sábado, 4 de junho de 2016

Sofrimento: seja bem vindo!

Pensamento do dia, sábado, 4 de junho de 2016

"Caberá ao homem consciente dissolver a heterogeneidade atual existente entre os povos."
Trigueirinho.

Pois bem, a raça humana da Terra, sim porque existe inúmeras outras raças humanas em outros planetas, foi constituída em sua maioria dos viajantes siderais, ou seja, de indivíduos que optaram por realizarem experiências num mundo cármico, no livre arbítrio.
Podemos dizer que, em sua maioria, tais indivíduos fracassaram em seus mundos de origem e foram para cá conduzidos para viverem experiências diferentes.
Muitos trouxeram em sua “bagagem”, inúmeros artifícios e soluções criativas que usamos hoje.
Da mesma forma, certos animais, insetos, répteis e muitos vegetais também originários de mundos diversos, foram, propositalmente, trazidos para auxiliar nosso desenvolvimento e crescimento evolutivo. Para estes reinos (mineral, vegetal e animal), somos seus deuses.
A maioria dos seres humanos não conseguiu evoluir e não conseguiu ultrapassar certas barreiras que os libertaria do mundo cármico e do livre arbítrio.
Hoje vemos uma população desenfreada no consumo, na liberdade inconsequente e na desestruturação moral.

Os seres humanos não conseguiram enxergar e nem admitir que o sofrimento é evolutivo.
Parece um contra senso, falar desta forma, mas o sofrimento, que só acontece no nível de consciência que nos encontramos, é libertador.
Podemos dizer que temos dois estados de sofrimento bem distintos:

1.   Sofrimento compulsório: Acontece compulsoriamente, ou seja, é exercido no âmbito cármico.
Este sofrimento não escolhemos, pois somos obrigados a aturá-los e depurá-los em cada encarnação, face a ações praticadas que foram contrariais às Leis Divinas que regulam nossas vidas. Por isso que temos intensidades diferentes em cada indivíduo, onde uns sofrem mais e outros sofrem menos. A dor do sofrimento é libertadora e pode ser física, moral, mental, intelectual, emocional, enfim acontece sob diversas circunstancias em todos os corpos que possuímos e que são próximos ao corpo físico. Este sofrimento e estas dores todos tem e só terminará quando sairmos do estado de consciência atual para outro mais elevado.
Aqui na Terra, isto acontecerá após seu ciclo de transição, onde o planeta se tornará sagrado. A nova humanidade da Terra se libertará das dores e dos sofrimentos compulsórios, pois não terá o livre arbítrio e seu nível de consciência será bem mais elevado que o atual.

2.   Sofrimento evolutivo: Acontece por opção de cada um.
Este sofrimento pode ou não ser acompanhado de dores (nos mesmos moldes da anterior), pois irá depender dos corpos envolvidos e do alcance do estado evolutivo que resolvemos aderir.
Este é evolutivo, pois acontece quando prestamos um serviço ao Plano Maior, onde nos doamos de diversas formas, sem contrapartidas, de forma altruísta, espontânea, pois deixamos de exigir alguma contrapartida qualquer.
Irá requerer sacrifícios, espontaneidade, voluntariado, onde devermos abrir mão de diversas “oportunidades” (quem sabe de muitas ilusões da vida física) em troca de serviços intuídos ou dirigidos por impulsos espontâneos ou criteriosos no círculo de pessoas que me encontro.
Por ser opcional, poucos exercem esta opção, pois consideram que o sofrimento cármico (não evolutivo), é o suficiente. Com isto, realizam inúmeras vidas em diversas épocas,  sem qualquer aspecto evolutivo conquistado, estagnando no tempo e no espaço, por eras sequencias. A esta situação apelidamos de roda gigante, pois roda, roda, passa por altos e baixos e não sai do lugar.

