sábado, 13 de fevereiro de 2016

O momento atual.

Pensamento do dia, sábado, 13 de fevereiro de 2016

"Quando uma tarefa nos é confiada, prazos são determinados interiormente para o cumprimento de suas etapas. "
Trigueirinho.

Pois bem, sempre nos deparamos com Tarefas durante a reencarnação.
Tarefas são atividades que extrapolam as atividades compulsórias dos nossos carmas. Digamos que é aquele “algo a mais” que você poderá fazer em benefício de outros e da tua própria evolução. Neste caso temos a liberdade de realizar ou não.
Quando a alma do indivíduo desperta para sua realidade interior, começa interagir com grupos internos e busca colaborar na evolução. Com o passar das atividades relativas às Tarefas aceitas, começa a controlar as vontades, a personalidade e a percorrer trilhas ascendentes.
Normalmente tais Tarefas passam desapercebidos pela maioria, ou seja, são realizadas no anonimato, ignoradas pelo mundo material. Com isto preservam-se dos assédios das forças contrarias. A partir do momento em que a alma obtém domínio das ações do indivíduo, sentimentos, pensamentos e ego, se abre à sabedoria e para Tarefas mais abrangentes, mas comunitárias.

(Alerta) As tentações são muitas e cada vez mais fortes, na medida que o indivíduo cresce na possibilidade da realização de Tarefas cada vez maiores, pois sua determinação e sua firmeza precisam ser testadas a todo instante. A maioria fracassa, pois as forças involutivas podem abastece-los de certa abundancia e de certas farturas até que ele caia na armadilha. Ao cair volta para o domínio desta forças inferiores e o que lhe foi dado como “isca”, imediatamente é retirado.
O indivíduo retroage a níveis anteriores e terá de galgar novamente o caminho percorrido.
Muitos não resistem e desencarnam, outros perdem o rumo e se entregam abertamente, outros entram em períodos de profunda reclusão, estagnando e adormecendo potenciais que poderiam estar em atividade e em sintonia com os Planos Maiores.

Uma Tarefa tem prazo determinado de início, meio e fim. Normalmente, paramos no primeiro item, o início. Dúvidas, preguiça, muita preguiça pega forte e nos mantem parados, hipnotizados e supostamente cansados.
Ao darmos início somos incentivados e muita energia se desloca em auxilio, além de Seres e estruturas espirituais que serão determinadas pelo grau de importância da Tarefa para a comunidade. É preciso firmeza e determinação, pois esta abundancia às vezes nos pega despreparados e podemos parar face aos nossos medos.
Ao continuarmos, inúmeros ajustes serão feitos e grande calibragem nos coloca ao lado de estruturas poderosas em que as ações positivas começam um grande trabalho, conforme a demanda da Tarefa definida.
É um momento muito bom, de grande produtividade,  alavancagem  e de muito conhecimento.
Após esta fase a Tarefa decresce de sustentação, de importância e se finda. O indivíduo tarefeiro precisa perceber esta finalização e aí vem outro processo, onde a falta de percepção pode induzi-lo a querer continuar algo que precisa terminar. Neste caso, podemos dizer que esta desobediência pode ocorrer até que um certo desgaste ou uma frustração começa a acontecer. Isto está muito ligado à nossa possessividade. Achamos que sempre temos de tomar posse de algo.
Uma Tarefa é pura entrega, pura oferta, muita doação.

Não se pode deixar que certos prazos passem sem as ações necessárias, pois aqui na Terra, no ciclo em questão, corre o tempo do relógio e este tempo precisa ser obedecido.

