quinta-feira, 23 de novembro de 2017

As bençãos da leitura espiritual.

As bênçãos que a leitura espiritual pode nos trazer.

O hábito da leitura é importante para o desenvolvimento humano e espiritual. Dedicarmo-nos a um tema que não seja óbvio, que exija esforço, põe em atividade células que estavam adormecidas. E há temas que mobilizam áreas cerebrais necessitadas de descondicionarem-se. Elas então se renovam, começam a ter vida, e nisso é que a leitura muito contribui para o desenvolvimento humano.
Mas a leitura pode influir também de outros modos, bem mais profundos. Quando um livro apresenta ensinamentos espirituais autênticos, em geral traz informações a respeito das leis que regem níveis de consciência superiores, muitos dos quais ainda não alcançamos. Tal tipo de livro leva-nos ao contato com essas leis superiores e seus ensinamentos, e evoca em nós uma energia mais elevada. Isso pode ajudar-nos a reconhecer um próximo passo de crescimento, evolutivo, e estimular-nos a transcender os aspectos materiais, emocionais e mentais que temos arraigados.
Sobretudo hoje, a leitura espiritual tem corno meta facilitar a comunhão com a vida além do mundo material. Predispõe o leitor à revelação de realidades sutis e pode acrescentar-lhe informações sobre as perspectivas evolutivas da humanidade. Essa ampliação é parte da necessidade atual.
Por meio de um livro, as ideias adquirem as formas adequadas ao tempo. A mesma verdade, dita hoje, pode parecer completamente diferente da que foi dita no passado. E quem é pouco observador até encontra contradições entre o ensinamento espiritual antigo e o presente. Mas se olhar mais de perto verá que no ensinamento autêntico não há contradições. Há, sim, adaptações no modo de apresentá-lo — e, é claro, ampliações.
É interessante notar: o que há três mil anos era tido como amplo, oculto e avançado demais, hoje parece normal, porque a consciência planetária se expandiu. O planeta atraiu novas energias e comporta o que antes não comportava. Assim, uma verdade filosófica sem condições de acolhimento no passado já pode implantar-se.
A respeito de um novo conhecimento, transmitido por meio das obras atuais, precisamos permanecer o mais desimpedidos possível. O ensinamento espiritual ora disponível na consciência da Terra é muito mais vasto do que tudo o que já foi escrito.
Estamos chegando a um gênero de conhecimento que não cabe em palavras. No caminho progressivo da instrução espiritual, o ensinamento tende a transmitir-se nos planos internos da vida. Por isso os livros espirituais atualizados trazem um conteúdo mínimo e estimulam o leitor a entrar em sintonia com a própria fonte de conhecimento. Impulsionam-no a buscar a alma, a conectar-se com o espírito.
Ao ler um livro desses estamos tratando da saúde, mudando a vibração do cérebro, aumentando a capacidade da memória, purificando o pensamento. Além disso a leitura nos liga à fonte do livro, à essência que não foi escrita, à energia que o sustenta. Mas para esse aprofundamento é importante buscarmos o conhecimento em si, e não meramente um livro ou um autor.
Escritores e livros são instrumentos pelos quais devemos cultivar desprendimento. O que foi manifestado na palavra é a mínima parte do ensinamento. Não nos limitemos, portanto.
E justamente o que não foi dito e o que não foi escrito que nos levará a penetrar o conhecimento que nenhum livro e nenhum autor nos pode dar.
Trigueirinho.

