um se conheça e saiba explorar seu próprio potencial.
Muitas vezes pequenos insights vem através de informações que vamos conhecendo nos estudos, nas pesquisas, enfim na busca por algo a mais além da vida material.
Este é o objetivo destas informações, nos apresentar um mundo mais completo, mais subjetivo, pois vai além das formas, portanto  mais abrangente e  que nos traga inspirações, desperte nossa curiosidade para que possamos compreender melhor o objetivo de estarmos aqui.
Nem todos se sentem aptos a encarar estas informações, pelo simples fato de que muitos não tiveram oportunidade de acesso a estes conceitos. Desta forma esta é a oportunidade e caberá a cada um aceita-la ou não.
Paul Brunton, assim como  outros “filósofos inspirados”, expõem aspectos religiosos com grande discernimento e total ecumenismo.
A religião na nova era, na nova Terra, será integralmente filosófica, completamente diferente do formato atual, até porque os que prosseguirem estarão aptos a conhecer seus “segredos” e usá-los corretamente, sem explorar, escravizar ou enraíza-los em aspectos egocêntricos e egoístas.
Recomenda-se que as leituras sejam realizadas mais de uma vez, pois a cada momento um novo impulso que se apoiou no anterior, ressalta novos aspectos da mesma informação.
Uma informação contém várias “chaves” e cada uma delas abre novas “portas”. Não há precipitações, ou seja, será sempre uma porta na sequência da outra e seremos nós que ditaremos esta sequência.
Uma leitura desatenta, inoportuna, fora de hora, será pura perda de tempo, pois a “chave” em questão não se manifesta, a porta não se abre e o impulso não acontece.
A disciplina é uma regra inviolável para a vida em qualquer plano, em qualquer lugar, e dela sairá a ordem e a organização.
Assim que tudo funciona.
Aproveitem.
Hilton

O Caminho Breve
PB.

Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois. 
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

(1) O propósito imediato da encarnação e evolução humana é desenvolver uma verdadeira e plena autoconsciência em todos os níveis, do mais baixo ao mais elevado. O homem que não se conhece além do ego físico intelectual ainda é apenas semiconsciente.
PB.

Pois bem, de forma categórica, temos descrito o objetivo fundamental da nossa existência. Quem não percebe e se apruma para o desenvolvimento desta autoconsciência em todos os níveis (físico, mental, emocional e astral) , simplesmente percorre a marginal da vida.
Dificilmente este indivíduo sairá da sua ilusão. Poderá viver “n” encarnações sem perceber de fato seu objetivo de existência.
Assim ocorre, infelizmente, para a maioria da população terrena, que cria diversos objetivos para obter coisas perecíveis, finitas, esporádicas e inconsistentes. São inconsistentes, pois não levam a lugar nenhum e simplesmente somem, seja no transcorrer da vida ou na morte.
Por sua vez, o ego se torna o elemento mais importante na condução deste indivíduo, que percorre a marginal da vida, pois ninguém sobrevive sem motivos para existir.
Vive em altos e baixos, atropela, luta para motivar-se continuamente, sofre estados depressivos, pois a alma não aceita e não tolera que ele simplesmente viva por viver.
É semiconsciente, sonolento, intolerante, desequilibra-se com grande facilidade, desconfia sempre, adota o “acaso”, a “sorte” , o “azar” e o “toma lá dá cá” para suas efêmeras conquistas.
Esta situação cresce paulatinamente a cada vida vivida nas mesmas condições. É uma rotina árdua e desesperançada.

Quem nos tira desta situação?
Somos nós mesmos. Não há influencias externas para nos tirar desta situação.
É necessário um novo alento, uma nova onda de motivos e estes partem basicamente da fé (o desconhecido) para que impulsos internos possam acontecer e o indivíduo possa se redescobrir. Desta forma, o livre arbítrio foi respeitado.
Este alento, assim que consolidado, atrai fontes e padrões de energias elevadas e um processo de autoconhecimento começa a acontecer. Ele passa a perceber as “portas que vão se abrindo” e quanto maior o seu interesse pelo subjetivo, pelo sutil, numa espécie de seleção natural com as coisas materiais, eleva-se, percebe, separa, atenta, motiva-se.
Tornar-se outra pessoa e com serenidade encara os fatos da vida, pois sabe que o carma da humanidade é gigantesco.
Torna-se útil, mas passa sempre desapercebido pois sua integração acontece em níveis mais elevados, onde o humano médio ainda não alcança.
Quando se torna consciente de quem é e como pode ser útil, novas satisfações ocorrem e sem troca.
Neste novo compasso a vida, para ele, é encarada pela sua utilidade universal e não mais individual.
Eis o novo homem, o homem redescoberto e preparado para sua longa jornada evolutiva pelos confins do Universo.

(2) O Caminho Longo quer purificar e aperfeiçoar o ego, mas o Caminho Breve quer encontrar Deus…
PB.

