sexta-feira, 18 de setembro de 2015

A Terra nos retem.

Pensamento do dia 18 de setembro de 2015

Que importa se a flor for passageira? A vida continua, e um florir imutável poderia tornar-se aborrecido.
Dorothy Maclean.

Pois bem, a criação de Deus é renovável, um eterno vir a ser.
Como diz o pensamento, se assim não fosse, teríamos algo imutável, aborrecido e desinteressante.
No entanto, muitas pessoas tem vivido assim, repetindo reencarnações de forma continua, constante nas mesmas condições das anteriores.
Esta monotonia reencarnatória traz vários reflexos negativos, o desanimo, os medos, a tristeza, a angustia, a depressão, o pânico, a submissão, etc.,  pois a alma do indivíduo ressente desta falta de impulsos evolutivos.
A vida fica triste, monótona e a insegurança, a descrença e o imobilismo acentua-se.
A vida perde sua graça.
Enquanto as pessoas não perceberem a necessidade de atender os anseios da alma, do espirito, além das necessidades materiais, seremos sempre incompletos.

Estamos vivendo tempo incomuns, tempos de profundas e aceleradas mudanças.
Ninguém ficará incólume, ninguém ficará estável, ninguém ficará como está, pois as mudanças já estão e serão plenas em tudo o que existe. As que percebemos e as que não percebemos.
Muitos veem isto de forma muito distante, muito além dos momentos atuais. Ledo engano.
Para começo de conversa, quando desencarnamos nãos saímos da órbita terrestre, continuamos coabitando, mas numa outra dimensão, ou em um universo paralelo, mas na orbita terrestre.
Coexistimos no mesmo espaço mas em vibrações diferentes da vibração material da superfície terrestre, portanto, ninguém ficará isento de tais mudanças.

A maioria entende que a morte nos remete para outros cantos do universo. Não é assim, o que nos remete para outros cantos do universo é nossa vibração, nosso nível de consciência e nosso estado evolutivo.
Claro, poderemos ir para mundos mais atrasados ou mais adiantados que a Terra, mas isto somente acontecerá no momento em que a Terra tiver mudado de nível de vibração, tiver evoluído, consagrar-se como planeta sagrado. Até lá, estaremos presos na sua orbita planetária,  encarnando ou desencarnando na sua superfície. A Terra nos retém até que mudanças planetárias aconteçam.
O que muda, então, são as condições da reencarnação, país A, país B, sexo masculino, sexo feminino, família A, família B, situação de falta ou abundancia material e vai por aí a fora.
Portanto, somos seres humanos da Terra até a Terra nos liberar da sua atratividade, da sua força gravitacional e magnética, atuando nos diversos planos dimensionais que ela abrange.
Vejam que temos citado várias vezes, ao nos referirmos aos seres humanos, como seres humanos da Terra, porque temos vários outros seres humanos de outros sistemas e planetas.

Se esta lucidez estivesse presente em todos, com certeza as posturas atuais mudariam, pois reconheceríamos que não basta morrer para que tudo cesse.
A morte é um continuísmo da vida como um todo e não nos livramos de nada que deixamos para trás.
O suicídio é um processo de profunda estagnação, que nos retém num determinado nível de consciência e evolutivo, até cessarem todas as condições cármicas ocorridas anteriormente e com o próprio ato de se suicidar.

O conceito de céu e inferno, purgatório, umbral, etc., são estados de consciência que ao habitarmos o corpo astral, após a desencarnação, criamos a ilusão de paz, ou de sofrimento para que, numa tentativa da alma, nos libertemos ou nos arrependamos do que fizemos de errado no mundo da superfície, ou seremos incentivados a continuar no processo evolutivo que desencadeamos.

Como temos dito, a ignorância e a falta da busca pelo aprendizado nos retém em estados de consciência que se repetem continuamente. Isto é ilógico e ante evolutivo.

O momento atual é ímpar, mágico, divino, sagrado.
As oportunidades nesta mudança planetária são fantásticas, pois se alguns de nós for encaminhado para mundos inferiores que a Terra atual, ficaremos presos nestes orbes até que mudanças no orbe aconteçam e isto pode levar muitos milênios do nosso tempo.
Sim, somos eternos, mas imagine viver em condições piores que as atuais. Dá arrepio só de pensar!
Infelizmente, são muitos os candidatos.

Revejam valores, posturas, responsabilidades, objetivos, metas de vida, pois se isto não está sendo considerado, com certeza estamos com foco errado.

Claro, para os que tiverem tempo e boa vontade.

Hilton

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Qual é nossa verdadeira imagem?