Pois bem, de forma clara Trigueirinho coloca a possibilidade da ascenção espiritual, da evolução que uma simples leitura do livro correto, pode nos levar.
Áreas do cérebro passam a ser estimuladas pela energia contida nos escritos corretos, ampliando nossa forma de pensar, deduzir e de ser.
O livro correto apoia-se nas Leis vigentes e deve esclarecer de forma mais simples “a que” e “aonde” se aplicam, ou seja, nos instruem para obedecermos em, caráter evolutivo, a Lei que ali se aplica.
Compreender uma Lei e obedece-la não é tão simples e a partir de determinados estágios desta Lei, impulsos internos precisam acontecer para que nossa mente às compreenda. A leitura do livro correto nos traz estes impulsos. Pode além disto corrigir distorções que vínhamos praticando face a incompreensão destas ampliações necessárias.
O homem em geral, adota padrões de conduta em relação aos outros homens. Quando algo dá errado e na maioria das vezes dá errado, acaba prevalecendo as atitudes incorretas. Estas se espalham, começam a ser toleradas, aceitas e vira regra. Em geral estas regras são retrogradas e involutivas. Por exemplo ainda matamos e justifica-se.
Pode até começar certo, mas pela desatualização passa a ser errado.
Como diz o texto as explicações e posturas do passado serviram e foram úteis para aquela época; para a atual não servem mais, não se aplicam, tornaram-se involutivas, mas percebe-se que a maioria continua seguindo-as face aos preconceitos e uma ilusão de que são imutáveis.  
Evoluir é sempre “um vir a ser”. Possui uma dinâmica veloz, ágil, imediata e se não acompanharmos estaremos praticando comportamentos retrógrados, equivocados e involutivos.
“Ao ler um livro desses estamos tratando da saúde, mudando a vibração do cérebro, aumentando a capacidade da memória, purificando o pensamento.”
Vejam como as consequências positivas são incríveis.
Cabe esclarecer que não se fala neste texto de áudios livros, de palestras, exposições verbais, mas de leitura, pois o texto guarda padrões de energias intrínsecas, ocultas e poderosas que para cada leitor(a) ativará regiões do cérebro aptos a se desenvolverem.
Como a maioria “não tem tempo” ou está a “perder tempo”, muitas oportunidades passam na vida e retornarão somente na vida seguinte ou a posterior.
O dia que conseguirmos administrar melhor nosso tempo, iremos perceber quantas coisas inúteis temos feito.

O livro correto, outro aspecto fundamental e essencial: A maioria dos livros de autoajuda, atende impulsos internos retrógrados, ultrapassados, meramente emocionais que não atendem as características internas dos indivíduos. São genéricos e possuem fortes impulsos comerciais. Podem, a princípio, preencher uma vazio, mas como não se apoiam em valores eternos, ficam ultrapassados em muito pouco tempo.
Um livro para ser “adotado”, precisa ser estudado, precisa atender as razões do coração, precisa ter “alma”, portanto não é simples e não é fácil de ser encontrado, mas aqueles que tem o discernimento da busca e a ausência da preguiça, serão encontrados pelo livro.
O livro correto desperta a alma, “a” traz de volta ao conjunto corpo-mente, literalmente vira a página do curso que se está vivendo, portanto exige esforços e amplos desejos internos de ser encontrado por ele.

Por fim, jamais desista.
Hilton.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Quando uma etapa se encerra.

No decorrer da vida deve-se perceber quando uma etapa se encerra

Um dos motivos pelos quais a vida nova não se implantou ainda na Terra é o fato de os homens não saberem estar sem lutas, sem conflitos, sem caprichos e desejos. Uma pérola sagrada não tem seu verdadeiro valor reconhecido se aquele a quem ela é entregue não está desperto.
Antes que a nova vida possa emergir de modo mais pleno no planeta ou em um ser, são necessárias algumas condições como:
  • amar acima de tudo a Luz, tendo esse amor como alento, alegria, paz e preenchimento;
  • ter olhos abertos para reconhecer a tarefa que cabe à consciência, cumprindo-a sem restrições;
  • não fugir das tribulações, mas estar diante deIas com paciência e fé;
  • nutrir laços com o núcleo interior que existe em cada ser, núcleo de energia ígnea, como fogo ardente capaz de dissipar tenazes resistências, de erguer o ser e acender nele o ardor da persistência.
Muitos indivíduos que vivem nesta época trazem uma energia que desvela novos rumos.
Manifestam disponibilidade para assumir tarefas que intimidariam outros, pelas dificuldades que podem apresentar. Esses seres são fundamentais na atual situação planetária; com os caminhos abertos por pioneiros anteriores, aproxima-se o momento da concretização de uma nova vida e essa energia desbravadora poderá ser canalizada para setores mais amplos e profundos do Plano Evolutivo — o Plano de Deus.
A humanidade deve atingir padrões de conduta mais elevados. Para tanto, vem sendo preparada há milênios. E em meio ao caos externo que se expande atualmente, é possível perceber algo diferente, essencial para que caminhos corretos possam ser trilhados. Algo que a rotina tenta tornar corriqueira, mas que não perecerá. Esse algo, humilde e silencioso, é o fogo que trará o novo dia.
Sábios são os que encontram a si mesmos e, do seu mais profundo centro, obtêm os sinais de que necessitam. Não querem atingir ponto algum nem permanecer onde estão. Não interrompem sua jornada, mas não têm ansiedade por chegar ao final dela.
Todos têm uma meta a atingir, passos a dar, degraus a galgar; e uma inquietude leva hoje as consciências a buscarem algo que vá ao encontro de suas necessidades internas. E mesmo que forças materiais tentem envolver os indivíduos, muitos já sabem que não é por meio delas que encontrarão a paz.
Por isso, é necessário perceber quando uma etapa realmente se encerra no próprio ser, desencadeando a transferência da energia para um plano mais interno. E um momento delicado que requer silêncio, entrega e ausência de expectativas. Esse salto interior só pode ser dado pelo próprio ser.
A clareza de intenções e a determinação para prosseguir de modo firme e com alegria devem estar presentes. Sublime é a conjuntura interna que apoia os seres abertos ao serviço incondicional pelos seus semelhantes, pela Natureza e pelo planeta. A gratidão transforma-os em tochas ardentes, irradiadoras de luz.
O coração dos pioneiros transborda quando tocado pela luz e aqueles que já superaram as ilusões sabem que, assim como a luz vem, ela se vai e se recolhe. Na presença da luz, que o ser mergulhe no mar de sabedoria, amor e poder. Na sua ausência, que procure estar disponível para que, quando ela voltar, encontre as portas abertas.
Trigueirinho.