Pois bem, podemos dizer que estamos no Caminho Longo.
Basicamente nos concentramos no Caminho Longo, onde  o ego é dominante, intenso, poderoso e vive sendo massageado. Temos feito de tudo para agradar o ego, o nosso e dos outros, pois esta tem sido a tônica e o objetivo da imensa maioria dos indivíduos aqui na Terra.
No Caminho Longo o ego é prepotente, senhor da razão, por isso que somos tão racionais, dedutivos, personalizados, pois ser diferençado nos aspectos físicos da vida material é o que importa, é o que nos destaca, é o que nos envaidece e, ilusoriamente, nos faz sentir bem.
O ego ilumina também, mas sua luz é sempre carregada de energias densas, impulsos destrutivos, sobreposição de valores ilusórios por cima dos valores reais.
O Caminho Longo é evolutivo e ascensional, mas caminha com intensos altos e baixos e isto nos confunde, nos ilude, nos torna questionáveis, pois os meios que podemos utilizar no livre arbítrio podem ser contrários às Leis Regentes do planeta e da humanidade em questão.
No Caminho Longo leva-se eras no tempo cronológico, inúmeras vidas nas reencarnações, habitabilidade em mundos diversos para percorrermos a rota traçada e definida pela alma no caminho da evolução, neste estágio universal da vida material.

O Caminho Breve é outra opção, mas tem como característica básica a superação dos estas ilusórios que vivemos, portanto, contrario ao que temos feito.
Para esta opção, tem de haver um rearranjo pleno, total, nos conceitos, tendências e movimentos que temos feito.
Muitos começam, poucos persistem e pouquíssimos se dispõem a continuar.
A principal dificuldade são as sensações ilusórias de "perdas" que teremos no Caminho Breve.
Abre-se mão de um tempo que consideramos imprescindível para a maioria daquilo que fazemos e que temos julgado como essencial. Isto ocorre porque simplesmente não sabemos administrar este tempo e o desperdiçamos com coisas inúteis, fúteis e relacionamentos sem apoio na Lei do Amor.
Quando se coloca a palavra relacionamentos, leia-se todos eles: pais, filhos, parentes, amigos, profissionais, conhecidos e desconhecidos, ou seja numa escala em que somos considerados seres humanos de uma mesma raça e seres humanos de raças e origens diferentes, sejam estas terrestres e extraterrestres.
Por esta dificuldade imensa de não sabermos nos relacionar, o Caminho Breve tem sido abandonado pela maioria. Ao passo que no Caminho Longo podemos massagear os egos ou termos nosso ego massageado, em vários graus e níveis de satisfações egocêntricas. Isto inicialmente seduz, depois derruba e decepciona.
Derruba e decepciona porque estamos numa outra fase, onde o novo objetivo não é mais egóico, mas sim anímico (da alma).

Estamos vivendo completamente defasados do tempo real.
Hilton

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O Caminho Breve - PB (1)

Continuação (1)

Obs.: Na sequência do temos estudado, iniciaremos nova série das questões levantadas por Paul Brunton, como forma de nos conhecermos melhor e termos novas opções para decidirmos o que fazer em nossa vida.
Toda vida, na sequência das vidas que vivemos, tem por objetivo criar oportunidades para que cada um se conheça e saiba explorar seu próprio potencial.
Muitas vezes pequenos insights vem através de informações que vamos conhecendo nos estudos, nas pesquisas, enfim na busca por algo a mais além da vida material.
Este é o objetivo destas informações, nos apresentar um mundo mais completo, mais subjetivo, pois vai além das formas, portanto  mais abrangente e  que nos traga inspirações, desperte nossa curiosidade para que possamos compreender melhor o objetivo de estarmos aqui.
Nem todos se sentem aptos a encarar estas informações, pelo simples fato de que muitos não tiveram oportunidade de acesso a estes conceitos. Desta forma esta é a oportunidade e caberá a cada um aceita-la ou não.
Paul Brunton, assim como  outros “filósofos inspirados”, expõem aspectos religiosos com grande discernimento e total ecumenismo.
A religião na nova era, na nova Terra, será integralmente filosófica, completamente diferente do formato atual, até porque os que prosseguirem estarão aptos a conhecer seus “segredos” e usá-los corretamente, sem explorar, escravizar ou enraíza-los em aspectos egocêntricos e egoístas.
Recomenda-se que as leituras sejam realizadas mais de uma vez, pois a cada momento um novo impulso que se apoiou no anterior, ressalta novos aspectos da mesma informação.
Uma informação contém várias “chaves” e cada uma delas abre novas “portas”. Não há precipitações, ou seja, será sempre uma porta na sequência da outra e seremos nós que ditaremos esta sequência.
Uma leitura desatenta, inoportuna, fora de hora, será pura perda de tempo, pois a “chave” em questão não se manifesta, a porta não se abre e o impulso não acontece.
A disciplina é uma regra inviolável para a vida em qualquer plano, em qualquer lugar, e dela sairá a ordem e a organização.
Assim que tudo funciona.
Aproveitem.
Hilton

O Caminho Breve
PB.

Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois. 
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

(1) O propósito imediato da encarnação e evolução humana é desenvolver uma verdadeira e plena autoconsciência em todos os níveis, do mais baixo ao mais elevado. O homem que não se conhece além do ego físico intelectual ainda é apenas semiconsciente.
PB.

