Não
entesoures para ti; doa um ramalhete de eternas flores, e teu jardim se
estenderá.
Figueira.
Pois bem, é interessante como
acumulamos informações e conhecimento e os guardamos. Muitas vezes sem saber
para que, para quando, mas o estímulo ao acúmulo tem sido algo inerente ao ser
humano.
Todas as pessoas possuem grande
dose de egoísmo e este egoísmo se aplica, também, para as coisas nobres que
recebemos. Muitos ensinamentos acabam por perder-se na maratona de movimentos e
das agitações que nos envolvemos.
A preguiça tem sido outro fator
preponderante no uso das atribuições conhecidas, pois mudar um jeito, uma
forma, uma postura, um posicionamento perante terceiros, tem sido difícil, tem
sido interpretado pela nossa mente como uma perda de algo conquistado.
Como temos conquistados muitos
erros ao longo das existências, reconhecer, retroceder e mudar não tem sido
fácil.
Mas é preciso. É preciso mudar e
aplicar o que se tem recebido. Acostumar-se com novos critérios e posturas,
pois estes movimentos atraem novos códigos; códigos atuais para
os novos tempos que vem surgindo.
Um código é um impulso, um
padrão que obedece a critérios hierárquicos mediante o momento que se está
vivendo. Estes novos códigos referem-se aos novos padrões da nova era. Isto,
naturalmente, irá gerar sensações dentro da gente. Sensações diferentes,
vibrações estranhas, certa confusão e choques com antigas posturas (recentes,
pois às usávamos a alguns meses atrás) que no princípio poderá desnortear um
pouco, mas depois, se não lutarmos contra, nos adaptaremos a estes novos códigos.
Através destes novos códigos,
o eu interno irá se atualizar (parecido como uma atualização de software) para
que novos padrões energéticos (correspondente às nova Leis) possam atuar sobre
cada um.
Haverá pessoas que irão interagir
com muita facilidade, perceber a necessidade dos novos códigos e
permitir que estes sejam atualizados.
Haverá pessoas que não irão perceber,
de tão enfronhadas com seu egoísmo e sua ganância, não permitindo que estes novos
códigos sejam atualizados.
Haverá pessoas em que esta atualização
precisará ser feita sem o corpo físico, será no corpo astral, no plano astral.
Muitas crianças estão nascendo ou
já nasceram com estes novos códigos, bastando para serem atuantes, certas
mudanças de ambiente e convívio social. Parece que isto foi providenciado pelo
Plano Maior nestas mudanças da pandemia. Mas estímulos dos pais precisam
acontecer e para isto há um trabalho intenso de posicioná-las para um ambiente
maior, mais amplo, fora da Terra.
Orientar uma crianças para
conceitos além da Terra, ajuda-las a compreender as duas metades das quais
somos feitos matéria- espirito, ajuda-las a compreender o poder da oração, são estímulos
importantes para que os novos códigos sejam ativados e desenvolvam no eu
interno de cada criança os novos aspectos terrestre, a Nova Era. A educação
tradicional, perto destes ensinamentos, passara a ser meras “formalidades
burocráticas” em comparação ao que, intrinsecamente, elas já possuem.
Todas as ocorrências que fogem do
controle humano, portanto divinos, são extremamente úteis e atinge todos os segmentos
da vida material. Mesmo que estejamos desanimados com o que vem ocorrendo, esta
situação foi primordial. Sem esta situação talvez fosse impossível implantar os
novos códigos necessários.
Aqueles que absorverem esta
informação e digeri-las corretamente, com gratidão e harmonia, podem ser
portadores dos impulsos que ativarão tais códigos em muitos, portanto
neste momento, é super oportuno que cada um prostre-se ao Divino e aceite sua
Tarefa.
Os códigos ativados irão
atuar na medida do consentimento de cada um, decorrentes das mudanças que
estiverem dispostos a fazer, ou seja, com pensamentos positivos ou negativos
que resolverem exercer.
Vejam como a pandemia exigiu de
todos novos padrões de comportamento, distanciamento, regras que até então desprezávamos
por achá-las desnecessárias, inconvenientes e até ante sociais, mas hoje tem
sido essenciais. Mas regras, comportamentos diferentes e novo formato social,
de nada valem se não houver uma postura mental de oferta, de tarefa e de
controle dos medos.
Portanto, “não entesoures para ti; doa um
ramalhete de eternas flores, e teu jardim se estenderá”.

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