terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Intuição, aspiração e fé. Sua interelação.

Pensamento do dia, terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

"Na entrega e na aspiração está a Luz do equilíbrio, e somente na retidão da lei pode-se prosseguir com segurança."
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que a entrega antecede a aspiração.
A aspiração é um pouco diferente da intuição.
A aspiração é um insight, digamos, de aprimoramento sobre aquilo que se conhece, ou sobre aquilo que necessitamos compreender melhor.
Supondo que você receba uma informação e esta informação lhe tocou, mexeu com você. Neste momento seu coração ao receber a energia desta informação, sente-se atraído e o incentivará para que sua mente interprete corretamente a informação recebida. Outro impulso energético é gerado do coração para a mente.
A mente, não sendo dominada pela personalidade, desperta para interpretar a informação.
Na necessidade de certos requisitos que a mente não dispõem pode vir a aspiração.
Desta forma a aspiração, outro impulso energético, completa estes requisitos que a mente não possui, para que esta informação possa ser corretamente interpretada. O coração aguarda e no momento que se completa a devida compreensão pela mente, este assimila e espalha para o corpo físico e os demais corpos sutis, aquilo que foi conquistado.
Na necessidade de complementos do que já se conhece, isto acontece da mesma forma.

A aspiração normalmente vem dos nossos Mestres e Instrutores espirituais, cuja vivencia e conhecimento são amplos e podem nos ajudar.
Todo o desenvolvimento tecnológico, cientifico, médico, técnico, astronômico e físico, que conhecemos e aperfeiçoamos, foram provenientes de pessoas inspiradas na aspiração de informações que estes estavam se dedicando.
Por isso que o descobrimento da penicilina, do avião, da luz elétrica, de certa forma, pode ter tido vários autores, pois vários estudiosos nestes campos receberam a "mesma aspiração" dos Mestres incumbidos de aprimorar nossa vida material. Obviamente, o mais inspirado, o mais dedicado e o mais inteligente, acaba resolvendo as questões pendentes de tais descobertas, mas sucessivamente podemos ter vários colaboradores e descobridores da mesma invenção.

No plano espiritual, a coisa muda, pois aí depende do nível evolutivo daquela pessoa, onde são levadas em conta, as vivencias anteriores, as experiências anteriores, a origem, a procedência(de que mundo é proveniente), enfim há uma série de fatores que são independentes entre nós. Por isso que temos pessoas que se destacam no uso da fé, da tolerância, do amor, da entrega, da religiosidade, pois estes tiveram vivencias anteriores mais organizadas e metódicas no exercício destes impulsos e sentimentos.  
Por isso que somos incentivados a adotar certas posturas destes homens e mulheres que se destacaram na vida religiosa/espiritual.
Quando pegamos o exemplo de Jesus, podemos ver, admirar e seguir um homem cístico completo e perfeito para os padrões da Terra.

Tanto a aspiração como a intuição acontece no indivíduo desprendido das coisas materiais, onde limita-se a viver e usufruir daquilo que a vida o proveu, seja muito ou seja muito pouco, com dignidade e no bom uso do que lhe foi entregue, segundo seu destino. Podemos dizer que a riqueza e a pobreza são provas semelhantes que cada um de nós alterna constantemente nas vidas do plano material.

As Leis temos de conhece-las e aplica-las em nossa vida material e espiritual. Falo das Leis divinas, das Leis universais e para isto a Busca contínua e incessante é primordial.
Podemos ser inspirados a conhecer uma Lei e podemos receber a aspiração para compreende-la no limite da nossa capacidade.
No uso deste conhecimento sobre a Lei, seremos intuídos a aplica-la aonde for necessário para ajudar quem necessita.
Como um "berço" ideal para tudo isto, está a fé, a energia primordial da vida espiritual.

Pareceu complicado?
Não, é simples, mas caso ainda se sinta confuso, use e abuse da energia da fé, que seu próprio coração o conduzirá com suavidade, com leveza, na pureza das intenções e na vitória das conquistas espirituais, bem como no alinhamento correto da vida material.

Hilton

Obs.: Para a redação deste texto, primeiramente foi intuído a realiza-lo.
Recebi o impulso intuído durante a noite e dei vazão, pela minha vontade no meu livre arbítrio, ao escrevê-lo.
Pela manhã, ao acordar, fui inspirado a promover o texto em questão.
Durante sua redação recebi por diversas vezes a aspiração dos nossos Instrutores para conclui-lo da melhor forma possível.
Nestes momentos concentrei toda a minha na realização do texto em questão.
Em 20 min, tudo ficou pronto. Senti-me em paz e com uma sensação de dever cumprido.