Pois bem, de forma categórica, temos descrito o objetivo fundamental da nossa existência. Quem não percebe e se apruma para o desenvolvimento desta autoconsciência em todos os níveis (físico, mental, emocional e astral) , simplesmente percorre a marginal da vida.
Dificilmente este indivíduo sairá da sua ilusão. Poderá viver “n” encarnações sem perceber de fato seu objetivo de existência.
Assim ocorre, infelizmente, para a maioria da população terrena, que cria diversos objetivos para obter coisas perecíveis, finitas, esporádicas e inconsistentes. São inconsistentes, pois não levam a lugar nenhum e simplesmente somem, seja no transcorrer da vida ou na morte.
Por sua vez, o ego se torna o elemento mais importante na condução deste indivíduo, que percorre a marginal da vida, pois ninguém sobrevive sem motivos para existir.
Vive em altos e baixos, atropela, luta para motivar-se continuamente, sofre estados depressivos, pois a alma não aceita e não tolera que ele simplesmente viva por viver.
É semiconsciente, sonolento, intolerante, desequilibra-se com grande facilidade, desconfia sempre, adota o “acaso”, a “sorte” , o “azar” e o “toma lá dá cá” para suas efêmeras conquistas.
Esta situação cresce paulatinamente a cada vida vivida nas mesmas condições. É uma rotina árdua e desesperançada.

Quem nos tira desta situação?
Somos nós mesmos. Não há influencias externas para nos tirar desta situação.
É necessário um novo alento, uma nova onda de motivos e estes partem basicamente da fé (o desconhecido) para que impulsos internos possam acontecer e o indivíduo possa se redescobrir. Desta forma, o livre arbítrio foi respeitado.
Este alento, assim que consolidado, atrai fontes e padrões de energias elevadas e um processo de autoconhecimento começa a acontecer. Ele passa a perceber as “portas que vão se abrindo” e quanto maior o seu interesse pelo subjetivo, pelo sutil, numa espécie de seleção natural com as coisas materiais, eleva-se, percebe, separa, atenta, motiva-se.
Tornar-se outra pessoa e com serenidade encara os fatos da vida, pois sabe que o carma da humanidade é gigantesco.
Torna-se útil, mas passa sempre desapercebido pois sua integração acontece em níveis mais elevados, onde o humano médio ainda não alcança.
Quando se torna consciente de quem é e como pode ser útil, novas satisfações ocorrem e sem troca.
Neste novo compasso a vida, para ele, é encarada pela sua utilidade universal e não mais individual.

Eis o novo homem, o homem redescoberto e preparado para sua longa jornada evolutiva pelos confins do Universo.
Hilton

terça-feira, 29 de agosto de 2017

O Caminho Breve - PB

Obs.: Na sequência do temos estudado, iniciaremos nova série das questões levantadas por Paul Brunton, como forma de nos conhecermos melhor e termos novas opções para decidirmos o que fazer em nossa vida.
Toda vida, na sequência das vidas que vivemos, tem por objetivo criar oportunidades para que cada um se conheça e saiba explorar seu próprio potencial.
Muitas vezes pequenos insights vem através de informações que vamos conhecendo nos estudos, nas pesquisas, enfim na busca por algo a mais além da vida material.
Este é o objetivo destas informações, nos apresentar um mundo mais completo, mais subjetivo, pois vai além das formas, portanto  mais abrangente e  que nos traga inspirações, desperte nossa curiosidade para que possamos compreender melhor o objetivo de estarmos aqui.
Nem todos se sentem aptos a encarar estas informações, pelo simples fato de que muitos não tiveram oportunidade de acesso a estes conceitos. Desta forma esta é a oportunidade e caberá a cada um aceita-la ou não.
Paul Brunton, assim como  outros “filósofos inspirados”, expõem aspectos religiosos com grande discernimento e total ecumenismo.
A religião na nova era, na nova Terra, será integralmente filosófica, completamente diferente do formato atual, até porque os que prosseguirem estarão aptos a conhecer seus “segredos” e usá-los corretamente, sem explorar, escravizar ou enraíza-los em aspectos egocêntricos e egoístas.
Recomenda-se que as leituras sejam realizadas mais de uma vez, pois a cada momento um novo impulso que se apoiou no anterior, ressalta novos aspectos da mesma informação.
Uma informação contém várias “chaves” e cada uma delas abre novas “portas”. Não há precipitações, ou seja, será sempre uma porta na sequência da outra e seremos nós que ditaremos esta sequência.
Uma leitura desatenta, inoportuna, fora de hora, será pura perda de tempo, pois a “chave” em questão não se manifesta, a porta não se abre e o impulso não acontece.
A disciplina é uma regra inviolável para a vida em qualquer plano, em qualquer lugar, e dela sairá a ordem e a organização.
Assim que tudo funciona.
Aproveitem.
Hilton

O Caminho Breve
PB.


Paul Brunton introduz dois conceitos: O Caminho Longo e o Caminho Breve. O Caminho Longo foca o ego, e o Caminho Breve, o Eu Superior. Esta é a principal diferença entre os dois.
A Busca começa no Caminho Longo. O Caminho Breve vem depois. Com o tempo, caminhamos em ambos simultaneamente até que a meta – de estar completamente consciente de sermos o que inconscientemente já somos – seja atingida. 

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Que sou eu? (9) - Conclusão.

Obs.: Terminamos com esta 9ª informação, o tema “que sou eu”. A seguir iremos explorar outro tema de PB -- Existe um significado mais elevado? dando continuidade a esta série de informações importantes sobre nossas capacidades.
É um momento oportuno e fundamental, pois estamos no limiar de grandes alterações e ter pelo menos a informação da finalidade da nossa existência, nesta etapa da vida, pode fazer uma grande diferença em nosso posicionamento do que iremos enfrentar.
Hilton

Continuação (9)

Que sou Eu?