Pois bem, o texto anuncia como uma das premissas, amar a Luz. Podemos considerar que a Luz condensa o conhecimento.
De certa forma, há necessidade de se obter um conhecimento mínimo para que mudanças como as anunciadas façam sentido para alguém.
Infelizmente, a maioria sequer imagina mudanças, desta forma para esta maioria pensar nas mudanças que vem sendo anunciadas não faz o menor sentido.

“ter olhos abertos para reconhecer a tarefa que cabe à consciência, cumprindo-a sem restrições” : eis outro aspecto que leva em conta os olhos internos, uma consciência liberta de inúmeras posições cristalizadas, dedicação a metas e circunstancias não materiais, total obediência, atitudes que poucos compreendem como sendo positiva.

não fugir das tribulações, mas estar diante deIas com paciência e fé”: as tribulações dos momentos atuais são decorrentes do grande desalinhamento que vivemos em relação às Leis, ou seja, poucos conseguem viver corretamente nas Leis, pois o egoísmo e a competitividade prevalece em todos os aspectos da vida material.
A principio pode parecer impossível viver sem o egoísmo e a competitividade. Mera ilusão, como tantas outras, da mesma forma que hoje viver sem um celular pode parecer impossível, mas as gerações passadas provaram que não.

Utilizar-se do fogo ardente como meio de se dissipar dúvidas, insegurança, medos. Podemos atribuir a este fogo ardente a palavra fé.

A paz não é uma meta, mas consequência de metas atingidas, portanto a persistência e a luta por metas definidas trará a paz.
Hilton

Instrumentos para a cura cósmica.

Silêncio e fé: importantes instrumentos para a cura cósmica.