Mas, como saber se isto procede?
É simples, pois tivemos a 2000 anos atrás, um exemplo que caracterizou isto de forma vibrante, autentica, nos limites que conhecemos, para nos mostrar que é assim que acontece aqui na Terra.
O advento de Jesus Cristo, onde de cara, nos informou que Ele é o “caminho”, a “verdade” e a “vida”, exemplificou de forma intensa e  explicita que ninguém chega ao Pai a não ser por Ele, ou seja, evoluir é sofrimento e dor (para a fase atual que nos encontramos).
Tal recado continuou sendo dado por homens santos e mulheres santas ao longo do tempo, mostrando a necessidade real do sacrifício.
Jesus com seu porte atlético, um homem quase perfeito no arquétipo da raça humana da Terra, viveu intensamente, de forma literal, explicita e real, estados de dor e sofrimento atrozes como forma de mostrar a verdadeira necessidade da evolução na sua forma possível para evoluir num planeta cármico. Claro, usou os limites das nossas possibilidades físicas, que provavelmente pouquíssimos de nós suportaria o que Ele suportou, mas mostrou o que foi preciso mostrar.

Não temos de ser crucificados, na forma literal como Ele foi, pois o conceito de sofrimento e de dor varia de indivíduo para indivíduo e o que importa é  exatamente a forma que cada um encara seu sofrimento e sua dor.
Aliás, somos nós que potencializamos nosso sofrimento e nossa dor, pois poucos compreenderam este estado de evolução no mundo cármico, material.
Temos visto indivíduos que conseguem encarar suas provas compulsórias e seu sofrimento evolutivo, numa boa, num estado de alegria, de liberdade, sentindo o bálsamo que a alma emana quando nos encontramos no caminho correto.

É preciso repensar sobre isto, abraçar certos estados de sofrimento e certas dores, na gratidão, no amor em tê-las, pois isto as tornará insignificantes perante as portas que irão se abrir.
O indivíduo precisa vislumbrar e desejar este grau de liberdade. Pode ser que tenha de viver oprimido fisicamente, mas interiormente poderá viver na plenitude da liberdade.
Tudo dependerá da forma como ele adota estas referências, se são os objetivos externos ou os internos que deverá prevalecer.
Talvez uma simples mudança de postura, de ideias e de ideais, possa transformar o sofrimento em esperança, em liberdade, em evolução.

Vamos refletir.
Vamos compreender e amar o que precisa ser amado.
Às vezes abraçar o que sempre rejeitamos pode ser o caminho desta libertação.

 Hilton

sexta-feira, 3 de junho de 2016

A esperança.

Pensamento do dia 03 de junho de 2016.

Aguardai vigilantes.
Trigueirinho.

Pois bem, o recado em questão é sábio, pois nos encontramos sob situações completamente fora do nosso controle.
O planeta já está seguindo seu curso de transformações, independente das ações ou reações dos reinos que abriga.
Podemos dizer, em linha gerais, que a alma planetária (Logos planetário) foca a evolução da Terra e nada mais além disto.

A raça humana transformou estes momentos num pesadelo incrível, ao nos desviarmos da forma que o fizéssemos ao longo das eras da nossa existência.
O pior é que estamos imputando aos demais reinos, vegetal, mineral e animal, sofrimentos atrozes não só pela sua existência como pelas manifestações telúricas que assolaram o planeta, pois todos estarão envolvidos neste processo de alinhamento da Terra com o Sol central da galáxia, transformando-a em planeta sagrado.
As mudanças planetária, as mudanças solares, são sempre explosivas. Basta acompanharmos as explicações dos nossos astrônomos que tem conseguido mensurar tais mudanças, analisando os resquícios das explosões incríveis que repercutem por todo o nosso universo.

Aqui na Terra, encaramos que isto nunca acontecerá.
Parece que somos isentos das regras universais, nas mudanças planetárias.
Somos um apêndice das Leis Divinas, segundo o estilo de vida que resolvemos adotar na raça humana, como se todas as demais vidas existissem para nos servir.
Erro fatal.
Desprezo que aponta um despreparo e uma ignorância cabalística de tão grande que se tornou.
O pior é que não é por falta de informações, alertas, avisos, precedentes, mas por pura vaidade e ganancia.
Uma prepotência incrivelmente desproporcional para qualquer mente pensante fora da Terra.

Enfim, cabe salientar tudo que tem sido colocado a respeito dos nossos erros não tem um caráter reeducativo, pois o que se estragou não se pode mais consertar.
Já ultrapassamos a “curva de retorno”, o “payback” ,estamos agora num caminho sem volta, de mão única, descendo sem freios ou possibilidade de parada.

