terça-feira, 23 de setembro de 2014

Do ponto A ao ponto B, levei 20 "ave Maria's"

Pensamento do dia 23 de setembro de 2014.

Deixar-se orar pelo próprio Ser.
Frei Luciano.

Ontem recebi um comentário interessante em que uma pessoa amiga, após ter recebido os livros do Ami, gostou das estórias, mas comentou: pena que são livros infantis e a realidade é outra!

Pois bem meus amigos, estamos tão iludidos ou quem sabe desiludidos com esta vida, que tecemos comentários que no mínimo são inversamente proporcionais à verdade.
A espiritualidade é totalmente infantil, segundo nossos conceitos, pois é sincera, transparente, honesta, simples, verdadeira, direta e aberta.
De certa forma é assim que nossas crianças de 2, 3, 4 anos se manifestam a seus pais. São puras, são sinceras, expressam a verdade e comunicam o que sentem naquele exato momento na sua forma mais aberta e sincera possível.
Portanto, expressam o que vem do “cérebro” do coração, da pureza e da inocência da idade, pois ainda não se contaminaram com as mentiras e a inverdades em que os adultos se apoiam, vivem e sofrem por terem saído do mundo real, do mundo verdadeiro e viverem no mundo ilusório onde a tristeza,  o sofrimento, o egoísmo e a falsidade, determinam suas ações.
Enquanto crescem, nossas crianças são massacradas com mentiras, com todas as nossas ilusórias situações e acabam se confundindo e encobrindo a pureza e a inocência que lhes foi concedido no momento da reencarnação.
Quando nascemos somos tão protegidos pelo Plano Maior, que esquecemos o que já fomos, pois o que fomos não é digno de ser revelado e nos aprisionaria desde a tenra idade.
No entanto, esta proteção é quebrada logo nos primeiros anos de vida do novo ser, com nossas mentes contaminadas, corrompidas e deturpadas da verdade e da realidade infantil, que é a única que existe.

Ami retrata o mundo que deveria ser e busca parâmetros em outros lugares, pois a Terra não possui em sua superfície, um único canto que conseguiu  preservar esta inocência.
Os últimos povos, os indígenas, que deveriam ser intocáveis, caíram na  mesma desgraça do “povo civilizado”, pois quando os tocamos, os contaminamos com todos os nossos ideais incrivelmente egoístas que vivemos.

Portanto, esta pessoa, como a maioria, acredita que vive na “realidade” e não no  mundo ilusório da mentira. Esta afirmação é tão intensa e tão profunda, que as pessoas morrem com esta tristeza, com esta sensação de dever não cumprido, com esta desilusão por terem vivido quase todos os anos da sua vida, na ilusão negativa do mundo material que submergimos.

Sei que nada, ou quase nada, será mudado com tais informações que vem sendo passadas diariamente, pois os apelos da vida ilusória são expressivos, são muito fortes e nós somos muito fracos para suportarmos as pressões iniciais de mudanças desta natureza, por outro lado, como desejamos que tudo aconteça com esforço zero, fica ainda mais difícil para que as coisas “caiam do céu”.

Como a linguagem que adotamos é da violência, esta nos abala, nos estremece, nos acua, mas será esta linguagem que fará com que as transformações naturais aconteçam, pois esta tem sido a única linguagem que nos movimenta.
Vejam que de certa forma, já escolhemos, já optamos pela forma com que a vida neste final de ciclo planetário irá mudar: na violência.
O homem da Terra, assim como o homem de tantos outros mundos, é quem opta pela forma como deverá ser tratado pela vida e pelo caminho que irá percorrer no processo evolutivo que é inexorável.
Nós, infelizmente, escolhemos o caminho doloroso, o caminho da cruz, da crucificação e foi desta forma que nos manifestamos com a vinda de Jesus que veio somente nos trazer a “boa nova”. Da mesma forma, é assim que temos optado para viver, para resolver nossos descaminhos, para solucionar conflitos, para nos expandirmos, sempre com a violência, com as explosões, com as guerras, com o terrorismo e isto tem sido feito em grande escala, entre países, como em pequena escala dentro das casas, nos lares, nas empresas, na sociedade, onde tudo deve ser resolvido na porrada.

Ami nos traz uma outra visão da vida em outros mundos, onde a alegria, o bom humor, a sinceridade, a honestidade e o amor regula a vida em todas as suas formas, seus reinos, trazendo compatibilidade e segurança na forma em que estas pessoas optaram por viver. Cita que, nós terráqueos, podemos nos adaptar facilmente a este estilo de vida, a esta forma real e verdadeira de se viver, no momento em que abandonarmos a violência, a mentira e o egoísmo.

Sendo assim, esta pessoa que teceu este comentário, posso afirmar que estava redondamente enganada, pois simplesmente inverteu a ordem na sua interpretação, pois deveria dizer que nós aqui na Terra, infelizmente vivemos fora da realidade da vida espiritual, portanto fora da realidade da vida material.

