sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Passos Atuais 239a Parte. O saber supera todas as demais necessidades.

És convocado ao serviço, à entrega e a superação de fronteiras.

Figueira.

Pois bem, o individuo que consegue superar desejos e aspirações pessoais, irá compartilhar.

O compartilhamento é o um estado de evolução.

Quando compartilhamos conhecimento, experiências, alegria e fé, somos vetores da centralização de impulsos e energias evolutivas. Estes impulsos e energias veem à Terra com o intuito de preencher o que está escasso e necessário, para que o ser humano consiga dar seus saltos evolutivos.

Atualmente os homens estão carentes destes impulsos, não pelo fato de que estes pararam de ser emanados e sim pelo fato de que não os tem alcançados.

Estamos bem abaixo do patamar evolutivo previsto para estes tempos e esta defasagem tem dificultado este acesso. Mas, não é um aspecto impossível de ser superado. Continuamos a ter enorme versatilidade e grande capacidade de “crescer” rapidamente, mas é preciso vontade, determinação, coragem e fé.

Temos nos mantido neste ranço de desgraças, de pessimismo impondo cada vez mais, limites para superar o que tem sido considerado pelas mentes pequenas como insuperável.

É preciso confiar. Confiar é o principal impulso da fé.

O plano material está perdendo os últimos resquícios da criatividade por ter partido de bases erradas, bases egoístas, individualistas, com foco e determinação nos lucros, na exploração, no controle, quando aquilo que vem de Deus é para ser distribuído e se assim for feito, muito mais virá.

Desacreditamos no potencial das forças divinas e confiamos demais nas nossas parcas e miseráveis possibilidades. Hoje nos encontramos limitados, confusos, trabalhando intensamente por tentativa e erro, gerando dados estatísticos alarmantes dos insucessos conquistados. Cada vez mais o limite das possibilidades humanas estará escancarado, pois os tempos atuais são tempos de transição planetária.

Temos dado elevado grau de confiança em experimentos científicos, sem a devida base, pois não se considera a parte espiritual da qual somos compostos, manipulando códigos genéticos sem noção do que isto pode e deverá ocasionar no futuro, em termos de danos aos corpos materiais. Provavelmente esta será outra grave herança que será deixada pela humanidade da fase atual.

Não estamos esquecidos por Deus, mas estamos, orgulhosamente, exercendo estados de ignorância sobre a criação divina, por não permitir, com o livre arbítrio, que a ajuda divina se manifeste.

É preciso rever posições, posturas, exercer a fé, confiar, informar-se mais, conhecer mais sobre nossa efetiva e real composição física-espiritual para que as ações humanas possam superar as necessidades.

Sem ater-se ao conjunto físico-espiritual, nada poderá ser efetivo e evolutivo, mas sim passageiro e decepcionante.

 Estamos numa grande encruzilhada, a do saber, e as próximas fases mostrará ser isto relevante e essencial para que as barreiras do caminho evolutivo possam ser superadas.

Haverá um momento em que todas as providencias serão decepcionantes e inócuas. Quem sabe precisaremos deste momento para reconsiderarmos a necessidade de nos conhecermos por inteiro e não mais pela metade.

É interessante como todos os “recados vindos do Céu”, em todos os tempos, sempre recaem sobre a mesma dificuldade que enfrentamos desde o inicio dos tempos, nos conhecermos.

Para cada fronteira a ser ultrapassada, um grau do saber sobre si mesmo e sobre a existência deverá ser manifestado, todo o resto se tornará inexpressivo, ultrapassado e inútil.

Enfim os tempos são eternos e caberá a cada um decidir-se em que momento se abrirá para o exercício da fé, da entrega e do verdadeiro saber.

Os bons tempos são definidos pelo crescer no autoconhecimento de si próprio. (mensagem de Trigueirinho para este texto)










domingo, 20 de dezembro de 2020

Passos Atuais 238a Parte. Atributo original.

