sábado, 11 de abril de 2020

Passos Atuais 162a Parte. Códigos.


Não entesoures para ti; doa um ramalhete de eternas flores, e teu jardim se estenderá.
Figueira.

Pois bem, é interessante como acumulamos informações e conhecimento e os guardamos. Muitas vezes sem saber para que, para quando, mas o estímulo ao acúmulo tem sido algo inerente ao ser humano.
Todas as pessoas possuem grande dose de egoísmo e este egoísmo se aplica, também, para as coisas nobres que recebemos. Muitos ensinamentos acabam por perder-se na maratona de movimentos e das agitações que nos envolvemos.

A preguiça tem sido outro fator preponderante no uso das atribuições conhecidas, pois mudar um jeito, uma forma, uma postura, um posicionamento perante terceiros, tem sido difícil, tem sido interpretado pela nossa mente como uma perda de algo conquistado.

Como temos conquistados muitos erros ao longo das existências, reconhecer, retroceder e mudar não tem sido fácil.

Mas é preciso. É preciso mudar e aplicar o que se tem recebido. Acostumar-se com novos critérios e posturas, pois estes movimentos atraem novos códigos; códigos atuais para os novos tempos que vem surgindo.

Um código é um impulso, um padrão que obedece a critérios hierárquicos mediante o momento que se está vivendo. Estes novos códigos referem-se aos novos padrões da nova era. Isto, naturalmente, irá gerar sensações dentro da gente. Sensações diferentes, vibrações estranhas, certa confusão e choques com antigas posturas (recentes, pois às usávamos a alguns meses atrás) que no princípio poderá desnortear um pouco, mas depois, se não lutarmos contra, nos adaptaremos a estes novos códigos.

Através destes novos códigos, o eu interno irá se atualizar (parecido como uma atualização de software) para que novos padrões energéticos (correspondente às nova Leis) possam atuar sobre cada um.

Haverá pessoas que irão interagir com muita facilidade, perceber a necessidade dos novos códigos e permitir que estes sejam atualizados.

Haverá pessoas que não irão perceber, de tão enfronhadas com seu egoísmo e sua ganância, não permitindo que estes novos códigos sejam atualizados.

Haverá pessoas em que esta atualização precisará ser feita sem o corpo físico, será no corpo astral, no plano astral.

Muitas crianças estão nascendo ou já nasceram com estes novos códigos, bastando para serem atuantes, certas mudanças de ambiente e convívio social. Parece que isto foi providenciado pelo Plano Maior nestas mudanças da pandemia. Mas estímulos dos pais precisam acontecer e para isto há um trabalho intenso de posicioná-las para um ambiente maior, mais amplo, fora da Terra.

Orientar uma crianças para conceitos além da Terra, ajuda-las a compreender as duas metades das quais somos feitos matéria- espirito, ajuda-las a compreender o poder da oração, são estímulos importantes para que os novos códigos sejam ativados e desenvolvam no eu interno de cada criança os novos aspectos terrestre, a Nova Era. A educação tradicional, perto destes ensinamentos, passara a ser meras “formalidades burocráticas” em comparação ao que, intrinsecamente, elas já possuem.

Todas as ocorrências que fogem do controle humano, portanto divinos, são extremamente úteis e atinge todos os segmentos da vida material. Mesmo que estejamos desanimados com o que vem ocorrendo, esta situação foi primordial. Sem esta situação talvez fosse impossível implantar os novos códigos necessários.

Aqueles que absorverem esta informação e digeri-las corretamente, com gratidão e harmonia, podem ser portadores dos impulsos que ativarão tais códigos em muitos, portanto neste momento, é super oportuno que cada um prostre-se ao Divino e aceite sua Tarefa.

Os códigos ativados irão atuar na medida do consentimento de cada um, decorrentes das mudanças que estiverem dispostos a fazer, ou seja, com pensamentos positivos ou negativos que resolverem exercer.  

Vejam como a pandemia exigiu de todos novos padrões de comportamento, distanciamento, regras que até então desprezávamos por achá-las desnecessárias, inconvenientes e até ante sociais, mas hoje tem sido essenciais. Mas regras, comportamentos diferentes e novo formato social, de nada valem se não houver uma postura mental de oferta, de tarefa e de controle dos medos.
  
 Portanto, “não entesoures para ti; doa um ramalhete de eternas flores, e teu jardim se estenderá”.

terça-feira, 7 de abril de 2020

Passos Atuais 161a Parte. Pureza e simplicidade.

A vontade do Pai se exprime através da pureza e da simplicidade.
Figueira.

Pois bem, pureza e simplicidade, duas palavrinhas que podem exigir grandes esforços da nossa parte.

A pureza, qualidade inerente à essência de todos os seres e partículas, manifesta-se no ser humano através da boa vontade, idealismo ao Serviço e ausência total de interesses. É um dos requisitos mais difíceis, pois a ausência de interesses exige baixa competitividade, inocência e manifestações amorosas.

Manifestações amorosas não significa ternura e carinho, pois partir da ternura e do carinho para o ódio é muito rápido e muito simples, basta certa contrariedade. A manifestação amorosa enfrenta caminhos dolorosos, onde devemos nos manter-se inalterados. O maior exemplo foi a manifestação Crística de Jesus na sua crucificação.

