Pensamento do dia,
sexta-feira, 8 de maio de 2015
"A experiência é
necessária. Todavia, sem se aliar à intuição pouca serventia terá no
caminho."
Trigueirinho.
Pois bem, no geral, nossas
experiências atrelam-se a condicionantes do passado, por isso que na maioria
das vezes, fracassamos em tais experiências
Fazemos excessivas
analogias na mente, pois estamos condicionados a racionalizar tudo o que nos
chega de alguma forma.
Quando nos deparamos com
algo novo, ou com experiências que se repetem, o ideal seria que atendêssemos a
intuição que nos veem à mente.
Todos os indivíduos são
intuídos, mas poucos atendem esta
condição.
A maioria racionaliza,
pensa, deduz, busca parâmetros, adia sempre, ou seja, perde o impulso
intuitivo.
Este impulso pode nos
conduzir a ações completamente contrarias àquilo que a mente racional nos pede
para fazer, para não fazer ou para se desviar.
A mente racional, diante
de uma nova experiência, ou seja diante de algo que é novo, pois este novo irá
usar uma informação recém-chegada, normalmente nos induz a rejeita-la. O que é
novo, a princípio, é rejeitado.
Isto tem acontecido direto
e de forma constante em nossos reuniões semanais, onde ao sermos informados de
algo novo, de novas situações e nem sempre tais situações são agradáveis e
alinhadas com o que muitos pensam, a rejeição por alguns se manifesta ou ficam
embutidas e acabam por serem “exponencialmente” exploradas na sequência dos
dias seguintes.
Em certas situações,
dependendo da boa vontade das pessoa, isto se reverte, em outras não.
De certa forma, vivemos
numa sociedade que nos induz de forma muito bem articulada, a pensarmos o que
“eles” querem.
Quantas coisas inúteis
compramos e no momento da compra ficamos convencidos de aquilo é algo
essencial. Quando formos utilizar, perceberemos que mais uma coisa inútil e
desnecessário, foi adquirido.
O marketing das forças
negativas são poderosos, extremamente influentes e ao longo dos séculos tem nos
levado a uma série de guerras que só serviram para satisfaze-los com as nossas
dores, sofrimentos e desilusões.
A intuição é algo
diferente.
Acontece num insight, num
relampejar de lucidez anímico (da alma). Não insiste, não persiste,
não se repete e dá a você absoluta liberdade de ser usado ou
desprezado. Estamos tão desacostumados com esta liberdade, que temos medo de
usa-la.
Outro aspecto importante
na intuição é que geralmente um insight intuitivo nos indica a “contramão” do
que faríamos, do que pensaríamos, do que aceitaríamos.
Claro, se vivemos numa
sociedade que nos induz a erros e ao desconhecimento das verdades e das Leis
(Maiores), é normal rejeitarmos algo intuitivo que não se alinha com tudo aquilo
que estamos acostumados a aceitar (engolir) face ao bombardeio mental
que temos sido submetidos.
O pecado, a punição, o
consumo, a competição, a morte, a escravidão, a luxuria, o inferno, sentimentos
que agregaram-se ao estado de ignorância que vivemos, foi intensamente
manipulado e hoje tais sentimentos fazem parte da vida cotidiana das sociedades
em geral. Com isto estimula-se a violência e todas as demais ações de posse,
propriedade e domínio que, ilusoriamente, nos convencemos que devemos ter. Por isso
vivemos tão infelizes.
Temos tanto para cuidar,
ser e ter no plano material que nos tornamos uma raça ansiosa, egoísta e
infeliz.
Não olhamos para o alto,
mas somente para baixo.
Enfim, é preciso usar da
coragem, da fé e da vontade na entrega, para aprendermos a conviver com a
intuição.
A intuição será o que irá
conduzir o novo homem, na nova era, na Terra como planeta sagrado, onde a
personalidade “adormecerá num sono eterno” e a alma assumirá o controle da
mente.
Adiante-se a isto e será
submetido a coisas incríveis sobre o nosso Universo e a Vida.
Hilton
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