Que é um ser humano? Que sou Eu?

Sou meu corpo?
Sou a consciência comum do ego que tão bem conheço?
Sou uma consciência mais elevada, algo que ainda não conheça – embora muitas pessoas possam tê-la vislumbrado rapidamente?
Ou talvez eu seja alguma combinação deles?
Paul Brunton.

Pois bem, nesta nova série creio que poderemos nos conhecer um pouco melhor.
É muito importante nos conhecermos . Sempre nos voltamos para conhecer os outros com muitos detalhes, pois os julgamentos, as críticas e as vezes os elogios requer esta condição.
É interessante como mudamos de opinião continuamente sobre os outros. Isto decorre pelo fato de que não sabemos nada a nosso respeito, consequentemente muito menos em relação aos outros.
Se conhecer e saber o que sou, podemos ganhar muita amplitude.
Se nos concentrássemos em nos conhecer, creio que ficaríamos tão ocupados, que julgar, critica e elogiar os outros ficaria relegado a um segundo plano.
Obviamente somos um conjunto de corpos, de energias, de estados vibracionais, consciências, mas para muitos somos somente um corpo físico que ganha e perde vida.

Enfim creio que PB pode nos ajudar a nos conhecermos melhor e com isso, quem sabe, compreender melhor a sistemática da vida e errar menos.
Vamos em frente.

(1) Os pensamentos e sentimentos que fluem como um rio através de nossa consciência constituem o eu superficial. Porém, abaixo delas há um eu mais profundo que, sendo uma emanação da realidade divina, constitui nosso verdadeiro eu.
PB

Pois bem, vejam que PB nos alerta que na vida física nossos pensamentos e sentimentos provem do eu superficial.
Por ser superficial é completamente mutável, lida com opiniões, não se identifica com clareza e transita em cima de altos e baixos, mas é importante, pois através destas flutuações estamos aprendendo a discernir.
O certo e o errado já faz parte da nossa vida e do nosso aprendizado. Sem o egoísmo, que adotamos como princípio básico das nossas ações, seríamos excelentes aprendizes e estaríamos em outro momento que em nada iria se comparar com o atual.
Mas na nossa escolha, optamos por nos aprofundarmos no ego.
Hoje enfrentamos uma situação em que aquilo que acreditamos, pelo ego, não poderá seguir adiante. O ego não poderá mais compor a estrutura de opções que deveremos ter num futuro bem próximo, portanto chegamos no momento da “grande escolha”.
Admitir a presença de um eu profundo, ou Eu Superior, e que dele emana realidades e não ilusões, é um passo importante.  
Mas, isto tem reflexos significativos em nossa vida cotidiana, pois ao deixarmos de ser egocêntricos, teremos de ser altruístas e estas posições são completamente opostas.
Portanto, seguir adiante no processo evolutivo exige a solução deste impasse e caberá a cada um discernir o que mais lhe convém.
Eis o grande desafio da época que estamos vivendo.

(2) O que comumente pensamos que constitui o “eu” é uma ideia que muda de ano a ano. Este é o “eu” pessoal. Mas o que sentimos mais intimamente como sempre presente em todas essas ideias diferentes sobre o “eu”, ou seja, a sensação de ser, de existir, nunca muda mesmo. É isto que é nosso verdadeiro e permanente “Eu”.
PB

Pois bem, somos extremamente mutáveis e nos imaginamos de forma diferente em cada momento, em cada movimento da vida, em cada circunstancia dos acontecimentos. Isto acontece face ao nosso emocional que varia intensamente, bem como a personalidade que não se formou adequadamente aos “tempos do planeta”,  entre a puberdade, adolescência e a fase adulta.
Há de se considerar que modelos de personalidades exercidos nas vidas passadas, podem gerar certas influencias (positivas ou negativas) em certos momentos da vida atual, complicando ainda mais o indivíduo que não tem um certo equilíbrio conquistado.
Vejam como a correta educação de uma criança é essencial, fundamental, para que o embrião da personalidade em formação, comece a relevar aspectos elevados da nossa vida, mas vemos hoje que a família administra muito mal estas considerações, relegando a terceiros (babás, escolas, vizinhos, além de outras opções que nem devem ser mencionadas)  o que deveria ser fundamental. Cabe ressaltar o fato de que poucos são os casais e as famílias preparadas para formarem novas gerações para o processo evolutivo da raça humana.
Percebe-se que a educação se resume ao bem estar material, enquanto o espiritual é relegado ao 5º lugar (não foi chutado!), na melhor das hipóteses, em muitos lares da sociedade mundial.
Não se percebe, mas uma criança com fome sendo “alimentada espiritualmente” pode chegar a suprir necessidades físicas, em especial onde a carência é extrema. Os milagres se manifestam sempre, mas na maioria das vezes os impedimos de atuar.
Parece que ter um filho é “legal”, mas depois incomoda e atrapalha as ambições no materialismo.
Temos muito que aprender sobre o ser humano.
Outro aspecto relevante é o fato de nos identificarmos quase que exclusivamente com os fatos da vida material. Sejam estes positivos ou negativos, exercem forte influência em nosso “eu pessoal”. Vemos, nesta condição, uma separação muito grande do conjunto que formamos: corpo (físico + espiritual), pelo corpo físico pensante, somente.

