sexta-feira, 15 de maio de 2015

Conheço meu Instrutor?

Pensamento do dia, quarta-feira, 13 de maio de 2015

"O Instrutor vos aconselha. O Instrutor vos estimula a avançar. O Instrutor vos indica a prudência."
Trigueirinho

Pois bem, quem é este Instrutor?
O Instrutor encontra-se no coração. Não aquele que pulsa, bate, mas no coração interno, cuja fonte de ligação é a alma, que por sua vez se comunica com a mônada, que por sua vez alcança a CENTELHA DIVINA ( aonde nos encontramos na eterna realidade).
O Instrutor se comunica o tempo todo com nossa mente, com nossos sentimentos, com nossa boa vontade.
O Instrutor conhece nosso destino, nossos anseios, sabe das experiências que realizamos e que iremos realizar.
O Instrutor é o nosso norte, nossa bússola, nosso horizonte, mas não interfere em nossos desejos.
O Instrutor conhece o livre arbítrio e o destino, portanto, nos deixa errar quantas vezes quisermos.
O Instrutor está eternamente à nossa disposição.
O Instrutor é incansável, persistente, muito comunicativo e repete quantas vezes forem necessárias, para termos sucesso (aos olhos da alma), o que fazemos.
O Instrutor pode usar várias situações, ou seja, pessoas, livros, filmes, cartazes, sonhos, sustos, presságios, profecias, símbolos, enfim inúmeros meios de comunicação para nos avisar, nos alertar, nos indicar, nos orientar, daquilo que precisamos.

Se fossemos mais observadores da vida e nos envolvêssemos menos com o que fazemos e como os outros tem agido, iriamos perceber o Instrutor o tempo todo.
O Instrutor é fiel, absolutamente correto para atender as nossas reais e sinceras necessidades. Não aquelas necessidades supérfluas, fúteis, sazonais, materiais somente, onde o egoísmo e a ganancia quer ser saciada, mas as necessidade reais e evolutivas.

Temos de perceber o Instrutor. Ele se comunica de várias formas e na observação iremos sentir Sua presença.
Temos de observar a vida e não nos envolvermos como temos nos envolvido.
Estamos tão atarefados e ocupados, com merrecas e inutilidades que deixamos de notar o Instrutor, mesmo que Este permanece o tempo todo ao nosso lado.
O Instrutor pode se manifestar na palavra de alguém, alguém desconhecido, ou alguém muito próximo. Se estivermos avaliando vaidades, isto passará desapercebido e perderemos o "time" de algo que precisaríamos saber antes de experimentar (viver a experiência).
O pensamento é claro, o Instrutor nos estimula a avançar, mas para conheceremos e conquistarmos as coisas eternas.
O Instrutor nos indica a prudência. Muitas vezes um susto, um sonho, ou algo que nos impede para conquistarmos um desejo, pode ser a ação do Instrutor que percebeu que aquilo que desejamos não convém acessarmos ou possuirmos.

Enfim sejam atentos, reflitam, observem sempre, estimulem as coisas subjetivas, não sejam imediatistas, gananciosos ou ansiosos, pois sentimentos muito poderosos encobrem a presença do Instrutor.

Hilton



terça-feira, 12 de maio de 2015

Escolho meu caminho, o breve ou o longo.