A cura cósmica é a recondução do ser humano à sua Origem interna, é a consciente unificação da vontade pessoal com a vontade superior do próprio indivíduo. Realiza-se pela sintonia com a realidade espiritual, e se inicia quando buscamos saber qual é a verdadeira meta da vida.
Esse processo de cura intensifica-se só quando nos entregamos ao nível superior do nosso ser, à nossa alma — o que podemos fazer de maneira simples, dirigindo-nos a esse nível interno da consciência com toda a sinceridade: "Quero ser aquilo para que fui criado. Farei o que for preciso para isso".
Ao nos entregarmos assim à vontade interna da nossa consciência superior, podemos desempenhar o papel que nos cabe no universo em que vivemos e entrar em harmonia. E, à medida que essa harmonia chega ao plano físico, as doenças podem ser eliminadas.
Como a cura cósmica transcende o corpo físico, pois concentra-se no mundo interior, ela só pode tornar-se realidade quando estamos sintonizados com o espírito imortal que vive em nós, isto é, quando nos empenhamos em realizar a vontade superior em nossa vida.
Se estivermos preocupados só com a remoção de algum incômodo físico, emocional ou mental, ficamos limitados aos problemas da personalidade e, assim, impedimos que ocorra uma cura verdadeira, não paliativa.
Devemos aproximar-nos da cura cósmica com humildade, como quem se aproxima de algo onipotente e onipresente. Essa humildade é um estado interno de silêncio, de imparcialidade diante do que desconhecemos. Depois, para continuarmos receptivos à cura, temos de aprender a calar e a observar.
Calar significa não criar expectativas, não cobrar respostas da nossa consciência superior, não desgastar o estado alcançado depois de nos entregarmos a ela. Não é necessário fazer conjecturas, planos ou programas após essa entrega. Se já nos oferecemos, não precisamos voltar ao assunto, nem mesmo em pensamento. O nosso eu superior já nos escutou.
Observar, por sua vez, é uma atitude diferente da habitual. De modo geral, quando olhamos em torno, queremos tirar proveito, queremos controlar o ambiente para fazer com que se amolde ao que desejamos, ou colocamos em movimento a nossa capacidade de crítica e de julgamento.
Observar, no sentido que a cura requer, é estarmos atentos às circunstâncias da própria vida para perceber o que o eu superior quer de nós, mas mantendo-nos calados, ou seja, sem fazer comentário algum a respeito, nem mesmo comentário mental. Em muitos casos, fazer a vontade do eu superior exige mudanças em nossa forma de ser. Observar, nesse sentido, é estarmos atentos para perceber o que devemos mudar, já que, se há enfermidade, é porque não estamos praticando aquilo para que fomos criados.
Para sermos curados, precisamos estar prontos a deixar de ser como temos sido, porque esse estado foi o que nos levou à enfermidade. E a doença só será removida quando mudarmos.
A nova atitude assumida por nós é o que mais conta na verdadeira cura, a cura cósmica. Todo o resto vem do imponderável, do que escapa totalmente do controle humano. Daí seu inestimável valor, pois a cura vem do profundo do ser, onde existem perfeição e saúde.
Entre os recursos de que dispomos para entrar em contato com esse nível de cura, os mais poderosos e próximos de nós são a fé e a devoção ao desconhecido, ao que de mais elevado pudermos conceber.
Trigueirinho.


Pois bem, a cura, recondução do ser á sua origem interna.
Bom para que este principio funcione temos de conceber que estamos de passagem por esta vida, por estes momentos, por estas situações, e a elas não pertencemos. Este conceito já esbarra em milhões de preconceitos, pois a maioria adora abraçar as imperfeições.
A verdadeira meta da vida: outro aspecto, para a maioria, de difícil concepção, pois administramos somente o tempo de vida humana e relegamos a infinitude da vida como sendo algo irreal.
A nossa alma: para muitos nossa alma está distante, quase sempre inalcançável e não pertence ao meu cotidiano. Apesar de manter o meu corpo vivo, relego-A a um “aparte invisível” que geralmente “não me diz respeito”.
Desta forma, com a negação de simples conceitos, restrinjo-me ao corpo físico, emocional e mental como sendo a única estrutura que possuo. Além disso necessito conviver com um destino, que segundo minhas concepções é sempre injusto.
Com esta fotografia distorcida da realidade sob a ótica espiritual, torno-me uma pessoa doente, desmilinguida e decepcionada .
Reverter estes conceitos distorcidos é o passo a ser dado para esta reversão. É preciso conceber à origem divina, original e eterna, onde o espiritual é a realidade e o material o ilusório. Não o inverso.  
As doenças são ajustes para os nossos desajustes, portanto, ser saudável, antes de tudo é alinhar-se com a origem. Para muitos a doença é um incomodo, mas para poucos não, pois aprenderam a compreende-la e dela extraem grandes oportunidades.
A critica e o julgamento é o alimento das distorções, consequentemente, do desalinhamento e do desequilíbrio, que por sua vez alimenta os sinais que o corpo precisa emitir, manifestando-se através das doenças. Portanto, adoecer é uma correção do rumo, da direção, do alinhamento.
Para sermos curados, precisamos estar prontos a deixar de ser como temos sido, porque esse estado foi o que nos levou à enfermidade. E a doença só será removida quando mudarmos.: é uma frase essencial que define a postura para o reequilíbrio, o realinhamento.
se há enfermidade, é porque não estamos praticando aquilo para que fomos criados. Outra frase que precisa ser muito bem observada, pois ninguém veio a este mundo para cuidar de si próprio, mas viemos para aprender a conviver com todos os seres, todos os reinos, todas as criaturas, todas as formas de vida e muito pouco temos feito sobre isto e a maioria das nossas ações não tem respeito.

Enquanto o homem não aprender o que veio fazer aqui, pouco poderá saber da sua verdadeira anatomia e pouco poderá colaborar para sua evolução.
Hilton