Pensamento do dia, quinta-feira, 17 de setembro de 2015

"Em uma atmosfera de louvor e gratidão nossa verdadeira imagem floresce. "
Dorothy Maclean.

Pois bem, qual será nossa verdadeira imagem?
Com certeza não é esta que temos nos olhado no espelho. Esta demonstra nossas imperfeições e nosso lado triste.
De certa forma, a humanidade tem caracterizado ou rotulado pessoas pela sua imagem imperfeita, distorcida, desprezando o que verdadeiramente cada um é.
Temos que considerar que habitamos um corpo físico provisório, finito e que se renova constantemente.

O que, verdadeiramente somos, é belo, divino, eterno, constante e imutável.

Estas diferenças no corpo físico, onde as imperfeições externas se ressaltam, não deveriam ser motivos de classificações, daí nossa grande dificuldade em aceitar o conceito da irmandade.
O ser humano perdeu ao longo do tempo, sua vidência e sua capacidade de “enxergar” o que hoje é invisível. Isto nos distanciou da universalidade, da pluralidade dos mundos, dos seres e dos universos paralelos.
Perdemos isto para a ambição e para o egoísmo.
Para reconquistar tais atributos, temos de deixar de ser ambiciosos e egoístas, pois tais energias tem envelopado nosso coração.

Estes aspectos são tão poderosos nos seres humanos, que as divindades usam um argumento para aprendermos a amar:
Vocês já devem ter notado como Jesus, Maria e tantos outros Seres que nos acolhem pedem para orarmos por Eles?
A princípio isto poderia parecer puro egoísmo.
Vejam como Maria pede para orar e muito pelo seu Filho, por Ela, pelo seu coração imaculado, pelo Pai, enfim, será que não posso orar pelo meu filho,  minha filha, meu irmão...?
Pois bem, como somos muito parciais e não reconhecemos a irmandade entre todos, oramos egoisticamente e ambiciosamente somente por quem temos afinidade, grau de parentesco, interesses, simpatia, atratividade ou coisas semelhantes.
De maneira geral, pouco importa se o negrinho na África está morrendo por falta de alimentos, remédios, agua, etc., dificilmente o  incluiríamos nas nossas orações.
Quando fazemos nossas orações voltadas para Jesus, para Maria, para Deus, ou outras divindades, Estes  recebem nossas orações e espalham pela face da Terra, na medida certa das necessidades pela energia orante.
Portanto, em absoluto, existe algum sinal de egoísmo nestes pedidos, mas uma forma simples e direta de usar-se uma energia tão poderosa como a energia orante, para atribui-la ao conceito da irmandade, que os seres humanos da Terra não reconhecem.

No entanto, muitas vezes, temos forte impulso para orar por alguém. Menos mal seria se ao orarmos para este alguém, ofertássemos, no final da oração, à Maria, ou Jesus, por exemplo, pois assim deixaríamos a Eles, que se incumbissem de dosar adequadamente a energia orante para quem ofertamos e para quem possa ser ofertado.

A gratidão, quando presente, é o start de impulsos incríveis.
Deveríamos agradecer por tudo, inclusive pela doença e pelas dores que nos assolam, pois estas são purificadoras e agem para nos desobrigar de momentos ruins, de farto estresse, ou da antecipação da desencarnação.
A gratidão remove montanhas, separa as águas, modifica caminhos, abre o coração, rompe barreiras.
A contrapartida negativa da gratidão é o orgulho, a vaidade, os ciúmes.


Enfim, se refletirmos sobre tais atributos, poderemos reunir uma atmosfera de louvor, que refletira nossa verdadeira imagem e aí veremos como somos belos, elevados e divinos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Temos que viver aqui sem ser daqui.

PENSAMENTO DO DIA 16 DE SETEMBRO DE 2015.

Todos somos o que somos porque o Criador de tudo nos fez assim.
Dorothy Maclean.


