sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O tempo é precioso.

Pensamento do dia 08 de janeiro de 2016

Coligue-se com os níveis mais internos de sua consciência. Essa ação silenciosa é eficaz e transformadora.
Trigueirinho.

Pois bem, externamente, no mundo externo, no mundo material, não há o que fazer, pois entramos na reta final de um processo que se tornou irreversível a partir de 1988, a mudança cíclica planetária, nas condições em que se dará.
Este final de ciclo segue um ritmo definido e rigoroso em relação ao novo posicionamento do planeta que irá tornar-se solo sagrado.
As possibilidades de alterar-se este ritmo, antecipá-lo por exemplo, está nas mãos dos homens.
Não temos datas, pois isto é imponderável face a imprevisibilidade das nossas ações. Somos os maiores predadores do Planeta, apesar de sermos menos numerosos, mas nossas ações conscientes tem depauperado todos os demais reinos.
Para vocês que tem encontrado sentido nas informações transmitidas, buscar o acolhimento interno é a única possibilidade, pois externamente tudo está contaminado e dominado por forças involutivas, poderosas e desesperadas pois pressentem o fim do seu reinado milenar sobre o planeta.
O ano de 2016 será caracterizado pela “perda do controle”.
Podemos falar em pequena escala, no campo individual e em larga escala no âmbito coletivo.
Os cidadãos, as sociedades, as políticas, as estruturas, os sistemas, sejam quais forem, estão perdendo o controle.
E  não há como recuperar pois as decisões hoje envolvem uma estrutura globalizada que foi nefastamente apoiada nos interesses mesquinhos e gananciosos de indivíduos dominados por esta forças negativas que se alimentam das nossas emoções negativas, dos sofrimentos e das angustias.
Vivemos uma anarquia ainda irreconhecível, mas aos poucos tomará vulto e será incontrolável, pois a perda do controle entrou no âmbito da vida planetária através de seus principais predadores.

Informação pesada, mas real. Analise com imparcialidade a crise mundial e facilmente chegará a esta conclusão.

O tempo é precioso e deverá ser utilizado com muita parcimônia e regularidade.
Coligue-se com os níveis mais internos de sua consciência. Essa ação silenciosa é eficaz e transformadora.
Este recado é importantíssimo pois nos direciona para os assuntos da alma, que pela intuição e pelas sensações irá mostrar a cada um o que é preciso fazer.
O mundo externo ainda nos prepara muitas decepções, portanto, precisamos de algo em que se apoiar para mantermos certa possibilidade de equilíbrio.
A oração, os estudos sobre os mundos suprafísicos, a despreocupação com relação às perdas materiais que fatalmente irá ocorrer com todos, serão fatores fundamentais para continuarmos  úteis ao Plano Maior.

Não se isole, não se abata, não SE CULPE e não CULPE os outros, pois estamos no mesmo “barco” que esta adernando. O momento é de muita solidariedade, amor carinho, compreensão e SUPERAÇÃO DAS DIFERENÇAS.
Mantenha seu ritmo, suas aspirações, inclusive as do plano material, enfim continue vivendo com o sentimento do progresso e da evolução, mas não se prende ao que não dá certo, ao que não deu certo, pois isto se tornará mais intenso.
Seja ponderado e descolado. Deu certo deu, não deu que fique para outro momento, ou quem sabe outro planeta.
Não se desalinhe e não se desespere. Estamos num ritmo tão intenso que já se tornou incontrolável.
Jamais desista de seus sonhos. Somente tenha cuidado para que estes não se tornem a razão do seu desequilíbrio.

Não seja escravo do tempo e das artimanhas e desequilíbrio dos outros.

Atentai muito para isto.

Hilton

A última curva.

Pensamento do dia 07 de janeiro de 2016.

Aprenda com o erro e com o acerto, e de imediato dê o passo seguinte.
Trigueirinho.