Certos seres humanos destacaram-se em manifestações amorosas, sendo que a maioria destes seres o fez de forma silenciosa e desconhecida. Outros seres humanos usaram este atributo como um comportamento diário de suas ações positivas, justamente para exemplificá-los para todos nós como é a sua prática.

Inocência é um atributo de todo recém-nascido, que se for preservado pelos seus familiares, poderá conservar-se para o resto da vida. Infelizmente, a maioria inibe este atributo, quando consegue preservá-lo na fase adulta, face ao distanciamento social que sofre, simplesmente por ser inocente nas suas ações e manifestações.

Ternura é um sentimento de afeto, sempre bem visto, mas por demais oscilante, face nosso desconhecimento sobre a sintonia do amor.

A pureza volta à tona, quando escórias são removidas por energias suprafísicas, no realinhamento do individuo com suas aspirações mais elevadas.
O pensamento e o desejo corretamente direcionados determinam a sintonia com estados de limpidez e cristalinidade (Glossário Esotérico – página 361).

A simplicidade é o formato da vida no seu estado mais elevado. Quanto mais simples vivemos, mais alinhados estaremos.
Confunde-se simplicidade com pobreza, mas não é. Simplicidade é um estado de riqueza interior que atende todas as necessidades – materiais e espirituais.

Poucos vivem uma vida simples, pois fomos treinados para nos ocuparmos diuturnamente, 24hs por dia, todo o tempo da vida no plano material. Não é à toa que a maioria se queixa da falta de tempo. Pura desorganização mental que se reflete em esforços e dispêndio de energias que se inutilizam por não serem alinhadas com as Leis de Deus em curso, no planeta.

No entanto, tempos de transição são tempos de purificação, de realinhamento, de simplicidade e pureza.

Temos de reavaliar como gastamos nosso tempo, para o que dirigimos e o que consideramos como essencial. Três perguntas que podem mudar completamente o direcionamento que estamos dando para o “caminho” que estamos percorrendo.

É preciso alinhar-se com o que há de mais sagrado e elevado para descobrirmos que com pureza e simplicidade, expressaremos a vontade do Pai.

domingo, 5 de abril de 2020

Passos Atuais 160a Parte. Nada voltará como era antes.


Quantos laços tereis de desatar até que vos encontreis totalmente unidos a nós?
Figueira.

Pois bem, nos tempos de conturbação surge oportunidades preciosas. Uma delas é esta citada pela pensamento, desatar nós que nos prendem a coisas insignificantes.

Este conceito de insignificância é absolutamente pessoal. Cada pessoa terá de avaliar o grau de insignificância e chegar à conclusão que pode ou não dispensar.

Nos tempos de conturbação a oportunidade é ímpar pelo fato de que temos, inexoravelmente, de acelerar nossas escolhas.

Comparando, quando abrimos o guarda roupa e olhamos criteriosamente, iremos perceber que acumulamos diversas roupas que desatualizaram-se, não servem mais, desbotaram, enfim concluiremos que podem ser dispensadas e assim liberar espaço. No entanto, haverá aquela roupa que, aparentemente, ganhou um valor sentimental por ter sido usado em uma ocasião especial. Provavelmente está ficará no seu lugar.

Os tempos de conturbação acontecem para que novos tempos aproximem-se e se instalem no curso do destino que estamos realizando. Neste aspecto é imprescindível nos livrarmos de tudo que não seja essencial, pois um novo caminho exigirá novas demandas, novos esforços, nova imaginação e conceitos.

Quando aceitamos percorre-lo, nos comprometemos a enfrentar novos desafios, portanto sair com a “mala cheia” será um estorvo para superar os desafios que surgirão na medida que o novo caminho comece a ser percorrido.

Voltando para aquela roupa antiga com um certo valor sentimental, com certeza esta não terá serventia, além de reter vários apegos que em nada irá contribuir para novas situações.

Nova situação é algo novo, não vivido, sem parâmetros, sem conceitos, onde tudo estará se formando no coração.

Estamos na intersecção da velha fase com a nova fase surgido por este um novo impulso. Foi  pandêmico, veio forte, terá sequencias e será dominante em um certo tempo. Este tempo é importante e oportuno. Dará a todos a oportunidade de rever e reavaliar o que sempre foi considerado como importante, como essencial, como necessário.

A vida está nos levando a um novo formato. É estranho por ainda não termos nos acostumados. A mudança de velhos hábitos, da forma de se relacionar e conviver sofreu drástica alterações. É um claro aviso de que os novos tempos já estão em ato.

No entanto, temos o livre arbítrio, podemos atender ou não a estas mudanças impostas por uma nova condição, podemos arrumar o “guarda roupas” ou mantê-lo como está. Podemos reavaliar o que sempre foi essencial ou desprezar tal efeito. Enfim dependerá do posicionamento da maioria para que a vida tome o novo ritmo ou dela surgirá um efeito ainda mais avassalador para que o ritmo que a humanidade vem caminhando seja alterado.

É importante sabermos que quanto maior o grau de dificuldade em lidar com o novo, com a novidade e com os desapegos, mais desatualizados estamos e maiores terão de ser os esforços. 
No entanto, maiores serão as ajudas e os amparos para que se restabeleça o tão necessário alinhamento para a Nova Era.

Uma coisa é certa, nada voltará como antes.