 

És portador da chama que deve espargir o Bem.

Figueira.

 Pois bem, eis uma afirmação que devemos incorporar como parte dos nossos atributos.

Fomos educados e convencidos que não somos merecedores de atributos divinos. As religiões e a sociedade em geral, negam que o homem tem acesso a tais possibilidades.

Este grave erro nos condicionou a esquecer inúmeras percepções que tínhamos no “princípio”, da qual se utilizados com frequência e continuidade, poderiam abrir o único caminho que temos de percorrer, o da evolução espiritual.  

Perdemos ao longo do tempo, pela falta de fé, pela falta de uso, pelo ceticismo e descrença, de que compomos a divindade e temos a capacidade de utilizar seus atributos. Isto provocou inúmeras tendências negativas, separatividade, comportamentos distorcidos das Leis e o pior, a capacidade de compreender a vida como ela realmente é. O mundo da ilusão veio e preencheu esta lacuna.

Este espaço vazio foi ocupado pelo egoísmo, provocando a ganancia, a competitividade e acentuando os sentimentos negativos como a agonia, a desilusão, a mágoa, a covardia, entre tantos outros, despedaçando a integridade do homem em “mil pedaços”, que agora precisam ser juntados para nos recompormos e evidenciarmos a divindade que habita o coração de cada um.

 É um esforço grande, mas não é impossível e pode ser feito, mas exigirá uma auto renovação de conceitos, de princípios, de pensamentos e atitudes que, após dado o primeiro passo, será amplamente estimulado por impulsos da Origem.

Portanto, somos todos portadores da chama que deve espargir o Bem, e o Bem será exercido de acordo com a necessidade.

O homem atual faz uso do seu intelecto e se considera astuto e esperto por exercer este procedimento. No entanto, não percebe quão pobre e pequenas são as atitudes manifestadas pelo intelecto sob a influencia da personalidade. Somente a dúvida em admitir a vida cósmica, nos coloca aquém da base dos princípios primordiais da existência.

Por isso de tantas divergências, opiniões, contradições, inconclusões e atitudes irresponsáveis, pois o fato de nos distanciarmos dos impulsos divinos nos mantem desatualizados e à mercê de forças involutivas. Estas se alimentam das nossas divergências, dos nossos conflitos, dos nossos medos, sendo assim temos oferecido um verdadeiro banquete pelo tanto de energias conflituosas e por tantos desafetos que se formou na convivência social entre pessoas, entre povos e nações.

 Possuímos toda a divindade, todos os aspectos da Criação e do seu Criador. Isto é fato, fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Mas, entre tê-los e usá-los há uma enorme distância.

É preciso, em primeiro lugar, nos convencermos de que possuímos este lado divino, e depois procurar compreende-los, para em seguida utilizá-los.

Nos convencermos deste lado divino é a parte mais difícil. Fomos por eras, por encarnações, convencidos do contrário. Vejam, é muito comum nos centros religiosos, seja de qual for a religião, as divindades estarem representadas no alto, distante, de forma quase inacessível, quando na realidade “as” temos ao nosso lado, ofertando-se sempre para disponibilizar aquilo que poderemos utilizar se mostrarmos a devida sabedoria e equilíbrio para isso.

 A auto renovação é a base para descobrir o modo correto de se viver e isto exige um realinhamento de ideias, princípios, conceitos e muita disposição. Incialmente a coragem de mudar, em seguida colocar em pratica o que acredita e assim criar um novo estilo de vida. Com o tempo esta nova postura “tocará o coração”, daí em diante seremos conduzidos e assim manifestaremos a chama do Bem.

Todos tem esse direito e todos, mais cedo ou mais tarde seguirão este caminho, pois ele é único, portanto,  em algum momento isto irá começar.

 Sedes portadores da Luz e não mais conduzireis, sereis conduzidos. (mensagem de Jesus para este texto)