Obs.: Vocês ao lerem este texto, inicialmente o façam desprovidos das críticas que normalmente usamos. Leiam desprovidos das defesas e da retração que a vida cotidiana e competitiva que levamos, nos imputa a fazer.
Leiam vagarosamente e por mais de uma vez.
Atentem para as palavras ou os parágrafos que mais lhes tocam. Façam nestas palavras e nestes parágrafos, pausas mais demoradas para absorverem a forte energia ali contida, pois com certeza estas serão transformadoras.
Procurem ler sozinhos e em locais que não serão perturbados.
Reflitam sobre o texto, ou certas palavras, ou certos parágrafos para incorporarem seus impulsos.
Ao deitar, de olhos fechados, relembrem o texto e verão que certos trechos se destacam. Neste momento você está ordenando para que teu ser, em especial tua alma desenvolva os impulsos, que pra você foram mais relevantes no texto em questão. Durante a noite isto será arduamente trabalhado e incorporado na tua mente e no teu corpo espiritual. Nestes momentos sublimes os teus “mestres ascencionados” estarão ao teu lado ajudando-o neste processo de compreensão.
Ao acordar você será uma “outra pessoa”.
Nesta sucessão está a sua ascensão e na pratica do que foi aprendido a tua evolução.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Este será um profundo ato de entrega, mas será a única saída.

Pensamento do dia, domingo, 1 de fevereiro de 2015

"A cada etapa cumprida, o indivíduo recebe maior manancial de conhecimento."
Trigueirinho.

Pois bem, o conhecimento, fruto essencial da nossa evolução, acontece sempre quando estamos prontos.
Evoluir é ganhar conhecimento.
Quando estamos inseguros, com dúvidas, com medo, estamos na eminencia de ganharmos conhecimento.
A insegurança, os medos, as dúvidas são os sintomas de que algo maior, mais conciso, mas importante, está prestes a aflorar em nossa vida e que nos envolverá. Se me encontro próximo de um novo nível de consciência significa que estou às portas do desconhecido, pois é algo novo e com certeza desconhecido para mim.
No entanto, a falta de fé acentua exageradamente estes sintomas. Isto acontece pelo fato de que estou tão acostumado a reter, a guardar, a ter e a ser, que qualquer perda para mim é uma perda inaceitável.
Ora, tenho de perder o conhecido e utilizado para ganhar o desconhecido, o novo, aquilo que ainda não tive acesso.

Muitos param nesta "porta" e não ingressam. Estancam, ficam paralisados, o medo exalta e a personalidade assume o comando. Pronto, você parou e parou às portas do seu novo nível de consciência, de novos conhecimentos, de novo grau de libertação.
Assim tem sido ao longo da história da humanidade, onde temos recuado quase sempre em relação aos conhecimentos da alma, do espirito, sob o ineficaz comando da personalidade. No entanto, sem o novo conhecimento, continuamos a viver incorretamente.

Exemplo, hoje poluímos nossa atmosfera e nossas águas com extrema eficiência, produzindo todos os tipos de venenos possíveis, não só para nós como para os demais reinos. Tivemos acesso a energia nuclear e não podemos usá-la, pois desconhecemos seus métodos de controle e domínio. Isto acontece porque progredimos na matéria, mas não progredimos na consciência.
Para utilizarmos corretamente o que a matéria hoje nos proporciona, teríamos de ter conhecimento num nível que não alcançamos, porque recuamos às portas de conquista-los, com o distanciamento da nossa contraparte espiritual.
Desta forma, usamos de forma errada o avanço tecnológico conquistado e seu uso inadequado nos tem trazido consequências horríveis que afetam totalmente nossa sobrevivência e a dos reinos.

Temos sido assim ao longo dos tempos. Nos distanciamos tanto das metas espirituais, do conhecimento sobre a vida e a Vida, que estamos perdidos, confusos, medrosos e completamente inseguros.
Temos feito as coisas quase que automaticamente, sem domínio, sem pensar, sem refletir, sem ponderar se o que fazemos é certo ou errado. 

Outro exemplo interessante são aquelas pessoas que acabam deflagrando uma rígida disciplina alimentar (vegetariana, macrobiótica, etc.) de postura, de conduta, todas zen, arrumadinhas e decididas na prática de yoga, meditação e outros exercícios, mas retém-se e acabam parando nos níveis materiais da vida, ou especificamente do corpo e da mente.
Ora, continuam fazendo a metade. Fazem a contraparte material e não buscam a espiritual.
Não resolvem o que deveriam resolver. No íntimo continuam iludindo-se com atitudes e comportamentos paliativos.
Desencarnam e continuam frustrados.

O pensamento cita: “cada etapa cumprida, o indivíduo recebe maior manancial de conhecimento”. Em que etapa estamos?
Talvez a gente não tenha mais como identificar, mas com certeza está muito aquém da etapa que deveríamos estar, pelo simples fato de estarmos vivendo em desarmonia com a vida e com os reinos.

Possibilidades de compatibilizarmos integralmente a matéria com o espirito, na etapa atual da vida é impossível. Este problemão agora é de Deus. Não temos mais como vencermos estas imensas diferenças.
Mas, nos resta aderir, nos engajarmos neste gigantesco processo de recuperação da vida completa (alinhamento da vida material com a espiritual).
O que teremos de passar tornou-se inevitável, mas poderemos passar nos mesmo moldes que temos vivido, ou seja, lutando contra, ou aderindo a estas incríveis mudanças que vão ocorrer.

Este será um profundo ato de entrega, mas será a única saída.

Fiquem atentos!
Hilton