Como diz PB, somente a sensação de ser, de existir seriam motivos suficientes para buscarmos o “algo a mais” no milagre da vida.

É o verdadeiro Eu que anima a vida no corpo físico, pois sem este o coração deixa de bater, o pulmão de receber ar, o sangue de circular, ou seja o corpo físico não funciona, fica inerte, apodrece, se desfaz. A morte é a separação do “Eu Interno” do “eu externo”, pois somos, na pura concepção da existência, o Eu Interno.
Os eu(s) externo(s) se formam na medida da necessidade de experimentarmos a Criatividade da Vida ao longo da nossa caminhada pelas várias moradas do Universo.
A jornada com um corpo físico precisa reconsiderar estes aspectos, senão não há motivos para existirmos, pois nesta fase na 3ª dimensão, é só confusão, atropelos, carências, pouquíssimas alegrias e no máximo algumas paixões. É pobre demais para ser só isto.
Pena que muitos se dão por satisfeitos e veem isto como sendo “normal”.  
É um grande desafio para a época atual, conceber tais definições, pois a vida material vem se tornando cada vez mais voraz, competitiva e sangrenta.

Aceite este desafio  e corra o “risco” de mudar, ou viva sua vidinha cotidiana com as migalhas de eventuais satisfações.  

(3) Aquele elemento em sua consciência que lhe permite entender que ele existe, que o faz pronunciar as palavras “Eu Sou”, é o elemento espiritual, aqui chamado de Eu Superior. É realmente seu ser básico pois as três atividades de pensar, sentir e querer são derivadas dele, são ondulações se espalhando para fora dele, são atributos e funções que a ele pertencem. Mas como nós habitualmente pensamos, sentimos e agimos, essas atividades não expressam o Eu Superior porque elas estão sob o controle de uma entidade diferente, o ego pessoal.
 PB

Pois bem, reforçando o que temos comentado em informações passadas, vejam que neste pensamento PB deixa bem claro como vivemos, quase que essencialmente em função dos mandos e desmandos do ego pessoal.
Nesta situação as emoções são dominantes e os sentimentos negativos podem aflorar com bastante intensidade tornando certas ações insanas e sangrentas.
O ego pessoal tem como premissa uma Lei que adotamos, a Lei do Egoísmo manifestada na sedução do ser, ter e poder, que foi nos ofertado pelas forças involutivas e ainda não saímos desta intensa trama.
Esta sedução foi habilmente reforçada com as ilusões e falsas promessas, mas mesmo assim nosso discernimento não foi suficientemente independente para renunciar.
O ego pessoal, à cavaleira, recebe do Eu Superior o ato de pensar, sentir e querer, mas rearranja para que nossos comportamentos continuem reforçando os aspectos ilusórios da vida. Faz  isto de forma muito simples, ao nos manter focados nas ambições e na ganancia que a Lei do Egoísmo manifesta.
A Lei do Egoísmo é uma lei divina e neste momento estamos usando um dos aspectos que ela possui, obviamente o mais rudimentar,  justamente para aprendermos e superarmos, pois para quem no futuro irá criar este é um dos aspectos a ser aprendido.

Tínhamos de aprender, saber conviver e superar este aspecto rudimentar desta Lei, para alcançar os aspectos mais elevados, mas paramos no primeiro aspecto e ali permanecemos.
No futuro, sem o livre arbítrio, os outros aspectos desta Lei serão revelados e a humanidade poderá suplantar o que hoje não consegue. Tudo é aprendizado, e na fase atual doloroso.
Na admissão da nossa real composição física-espiritual, compreenderemos melhor pois o conhecimento injeta “energias de deslocamentos ascensionais”, na medida que nos tira da ignorância sobre quem somos, de onde viemos e para aonde vamos.
Na fase atual, “para aonde vamos” deve ser o foco.
Na transição planetária em curso, onde o caos na matéria estão às portas, esta pergunta “para aonde vamos” deve ser essencial, pois poderá ajudar na maior e mais profunda decisão que iremos tomar deste os primórdios da raça humana na Terra.
A superação do ego pessoal acontece na medida que nos instruímos e substituímos valore menores por valores maiores, preconceitos por novos conceitos, desequilíbrio por equilíbrio, medo por paz e tranquilidade, egoísmo por altruísmo, enfim a instrução nos leva a mudanças essenciais de comportamentos e isto nos aquietará.

Mude. É o momento e este momento também passará.                                                                                                                                                                                                                                           

(4) A verdade é que este segundo eu – ou melhor, a percepção de sua presença ficou trancada por tanto tempo que viemos a considerá-lo como inexistente e os sinais de sua experiência real como alucinações. É por isso que a religião, o misticismo e a filosofia têm de travar uma batalha tão árdua nestes tempos, uma batalha contra a inevitável incredulidade humana.
PB

Pois bem, PB cita a que ponto chegamos, onde as experiencias reais do Eu Superior ou Eu Interno, como temos chamado, viraram alucinações.
Desta forma, deletamos várias experiencias extra corpóreas, por considera-las como sendo alucinações, transe, sonhos.
Hoje poucos são aqueles que distinguem uma experiencia  real de uma alucinação. De certa forma, quase tudo tem sido encarado como alucinação por vivermos tão intensamente na mentira e na falsidade.
Este estilo de vida que adotamos onde ninguém é confiável, joga uns contra os outros e imputou o conceito de julgamento. Julgamos pelas aparências e sempre erramos.
Esta forma de se viver teve estes reflexos negativos na confiabilidade das inúmeras experiências internas que todos passam ao longo da vida.
No passado isto foi tão marcante que a forca e a fogueira eram utilizados para indivíduos "alucinados".