No geral, as pessoas, inclusive as de boa vontade, mantem-se inertes e paralisadas por longos períodos, afetas essencialmente em suas obrigações cármicas. Ficam distraídas em cima de atitudes meramente formais do plano material, observando, observando, sem as ações que estavam preparadas para assumir.
Esta distração é super comum e nos mantem paralisados diante de oportunidades incríveis. No entanto, a vida passa, as energias também e podemos com isso perder grandes oportunidades de contribuir e evoluir.
Muitos indivíduos potencialmente aptos a realizar Tarefas muito oportunas e necessárias para muitos, geralmente caem no ostracismo, ficam inertes, paralisados,  esperando não sei o que e com isto cedem às forças involutivas sua vontade, sua percepção e muitas vezes sua razão, tornando-se joguetes destas forças.

Num Grupo, estas possibilidades podem diminuir, mas a vontade de cada um prevalece. Um indivíduo inerte e parado, num Grupo, atrasa este Grupo.
Um indivíduo ativo,  buscador, num Grupo, poderá suprir certas falhas e deficiências de si próprio, pois o Grupo passa a sustenta-lo espiritualmente.

Enfim o momento atual é muito delicado, pois assim como as oportundiades são muitas, as tentações também. Esta equiparação (oportunidades-tentações) mantem o equilíbrio no livre arbítrio.
Temos de ser muito perceptivos e procurar ajuda em pessoas que sentimos grande confiança, que são isentas de interesses e isto é relativamente fácil de perceber, pois a ilusão é poderosa e nos envolve como se estivéssemos numa grande nuvem onde as distancias, a percepção e as sensações ficam muito limitadas.



Reflita, se posicione, corrija o que for necessário, supere os medos e a preguiça, pois os tempos exigem ação sobre as oportundiades oferecidas.

Hilton

Um momento mágico.

Pensamento do dia 12.02.2016

Não há conflito, comparação ou competição quando se vive segundo novos padrões.
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento deixa claro que os novos padrões trabalha intensamente a harmonia.
No mundo “civilizado” atual, o conflito, a disputa, a competição ditam as “regras de mercado” da vida de todos os cidadãos da Terra.
Disputa-se até no quesito diversões, onde tudo virou uma competição acirrada, séria e acima de tudo conflituosa.
Hoje pouco se diverte, mas muito se compete.

A comparação é algo que não deveria existir, pois não existe duas pessoas iguais ou em condições de serem iguais no universo. Cada um possui diversas singularidades que nos torna único nos universos a serem percorridos.
Níveis de consciência, padrões atômicos, almas distintas, mentes únicas, destino exclusivo, formações especificas, enfim cada um é um mundo à parte e cada um irá percorrer um caminho exclusivo, mesmo que em determinadas circunstancias, como no momento atual da Terra, iremos viver de forma concomitante, um final de ciclo que a todos envolverá.
Mas para cada um, situações especificas acontecerão neste ciclo que se encerra, portanto cada indivíduo viverá este caos(organizado) de forma única e exclusiva.
No entanto, quanto mais pudermos aprender e absorver as regras gerais da vida, da evolução e da nossa origem espiritual, mais iremos aceitar e compartilhar, positivamente, estas inusitadas situações.
Para alguns o escuro apavora, para outros é, simplesmente, um local sem luz.
Para alguns o sol bronzeia a pele, para outras é a fonte da vida.
Para alguns a fé é careta e para os carolas, para outros regula a vida e o conhecimento.
Temos divergências incríveis e tais divergências acentuam os conflitos, as comparações e a competição.

Viver novos padrões é adequar-se ao que virá, ao novo, ao desconhecido, não em sua totalidade, mas é reconhecer que estes padrões irão regular a vida no futuro.
Isto hoje é possível devido a intersecção das Leis atuais com as novas Leis que irão regular o planeta. Digamos que, ou você coloca os pés lá ou fica com os pés cá.