Daí vem a sábia informação: “aguardai vigilantes”.
Não devemos aguardar passivamente, apreciando estes momentos, mas ativamente na busca pelo crescimento espiritual, pela coligação, pelo contato, pelo crescimento interior, pela introspecção, nos elevando ao máximo em torno das coisas subjetivas, imateriais, efetivamente eternas.
Ser orante é uma necessidade imprescindível para os tempos atuais.
Focar-se no essencial também.
O supérfluo, a superficialidade da vida, o inútil, os sentimentos que desagregam como os ciúmes, a ganancia, o poder, a luxuria, o egoísmo, de forma geral, nos colocam em situações piores das quais já nos encontramos, pois tira nosso foco da grande decisão.

Ter e poder, nas regras materiais, acabou.
Ser, espiritualmente ativo, é a única coisa necessária para este e para os momentos que se aproximam.

Enfim recados desta natureza tem sido uma constante entre nós, que de certa forma, alguns, no mínimo, tem lido estas informações.
A maioria ainda tem dúvidas, não aceita muito bem a veracidade de tais informações e duvida de que iremos passar por situações desta natureza.
O tempo dirá, mas cabe ressaltar que independente de aonde estivermos, encarnados ou desencarnados, iremos passar pelas mesmas situações, portanto, preparar-se aqui ou acolá, tanto faz, o necessário é preparar-se (esta preparação não se refere a nenhum aspecto físico).

Recentemente, em nossos Trabalhos na Serra de Ibitipoca, sul de Minas Gerais, para aonde nosso Grupo se deslocou nestes feriados, procedendo uma Vigília em Oração, fomos acompanhados de diversos mentores e coordenadores do plano astral, numa clara demonstração de que, nestes momentos da Terra, tudo se envolve com os mesmos objetivos, pois as mudanças pegará o mundo físico e não físico do planeta.
Portanto, todos os setores, reinos, níveis de consciência, dimensões que envolvem a Terra, está sob  os mesmos critérios de transformação.


Reflita.
Hilton

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Prioridades?


Pensamento do dia 02 de junho de 2016.

A clareza emergirá do interior de cada um, pois lá está o núcleo que corresponde à Fonte de Luz do universo inteiro.
Trigueirinho.

Pois bem, vivemos momentos de muitas dúvidas, dúvidas excepcionais, pois tudo está em transição.
Não tem sido fácil para ninguém e não será.
Estamos perdendo nossos parâmetros, paradigmas e nossas referencias e dá para dizer que muitas são as que usamos em várias reencarnações, ou seja, nos acostumamos tanto com elas que podemos nos sentir “sem chão”, quando todas não servirem mais.
No entanto, dizem que o homem e muito criativo, mas nossa criatividade provem sempre de experiências passadas, ou seja, em algum momento vivemos situações semelhantes.
Neste final de ciclo, isto não acontece, ou seja viveremos situações inusitadas, onde nossa larga criatividade dificilmente será exercida pela falta de vivencias anteriores.
Isto, por um lado pode ser desesperador, mas por outro lado, pode ser alentador para os que permitirem serem conduzidos.
Em situações inusitadas, onde a mente não consegue raciocinar alternativas, é preciso usar corretamente a fé, onde a entrega, a humildade e a misericórdia, serão as energias que predominaram sobre os indivíduos conscientes da sua incapacidade em conduzir-se.
Estamos nas vias de fato destes argumentos, pois forças telúricas incríveis estão sendo liberados pela Mãe Natureza, na contrapartida de muito que fizemos e do que não fizemos para os reinos envolvidos, além de estarmos vivendo um ciclo de transformação do Planeta que trata-se do seu próprio processo evolutivo, independente dos reinos que abriga.

Desta forma, temos um sucessão de fatos e procedimentos dos quais o ser humano não tem e nem poderia ter controle sobre isto.
Mesmo assim, vê-se pessoas vivendo como se nada disso tivesse algum significado, fizesse algum sentido, pois deixaram de analisar o contexto, a universalidade do nosso planeta em troca das suas ilusórias necessidades imediatas.
É interessante como o contexto planetário não tem interessado a maioria, onde significativos alertas são transmitidos por cientistas, pela própria Mãe Natureza e pessoas coligadas a estes consideradas “estranhas” informações.