É preciso superar estas ilusões, as mentiras, os medos, para podermos aceitar os recados insistentes que recebemos do Eu Superior e aplica-los na vida pratica.
Raríssimos são os indivíduos que confiam nas próprias experiencias extra corpóreas e as aplicam na vida física. A maioria não quer se expor para não ser classificado, nitidamente preocupado com as aparências e o seu ego.
A ajuda de alguém mais desprendido, neste aspecto, poderia ser muito esclarecedor e oportuno, mas o ego não permite.

Nos próximos momentos, onde perderemos TODAS as referências, seria essencial que a intuição via Eu Superior tivesse presença marcante em todos, pois o resto estará desmoronado ou desmontado na fase aguda da transição planetária.
Creio que poucos irão se atentar para isto, mas o recado está dado.

(5) O ser humano é como um ator que ficou tão envolvido com a interpretação de seu papel que esqueceu sua identidade original. Isso efetivamente o impede de lembrar quem e o que é.
PB.

Pois bem, de forma clara PB nos alerta para a postura que adotamos face nosso profundo envolvimento com o mundo das ilusões.
Nos perdemos, nos confundimos e hoje trocamos as verdades pelas ilusões.
Este distanciamento do mundo espiritual, aquele que é o único que continua, nos fez focar somente nas ações materiais como se só estas existissem e fossem as únicas necessárias.
Hoje nos identificamos pela carteira de identidade ou passaporte, como se isto bastasse para saberem e sabermos quem somos. Outros além disto, adoram exibir títulos, diplomas, especialidades, doutorados e outras manifestações de vaidades a título de se posicionarem acima de alguém, mas de fato não sabemos quem e o que somos.
Ora, como podemos ir para outro lugar sem sabermos o que somos e o porquê deste outro lugar?
Neste momento, nesta virada cíclica planetária, seremos conduzidos, se por opção quisermos continuar nossa escalada evolutiva, mas no futuro teremos de saber quem somos e o que viemos fazer aqui.
Infelizmente, muitos ainda não tem esta noção ( da mudança cíclica planetária), o que tornará ainda mais difícil suas escolhas. No entanto, a Providência Divina vem atuando para que na religiosidade, a opção certa possa se manifestar e os indivíduos com determinado potencial espiritual possa seguir adiante.
A religiosidade é crucial nestes momentos de definição, pois a fé age em nome do potencial máximo que aquele indivíduo pode expressar. Isto bastará para que seja conduzido e reconquiste o caminho ascensional.

“Os indivíduos mais conscientes, como vocês, podem nestes momentos cruciais ser o exemplo para a tomada de decisão do caminho ascensional de muitos,  por isso de tanta assistência.
A responsabilidade de vocês é imensa e ninguém pode esmorecer. É preciso buscar arduamente tudo o que converge para este caminho, pois na medida que forem  aprofundando-se mais responsabilidades são atribuídas a cada um”.

Temos de estar conscientes destes “recados” pois a vivencia aqui na Terra ainda se manifesta em formas de grupos para indivíduos que se destacam. Infelizmente os destaques sempre tiveram tendências negativas para o desenvolvimento e a amplitude da consciência, ao passo que no plano material o desenvolvimento ocorreu mas foi sempre predatório.
Enfim, dada a devida atenção para estes assuntos, a consciência amplia-se e novos fatores manifestam-se na consciência do indivíduo que se coloca a Serviço.

(6) Este estado benigno é um passado do qual caímos ou um futuro ao qual nos dirigimos? A verdadeira resposta é que não é nenhuma deles. Este estado sempre existiu dentro de nós, existe agora, e sempre existirá. Está conosco eternamente simplesmente porque é aquilo que realmente somos.
PB.

Pois bem, PB nos diz que esta indefinição do “que sou eu”, sempre existiu, existe e sempre existirá.
Esta falta de definição aparente, faz parte da nossa concepção como Ser, promovendo avanços contínuos na evolução deste próprio Ser.
De forma geral, nunca seremos eternamente o que somos, pois há um continuísmo na escalada evolutiva.
Na fase que nos encontramos, ainda bem rústica em termos evolutivos, temos de promover e perseguir esta busca pela evolução, por isso de tantos esforços.
Estamos sobrevivendo no plano material com grande esforços e em certos momentos com sangue, suor e lágrimas. Todas nossas conquistas exigem esforços extremos, luta, dedicação, busca, sacrifícios.
Este formato de evolução está nos moldando para outros formatos em que estes esforços que nos mantem vivos hoje, não sejam mais necessários.
A nova era na nova Terra abrigará a nova humanidade, em cima de novos padrões de sobrevivência que cessará os esforços para manter-se vivo fisicamente.
Viver no plano físico, no futuro, não exigirá da nossa parte nenhuma demanda de esforços físicos, deixaremos de lutar para sobreviver. Obviamente viveremos numa nova Terra, pacifica, equilibrada com a Natureza e alinhada com as forças evolutivas.
Será completamente diferente do que hoje ocorre.
Mas, o formato destes tempos que nos coloca numa luta crucial para sobreviver, está nos moldando para o próximo futuro, ou o próximo ciclo da Terra.
O ideal seria que todos tivessem esta consciência e trabalhassem para que esta fase fosse vivida com harmonia, mas cedemos para o egoísmo e deturpamos a base embrionária do nosso modo de vida atual, fazendo com que sua sequência fosse igualmente deturpada e com lutas intensas.
Precisamos avaliar, neste momento, agora, estas possibilidades da nova vida futura. Desejá-la ardentemente, colocando toda nossa estrutura de fé é agir dentro de padrões que se alinham com isto.
Esta manifestação tem um poder inimaginável em nosso Ser que nos destaca e nos candidata, numa autoconvocação para o que virá.