Ontem estive numa festa infantil. Adoro crianças, pois me sinto muito bem ao lado delas e sinto uma simbiose de energias limpas, puras, autenticas, onde a verdade predomina e o autêntico se expressa.
Isto é altamente motivador, neste mundo tão desanimador, pois nestas crianças vê-se a mão de Jesus sustentando nossos aspectos positivos e iluminados, aqueles que todos tem quando somos recém encarnados, onde o amor e a verdade ainda predomina.
Estas novas gerações vem nos mostrar que a esperança e a continuidade, em processo de elevação, é um fato, existe e se renova a cada instante.
Precisamos de um mundo novo para elas e graças a Deus isto também é um fato, pois assim foi prometido e assim será.
Olhando-as brincando, soltas, leves, alegres, gargalhando de forma espontânea e maravilhosamente lindo, vi a esperança do mundo novo e dos novos argumentos divinos que o Plano Maior já nos reservou.
Milagrosamente não havia parafernália eletrônica. Acreditem, não havia, alias foi a opção da aniversariante.
Isto fez com que elas ficassem soltas e unidas ao mesmo tempo, em cima de várias atividades conjuntas, interagiram independente do sexo, da classe social, e do poder eventual que suas famílias poderiam ter ou não, pois ali predominava o básico das coisas sadias, a alegria e a igualdade.
Foi impressionante como a aura destas crianças brilhavam. Claro que algumas se destacaram pois temos hoje inúmeras crianças índigo e cristal que vem preparando o nosso mundo, mas no geral a Luz no ambiente se intensificou.

Marisa faz um comentário bonito, onde seu filho num parque público brinca com gravetinhos, folhas, água e pedras, evoluindo a imaginação para mundos perfeitos, assim como descobriu como foi interessante que pequenas formigas andassem por sua mão. A simplicidade acentua a riqueza dos ambientes e da natureza.
A integração humana com os demais reinos é algo que será muito bem aproveitado na Terra futura.

Enfim são situações como estas, simples e absolutamente normais, que podemos enriquecer nosso conhecimento, ganharmos motivação, sentirmos que não estamos sozinhos, que nossos anjos e tutores nos olham com carinho, amor e compreensão, pois ainda estamos numa fase extremamente infantil da nossa evolução.

São estes olhos que precisamos ter nesta fase final do ciclo planetário, onde a renovação para algo substancialmente melhor é um fato.
Viver estes momentos precisa fazer parte da nossa alma, ressaltando nosso lado criança, infantil e inocente, onde são os aspectos positivos e renovadores que interessa.
Para perceber a Luz precisa estar iluminado, pois a escuridão pode absorve-la e você não a verá.
A tristeza, os medos, a insegurança e principalmente a falta de confiança, ou digamos de fé, é o que vem encobrindo nosso lado criança, nosso lado alegre, nossa exuberância.

Vamos refletir.

Obs.: seria tão bom se todas a festa fossem infantis!

 Hilton

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

A Força esteja com voce!

Pensamento do dia, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

"É necessário ter fé sempre, e também saber caminhar na escuridão. "
Trigueirinho.

Pois bem, este pensamento aborda um aspecto diferente sobre a escuridão.
Percorrer o caminho escuro é o que temos feito maioria das nossas vidas, pois não temos um objetivo traçado sob o aspecto espiritual. No máximo nos limitamos a atender certos requisitos da vida física, face a competitividade, pois se assim não fosse, nem isto faríamos.

Neste caso, o pensamento aborda o caminho que vem se apresentado nestes momentos finais do ciclo planetário, onde tudo será inusitado.
A fé, ou seja, uma confiança cega e que exigirá absoluta entrega, é quem ditará o rumo e as direções a serem seguidas.
Analisando de forma didática e literal este texto, dá para perceber que bem poucos assim o farão.
Isto ocorre pois temos sido arredios a este conceito de fé e misturamos completamente esta correta postura, com aspectos religiosos e quem sabe com atitudes frenéticas e fanáticas.
Aliás, esta tem sido uma parede tênue e quase imperceptível, pois a fé tem sido rigorosamente confundida com fanatismo de doutrinas e religiões que exploram a boa vontade de muitas pessoas, escravizando-as em cima de preconceitos e temas que pertenceram aos séculos iniciais da nossa civilização atual.