Pois bem, quando temos falado das nossas experiências fracassadas, que evidentemente são as condicionantes cármicas, fica claro que carma não é pecado ou punição mas a simples retomada sobre tudo o que falta aprender.
Infelizmente, neste aspecto, ou seja o aspecto principal que rege a vida sobre o corpo que habitamos, somos extremamente desleixados.
Dedicamos intensamente nossas atividades para o ser, o ter e o poder da vida material, mas isto não basta e na maioria das vezes nos conduz rigorosamente para o “buraco”, para os fracassos do aprendizado da escola da Vida, consequentemente repete-se, repete-se e repete-se inúmeras vezes, inúmeras vidas as mesmas situações sobre as quais deveríamos nos manifestar de acordo com as Leis que regem esta Vida.
Não temos tempo.
Somos por demais ocupados em ser, em ter e em poder para nos dedicarmos para a única coisa que realmente interessa – evoluir espiritualmente – evoluir eternamente.
Isto ato de ignorância fecundo, promiscuo e incessante tem nos derrotado nos milênios da vida material.
Para cada coisa conquistado, como a alma, como o corpo mental, como o corpo emocional, como o domínio sobre os demais reinos, radicalmente temos fracassado, pois o egoísmo e a ganancia dominam os corações e as intenções.
Hoje vivemos nesta pobreza espiritual tão acentuada e tão nefasta para o resto deste universo, que temos de ficar em quarentena, isolados, separados de todos os nossos irmãos, para não atrapalharmos a sequência natural da ascenção espiritual que os conduz.
Podemos dizer que vivemos num mundo umbralizado (digamos que seja um único umbral que abriga toda a população terrestre, subdivido em escalas de ignorância espiritual).
Mas, não temos tempo.
Nossos afazeres para mantermos esta ignorância e esta estrutura social corrompida que construímos ao longo das eras, toma todo nosso tempo de forma inteligente e muito bem organizada pelas forças involutivas.
Caímos na maior “pegadinha” do nosso sistema solar.
Não estamos isolados neste processo, pois outros sistemas planetários ( naõ são muitos) possuem situações semelhantes ao planeta Terra. A tendência da Terra deveria ser a mesma de Marte, onde pequena parte da sua população, a que sobrou depois da sua auto destruição, vive isoladamente no subsolo do planeta na expectativa da sua retomada, quem sabe.

Mas, por interferência direta do ser Jesus, teremos um destino diferente sob o aspecto planetário, pois a Terra será um solo sagrado.
Quanto a sua população, os autoconvocados que evidentemente cumprirem as metas estabelecidas pela alma de cada um, retornarão para a continuidade da vida planetária, superficial, sob novas Leis e condições.
Portanto, não ter tempo é uma utopia sob este aspecto, pois não sei de algo que possa ser mais importante do que o nosso continuísmo no plano de ascenção divino criado por Deus.

Erramos tanto que já está na hora de acertar.
Dar o passo seguinte é fundamental, pois estamos estáticos e paralisados a tantas eras, que criamos raízes num estado de ignorância que nós mesmos teremos de romper.
Definir alguma coisa mais importante do que isto, sinceramente, creio que não faz nenhum sentido.

Vamos achar um “tempinho” na turbulência da nossa vida e refletir a respeito.
O tempo voa e ultimamente está ultrapassando a velocidade do som. Brevemente estaremos na última curva sem possibilidade de retorno.  


Obs.: creio que não exista a palavra “umbralizado”, mas como somos criativos adicionem ao dicionário particular.

Transformação, a chave do aprendizado.

Pensamento do dia, quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

"Dispomo-nos a aprender quando nos dispomos à transformação. "
Trigueirinho.

Pois bem, vivemos para aprender.
No livre arbítrio, para que algo aconteça ou desabroche, temos de permitir, inclusive o ato de aprender.
Não entra nesta situação as condicionantes cármicas, pois estas são experiências fracassadas em vidas anteriores, exatamente pela nossa falta de preparação no seu devido tempo, repetindo-se continuamente, vida após vida, até as superarmos.
No geral as pessoas se prendem ao aprendizado da vida material, dedicando-se e empenhando-se arduamente somente para esta metade da qual somos compostos.
A espiritualidade da vida só tem nos chamado a atenção quando percebemos que a vida material não consegue resolver todos os nossos problemas. Desta forma, quase que compulsoriamente, apelamos para este lado considerado “oculto”, “sinistro”, “esquisito”.
Nestas condições fica difícil assimilar o que já vem nos pressionando a tempos, para aprendermos.
Fica a confusão, a insatisfação e os medos.
Concomitantemente acontece as angustias e várias doenças se manifestam. Uma forma do corpo humano manifestar-se, no plano material, das necessidades que possui além das materiais.
Estamos numa fase adiantada da transição planetária. Mais do que nunca, informações ocultas, sinistras, esquisitas, como são rotuladas as informações consideradas espirituais, precisam ser conhecidas.
Estamos vivendo o imponderável, o incontrolável que na medida do passar do tempo se tornaram muito fortes.
Se por um lado isto irá nos mostrar nossas incapacidades e nossa mediocridade, por outro lado, para o indivíduo preparado será o Portal se abrindo para a nova era, da nova Terra.
Por um simples ponto de vista, entre o indivíduo incrédulo e o individuo informado, teremos duas visões sobre os grandes movimentos telúricos: o fim do mundo ou o início da nova era.
Qual grupo você se posiciona?

Transformar-se, portanto, é a diferença entre aprender ou desconhecer.
O indivíduo informado transforma-se e informa.
O indivíduo desinformado encolhe-se e desinforma.

Claro que a exigência de provas das revelações espirituais, nem sempre será possível, pois certas sensibilidades precisam ser desenvolvidas para que, na fé, o indivíduo possa sentir seu coração e sua alma informando e orientando sua mente (a intuição).
Persistência, convicção e fé, são elementos essenciais para aprender.