A não ser que estejamos satisfeitos com o formato da vida  atual, candidatar-se para a nova era exigirá movimentos contínuos imaginando no que virá e no que será.
De cara, aquilo que consideramos como ilícito, errado, nefasto, deve ser abandonado e novas posturas devem substituir as atuais.
As mudanças ocorrem, ou melhor, só ocorrem se as promovemos em nós mesmos. Não há que se depender de alguém , de estruturas externas, de leis, de ações de terceiros, de condições externas, pois cada um em si mesmo é o próprio universo.    

(7) O Eu Superior é um termo do qual a experiência passada não pode fornecer nenhum significado. Mas talvez você tenha tido momentos estranhamente belos nos quais tudo parecia estar tranquilo, nos quais um mundo etéreo do ser parecia muito próximo a você. Bem, naqueles momentos você foi elevado ao Eu Superior…
PB 

Pois bem, como cita PB, o Eu Superior é um eterno presente, onde passado e futuro não existem.
Para nós ainda é inconcebível esta condição de eterno presente, uma vez que vivemos numa profunda ILUSÃO. Portanto este não é nosso foco neste momento.
Se atentarmos para momentos especiais que acontecem conosco, onde certa magia nos envolve, nos dá plena satisfação, onde tudo “desaparece” e de repente é você com você mesmo e nada mais importa, significa que fomos contatados pelo Eu Superior. Como cita PB, fomos elevados ao Eu Superior e nestes pequenos momentos sentiremos o “eu sou”, veremos o universo pulsando em nosso coração e nada mais importa.
São pequenos espasmos que se não acontecessem não existiríamos, pois nossa fonte eterna da vida é o Eu Superior.
Podemos dizer que nestes momentos mágicos, vislumbres acontecem, impulsos ocorrem, ideias geniais se manifestam, enfim a vida se redefine, se realinha e portas se abrem para novas oportunidades.
Mas, confundimos estes momentos mágicos com uma origem mental, com a personalidade, as ideias de alguém, quase como uma intrusão, pois poucos praticam o exercício da fé.
Sem estes espasmos, esta magia, não existiríamos, mas concretizamos (concreto, tipo: ferro + cimento)  na mente que este fenômeno não existe e tudo deriva do plano material, da mente, da personalidade, da intelectualidade e coisas do gênero.
Concretizamos ao ponto de desconsiderar nossa origem ou limitá-la a partir do “parto até a morte”. Isto é tão forte e presente que só damos atenção a estes diminuto e insignificante (perto da eternidade) tempo de vida material. Então, para a maioria, tudo se resume ao que acontece no mundo das formas.
Nos distanciamos a tal ponto que esquecemos, inclusive, porque existimos.

Este é o momento da retomada, de “fazer as pazes” com o Eu Superior, de prestar atenção na sua magia, nos seus impulsos, pois é a única forma de continuarmos na cadeia evolutiva da raça humana da Terra na sua nova fase, na nova era.
Claro que ninguém deixará de existir, mas refazer o mesmo caminho já percorrido, deve ser extremamente exaustivo e maçante.
Esta retomada exigirá nossa atenção nas coisas sutis, nas percepções intuitivas, nos detalhes, nas pequenas coisas que passam diariamente e não temos dado a menor bola.
Nossa mente e nossos pensamentos ficam tão focados no plano material, em especial na ganancia de “ter” e de “ser” que fechamos os olhos para o cerne da existência, da vida, do universo.
Há poucos dias o universo nos brindou com um eclipse solar. Será que alguém reparou na grandiosidade deste efeito e nas suas influencias sobre nossas vidas ou prestamos atenção somente ao espetáculo sem, inclusive, considerar a grandiosidade do fenômeno no nosso sistema solar.   
Temos sido desatentos, esparsos, confusos, nos preocupando somente com mesquinharias, pois desconsideramos o plano de vida traçado por Deus para cada um de nós.
Nada é aleatório, ao acaso, por sorte ou azar, e tudo tem um amplo e complexo significado. Descobri-lo é a nossa meta de vida e o que consideramos como negativo são ajustes, ou retomadas, ou realinhamentos, ou experiencias que precisam ser concluídas corretamente, portanto quanto maior a resistência que colocamos maiores serão as dores.
É simples assim.  

(8) Esta é a essência permanente de um homem, seu verdadeiro eu em contraste com sua pessoa efêmera. Quem quer que entre em sua consciência entra na atemporalidade, uma experiência maravilhosa onde o fluxo de prazeres e dores chega ao fim com absoluta serenidade, onde os arrependimentos acerca do passado, a impaciência com o presente e os medos do futuro são desconhecidos.