Pois bem, “somos o que somos porque o Criador de tudo nos fez assim”, ou seja, somos compostos de tudo que existe nos universos, os materiais e os imateriais.
Somos uma síntese, uma fusão, um aglomerado de tudo, portanto, temos tudo intrinsecamente, em nós.
Obviamente usamos e estamos usando aquilo que condiz com o nível evolutivo atual, o nível de consciência alcançado, o planeta que habitamos e as energias que suportamos.
Qual a diferença entre nós e um Cristo Cósmico?
Nenhuma.
Exceto que um Cristo Cósmico exerce uma imensa capacidade que nós ainda não temos a menor possibilidade de usar.
O processo evolutivo é isto.
De certa forma é descobrirmos nossas capacidades, nossa universalidade, nosso potencial infinito. O retorno à morada do Pai será o momento em que estaremos plenos de tudo isto.
Hoje estamos no caminho, mas se olharmos para trás, demos passos incríveis, pois passamos pelo reino mineral, pelo reino vegetal, pelo reino animal e agora nos encontramos no reino hominal. Seremos monádicos, seremos uma hierarquia, seremos imaterial, seremos uma consciência conjunta, portanto há um longo caminho a percorrer e na medida que formos vencendo as etapas, viveremos alegrias intensas, a felicidade verdadeira, o mundo real, a fase atemporal, onde o tempo será um eterno presente.
Estamos na fase difícil, penosa, árdua, triste, confusa, inexata em todos os aspectos, onde a ilusão, os medos a as ausências são predominantes, mas isto tudo passará.
Ficar preso nesta etapa, digamos cármica, onde erramos muito mais do que acertamos, é  algo inconcebível para quem tem a oportunidade, que temos tido, de  acessar a tantas informações incríveis.

Temos que viver aqui sem ser daqui.

Isto não é incoerente nem ilógico, isto é o impulso para ascendermos aspectos evolutivos que neste final do ciclo, ou dos tempos, nos proporciona.
Perder tempo com coisas fúteis, insignificantes é uma utopia, mediante esta abrangência.
A corroída desculpa de que não temos tempo, é outra incoerência, pois estaremos tratando de todas as nossas futuras encarnações e desencarnações.
Outra coisa incrível, é que no momento em que nos focarmos neste aspecto, neste aprendizado, nesta dedicação, de cara, nossa vida começa a tomar outros rumos.
Nossa capacidade de compreender melhora sensivelmente, nossos medos diminuem, nossa fé se acentua, nossas esperanças se renovam e ficamos, digamos assim, mais solto e menos preocupado com nosso futuro e o futuro dos acontecimentos.
A palavra “entrega” e “ confia”, começa a fazer sentido.
Nossas orações alcançam outro patamar, não iremos mais rezar, mais viver uma oração.

Portanto, simples mudanças de postura, mudam o ritmo da tua vida.
O rumo é cármico e está atrelado ao destino, portanto, seguirá seu curso, mas a grande diferença será a forma como os viveremos (rumo e destino).


Hilton

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Homem = Formiga.

Pensamento do dia 15 de setembro de 2015

Tudo é um, tudo interage.
Dorothy Maclean.

Pois bem, vivemos exatamente o contrário, a separatividade, ou seja, o oposto da unidade, do um.
Eu sou homem, você é mulher, eu sou preto, você é branco, eu sou brasileiro, você é chinês, eu sou do partido A, você é do partido B, eu sou santista, você é corintiano, insistimos enfaticamente que somos diferentes, que não pertencemos às mesmas coisas e nos distanciamos, nos separamos e rompemos.
Criamos assim, o banquete das forças involutivas, que irão se alimentar dos nossos conflitos, das nossas diferenças, da nossa separatividade, incentivando a discórdia, a diferença, o predomínio, a insensatez, as guerras, a burrice, a ignorância.
Por não pensarmos a respeito, por sermos completamente analfabetos na religiosidade evolutiva, adotamos a separativade em troca da unidade.
Deu no que deu.
O egoísmo e a ganancia, encontraram solo fértil para dissecar o reino humano na profunda ignorância que temos vivido.
Deus por si só é o conceito da unicidade, do único, do tudo e do todo.
Quem acredita?
Quase ninguém, no solo da Terra. Alguns tem se esforçado para assimilar, mas a maioria sequer pensa a respeito, pois somos por demais ocupados na tentativa de manter a ignorância e as quinquilharias que nos “pertence”.
Será que uma formiga percebe que existimos como parte dos reinos?
Com certeza não, pois sua capacidade se limita ao instinto de sobrevivência, dela e do formigueiro. Este é seu único universo.
Infelizmente, assim temos sido, tão ignorantes e limitados como uma formiga quando se trata do universo de Deus.
A grande diferença é que somos alma pensante, enquanto a formiga não é pensante e não tem sua alma individualizada, mas conceitualmente nos encontramos, proporcionalmente, muito próximos em termos evolutivos. (homem = formiga)

É preciso pensar grande para ser grande. É preciso ousar, arriscar, superar, interagir universalmente, permitir, permitir e permitir.
Temos medo de Deus, como nossos antepassados tinham, não permitimos que as divindades nos acessem, pelos nosso medos e nossas pseudo imperfeições.
Ora, a imperfeição é o caminho da perfeição, mas se bloqueamos este caminho, continuaremos sempre imperfeitos.
Abrir-se, expor-se, permitir, superar os medos que no fundo é uma superação da ignorância, com certeza nos tirará da imperfeição.

