Pensamento do dia,
quarta-feira, 16 de julho de 2014
"A alma é o
veículo para a manifestação do espírito."
Trigueirinho.
Pois bem, ontem em nossa
reunião semanal, um dos temas discutidos “coincidentemente”, entra no mérito
deste pensamento.
Antes de entrarmos no tema
especifico, temos de recordar que é a alma que sustenta o corpo físico. Sem
ela, não existiríamos fisicamente.
No momento da nossa
reencarnação, no ato da concepção ganhamos o que é chamado de energia vital.
Usaremos esta energia ao longo da vida física e quando esta se esgota,
desencarnamos. A desencarnação é sempre uma opção da alma. Nosso destino
reserva duas ou três datas em que poderemos desencarnar, dependendo das metas a
serem alcançadas no destino traçado. Cabe lembrar que este destino também foi
uma escolha da alma.
Portanto, a alma é
soberana e determina o destino e este contém escolhas, experiências, metas,
níveis a serem alcançados, para que a evolução aconteça.
O livre arbítrio
enquadra-se neste destino, mas permite a livre escolha dentro das metas
estabelecidas pela alma. Evidentemente nosso livre arbítrio segue determinados
parâmetros, limites e alcances que são definidos pelo nível de consciência que
já alcançamos.
Com isto, ninguém irá
enfrentar situações que não tenha condições de resolvê-las, portanto, não
existe o acaso, a coincidência, o azar, a sorte, pois tudo o que acontece com
uma pessoa foi “previamente agendado”.
Então aonde está o nosso
erro?
Na falta de preparação
para os ciclos da vida física que estamos vivendo, para as experiências que
inevitavelmente iremos passar e pela ausência da busca pelo que foi determinado
pelo nosso destino para aprendermos.
Portanto, quando
fracassamos numa experiência ou numa situação, significa que não fizemos a
“lição de casa”, deixamos de nos preparar e erramos o caminho a ser seguido.
Na contabilidade humana, o
fracasso supera em muito o sucesso.
Isto se deve única e
exclusivamente às nossas escolhas mal feitas por sermos instruídos numa
sociedade completamente comprometida com as forças do caos. Somado com nossos
preconceitos e com nossa abstinência em conhecermos nosso corpo espiritual, nos
tornamos estas pessoas infelizes, decepcionadas e frustradas.
O corpo físico por sua vez
é o templo, o local sagrado, a igreja da alma.
Quando deturpamos este
corpo, prostituimos este corpo, sacrificamos este corpo, marcamos este corpo,
estamos cometendo atos de sacrilégio, de desrespeito com o templo, com a igreja
da alma.
Um indivíduo que precisa
viver cheio de adrenalina, de drogas, de vícios, de molduras deste corpo, de
atividades mentais ilícitas, pensamentos negros, podres, deturpados das Leis
Maiores, entra numa fase de suicídio deste corpo físico, sem disparar um tiro,
mas o faz por uma morte lenta, sofrida, grave, pois está violando o local
sagrado da sua alma.
Em certos casos a alma
pode desistir deste corpo físico, abandoná-lo e quando isto acontece, cessa o
envio da energia vital e este corpo morre.
Nosso corpo precisa ser
tratado com muito respeito, com muita sabedoria, precisamos respeitar seus
limites, suas capacidades, preserva-lo dentro das melhores condições pois será
num balanço final, no pós morte, que iremos ver e ouvir aonde erramos e quais
serão as consequências destes erros. Situações de estresse total, de deformações
provocadas no corpo físico, de excessos cometidos, de todos os tipos de abusos
é que irão definir como será nossos próximos corpos físicos.
Um indivíduo que se droga,
por exemplo, ou que morre por excesso de adrenalina que buscou em algo radical,
terá sequelas que se mantem no corpo astral e se manifestará na reencarnação
seguinte, podendo estender-se por 1, 2 ou 10 reencarnações. Infelizmente não
medimos estas consequências e a meta tem sido viver intensamente – esta é
posição mais infeliz que conheço.
Em certos casos de
mulheres que se prostituiram, ou mutilaram seu corpo, ou fizeram mal uso das
suas atribuições como mãe e como portadoras da energia maternal, podem
reencarnar com muita dificuldade em engravidar. A adoção e não a fertilização
in vitro é o caminho adequado.
Muitas, após adotarem uma
criança, um jovem e consolidarem o amor a este ser, voltam a engravidar.
Psicólogos e médicos, por falta de uma explicação falam que foi algo
psicológico que não permitia a gravidez. Quando alguém não encontra respostas
para sua pergunta, acabam usando a palavrinha mágica: psicológico (sem
explicação).
Na realidade a adoção e o
amor, podem ter concluído um resgate cármico das vidas passadas, cessando os
impedimentos para que aquela mulher não engravidasse.
Não vamos generalizar,
pois há infinitas situações para uma ausência de gravidez, mas esta é muito
comum.
Pois bem, voltando ao
tema, podemos dizer a mesma coisa da alma, ou seja, ela é o templo, a igreja do
espirito (que é o corpo mais elevado que conhecemos, neste momento). Funciona
da mesma forma e através do espírito vamos manifestando nossas possibilidades
de evolução, de continuidade na meta infinita de retorno à casa do Pai.
Portanto, temos de viver
com uma alma motivada, contente, feliz em nos ter com um corpo físico
produtivo, sadio, preservado e respeitado, pois esta sucessão positiva do
“corpo – alma – espírito” é que nos dará todos os impulsos que precisamos para
evoluir.
Por último gostaria de
compartilhar com todos que no início tivemos a presença de N.Sra de Fátima com
os 3 pastorzinhos (Jacinta, Francisco e Lucia) em oração a um Sol maravilhoso que
continha em seu interior a silhueta de Jesus.
Foi uma reunião muito boa.
Gratidão a estas
Consciências que tem nos orientado.
Hilton