Enfim, se auto avalie e estude o panorama mundial. Creio que as informações atuais serão suficientes para comprovar o momento que nos encontramos.
Hilton


Bons sentimentos. Só acontecem quando lapsos de memória das atrocidades acontecem.

Pensamento do dia, terça-feira, 5 de janeiro de 2016

"A humanidade é una, o que se passa com uma parcela desse grande corpo reflete-se no todo. "
Trigueirinho.

Pois bem, temos abordado este tema e sempre será importante nos lembrarmos.
Na Terra não existe ninguém feliz.
Não Terra não há alegria, mas momentos ínfimos de algo que tenta se aproximar da alegria.
Na Terra não existe paz, nem externa e nem interna. No máximo ínfimos momentos de “lapsos de memória das atrocidades” que compõem nossa sociedade.
Na Terra não existe sorriso, no máximo expressões faciais com movimentos musculares forçados, pois não retratam a alegria e a felicidade.
Portanto, não conhecemos o lado bom, o lado real, o lado perfeito da vida humana como é vivida em outros mundos.
Administramos com alguma competência ou com nenhuma competência, nossas deficiências crônicas de uma vida coletiva que fica muito, mas muito longe da vida que merecíamos ter se não tivéssemos nos desviado tanto.

O grande corpo humanidade está doente. Possui uma doença crônica chamada egoísmo, que desta deriva inúmeras males que afetam todas as capacidades mentais, emocionais e espirituais que temos tentado administrar e não temos conseguido.
A mentira tem sido o símbolo deste mundo “aparentemente” normal.
Mente-se para os outros como para si mesmo e isto deteriora as poucas coisas boas que teríamos certas chances de expressar.
Quero ser o que não sou.
Quero ter o que não posso.
Quero viver o que não é bom para mim.
Me espelho em rotos e rasgados.
Vivendo nesta falsidade ideológica da vida perfeita, como muitos atribuem a si próprio, corrompemos as mínimas coisas positivas que ainda restam no depauperado e fragilizado ser humano.

Desejar o real e o verdadeiro aproxima-nos das metas espirituais estabelecidas no arquétipo original do ser humano constituído à imagem e semelhança do Pai.
Para isto, antes de tudo deve-se praticar a entrega. Eis o primeiro e o mais doloroso objetivo a ser conquistado, para muitos.
Mas, serão capas e mais capas de duros e grossos tecidos emocionais que precisam ser rompidos para chegarmos ao nosso íntimo, ao nosso ser interno e aí sem expressar a face real e verdadeira da qual fomos providos na origem.


Vamos refletir.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ousar.

Pensamento do dia, segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

"É preciso ousar fazer o que é para ser feito. "
Trigueirinho.

Pois bem, ousar, atitude importante que devemos ter para nos relacionarmos com nossa contraparte espiritual.
Poucos tem esta ousadia. A maioria se retrai com relação a estes aspectos face a sua subjetividade, seu ocultismo e evidentemente a “falta de provas”.
Na realidade esta falta de provas, claramente é uma ausência de fé e de visão macro do Cosmos.
Somos pessoas ainda muito caseiras, restritas e limitadas aonde levamos em conta os aspectos materiais, as provas e contraprovas da nossa limitada visão sobre uma parte infinitesimal da vida que pulsa no universo.
Podemos dizer que admitimos a vida aqui na Terra, no restante do Universo, temos dúvidas.
Os tempos atuais exigem absoluta ousadia, persistência e convicção sobre o que hoje é considerado invisível, impalpável, oculto.
A fé se traduz nesta postura.
Sabemos que, inicialmente, ao acreditarmos no desconhecido ampliaremos consideravelmente nossa percepção e nossa intuição.

Poucos pesquisam ou procuram interagir com os problemas reais da nossa civilização terrena. A maioria ainda se limita aos problemas e aspectos pessoais ou o cotidiano da vida pessoal, profissional e familiar. O que importa isto perante as mudanças anunciadas?

Como diz o pensamento, é preciso ousar, sair da toca, expor-se, abordar as dificuldades da vida planetária para assimilar o grau de comprometimento que teremos com nossas futuras gerações, pois os limites insuportáveis estão à porta desta época, deste momento, desta geração.

O que precisa ser feito é muito. Sair da ignorância e dos limites mundo material, sem dúvida é o primeiro passo.

Enfim muitas instruções estão sendo passadas e repassadas.
Continuamente nestes dois mil anos, sucessivas informações foram confirmando as Instruções básicas do advento do Cristo Cósmico.
Hoje o que importa é a ousadia, a persistência e a convicção. O medo nos trava e tira as oportunidades.

2016 um novo ano, um novo ciclo, novos aspectos.
Não retrocedam.
Não cedam.
Não afrouxem.

Não se limitem.