Pensamento do dia, domingo, 10 de maio de 2015

"Muito antes que reconhecêsseis o Caminho, já estáveis sendo a ele chamados."
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento aborda um aspecto interessante e nos induz a pensar sobre este Caminho.
Na realidade dentro do Caminho, existem opções alternativas que você poderá optar por fazer, que irá desvia-lo por algum tempo, mas inexoravelmente irá retornar ao Caminho. 
O Caminho é único ou seja, procedi do Pai e ao Pai retornarei. Nasci em Deus e a Ele me juntarei.  Há inúmeras atribuições sobre o Caminho, mas todas levam à origem de onde nos surgimos. Este Caminho é único.
Dentro do Caminho surgem as alternativas e opções que poderemos fazer, exercendo o livre arbítrio de percorre-lo, sendo assim, podemos faze-lo no período mais breve ou mais longo, no caminho mais direto ou mais tortuoso.
Tais rotas alternativas são fontes de aprendizado vivencial, ou seja vivemos estas situações, com ciclos de experiências que normalmente são marcantes, impactantes e contundentes. São para aqueles indivíduos que se limitam a aprender o que “lhes cai no colo”. Não buscam, não estudam e não tem intenção de descobrir o que é a Vida, ou, quem sou, de onde vim e para onde vou.
Estes fazem o ciclo longo, param por diversas vezes, desviam-se continuamente e sempre se deparam com as experiências impactantes. Reencarnam continuamente, frequentam diversos mundos cármicos e lutam, lutam como nunca até conseguirem desvencilhar-se do egoísmo.
Possuem corpos astrais marcados pela lutas constantes, auras impregnadas por toda sorte de energias confusas.
Sinceramente não é o recomendável como a forma mais adequada de percorrermos o Caminho. Mas num determinado momento da sua escalada, torna-se um indivíduo alinhado com as coisas de Deus. Isto é inexorável.
Outros indivíduos acolhem o período mais curto, onde lutam incansavelmente por aprender, receber, buscar, ser intuído e acolher o que vem sendo ofertado a todos. Seus ciclos de experiências negativas acontecem mais no nível mental do que no físico. Não precisam vivenciar certas situações e certas confusões, pois seu processo de aceitação (fé) e acolhimento é positivo e o Plano encontra “terra fértil” no que planta. No Caminho, desviam-se pouco por caminhos alternativos e aonde estiverem farão algo por todos. Chegam a ofertar-se para experiências radicais com o intuito de consolar e acolher quem ali vem vivenciando experiências impactantes. Podemos citar aqui inúmeros homens santos e mulheres santas, que tanta Luz vieram irradiar.
Tais indivíduos perceberam a Luz e são guiados por Ela. São pessoas de corpo astral leve, auras que refletem cores suaves, bondosas e são indivíduos com equilíbrio acentuado. A estes indivíduos competem certas decisões sobre os rumos da humanidade que pertencem, pois podem fazer a diferença entre a extinção de uma determinada era, de um determinado mundo, para sua continuidade, até as normais e naturais transições que ocorrem para tudo e para todos nos ciclos programados.
A Terra possui este benefício, de ter em sua população, desde os primórdios da civilização, indivíduos com estas características que não permitiram que fossemos um mundo extinto.
Por algumas vezes, nos momentos de virada dos ciclos menores, onde não iria acontecer a o que acontecerá no final deste ciclo, corremos o risco de termos sido eliminados e reabsorvidos em mundos ainda em processo de formação. Não aconteceu devido a certas pessoas que fizeram a diferença nas decisões tomadas por Hierarquias que cuidam dos mundos e seu desenvolvimento.
Mais recentemente, com as explosões atômicas, corremos o risco de uma reação em cadeia não se extinguir. As interferências ocorreram e pudemos permanecer na Terra, mas carregando as sequelas da contaminação radioativa geral.
A 2ª Guerra Mundial terminou e não terminou com o planeta face a grupos pequenos de orações, que alinhados com grupos orantes no plano astral geraram energias intensa gerando a devida compaixão para com a humanidade. Assim tem sido até agora. O que será daqui em diante ainda está indefinido.
No próximo Ciclo isto termina e a Terra sendo sagrada, não mais terá eventos desta natureza, sendo que os grupos de oração irão alavancar dadivas divinas e não interferências de não extinção.
A extinção de um Planeta e de sua humanidade gera carmas pesadíssimos e de longa maturação. Isto com certeza ninguém iria querer. A ignorância tem protegido muitas pessoas, mas tudo tem limites e esta proteção também.

Desta forma, escolha sua opção no Caminho, o do período breve ou o do período longo. Fazemos esta opção constantemente, pois são nossas atitudes que ampliam ou reduzem estes períodos.
Pense nisto!