O conceito de fé aqui empregado, não significa uma luz para enxergarmos, confirmarmos e decidirmos o caminho escolhido.
É algo muito maior e mais abrangente, onde esta fé será pura entrega num caminhar por caminhos desconhecidos, movimentados, barulhentos e irreconhecíveis.
Temos sido orientados de que viveremos momentos inusitados, portanto, jamais vividos, vistos ou experimentados e para isto só existe uma única condição para percorre-los e superá-los, a fé.  
Então será esta fé que deveremos expressar nos próximos momentos do ciclo em conclusão.
Dizer que alguém está preparado é utopia, mas podemos afinar nossas percepções e nossa intuição, aprendendo cada vez mais a confiar naquilo que vem do nosso coração, da nossa alma, do Alto.

Na trilogia  “Star Wars”, de Jorge Lucas, uma das premissas dos Jedis é confiar na Força. A Força está com você!
Podemos fazer ampla analogia sobre o ato de confiar na força como sendo um ato de fé.
A fé é um ato de confiança em algo que você sente que existe mas não vê, que ultrapassa suas possibilidades e alavanca o que ainda lhe é desconhecido.
Esta trilogia é interessante, pois mistura duas Forças antagônicas a Força Negra e a Força Branca, e ambas competem por objetivos distintos, mas semelhantes, pois a união de muitos predominará ou sobre o bem ou sobre o mal.
Este é o antagonismo que vivemos.

Caminharemos na escuridão. Todos, sem execeção, irá percorrer este caminho comum que este final de ciclo já definiu e dele partiremos para novas situações ou repetiremos o que é conhecido, mas não aprendido.

A Força esteja com você!
Ou quem sabe

A Fé esteja em teu coração!

Hilton

Olá Grupo.

Pensamento do dia 09.02.2016

Grandes são as provas nas ocasiões em que peças- chave de um grupo decidem tomar outros caminhos.
Trigueirinho

Olá Grupo.
Estamos trabalhando por amor?
Estamos Trabalhando?
Por amor a si próprio?
Por amor aos demais?
Cabe certas reflexões a este respeito, para quem se considera integrante do Grupo ou de um Grupo.

Pois bem, as provas serão cada vez mais intensas e cada vez mais sutis.
Isto é necessário, pois estamos na reta final de uma grande jornada no livre arbítrio, onde por um ciclo inteiro vivemos com a liberdade necessária para manifestarmos o que temos de melhor ou pior.
As provas superadas com êxito mostra que nos qualificamos para dar o passo seguinte. Neste caso o passo seguinte será gigantesco, pois mudaremos de plano e de Leis. A outra possibilidade será refazermos todas as lições que ocorreram ao longo das eras no ciclo porque passamos.

Todo Grupo submete-se a provas e nosso Grupo já se encontra sob estas circunstancias.
Quando elementos chave de um Grupo alçam voos mais longos e intensos, o Grupo pode estancar e pode regredir, mas se seus elementos reagirem a contento, retoma sua jornada de forma mais amadurecida e mais forte para enfrentar novos desafios, pois portais foram abertos.

As perguntas iniciais, são cruciais para que cada um responda, analisando com ampla honestidade e sensatez sua real posição neste contexto.
Vamos lembrar que para as coisas do espirito só tem uma verdade. Não existe o talvez, é possível, quem sabe, acho que sim, to fazendo o que posso, vai com calma, e coisas do gênero onde procuramos nitidamente “enrolar”.

A humanidade caminha para um grande e monumental descontrole. Será de tudo e todos irão sofrer, pois fomos doutrinados a depender do “estado”, de uma “sociedade” viciada e estagnada em dominar seus cidadãos, dando a eles as mínimas coisas necessárias.