Pensamento:

Pois bem, o pensamento fica muito claro e muito simples de acontecer se nos projetarmos para a vida em OFIR, planeta em que o livro Ami, menino das estrelas, carrega seu interlocutor, Pedrinho, para conhecer a forma correta de se viver e de se orar.
Como nos foi dito na mensagem de Maria, na Vigília em Oração que fizemos, na oração se vive, na oração nos manifestamos e será desta forma que nos tornaremos um ser orante no futuro.
A atual repetição de palavras que fazemos hoje é a forma mais rudimentar de se orar, mas neste momento utilíssima, pois ainda não temos como atingir um estado de vibração que nos transformaria num ser orante.
No entanto, aquela pessoa que ora em todos os momentos se coliga, se abre e receberá o que lhe for necessário, aceitará e não questionará.
Dizem que Madre Teresa de Calcutá, quando se perguntava a ela quanto tempo gastou para ir do ponto A ao ponto B, em seus deslocamentos, ela dizia: 20 “ave Maria”, ou 2000 “ave Maria”, portanto seus conceitos eram outros e com  certeza ela era um ser orante.

Vamos portanto, refletir sobre isto e tentar aplicar neste momento o que podemos fazer a respeito.

Hilton


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Persistência.

Pensamento do dia 22 de setembro de 2014.

A fé só pode crescer pela vivência dela mesma.
Frei Luciano.

Pois bem,  vejam que sempre precisamos de persistência para realizar as coisas que desejamos ou precisamos.
Na vida material aplicamos esta persistência com relativa tranquilidade e de forma meio automática,  pois é o que desejamos quando nos focamos em um objetivo.
Na outra parte da vida, a espiritual, geralmente largamos, pois não estamos acostumados a vive-la como vivemos na vida material.   
Este erro é comum, gravíssimo e nos impede de viver na plenitude da vida, uma vez que não há vida material sem a vida espiritual. Aliás a única vida real e verdadeira é a espiritual, uma vez que a material oscila,  muda e em cada reencarnação se altera momento a momento em função do nosso humor, da nossa vontade, do nosso empenho,  do nosso desempenho, das nossas quedas, etc.
Poucos se atentam para seu lado espiritual, pois "não temos tempo" para este lado desconhecido e meio obscuro face a forma infantil e irresponsável que vivemos.
Fomos educados para sermos imediatos, imediatistas e irresponsáveis com nossas futuras gerações,  mesmo que de certa forma seremos estas futuras gerações.
Desta forma, o indivíduo que não vive sua fé,  que não ora, que não amplia sua capacidade mental para compreender este lado subjetivo da vida, torna-se um indivíduo inútil para ele mesmo e para a sociedade que bem ou mal, o acolheu.
A fé é um ato de entrega, de aceitação, de submissão, de reverencia, num primeiro momento, até alcançarmos a devida inteligência e a capacidade de compreender o conhecimento que nos foi enviado pelas lições na vida material.
Vejam como somos críticos,  pois normalmente só usamos as referencias que temos devido às experiência pessoais. Não consideramos quando criticamos, aspectos internos que a Vida Maior está se utilizando para lapidar o indivíduo e para que este alcance um conhecimento maior.

Enfim na fé somos capazes de superar quaisquer obstáculos,  barreiras, dificuldades além de ampliarmos as possibilidades de compreendermos o imponderável.
Poucos tentam esta possibilidade, este atributo e com isto a maioria se vê sempre às voltas com seus problemas "insolúveis".
Temos muito que aprender.
Hilton



De certa forma, temos 2 cérebros.

Pensamento do dia 21 de setembro de 2014.

Uma instrução é permitir que a realidade interior se manifeste.
Frei Luciano.

Pois bem,  as mudanças estão acontecendo. Talvez ainda não a percebamos pois somos extremamente distraídos e iludidos com os movimentos da matéria, mas estas mudanças entraram num estágio bem acentuado.
O relógio e o tempo que conhecemos talvez possa ser um requisito com mais clareza destas mudanças, pois todos já perceberam como o tempo acelerou.
Na sequência iremos sentir outras mudanças e outros movimentos.
De forma geral todos irão sentir. Poucos compreenderão e muitos se revoltarão.  Em seguida virá o medo e o desespero.

O pensamento de hoje nos indica uma instrução muito importante: a realidade interior precisa se manifestar.
Até agora temos usado quase que exclusivamente o cérebro da cabeça,  o cerebro mental, mas temos um outro cérebro,  o do coração. 
O primeiro é intelectual, racional e materializa tudo o que pensamos. A maioria usa-o quase que exclusivamente. Materializa tudo e busca sempre explicações somente naquilo que é conhecido ou racionalmente explicável. Procura descartar o inexplicável,  apoia-se na ciência do material,  no ego e justifica a evolução da natureza como algo que se desenvolve aleatoriamente.