Hilton

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Uma nova percepção.

Pensamento do dia, sexta-feira, 8 de maio de 2015

"A experiência é necessária. Todavia, sem se aliar à intuição pouca serventia terá no caminho."
Trigueirinho.

Pois bem, no geral, nossas experiências atrelam-se a condicionantes do passado, por isso que na maioria das vezes, fracassamos em tais experiências
Fazemos excessivas analogias na mente, pois estamos condicionados a racionalizar tudo o que nos chega de alguma forma.

Quando nos deparamos com algo novo, ou com experiências que se repetem, o ideal seria que atendêssemos a intuição que nos veem à mente.
Todos os indivíduos são intuídos, mas poucos atendem esta condição.
A maioria racionaliza, pensa, deduz, busca parâmetros, adia sempre, ou seja, perde o impulso intuitivo.
Este impulso pode nos conduzir a ações completamente contrarias àquilo que a mente racional nos pede para fazer, para não fazer ou para se desviar.
A mente racional, diante de uma nova experiência, ou seja diante de algo que é novo, pois este novo irá usar uma informação recém-chegada, normalmente nos induz a rejeita-la. O que é novo, a princípio, é rejeitado.

Isto tem acontecido direto e de forma constante em nossos reuniões semanais, onde ao sermos informados de algo novo, de novas situações e nem sempre tais situações são agradáveis e alinhadas com o que muitos pensam, a rejeição por alguns se manifesta ou ficam embutidas e acabam por serem “exponencialmente” exploradas na sequência dos dias seguintes.
Em certas situações, dependendo da boa vontade das pessoa, isto se reverte, em outras não.

De certa forma, vivemos numa sociedade que nos induz de forma muito bem articulada, a pensarmos o que “eles” querem.
Quantas coisas inúteis compramos e no momento da compra ficamos convencidos de aquilo é algo essencial. Quando formos utilizar, perceberemos que mais uma coisa inútil e desnecessário, foi adquirido.
O marketing das forças negativas são poderosos, extremamente influentes e ao longo dos séculos tem nos levado a uma série de guerras que só serviram para satisfaze-los com as nossas dores, sofrimentos e desilusões.
A intuição é algo diferente.
Acontece num insight, num relampejar de lucidez anímico (da alma). Não insiste, não persiste, não se repete e dá a você absoluta liberdade de ser usado ou desprezado. Estamos tão desacostumados com esta liberdade, que temos medo de usa-la.
Outro aspecto importante na intuição é que geralmente um insight intuitivo nos indica a “contramão” do que faríamos, do que pensaríamos, do que aceitaríamos.
Claro, se vivemos numa sociedade que nos induz a erros e ao desconhecimento das verdades e das Leis (Maiores), é normal rejeitarmos algo intuitivo que não se alinha com tudo aquilo que estamos acostumados a aceitar (engolir) face ao bombardeio mental que temos sido submetidos.
O pecado, a punição, o consumo, a competição, a morte, a escravidão, a luxuria, o inferno, sentimentos que agregaram-se ao estado de ignorância que vivemos, foi intensamente manipulado e hoje tais sentimentos fazem parte da vida cotidiana das sociedades em geral. Com isto estimula-se a violência e todas as demais ações de posse, propriedade e domínio que, ilusoriamente, nos convencemos que devemos ter. Por isso vivemos tão infelizes.

Temos tanto para cuidar, ser e ter no plano material que nos tornamos uma raça ansiosa, egoísta e  infeliz.
Não olhamos para o alto, mas somente para baixo.

Enfim, é preciso usar da coragem, da fé e da vontade na entrega, para aprendermos a conviver com a intuição.
A intuição será o que irá conduzir o novo homem, na nova era, na Terra como planeta sagrado, onde a personalidade “adormecerá num sono eterno” e a alma assumirá o controle da mente.

Adiante-se a isto e será submetido a coisas incríveis sobre o nosso Universo e a Vida.

Hilton