Na medida que o tempo passa e este tem se acelerado continuamente, vemos inúmeras transformações nos céus, nos oceanos, no processo climático, batendo recordes sobre as medidas existentes, como uma coisa corriqueira, sem importância, que não merece maiores atenções.
Nas aparições de Maria, de Jesus e em eventos desta natureza, os alertas são contínuos, exaustivos, tentando nos sensibilizar para que reformulemos nosso critérios de prioridades na vida, exercendo maior atividade espiritual do que as físicas.

Deveríamos estar vivendo de outra forma, completamente diferente da atual, nos preparando para as mudanças e para as imensas oportunidades que já estão entre nós. O que temos visto é pura apatia, insensibilidade, imensa capacidade de distração, foco somente nos aspectos físicos e ilusórios da vida material, intensas disputas de toda ordem, intensas competições, indisciplina, desequilíbrio, tentando inutilmente, administrar o agravamento das doenças, o agravamento das contaminações, impurezas de toda ordem, guerras nos lares, nas empresas, nas instituições, nos países, enfim estamos vivendo o apocalipse que nos mesmos construímos, que se somará ao apocalipse de reforma da superfície terrestre.

Temos de escutar a voz do coração, temos de contatar o nosso ser interno, temos de ter acesso a esta clareza interior que provem da Fonte de Luz.
Não temos mais como mensurarmos o que existe, imagina o que virá?
O homem tem de voltar-se para seu lado interno, para suas aspirações elevadas, para sua estrutura de fé.
Precisa reformular suas prioridades.
Precisa mudar seu estilo de vida.
Precisa ocupar-se com o intangível, num primeiro momento, pois este será tangível assim que sua clareza interior aflorar.

Enfim é preciso refletir, agir, reformular, buscar novas prioridades, pois as que temos buscado estão em quede livre.
 
Hilton

terça-feira, 31 de maio de 2016

A voz do coração.

Pensamento do dia, terça-feira, 31 de maio de 2016

"Concentre-se no coração. Entre nele, penetre-o, aprofunde-se tanto quanto possível."
A Mãe.

Comunicado:

Amigos, hoje não teremos nossa reunião tradicional das terças, pois conforme orientação, precisamos absorver com certa morosidade as energias das quais fomos submetidos em Serras de Ibitipoca. Ainda somos meio lerdinhos.
Peço que reflitam sobre todo os Trabalhos realizados e as comunicações ocorridas, pois absorve-las ao máximo nos tornará mais habilitados a prestarmos os Serviços que serão necessários.
Quero agradecer a todos pelo bom humor, pela alegria, pelas provas (duríssimas) para os mais “sênior”, pois demandou atividades físicas que desenferrujaram  as “porcas e parafusos” do corpo inteiro.
Como sempre, tiramos de letra as dificuldades, certos desconfortos, a longa viagem e soubemos administrar o que nos foi indicado. 
O regime alimentar foi essencial, pois de certa forma depurou certos venenos que ingerimos diariamente.
Viver em comunidade exige o máximo da tolerância e durante estes quatro dias, assim fizemos, pois será de forma comunitária que iremos passar os grandes desafios que estão por vir.

Quero destacar que certas fotos que nossos fotógrafos tiraram podem ser inspiradoras para certos momentos. Devemos disponibilizá-las a todos que foram e que não foram.

Ibitipoca: Alguns estudiosos da língua tupi descrevem a tradução do nome Ibitipoca como “casa de pedra”, pela existência das grutas que serviam de moradia aos índios. Outros estudos indicam a versão da “serra que estala” (ibiti= serra + poca = estala), referência aos trovões que são comuns na serra.

Identificamos na região uma Cidade Intraterrena, da qual fomos convidados, de forma inconsciente, a ter acesso a certos locais que foram preparados para nos receber com nossos quadros emocionais confusos. Foi uma dinâmica incrível de contatos e alinhamentos dos nossos corpos físico, emocional, mental e astral.