O cérebro do coração não racionaliza, submete-se a Leis imponderáveis,  mas sabe que são estas Leis que regem o universo.
Aceita o desconhecido, o inexplicável,  pois sabe que o desconhecido e o inexplicável é uma fase do aprendizado que exige níveis de conhecimentos mais elevados que estão sendo continuamente conquistados. Portanto inexplicável e desconhecido acontece somente por alguns momentos no tempo.
Tem um bom senso diferente do cérebro mental, pois aceita o desconhecido e não procura explicar, pois percebeu que as explicações sempre irão acontecer no seu devido tempo.
Não racionaliza para não interferir o seu acesso que acontece pelas vias intuitivas. 
Futuramente iremos utilizar somente o cérebro do coração,  pois este não tem limites e permite os incríveis estágios evolutivos que nos aguarda.
Então vejam que a realidade interior é a única realidade possível de existir, sendo assim a realidade exterior que vivemos, submetida e controlada pelo cérebro mental, nada mais é do que a grande ilusão que vivemos.

Sei que tais explicações ainda não são muito claras, mas com pequenos esforços,  temos chances de sermos ajudados na  compreensão de tais conceitos.
Enfim, estamos num tempo de emergências,  de mudanças, de movimentos e adaptar-se rapidamente será imprescindível. 
Abram-se ao novo, ao imponderável,  ao desconhecido, pois muitos de vocês terão chances de permitir que insights se manifestem na mente e os remeta a situações semelhantes que muitos já viveram.

Hilton.


Último chamado.

Pensamento do dia 18 de setembro de 2014

Um discípulo de hoje vela em silêncio. 
Frei Luciano. 

Meus amigos, quem assistiu a Aparição de Maria do dia 13 de agosto, escutou que de forma clara e precisa Ela anunciar que este é o seu último chamado.
Bem, estamos em vias de cruzar a última ponte, na última fronteira deste ciclo.
Esta ponte será destruída e quem não atravessou terá de refazer as mesmas fronteiras até a mesma ponte que se reconstroi ao longo da eternidade.
Esta ponte é um divisor de ciclos, de nível de consciência,  de destinos a serem traçados,  de etapas evolutivas a serem conquistadas.
Divide fronteiras que não se misturam, pois estas se encontram em níveis e dimensões distintas.

Esta oportunidade que estamos tendo é uma oportunidade excepcional,  não sob o aspecto da exceção,  mas sob o aspecto da consideração do plano divino para indivíduos que fracassaram no uso e nos atributos do livre arbítrio. 
Chegamos a tal ponto que na continuidade da forma que estamos nos conduzindo o único caminho possível será a auto destruição global.
Até aí,  poderíamos considerar que isto poderia ser uma opção da raça humana da Terra, mas alguns poucos seres humanos tem chamado a atenção do Plano Maior para um ato de misericórdia na energia da compaixão. 
Falando assim, parece que lidamos com Seres indiferentes, mas não é assim, trata-se de certos impulsos mínimos que precisam acontecer para que ações desta natureza aconteçam. 
Estas pessoas especiais conseguiram obter estes impulsos mínimos para que estas ações na compaixão possam acontecer.
Desta forma, Maria e seu Filho que adotam ações em todas as nossas confusas religiões,  se disponibilizaram a interferir para que oportunidades pudessem manifestar se de forma isolada e perpetuasse está raça humana da Terra, fracassada, com alguns representantes dos nossos povos.
De forma irrestrita e dando a oportunidade a todos, espera-se aqueles que atenderam ao chamado Dela possam atravessar a ponte na fronteira final.
A maioria não acredita, muitos têm dúvidas e outros continuam focados nos seus problemas, deixando de olhar e perceber a eminência do caos generalizado que se aproxima numa velocidade incrível,  face a falência geral de todos os organismos sociais constituídos, em todas as nações. 
Parece que as pessoas estão apáticas,  paralisadas,  hipnotizadas a olharem somente para baixo, para seus pés,  sendo impedidas de avaliarem a situação crítica que o planeta, seu clima,  suas estruturas sociais e os apoios aos cidadãos se encontram. 
Como foi dito de forma clara e precisa, este é o último chamado. Atenda quem atender, este será assistido e impulsionado a seguir as instruções sobre os próximos procedimentos para cruzarem a última ponte.

Reflitam sobre isto,  reflitam com a devida atenção e seriedade pois o futuro de cada um dependerá desta decisão final.
Falo de um futuro muito próximo da vida atual, pois serão estas últimas decisões, para indivíduos que possuem uma índole pacífica,  que os nomeará como autoconvocados.
Pois bem, autoconvocados a que?
A seguirem seu processo evolutivo, a cruzarem a ponte, a alcançarem um novo nível de consciência. 

Enfim meus amigos, seguindo as orientações bastantes claras das quais tenho sido um dos inúmeros colaboradores, transmito com grande preocupação a fase que entramos nesta etapa do ciclo final do planeta no seu processo de Ascenção. 
Hilton