Pois bem, PB descreve algumas da inúmeras características que é o contato com o Eu Superior, em especial a ausência do tempo.
Prazeres e dores chega ao fim.
Aparentemente a perda de prazeres pode ser algo ruim, mas na realidade mudamos de patamar e as sensações de prazer vão para outra escala de valores, que nada se assemelha ao que aqui sentimos.
Por exemplo, o ato sexual na concepção de um novo indivíduo é prazeroso mas o parto, doloroso, ou seja, temos sempre a contrapartida da dualidade da vida, portanto o prazer de certa vem sempre acompanhado pela dor.
Isto muda completamente, até porque nossas escalas de valores e referencias passam a ser outros, completamente diferente dos atuais. Neste momento são absolutamente desconhecidas, pois não se alinham com as vibrações que emitimos.
Mudando esta escala vibracional, que se sutiliza e se desapega da materialidade, uma nova forma de se viver se manifesta.
A Terra já acolhe indivíduos desta natureza, mas são os que procedem de outros mundos e estão aqui, em sacrifício,  para acompanhar a grande virada planetária.
Crer nisto é uma questão de fé.
Aliás ainda lutamos pela sobrevivência porque todos os seres humanos, sem exceção, sentem esta possibilidade. Claro que a maioria não percebe este sentimento que os faz viver, mas ele é presente, forte, intenso e motiva nosso continuísmo. Sem ele, desistiríamos.
No entanto, se formos atentos a tudo que vem sendo revelado, podemos mudar muitos parâmetros que temos adotado e que não servem para mais nada, pois passaram do tempo que deveriam atuar.
De certa forma, somos uma humanidade completamente defasada do tempo cronológico do nosso sistema solar, estamos atrasados, nosso relógio parou de funcionar, pois nada de novo surgiu (nesta escala de valores) desde os tempos que adotamos a energia do egoísmo para sobreviver.
Haverá na nova era um período de adaptação em que ajustaremos nosso tempo, o tempo da humanidade com o tempo deste sistema solar e em seguida com o tempo universal.
Deus, pacientemente, nos aguarda e nos estimula para este alinhamento.
Tomara que consigamos.   

(9) Por ter acesso a essa fonte interior, a pessoa poderá viver a mais solitária das vidas mas sem estar desprovido de amor. A alegria e o calor de sua eterna presença habitarão com ele.
PB.

Pois bem, o Eu Superior preenche inúmeros vazios que sentimos.
O que temos feito, erroneamente, é tentar preencher estes vazios com cargas emocionais que na maioria são conflituosas, passageiras,  contrarias às Leis e a Vida, mantendo estados ilusórios que preenchem e esvaziam continuamente. É insaciável.
Isto nos tira energias, entre elas a energia vital, aquela que ganhamos ao nascer e quando expira, morremos. Perde-se, ou troca-se energia vital pessoal por estados emocionais passageiros e na maioria conflituosas, por isso que adoecemos constantemente e envelhecemos tão rápido.
Quando apreendermos a lidar com as energias universais, as utilizaremos sem perda da própria energia vital tornando nossa vida útil e saudável para o meio e para si próprio.
O Eu Superior emana as energias diversas, além da vital, sendo que a energia vital não é reposta, pois ao gerar a vida no indivíduo, a que foi fornecida é suficiente para que alcance suas metas evolutivas e cumpra suas experiencias programadas ao longo do destino. As demais, sabendo usá-las são infinitas e abundantes e podemos utiliza-las sempre que o Serviço e as Tarefas são necessárias, e nos voluntariamos.

A solidão é um estado de ser necessário, pois libera espaço para ser preenchido com alegria, o amor e a eterna presença.

Não tem nada a ver com a solidão que sentimos, pois esta provem do fracasso na realização da maioria das experiencia que nos submetemos, por estarmos despreparados para enfrenta-las.
Tais experiencias seguem uma ordem e uma organização estabelecida pelo destino ao reencarnarmos, mas o tempo que decorre até seu surgimento, desperdiçamos om as ilusões e não nos preparamos para realiza-las.
O tempo dedicado aos nossos atropelos no plano da matéria é imenso, ao passo que o dedicado ao plano do espirito é insignificante. Este é o “estado de ser” que temos vivido ao longo de todas as eras, com um profundo continuísmo nesta imensa confusão mental.
A vida planetária irá se “enfurecer”, no sentido de que as energias negativas que usamos em nosso método de vida material (no egocentrismo), se transformará em energia dinâmica potencializando as forças da Natureza. Desta forma, pretende-se anular o que foi gerado ao longo das eras de forte agressividade contra os reinos da superfície terrestre.
Não existe este conceito que temos de vingança, mas sim de que sempre haverá um equilíbrio compensatório, via forças cármicas, do que foi gerado indevidamente. Sendo assim prevê-se magnitudes jamais sentidas no planeta Terra desde sua formação.
É tempo de introspecção, de reflexões, de elevarmos os estados espirituais, de entrega, de voltar-se para o que realmente é importante.
Nunca formos e nunca seremos abandonados.

Acolha-se a seu Eu Superior, reveja as escalas de valores, dedique-se que que realmente importa, simplifique, desapegue-se, não se distraia, não acumule, alinhe-se na fé (no desconhecido) e assim será conduzido.

Eu sou o próprio Universo, a Vida total, a simplicidade e o amor. Sou o Criador e a criatura ao mesmo tempo.

Estou me descobrindo e em cada etapa, tudo ficará mais claro.    
Hilton