sexta-feira, 11 de março de 2016

Paz e liberdade - distantes?

Pensamento do dia 11.03.2016

Somente em Deus e pela supremacia do Espírito podemos fruir uma perfeita Liberdade.
Sri Aurobindo.

Pois bem, creio que são duas coisas que temos almejado o tempo todo: paz e liberdade.
Uma está associada à outra. Não há paz sem liberdade e não há liberdade sem paz.
Nos iludimos de que dependemos de coisas e pessoas para alcançar estes dois, digamos, sentimentos, paz e liberdade.
Isto ocorre porque, como sempre fazemos, materializamos este conceito de paz e de liberdade.
Materialmente somos muito limitados e oprimidos em seguir as limitações que o corpo e o meio ambiente nos imputam.

Tanto a liberdade como a paz são estágios de evolução a serem alcançados, com mais plenitude e isto se dará numa próxima etapa do ser humano na nova Terra.
A paz e a liberdade são sentimentos crescentes e serão cada vez mais intensos na medida que formos nos desmaterializando. Isto não significa que teremos de ser imateriais para alcançarmos a paz e a liberdade, mas temos de nos desligar um pouco mais das ilusões do plano material, para alcançarmos os primeiros impulsos destes sentimentos.

A maioria da população terrestre, quem sabe do tipo 99, 99%, não sente nenhuma paz e nenhuma liberdade pois se encontra completamente condicionada às ilusões das “necessidades” da matéria.
É preciso um grande esforço para aprendermos a viver com aquilo que o Plano Divino irá nos suprir, em face das nossas reais necessidades e não das supostas necessidades que, ilusoriamente, julgamos ser imprescindíveis.

Esta adaptação virá compulsoriamente nos momentos das grandes atribulações deste final de ciclo, quando tudo poderá faltar e teremos que acreditar no que hoje consideramos impossível.
Será uma lição fantástica e marcante.

No entanto, para aqueles que conseguem alcançar uma certa lógica e coerência nestas informações, isto poderá ser praticado de imediato, onde a fé será a energia  que apoiará esta associação - matéria com espírito.
Matéria não se separa do espírito e vice-versa, mas a maioria da população separa o que é inseparável e imprescindível para vivermos como um ser completo.

Vamos refletir sobre isto. Vamos nos aproximar cada vez mais destas informações, pois no momento que tivermos alguns vislumbres de paz e liberdade, teremos uma nova visão sobre a vida.

Hoje vivemos por demais ocupados, atarefados, cumprindo metas e objetivos que vão se perder ao longo do tempo e da idade. Não trabalhamos o imprescindível, somos emocionalmente muito instáveis, nos ofendemos por tão pouco e com isto limitamos relacionamentos, insights, expansões, pois a amargura e a ofensa adoram ocupar grande parte do nosso ser.
Alimentamos isto com voracidade, nos torturando continuamente.
No melindramos com pessoas, com posições, com atitudes, mesmo sabendo que cada um de nós encontra-se num nível de consciência, tem um carma e um destino definido, pois partimos da premissa que estamos sempre certos.
Alimentamos medos e nos torturamos com isto, pois nossa fé é frágil e esta fragilidade alimenta-se continuamente com nosso despreparo e a ignorância que insistimos em manter.   
Nos julgamos responsáveis por coisas e pessoas, desprezando Deus, pois certamente O julgamos incompetente por não tomar providencias sobre sofrimentos alheios.
Queremos consertar o inconsertável mesmo sabendo de um final de ciclo, que aliás tem se tornado uma mera suposição para a maioria.
Vemos toda esta imensa estrutura extraterrestre e intraterrena de ajuda, como invasores e abelhudos para interferir no que somos, no que temos e no que ansiamos, como se isto fizesse alguma diferença para civilizações cuja evolução está a anos luz de distância do nosso nível evolutivo.
Portanto é uma prepotência digna de uma escala elevada de egoísmo, ignorância e desinformação.

Desta forma, é nosso posicionamento e nossa concepção sobre a vida que limita e cria barreiras para alcançarmos a paz e a liberdade, e não os outros.


Vamos ter a coragem de ser diferentes e nos aproximarmos um pouco mais das reais possibilidades de ter certa paz e liberdade.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Óleo São José - uma reverencia aos nossos irmãos do reino animal.

