Pensamento
do dia, sexta-feira, 24 de julho de 2015
"A
todo instante, e não apenas nos ditos "momentos de oração", o Bem
deve ser afirmado."
Trigueirinho.
Pois
bem, o tema refere-se aos aspectos positivos que deve ser afirmado e confirmado
o tempo todo.
Estes
aspectos variam de pessoa para pessoa, em face dos diferentes níveis de
consciência que há entre todos, portanto, não existe conceitos estanques ou
regras definidas, cada um deve idealizar o que considera "do bem" ou
"do mal" e agir segundo suas crenças, ideologias e parâmetros.
O
importante disto tudo é a pré disposição continua e constante de permitir que o
"novo" sempre aconteça em você.
O
que sabemos ainda é muito pouco e bastante rudimentar, portanto, permitir que o
"novo bem" seja incorporado ao “bem conhecido” é o caminho ideal.
De
certa forma, temos de admitir nossa real ignorância e nos abrirmos quando nosso
coração sente que uma nova verdade vem se aproximando.
A
fé é um instrumento fantástico, neste aspecto, pois permite esta aproximação e daí
em diante podemos ser "direcionados" para estados de compreensão mais
elevados, mais complexos e autênticos.
Admitir
o desconhecimento e ter a humildade de permitir que nos atualizemos é
fundamental.
Daí
a orientação, que tem sido constante, de nunca nos prendermos a dogmas,
conceitos, preconceitos e ideias fixas, pois o processo de atualização, neste
momento, tem sido incrivelmente veloz.
Nunca
houve tanta abertura, tanta orientação e tanto auxilio, do Plano Maior, como
nesta etapa final deste ciclo que se finda, pois como almas individualizadas
temos a grande oportunidade de nos consagrarmos como seres sagrados, como será
a Terra, em breve.
Quando
oramos, somos, digamos, bonzinhos e nossas aspirações elevam-se, portanto,
viver em constante oração pode ser uma forma de auto disciplina de ingressarmos
neste processo de crescimento mental, emocional e espiritual.
Teu
primeiro sinal, nesta fase de elevação, é o domínio sobre suas emoções.
Claro,
que não iremos conseguir controle absoluto, mas quanto mais tempo conseguirmos
manter o controle sobre nossas descargas emocionais, mais estaremos próximos do
nosso ponto de equilíbrio.
Assista
a vida como um telespectador numa sala de cinema ou na televisão.
Não
se sinta parte do enredo, mas se sinta como um observador.
Isto
poderá livra-lo de muitas ações negativas.
Assim
como no cinema, a vida atual é pura ilusão de ótica, para mentes que ainda não
conseguem compreender o lado real e verdadeiro da vida universal.
Por
enquanto somos assim, mas neste processo de aprimoramento e seguindo estas
orientações, estas ilusões serão cada vez menos pesadas e menos tensas, gerando
maior capacidade de equilíbrio.
Vamos
refletir sobre isto e pensar bastante, como poderemos nos enquadrar nas
orientações que temos recebido.
Gratidão.