Pensamento do dia 1 de março de
2017
Tudo o que se sofre por amor se
cura por amor.
Santa Teresa de Ávila.
Obs: Conhecer
a vida de Sta Teresa de Ávila é algo que impulsiona bastante.
Pois bem, o
sofrimento é um dos inúmeros “estados de consciência” que manifestamos.
A dor, como
a conhecemos, é pura ilusão.
Podemos
dizer que vivemos inúmeros “estados de consciência” ao longo das vidas, das eras
e cada um destes “estados” provoca uma sensação.
Desta forma,
nossos sentimentos são manifestações “físicas” deste “estado de consciência”.
Leia -se por “físicas”, sensações que ocorrem no corpo e na mente.
Quando estes
sentimentos são negativos, na realidade estamos manifestando DISTORÇÕES que a
mente erroneamente interpretou, face a ignorância que ainda mantemos.
Estes “estados
de consciência” seguem as diretrizes do destino de cada um, programado pela
alma.
Assim passaremos
ao longo de uma vida, situações decorrentes dos carmas e das experiências necessárias.
Nem tudo é
carma na vida. Grande parte do nosso caminho são experiências que deveriam confirmar
nosso aprendizado.
Tais experiências
são pré-programadas desde os primórdios da minha existência no planeta
em que me encontro. Seguem diretrizes especificas e determinadas vinculadas ao
grau evolutivo que deverei alcançar, portanto, instruído ou não, preparado ou não, as situações pré programadas
que irei viver acontecem.
Eis a causa
de tantos tropeços que temos dado.
O problema é
que não nos instruímos e não nos preparamos no tempo que antecede tais experiências,
dando origem a inúmeros fracassos, consequentemente gerando ciclos de
repetições sem fim.
Por isso que
nossa vida tem sido inconstante, surpreendente, pois somos sempre surpreendidos
com situações das quais não nos preparamos ou sequer colhemos informações para vive-las.
Ao nos “afundarmos”
de corpo e alma no plano da matéria, deixando de lado o plano do espirito, nos
tornamos metade de coisa nenhuma, pois uma metade depende da outra. Uma
instrução do espirito completa uma vivencia na matéria.
Isto ocorre
de forma sucessiva, continua, concomitante e se renova a cada passo. Ora se
formos tropeçando nestes passos, os seguintes serão quedas certas.
Por isso que
temos uma vida tão complicada, tão comprometedora, muitas vezes
incompreensível, pois sempre nos encontramos despreparados para enfrentarmos a
situação seguinte.
Sofremos por
amor, mas não conhecemos o amor, pois nos prendemos ao ódio, à vingança, à
indiferença, ou seja, mantemos, exemplarmente, “estados de ignorância” incrustrados
como mariscos em cascos de navios. Não sai nem com “maré brava”.
Este estado
de ser é altamente sofredor, mas não existe sofrimento pelo simples fato de nos
fazer sofrer, mas sim como impulsos para sairmos do lugar que não mais condiz
com nossas reais necessidades.
Um indivíduo
que sofre intensamente, na próxima reencarnação, espera-se que seu modo de ser,
de viver e de pensar modifique-se.
Mesmo assim,
ao fracassarmos em muitas delas, não podemos pensar como uma encarnação
perdida, pois aos olhos de Deus somos eternos e levaremos o tempo que quisermos.
Temos de
seguir nosso “estado de consciência” e para isto não se leva em conta o que
ocorre externamente, pois externamente ocorre uma mistura de experiências
e carmas coletivos, portanto quando tomarmos como referências as situações
externas, raramente estas se referem ao meu “estado de consciência”.
Nos espelhamos
num espelho sujo, embaçado, torto, antigo, deformado que deforma nossa imagem
verdadeira e mais uma vez a ILUSÃO toma conta e nos impressionamos com o que
não somos, mas com a imagem que reflete o estigma da humanidade.
Fala-se muito
sobre a ilusão nestes textos, pois esta tem comandada de forma conflituosa a
direção da humanidade, por isso que vivemos com tantos conflitos e tão
inseguros.