Pensamento do dia, segunda-feira, 7 de março de 2016

"Vive dentro; não te deixes abalar por acontecimentos exteriores."
Sri Aurobindo.

Caros amigos.

A partir desta quarta-feira, teremos disponíveis o “Óleo São José”, elemento que poderá ser utilizado para nossos animais, sejam domésticos ou não.  
A aplicação deverá ser de 2 gotas na nuca do animal para que ele não possa ter acesso, uma vez por dia.
Na eventualidade de um animal silvestre, mais selvagem, que você teve acesso, 3 gotas uma única vez será suficiente para que ele carregue, aonde for, a vibração de harmonia para este reino tão execrado por nós.
Terá funções semelhantes da Pomada São José, buscando o alivio e a melhora das deficiências físicas do mesmo.
Ele agirá também no processo desencarnatório do animal, quando for o caso.
Sua utilização estimulará sensações de acolhimento e paz, sentimentos que estão cada vez mais raros na superfície terrestre.

Tanto a Pomada quanto o Óleo, estarão à disposição dos membros ativos do Grupo H&F:
·         Casal Nara e Antonio Carlos;
·         Casal Alberto e Marcia Daher;
·         Casal Eduardo e Marcia Gadargi;
·         Casal Hilton e Rose;
·         Rita Camargo;
·         Casal Gabriel e Natalia;
·         Casal Hamilton e Magali;
·         Casal Tammy e Vinicius;
·         Catarina.

Poderemos enviar pelo correio para aqueles que não tem  reais possibilidades de pegarem com estas pessoas.

Pedimos que a contribuição para reposição em ambos os produtos seja de R$2,00 (dois reais). Doações acima deste valor servirão para os envios e uma produção de reserva.
Caso alguém queira ser um distribuidor, iremos fornecer uma certa quantidade, devendo receber as instruções de como proceder como distribuidor.
Cada embalagem conterá o manual de instruções que está sendo montado.

Como dissemos nossa produção é absolutamente artesanal, portanto, lenta.

Pensamento:

Pois bem, a recomendação de hoje é oportuníssima, pois entramos no turbilhão dos acontecimentos.
Lembram-se do exemplo do funil, onde o liquido passa pelo bocal largo e se comprime na parte estreita, aumentando o ritmo, a velocidade e o giro na medida que vai descendo, pois já estamos nesta fase.
Por enquanto as sensações são somente internas, onde o desconforto já tem sido grande.
Isto será crescente e num determinado momento irá se externar.
Não há datas, há somente um crescente destas sensações estranhas, que já vem nos incomodado, mesmo que externamente aparente uma ilusão de harmonia.

A Pomada e o Óleo tem significado importante nesta etapa, pois estas sensações como são continuas e crescem na medida que o tempo passa, tem nestes elementos aliados ao poder da oração, as “chaves” que abrirá portais específicos para cada um de nós.
Tais portais são de Trabalho, de equilíbrio que nos levará a amplos processos de colaboração para muitos.
Vejam como nas aparições de MARIA, as orações é a única coisa que Ela nos pede para fazer, pois todo o resto já fugiu das nossas possibilidades e prováveis providencias.

Se nos concentrarmos, como temos feito, somente na vida externa, uma hora, perderemos o “chão” e a sensação de vazio, seguido de pânico, poderá ser intenso e avassalador.
Uma estrutura interna bem trabalhada, apoiada na energia da oração e da entrega fará verdadeiros milagres neste processo de transição.
Como foi dito, não há datas e nem tempo limite, mas devemos Trabalhar intensamente todos os dias pois este fortalecimento que vem sido pedido é algo que não se conquista de imediato, pois temos pouco “espaço” disponível para isto, o nosso grande “salão” está ocupado com inúmeros sentimentos negativos ou de posse ou de retenção de perdas. A renúncia, como foi retrato ontem, ainda exerce um papel insignificante em nós.

Os acontecimentos exteriores serão inusitados, desconhecidos e incontroláveis, portanto é no interior de cada um, que iremos buscar nosso apoio para estes momentos.

