Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
"Nada haverá de ficar como está."
Trigueirinho.
Pois bem, o recado é claríssimo.
Vejam que o recado é explicito e totalmente abrangente.
Nada é nada mesmo.
Vejam que o recado não se refere exclusivamente aos aspectos
externos da vida, que sempre tomamos como referência.
Externamente o planeta fará uma reviravolta, onde o que é
seco ficará submerso e parte do que é molhado ficará seco. Isto é bem
abrangente e resume os aspectos da nova era, da nova Terra e da nova superfície
terrestre.
Basicamente a Terra terá duas estações no ano, primavera e
outono, suficientes para controlar o que for necessário para a continuidade da
nova vida que se fará presente no mais novo planeta sagrado do nosso sistema
solar. Portanto não só sua geografia mudará, mas o clima, a fauna, o ar (com
mais éter), além do magnetismo mais intenso e que regulará as energias
incidentes sobre esta nova superfície.
Nesta transformação várias espécies de animais, de vegetais
irão desaparecer para darem espaço para outras espécies ainda desconhecidas
entre nós. Alguns minerais ficarão no subsolo e não irão mais aflorar na
superfície.
As mudanças serão intensas, inclusive na rotação do planeta,
tornando-o mais fácil e menos pesado no conceito gravitacional.
A nova raça humana, oriunda da atual, será aquela que terá o
devido merecimento e evoluído o suficiente para habitar um planeta sagrado,
pois irá se submeter a novas regras de conduta, de vivencia, de sobrevivência e
de acesso aos segredos universais.
Será uma raça contatada, provida de acessos e informações
que chegaram ao seu conhecimento, oriundos de vários outros mundos sagrados. A
Terra, finalmente sairá da sua quarentena e poderá ver e abraçar a imensa
quantidade de vida que existem em todos os mundos.
Será uma raça cordial, sem agressividade, onde a recepção a
outros habitantes de outras esferas não serão mais bombas e sim flores.
A Terra terá uma raça humana invadida por amor,
inteligência, conhecimento, compaixão e compartilhará sabedoria e conquistas de
outros mundos.
Enfim, o novo panorama será incrivelmente melhor e
infinitamente mais agradável que o atual. Temer isto é incoerente.
Nosso cinema adora retratar a Terra como terra arrasada, nas
suas cenas de transformação planetária. Isto é bem conveniente e adequado para
o sistema egoísta e cruel que estamos vivendo, onde as forças negras precisam
alimentar o tempo todo, nossos medos e nossa retração às informações reais e
corretas que irão suceder no planeta.
Fazem isto pois não querem que desejemos a realidade do que
virá!
Retratam a transformação da raça humana, como zumbis à
procura de sangue. Hora, fazemos isto hoje, pois necessitamos de sangue
(apelidado de proteína) matando animais, além de roubarmos o leite dos
bezerros, dos cabritinhos e os ovos na reprodução das galinhas, entre outros,
portanto, hoje somos os zumbis que o cinema retrata no “amanhã planetário”.
Muito bem, voltando para o “agora” o recado do pensamento
aponta para as transformações internas que estão ocorrendo em todos os seres
humanos.
Estamos INSATISFEITOS e isto é ótimo sob este ponto de
vista, pois esta insatisfação é a locomotiva para que novos padrões possam nos
acessar e se dermos o consentimento, eclodir e frutificar para que certas
transformações mínimas e necessárias ocorram naqueles que se autoconvocaram
para a nova era.
Seremos classificados e escolhidos e sabem por quem, pela
nossa alma que irá definir se seremos ou não, os componentes da continuidade evolutiva
da nossa raça.
Portanto, estamos num momento muito delicado, de decisões,
onde temos de ter um forte poder de convencimento para que a nossa alma possa
nos classificar como autoconvocados.
Vejam, que mais uma vez, somos, no conjunto corpo-alma que
tomamos as decisões sobre o caminho que iremos percorrer.
Deus nos dá a plena e absoluta liberdade, mas com
responsabilidade, pois através dos nossos corpos (material – espiritual), um
com menos, outro com mais lucidez espiritual, podemos crescer mudando de fase
ou estacionar na fase que estamos.
Por isso que falamos tanto em equilíbrio, onde
insistentemente, precisamos avançar não somente na vida material, mas na
espiritual também, para termos uma visão clara e absoluta das oportunidades que
o Pai oferece.
Aliás é bom sabermos que os planos de cada um na
vida material, mais arrojados e considerados menos oportunos, segundo os
critérios da nossa alma, irão literalmente “dar água”, “não darão certo” e “não
irão acontecer”. Isto é importante, pois senão corremos o risco de continuarmos
na “doce” (mas amarguíssima) ilusão de que ainda temos futuro no plano da vida
material terrena, nas condições que esta se encontra. Estas decepções podem
fazer a diferença entre continuarmos focados na vida material ou termos a
oportunidade de nos voltarmos para a vida espiritual e a devida lucidez para os
tempos das transformações.
Isto pode ser duro por um lado, mas analisado sob a
ótica das mudanças, é mais uma benção divina, pois para Estes que nos protegem
somos considerados seres eternos e evolutivos.
Muita gente não liga para isto. Estão tão preocupados com
suas tranqueiras que se desgastam e acabam tão rapidamente, que distraídos, não
se voltam para o outro lado da vida, a espiritual, perdendo a lucidez do tempo
e do espaço no continuísmo da vida como um todo.
Portanto, devemos prestar muita atenção a estes recados.
Refletir bastante e decidir se devemos ou não atuar
fortemente e presentemente junto à nossa alma, para que esta delibere no nosso
conjunto corpo-alma, como sendo indivíduos autoconvocados nesta nova
oportunidade divina.
Excepcionalmente, estamos sendo agraciados (na graça divina,
por Deus) com seu Filho, com Maria e tantas “Outros e Outras” que vem
Trabalhando arduamente para que possamos compreender o importante momento que
estamos vivendo.
Estamos sendo exaustivamente acompanhados nestes tempos de
profundas mudanças para que possamos ter, no livre arbítrio, a devida lucidez
para tais decisões.
Nossa imensa GRATIDÃO a estes “Outros e Outras” que tem
amorosamente nos assistidos e orientados.
Hilton