Outro
aspecto relevante é a falta de preparo, de estudo, de dedicação na qual temos
dado um tempo ínfimo para aprender o que mudará nosso “estado de consciência”.
Somos altamente
preguiçosos e damos sempre a mesma velha e ilusória desculpa: não temos tempo.
Poxa, se
viemos até aqui só para aprendermos a mudar nosso “estado de consciência” então
como não temos tempo?
A maioria
procede estas leituras sem atenção, refazendo-a várias vezes, com parte da atenção
desviada para os “compromissos”. Isto não funciona. Perda de tempo. Inútil.
Ler na
merrequinha muda o contexto e os impulsos, pois o texto se desdobra como se fossem
vários parágrafos, quebrando a sequência, mas é prático, pode ser veloz e temos
“outras” coisas para fazer, sem perceber que estamos aqui neste corpo e neste
planeta para MUDARMOS O QUE SOMOS.
Recebo “sugestões”
para textos mais curtos, mais objetivos (face a uma tal de dinâmica da vida),
aliás recebo várias críticas, mas raramente alguém se manifesta para um
complemento, uma observação, uma correção. Outros “imaginam” que os textos referem-se
a eles, expondo-os, enfim percebe-se várias situações que ocorrem nas pessoas ao
não usarem a imparcialidade ou a não compreenderam que TUDO O QUE OCORRE
ESPELHA ALGO EM SI PROPRIO QUE PRECISA SER TROCADO, renovado, modificado, pois a
mesmice NÃO CONDIZ COM A DINAMICA UNIVERSAL.
Não me
refiro a elogios, pois ao escrever estes textos sinto-me feliz, pois estou
sendo conduzido. Não terei este sentimento de felicidade com elogios, portanto,
o que sinto é que apesar de estar cometendo erros, pois estou muito longe da
menor perfeição possível, procuro ser autentico e honesto no que me foi induzido
a escrever.
Não estou dizendo
que sugestões ou críticas são ruins. Sempre serão bem vindas e muitas delas me
fizeram mudar coisas importantes, mas coloco a todos um estado de ser
que temos de absorver para nos candidatarmos a prestar um Serviço real e
verdadeiro.
Muitos de vocês
já estão sentindo esta necessidade de informarem as coisas de Deus. Isto é
magnifico, real, autentico, mas devem se preparar.
Preparem-se com
muito estudo, dedicação, sacrifício, persistência intensa, submissão a certas regras
de conduta, disciplina e jamais desviem da rota definida, acrescentando correções.
Muitas
perguntas que fazemos virão no momento certo que estivermos aptos a recebe-las.
Nem antes e nem depois, mas sempre seremos contrariados em nossa ansiedade.
Preparem-se para não serem compreendidos, serem
mal interpretados, serem criticados, serem julgados, serem classificados, pois a
Terra e seus habitantes estão fora da realidade do tempo real e dos
objetivos da sua existência.
A entrega
deverá ser plena, mas não tem nada a ver com a preguiça e a espera de que algo “caia
do céu”. É precioso ir lá buscar e isto exige ascenção espiritual.
A oração é
um meio e não um fim, portanto, orar por orar será perda de tempo.
As pessoas
sempre tomam por base o limite do que conhecem, portanto, quando alguém conhece
um pouco menos que você, você certamente estará ERRADO. Esta é a situação mais
comum que um aspirante espiritual terá de aprender a conviver.
É precioso incrível
tolerância, superação imediata (IMEDIATA) dos desgastes, das críticas, dos julgamentos,
das classificações, pois isto corrói por dentro e numa pessoa com grau mais
elevado de sensibilidade, gera um estrago devastador.
Digamos que
andar no “fio da navalha” seja um termo popular correto, pois no menor vacilo
irá sangrar.
Enfim fica
minha sugestão e alerta, pois ao mudarmos o que somos iremos perceber que temos
muita coisa para descobrirmos. Isto nos tornará uma pessoa melhor, autentica, dinâmica,
colaboradora, incrivelmente sonhadora pois sentirá o mundo real e não o
imaginário que vivemos aqui na Terra.
Todos podem,
simplesmente basta querer e se empenhar.
No que puder
ajudar, contem comigo.
Hilton