Neste descontrole veremos como nossas carências são impressionantes, pois de certa forma, temos nos contentado em ser conduzidos, só que para verdadeiros “becos sem saída”.
A maioria não se deu conta e muitos nem se darão. Estão tão entusiasmados com algumas quirelas, que concentram-se em catar do chão e não atentam para o alto ou percebem os grandes movimentos das nuvens e das tempestades se aproximando.

Trabalhar. Interpretamos esta palavra como sendo única e exclusivamente o ato de nos sustentarmos.
Trabalhar é doar-se, voluntariar-se, elevar-se, evoluir espiritualmente para que possamos dar nossa estrita e ampla contribuição na ascenção espiritual de todo o planeta.
A maioria não faz isto. A maioria trabalha em causa própria, pelo próprio benefício, ou única e exclusivamente pela remuneração.
Outros vieram a este mundo de expiação para fazer turismo, para conhecer as belezas deste planeta azul, deliciar-se com as iguarias à mesa, desfrutar das riquíssimas paisagens de nosso belo planeta sem aperceberem-se que todos os cidadão que aqui encarnam vem para aprender e para resgatar atividades espirituais comunitárias e individuais que fracassaram em outras eras e outros mundos.
Só que Deus para nos aliviar, nos deu um ambiente muito bonito e rico em seus reinos, como forma de nos motivarmos e aliviarmos o cumprimento de Tarefas extenuantes.
Demos a contrapartida, se assim podemos dizer, pois os 7 bilhões de cidadãos, matam e consumem 56 bilhões de animais para sustentar nossas inusitadas iguarias.
Vivemos um dia a dia focado nas obrigações do cotidiano. A sustentação tem nos deixado obesos, moles e lentos, atingindo não só o corpo como a mente.
O excesso e a falta convivem lado a lado. Uns tem muito mais do que precisam, enquanto outros não tem nada do que precisam.

Um Grupo acaba se enquadrando nestas mesmas condicionantes, quando se acomoda, quando deixa de elevar-se na velocidade necessária e que tem sido cada vez mais rápida devido ao final do ciclo, de produzir o que foi capacitado, instruído e orientado por  “ondas de energias”, “apoios”, “Seres”, “sistemas”, “ferramentas”, lhes foi cedido para serem usadas e não guardadas para enferrujar.

Muitos acabam se prendendo em processos cármicos próprios ou de terceiros, processos estes que seguem seu próprio ritmo, pois todo processo cármico não pode ser interrompido, onde acompanhar sem interferir é o que resta a fazer. Mas debruçam como se fossem a “corda da salvação”, quando a única corda que poderá vir será por intermédio da própria alma do indivíduo. Com esta atitude param, deixam de ser proativos, participativos, afastam-se e se confundem entre o que é assistir e o que é interferir.
Misturam alivio cármico com sofrimento, entram em queda livre sobre suas atividades sem perceberem que muitos outros os aguardam.
O Grupo sofre o baque, pois a perda de um tem efeitos importantes em todos.
Esta recuperação retarda, atrasa e atividades em andamento podem sofrer interrupções.

Entramos na fase da maturidade seguida de grande responsabilidade. Não há mais tempo.
Pensar no conjunto precisa ser a tônica do processo.
O indivíduo, a individualidade será fruto das suas próprias condicionantes cármicas, que poderá ser beneficiado se o conjunto funciona.
O conjunto funcionando todos se beneficiam.
Não temos como um cuidar do outro. Quem cuida é Deus, pois desconhecemos as pessoas e suas reais necessidades. Mas, podemos assisti-las, orienta-las, desde que nos esforcemos para sermos imparciais. Todo o resto é fantasia.

Enfim, maturidade é a palavra chave do momento. Imparcialidade é a postura chave do momento. Equilíbrio é o único movimento útil do momento.
Grupo maduro, imparcial e equilibrado tem condições de Trabalho. Sem estas qualidades, só interfere.
Hilton


O momento exige total concentração.

Pensamento do dia, segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

"Devemos estar desapegados até mesmo da necessidade de confirmações externas. "
Trigueirinho.