Tenho sonhado muito com nossas crianças.
Tenho visto pais se superarem em quase todos os aspectos da vida material para lhes proporcionar o máximo que podem. Suprem com roupas, brinquedos, educação escolar, línguas, natação, dedicação, carinho e um “quase” amor, negligenciando sempre o mais importante, aquilo que dará a este novo indivíduo a capacidade de ser equilibrado ou desequilibrado, após se desgarrarem da vida maternal.
A religiosidade e a instrução sobre o que nos anima, o que nos mantem vivos, para que estamos aqui, qual nosso real e verdadeiro objetivo na vida, porque estamos neste planeta,  são eliminados da educação, sobrando o que é perecível, que, com certeza, não atenderá o ser completo que somos.
Daí, vemos jovens desregrados, contaminados, drogados, ou adultos e profissionais, com medos, ausentes, incapazes, aproveitadores, confusos, conflituosos, desonestos, que fatalmente acabarão contraindo uma encarnação inútil e desprezível.

Lembro-me de quando tínhamos no Grupo H&F, o Grupo das crianças, onde por 8 anos, todas as quintas feiras, reunia 15 a 18 crianças, partir dos 10 anos, para explicar a elas, conceitos como alma, vida, reinos e uma série infindável de informações, que ludicamente eram expostas de uma forma divertida e participativa, onde a alegria dominava aquela gostosa reunião.
Sou uma pessoa muito agradecida a Deus, por ter tido a coragem de fazer algo que foi necessário.

Conto isto sem nenhuma intenção de me vangloriar, mas para exemplificar que o que podemos fazer é muito mais do que imaginamos e do que sentimos que podemos.
Minha formação é técnica, portanto, passei longe da psicologia, da psiquiatria, ou da ciência da mente, mas acreditei piamente que minha fé e minha permissão iria trazer para o meu lado os Instrutores para que isto acontecesse.
Confesso que antes da primeira reunião, estava inseguro, com certo medo, mas ao deixar fluir, definimos o conceito de alma, com um robozinho da estrela que acendia as luzes e andava sozinho.
Portanto, não há limites para nossa capacidade. Se quisermos conhecer tudo antes de fazermos algo, estancaremos. A cara e a coragem, aliada com a fé e a confiança da entrega, nos moverá.

Vamos refletir, por alguns minutinhos em como podemos modificar nossa vida, se tivermos tempo.

 Hilton

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Perfeição, um estado de ser.

Pensamento do dia, segunda-feira, 14 de setembro de 2015

"Existe perfeição; entrem em sintonia com ela, tragam-na para suas vidas."
Dorothy Maclean.

Pois bem, a perfeição é um “estado de ser”, ou seja, em cada estágio que nos encontramos poderemos obter um “estado de perfeição”.
No entanto, este “estado de perfeição” altera-se no momento seguinte, ou seja, a busca do “estado de perfeição” precisa ser continua e constante.
Na fase atual que nos encontramos obter um “estado de perfeição”, significa atingir a meta e o os objetivos daquele estagio.
Infelizmente, pouquíssimas tem sido as conquistas que a humanidade tem atingido como meta, ou pior, temos regredido para “estados de ser” anteriores, nos distanciando dos “estados de perfeição”.
Esta ideia mirabolante de Deus, fez com que a busca por estes “estados de ser” sejam contínuos e constante.
Não podemos parar, pois a estagnação tende a levar ao retrocesso, nos deixando cada vez mais distante de “estados de perfeição” definidos nas metas evolutivas.
Hoje nos encontramos muito aquém do que deveríamos ser, o que tem gerado enormes confusões, muita insegurança, medos, originando estados depressivos e doentios, transformando o comportamento humano para estas fases, na violência, no desrespeito, na ganancia e na crueldade, ditando as regras perversas da sobrevivência.
A perfeição é um continuísmo dos processos evolutivos.
Precisaríamos nos concentrar em como ser melhores e mais produtivos para a coletividade e não para a individualidade. Com isto, inibiríamos o egoísmo e a sinceridade poderia voltar a fazer parte das regras da sociedade.

Hoje não há mais o que fazer, nos aspectos coletivos da humanidade.
Será o esforço de cada um, apoiado na persistência, na fé e na religiosidade que poderá alavancar algo positivo ao indivíduo e consequentemente naqueles que o virem como exemplo.