Pensamento:

Pois bem, como temos comentado, o coração será a Voz que precisamos aprender a escutar.
Até agora, temos escutado a voz da razão, da coerência intelectual baseada em referencias que não servem mais para os tempos atuais.
É fácil de perceber como as coisas estão de “ponta cabeça” e esta coerência racional que vínhamos utilizando, encontra-se desencontrada e desatualizada, não servindo mais de parâmetro para nossas decisões.
Este processo de desalinhamento do que conhecemos está se acentuando e acelerando, pois parâmetros, paradigmas e conceitos, dados como líquidos e certos, estão ruindo e em breve, não serviram para mais nada.
Nossas escalas de medidas, sejam quais forem, serão ultrapassadas pois o que iremos enfrentar nenhum de nós jamais enfrentou, portanto, racionalmente não poderemos medir.
Sem parâmetros, sem referências, sem escalas, não poderemos decidir de forma racional.
Se formos decidir de forma emocional, a irracionalidade será extrema e mortal, portanto, será intuitivamente, pela voz do coração que teremos de seguir as indicações do que fazer, para aonde ir, em não manifestar-se ou aquietar-se, somente.
A voz do coração, se tivesse sido usado desde os primórdios da raça humana na Terra, tal qual fomos constituídos, hoje seríamos outra civilização com um processo de transição completamente diferente do que está em curso.
Podemos dizer que todos aqueles que ao fazerem uso da fé e da coligação com o Plano Divino, tem sido intuídos na voz do coração. Apesar de tentarem racionalizar, pois é o que a maioria faz, ainda assim sobra critérios de bom senso elevado que os tem levado a decisões importantes  para serem conduzidos e ao mesmo tempo conduzir.

Não basta somente boa vontade, mas é preciso discernimento, equilíbrio, estudos, buscas continuas pelo aprimoramento, auto confiança, muita humildade e compaixão, para usar da melhor forma possível a voz do coração.
Uma das primeiras posturas a se ter para isto é o auto esquecimento.
Sem este critério de auto esquecimento, acionamos nosso mecanismo do egoísmo e ele irá preponderar sobre todos os outros. Aprender a não pensar em si próprio é um exercício importantíssimo que traz neutralidade, entrega e nos prepara para seguirmos o que será recomendado pela voz do coração.

Outro aspecto fundamental é quando aderirmos a um Trabalho, a um Serviço, a uma Vigília, a uma Doação, o façamos sem pensar um minuto sequer em si próprio, pois desta forma estaremos sendo isentos e intuídos a produzir o que for necessário para todos, naquele momento.
Quando penso em mim, levo em conta somente minhas referências, minhas vontades e minhas necessidades, excluindo assim as necessidades de muitos.

Precisamos aprender a ser conduzidos e não mais a conduzir, mas devemos ser conduzidos pela voz do coração e para isto temos de escutá-la.
Todos, sem exceção, a escutam, mas a maioria não se dá conta, racionaliza, quer analisa-la, a limita com inúmeros parâmetros burros, inclui suas vontades e interesses, enfim a deturpa de tal forma que ela perde a sua real intenção, tornando-se mais uma elucubração da mente humana, radicalmente afetada pelo egoísmo.

Os esforços são grandes e precisam ser praticados para termos o máximo de isenção, por isso o auto esquecimento precisa ser praticado, pois com isto poderemos eliminar boa parte dos vícios e da deturpação que fazemos ao “analisarmos” a voz do coração.

“Entre nele, penetre-o, aprofunde-se tanto quanto possível” : o conselho é importantíssimo, pois sem a pratica destas ações, não poderemos distinguir quando a voz é do coração ou da razão.

Quanto mais esforços são feitos para esta conquista, mais iremos confiar em nossas intuições.
Quando o Grupo resolveu ir até Ibitipoca, assim como fizemos em todas os outros Trabalhos e Vigílias, nos aventuramos em seguir a voz do coração, confiando que estávamos fazendo a coisa certa, seguindo as indicações e cientes de que estávamos ali realizando um ideal elevado, independente das circunstancias que seríamos submetidos.


Vamos refletir e se convictos, mudar certas posturas, inclusive reaprendendo a discernir melhor sobre nossa prioridades.

Hilton