Pois bem, o desapego é algo que incomoda muito.
Somos por demais apegados em qualquer coisa que aparenta ser nosso, como se pudéssemos ter alguma coisa na escalada da vida reencarnatória e evolutiva.
Outro aspecto que tem sido notório é a necessidade das confirmações.
Duvida-se de tudo e para isto a repetição gera as confirmações e estas acabam por nos dar a possibilidade de aceitarmos. Isto é absurdamente ultrapassado.
Isto acontece pelo fato de vivermos na mentira.
Ninguém confia em ninguém. Isto é fato.

Neste final de ciclo terreno, se nos apegarmos às necessidades das confirmações, sejam elas internas ou externas, corremos o risco de perder as possibilidades positivas do que vem ocorrendo.
É precioso muita atenção em tudo que nos envolvemos ou somos envolvidos, independente de sermos ou não voluntários daquela situação, pois entramos num ritmo alucinante, frenético de movimentos, energias e contatos.
Temos conversado em nossas reuniões sobre a necessidade da extrema atenção para os recados e as informações que temos recebido, pois nelas podem vir guardado níveis de informações mais sutis e mais elevadas que muitas vezes exige providencias que ao cumprirmos, seremos assistidos e contatados.

Muito bem, e porque tais informações não chegam até nós de forma mais explicita, direta, sem tanto “lero lero”.
Isto ocorre de acordo com a lei soberana aqui na Terra, a do livre arbítrio. Na medida que me esforço para perceber e deduzir a possibilidade de realizar certas Tarefas, ou dar certo empenho em tais informações, libero-me no livre arbítrio da possibilidade de realizar algo acima da minha capacidade normal (matéria) e alocar energias espirituais para poder cumprir algo a mais, algo acima das minhas limitadas possibilidades no plano físico.
Somos sistematicamente observados, testados e na medida das nossas repostas, amplia-se nossa capacidade de Trabalho.

Parece que muitos não se dão conta desta sutileza. Mesmo aqueles que estão no Grupo, onde de certa maneira deveriam estar focados neste algo a mais, acabam por caírem na vala comum e realizam exclusivamente o essencial.
Não persistem, não aderem, não refletem, distraem-se com qualquer merrequinha, ou prendem-se a detalhes insignificantes, perdendo a possibilidade de aproximar-se cada vez mais Daqueles que nos assistem.
A ausência de reflexão e de concentração nas informações, nos faz, como integrantes de um Grupo, tarefeiros comuns, que realizam certas tarefas sem perceberem a extensão das suas ações dos seus desdobramentos.
Esta falta de atenção e de, principalmente, reflexão antes de nos movimentarmos, digamos, que tem a possibilidade de eliminar mais de 80% do potencial de uma informação ou de um contato. Provavelmente com os 20% restantes, sejamos incapazes de nos desdobrarmos à altura do que foi informado ou solicitado, gastando-se energias sutilíssimas para nada.
Nosso grau de precisão é por demais grosseiro e rudimentar.
Bom, estamos evoluindo e nos aperfeiçoando. Isto é fato, mas não precisaria ser neste ritmo tão lento e ineficaz.
A desatenção, a sonolência, a preguiça, os adiamentos, a falta de persistência, a ausência da busca, entre outras coisas, aniquila boa parte das nossas conquistas realizadas, pelo simples fato de não usarmos ou utilizarmos incorretamente, nosso potencial.

Estamos em vias dos grandes movimentos, mas absolutamente despreparados.
Não se fala aqui de preparações materiais, mas sim de adaptações espirituais que aumentariam as probabilidades dos afloramentos intuitivos, das percepções extra-sensoriais, nos colocando como pessoas a Serviço do bem maior.
Nossa infantilidade e nosso excessivo materialismo, nos tem tornado pessoas completamente fora do contexto atual desta transição planetária.

Enfim, não há o que fazer, pois cada um escolhe seu caminho e a forma de percorre-lo.

Que assim seja.