Individualmente podemos evoluir, independente da coletividade.
Estamos submissos e seremos submetidos ao carma coletivo, mas nada nos impede de evoluirmos individualmente, portanto, todo esforço será útil, bem vindo e muito importante.
A ideia de justificarmos nossos fracassos, nos outros, na sociedade ou em dogmas religiosos é uma ilusão e pura confusão. Isto não procede.
Somos indivíduos completos, perfeitos e autônomos no processo evolutivo. Nada e ninguém tem capacidade de nos impedir, portanto, quando fracassamos, ou estagnamos, ou recuamos, é nossa covardia que se manifestou e dominou.

Enfim, temos de descobrir nosso lado perfeito, real, verdadeiro e absoluto, pois ele nos elevará para “estados de perfeição” que sequer imaginávamos que poderíamos ter.

Ontem ao assistirmos uma missa dominical, no final do dia, a presença de Jesus na consagração da hóstia e do vinho, foi incrivelmente maravilhosa.
Creio que muitos renegam esta possibilidade, pelo fato de não se acharem à altura de tal possibilidade. Ledo engano, pois Ele vem a nós nos momentos que permitimos que Ele se aproxime.
Somos, nós mesmos, as únicas barreiras que impede que o Plano Maior nos acesse.

Vamos refletir e para “quem tem tempo”, recomendo irem aos templos, igrejas, ou lugares que lhes agradam e invoquem Aqueles que cada um de vocês tem certa atratividade.

Este processo é lento, exige continuidade, exige entrega, exige fé, exige grande persistência, exige muita dedicação, mas o resultado é incrivelmente maravilhoso e surpreendente.

domingo, 13 de setembro de 2015

Consciência

Pensamento do dia, domingo, 13 de setembro de 2015

"Deus é a própria consciência."
Dorothy Maclean.

Pois bem, cabe aqui considerar uma das definições de consciência:

A consciência não existe por si mesmo, é fruto da interação de duas polaridades: o poder da energia criadora e a receptividade da matriz universal.
É chamada de Filho, em linguagem mística, no conceito da trindade Pai – Filho – Espírito Santo.
A matriz universal, ou atividade dos Espelhos, reflete a vontade divina em cada estágio que atingimos na evolução.
Digamos que os Espelhos (emanações de sabedoria) reflete a imagem necessária para cada estágio da consciência. Na medida que formos ampliando os níveis de consciência, tais Espelhos começam a refletir imagens mais puras e mais completas da realidade cósmica.
A consciência não é corpo e nem energia ; é uma realidade essencial indestrutível, que manifesta-se em níveis mais densos, rudes, ignorantes, ou mais sutis, refinados,  elevados, divinos.
Os corpos, entre eles o físico, são passiveis de serem destruídos ou limitados a períodos de vivencia ou sobrevivência, já a consciência é indestrutível.
A consciência pode elevar-se como pode decair, mas sua integridade interna é imutável.
Fazemos uso da consciência, em função da nossa vontade.
·         Se tenho tendências involutivas, uso a consciência para manter-me nestas tendências e aperfeiçoa-las.
·         Se tenho tendências evolutivas, uso a consciência para manter-me nestas tendências e aperfeiçoa-las.
A consciência em seus estágios de expansão, nos acompanha até níveis monádicos (acima da alma), ou seja, até retornarmos à Fonte, ao Criador.

A consciência atual da humanidade, está em níveis bem aquém do deveria.
Infelizmente fomos tomados por um impulso involutivo, decaímos, temos vivido na ilusão, e consequentemente, a consciência média da humanidade está estagnada, paralisada e não tem mais condições de alterar-se.
Muito utilizam a consciência negativa, se assim podemos chamar, devido ao egoísmo, a ganancia e a ignorância.

O ser humano tem se afastado do seu Caminho, tem retrocedido nos aspectos evolutivos e necessita passar por uma ampla e irrestrita seleção que nos classificará para diversos mundos onde as oportunidades serão novamente retomadas para que a consciência cresce e atinge os patamares que deveríamos ter atingido.

Enfim, temos poucas qualidades evolutivas, para nos aprofundarmos nestes aspectos, por isso da nossa indisciplina, das nossa interferências e dos nossos descaminhos.

Podemos citar algumas consciência que se distinguem para serem melhor compreendidas:
Consciência Terrestre;
Consciência Orante;
Consciência Mãe;
Consciência Luz;
Consciência do Corpo;
Consciência Crística;
Consciência Cósmica;
Consciência Avatar, entre outras.


Para aqueles que tiverem tempo, recomendo a leitura do Glossário Esotérico – Editora Irdin – págs. 79 a 84.
Hilton