Atendam estes pedidos, não os desprezem como temos feito com tanta coisa boa que surge em nossa vida e por medo, ou vergonha, ou insegurança, ou vaidade, desprezamos e  viramos as costas, preocupados em manter o status social e a igualdade de raciocínio que a maioria manifesta, para não sermos “classificados” como diferentes.

Nunca houve neste planeta, tantas fontes de informações e tantas manifestações de Seres e Estruturas especiais, como tem acontecido nesta etapa da humanidade, onde diariamente estes Seres e Estruturas se manifestam, se solidarizam e nos orientam para determinados procedimentos essenciais deste final de ciclo planetário.

Enfim vamos refletir e se necessário mudar certas posturas, certas tendências, certos preconceitos, engajando-se neste imenso apelo Divino, onde um Ser chamado Jesus – Cristo Cósmico, vem mantendo, até os últimos momentos, as oportundiades que todos precisamos para a sequência da escalada evolutiva.


Hilton

domingo, 6 de março de 2016

Vamos aprender a renunciar.

Pensamento do dia 5 de março de 2016

"Toda renúncia tem por finalidade uma alegria maior, ainda não alcançada."
Sri Aurobindo.

Pois bem, sempre consideramos a renúncia uma perda, uma derrota, um sentimento frustrante que se aloja em nosso peito e lá permanece.
Como vivemos no mundo da ilusão, a renúncia passa a ser algo pesado e pode transformar muitas pessoas numa onda de amarguras intensas.
Este tem sido o retrato da população terrestre.

Considerando que estamos de passagem pelos diversos mundos do universo, a renúncia é algo absolutamente normal, comum e faz parte do processo evolutivo.
A troca de uma coisa antiga por uma coisa nova é uma constante no universo.
Esta “perda” que a renúncia tem representado para nós, faz parte do intenso processo de identificação que as forças involutivas fizeram questão que adquiríssemos, para nos apegarmos e para adotarmos a Lei do Egoísmo em nossas vidas neste planeta.
Foram eficazes e tiverem absoluto sucesso, pois nos apegamos, somos egoístas e nos perturbamos na renúncia.
Na hora da passagem, ou da morte do físico, isto fica mais acentuado, pois lutamos desesperadamente para não renunciar a um corpo que muitas vezes está velho, doente, abalado, numa fase em que a renovação é absolutamente necessária.
Muitas vezes temos de renunciar compulsoriamente, numa fase, digamos precoce da vida com um corpo físico, pelo fato de usá-lo inadequadamente, aumentando as condicionantes cármicas até um limite em que a alma interfere e manifesta-se pela interrupção da vida, seja em que circunstâncias forem.

Se encarecemos a renúncia como deveríamos encarar, confiando que somos guiados e temos sobre nós inteligências muito mais elevadas e esclarecidas para ajudar nossas decisões, este descompasso do sofrimento seria muito menor e bem próximo de uma aceitação tranquila, mas lutamos desesperadamente para não “perder” o que conquistamos, como se pudéssemos manter isto eternamente.

Estes conceitos anunciados por Sri Aurobindo, nos informa como deveríamos nos comportar mediante um impasse, uma perda, uma renúncia, uma derrota, pois algo maior e mais evoluído deverá ocupar o que foi deixado.
Como nossa luta para não “perder” é intensa, a perda ocorre e ficamos num vazio, muitas vezes vivendo muito tempo sem que o novo e a novidade possa se implantar, pois a temos rejeitado deste o momento da “perda”.
Isto tem obscurecido nossa vida, aumentado nossas angustias e frustrações, alimentando nossos medos e enraizando paradas intermináveis em um mesmo estágio da evolução.
Assim tem acontecido com a maioria.
Quanto mais tem, mais quer, mais insaciável fica, mais poderoso se sente, até que, inevitavelmente a queda acontece. A história da nossa civilização tem ampla informações e abundancia de exemplos, pois temos repetido, repetido, continuamente a mesma postura de nossos antepassados e pior, usando pouquíssimo criatividade para mudar certos procedimentos, mesmos que estes estejam completamente desalinhados das Leis vigentes.

Vamos refletir.
Vamos aprender a renunciar.
Vamos renunciar sabendo que algo virá e alegria trará.


Hilton