Até
o momento presente( que está dentro de uma etapa de intensas mudanças e
transformações) a Regência Planetária não pode assegurar o cumprimento do Plano
Evolutivo para a superfície do planeta.
No
que diz respeito aos níveis materiais (e, principalmente, à humanidade que neles
habita), o seu relacionamento com a Consciência Interna do planeta é instável,
insegura e indefinida. A transformação
que nestes tempos está se efetuando planetariamente visa a superação
desse estado colocando a Terra num estado de homogeneidade vibratória. Esse
trabalho consiste em trazer a energia espiritual até a vida material; por isso,
o despertar das mônadas dos seres resgatáveis da superfície é um processo que
se consumará antes do final do ciclo.
Figueira.
Pois bem, o recado dado tem importante apelo para aqueles que tem consciência
do que está se passando no planeta e para aonde deveremos ir no desenvolvimento
da vida planetária.
É necessário abrir mão de posturas pessoais, restritas e egoístas e pensar mais na totalidade, na vida planetária
e de que estamos todos no mesmo “barco” com uma grande tempestade se
avizinhando.
A Consciência planetária envolve o processo de libertação da Terra
(planeta quarentena, com acessos restritos e temporais), para um planeta de Luz.
Sabe-se que a Terra não tem emitido sua Luz.
Assim como temos visto Marte, Vênus, Júpiter, Saturno, ou seja,
inóspito, inabitável segundo as características da vida que conhecemos, somos
vistos, da mesma forma, pelos demais
seres do Universo (não engajados no processo de recuperação da Terra), porque não emanamos Luz.
Nossa carência de Luz própria nos torna obscuros como temos visto os
demais planetas dos demais sistemas alcançáveis. Isto tem nos dado uma ideia de
isolamento, de ausência de vida, de escuridão, pois assim estamos vivendo. Estamos vivendo na escuridão.
No momento que pudermos emanar Luz própria, veremos uma explosão
de vida ao nosso redor, em locais que por diversas vezes só tínhamos visto, pedra,
poeira e solidão.
Esta quarentena está por terminar e começa primeiro pela alteração
das fontes internas atuais.
Compete a nós, seres humanos, ancorarmos tais fontes e retê-las
neste processo de transição.
São poucos os cidadãos que tem algum tipo de despertar para isto,
pois a maioria ainda se prende às suas manias, seus desejos infantis, suas
necessidades primárias num meio ambiente medíocre e limitado.
Todo planeta evolutivo emite Luz própria, além de refletir a luz
da sua ou das suas estrelas. Esta Luz planetária é um verdadeiro farol de
navegação para viajantes espaciais, aptos a vê-La, para acessarem mundos na
troca de experiencias e informações, segundo as características evolutivas de
cada ser em desenvolvimento.
Os tempos são outros, a fase é outra. A nova geração que vem
nascendo, vem portando novos aspectos da Luz que poderá ser a chama que
ascenderá a chama maior, a chama planetária.
Não podemos manter as mesmas premissas, os mesmos ranços, os mesmos
conceitos. É preciso dar a estes novos seres humanos a oportunidade para que suas
mônadas lancem padrões vibratórios que abarquem o maior número possível de indivíduos salváveis e
estes possam continuar seu projeto de evolução em um novo ambiente terreno.
Temos grande responsabilidade, temos de estar preparados e muito
empenhados em ajuda-los, pois nosso planeta ainda possui desafios perigosos e
desvirtuados da verdade.
Não se protege uma criança com defesas ameaçadoras, locais
fechados, restrições em todos os lados, mas sim com amor, inteligência e muita
sabedoria.
É preciso conhecimento, preparar-se muito para ser pai ou mãe,
aplicando em si:
Fé: confiança no desconhecido;
Amor: superação do medo, da insegurança e o desapego;
Sabedoria: busca incessante do conhecimento e a aproximação com as
Leis Regentes do planeta.
Um criança não se educa com livros ultrapassados e etiquetas, mas
com a sabedoria interna que ela possui e que precisa ser despertada.
Criatividade, empenho, dedicação e muito equilíbrio.
Não existem regras fixas, pois cada ser é único no Universo,
portanto, a observação despretensiosa, neutra mas com grande atenção trará luz
a certos aspectos que cada um possui para ser desenvolvido.
No coração que saberemos o que deve e o que não deve ser feito, portanto
temos de ter um coração limpo, aberto, amoroso, mas ao mesmo tempo, firme,
convicto e liberto de preconceitos e limitações.
As regras não são dadas por analistas, filósofos, terapeutas ou
medicamentos, mas pelo coração.
Hilton