segunda-feira, 11 de maio de 2015

Uma nova percepção.

Pensamento do dia, sexta-feira, 8 de maio de 2015

"A experiência é necessária. Todavia, sem se aliar à intuição pouca serventia terá no caminho."
Trigueirinho.

Pois bem, no geral, nossas experiências atrelam-se a condicionantes do passado, por isso que na maioria das vezes, fracassamos em tais experiências
Fazemos excessivas analogias na mente, pois estamos condicionados a racionalizar tudo o que nos chega de alguma forma.

Quando nos deparamos com algo novo, ou com experiências que se repetem, o ideal seria que atendêssemos a intuição que nos veem à mente.
Todos os indivíduos são intuídos, mas poucos atendem esta condição.
A maioria racionaliza, pensa, deduz, busca parâmetros, adia sempre, ou seja, perde o impulso intuitivo.
Este impulso pode nos conduzir a ações completamente contrarias àquilo que a mente racional nos pede para fazer, para não fazer ou para se desviar.
A mente racional, diante de uma nova experiência, ou seja diante de algo que é novo, pois este novo irá usar uma informação recém-chegada, normalmente nos induz a rejeita-la. O que é novo, a princípio, é rejeitado.

Isto tem acontecido direto e de forma constante em nossos reuniões semanais, onde ao sermos informados de algo novo, de novas situações e nem sempre tais situações são agradáveis e alinhadas com o que muitos pensam, a rejeição por alguns se manifesta ou ficam embutidas e acabam por serem “exponencialmente” exploradas na sequência dos dias seguintes.
Em certas situações, dependendo da boa vontade das pessoa, isto se reverte, em outras não.

De certa forma, vivemos numa sociedade que nos induz de forma muito bem articulada, a pensarmos o que “eles” querem.
Quantas coisas inúteis compramos e no momento da compra ficamos convencidos de aquilo é algo essencial. Quando formos utilizar, perceberemos que mais uma coisa inútil e desnecessário, foi adquirido.
O marketing das forças negativas são poderosos, extremamente influentes e ao longo dos séculos tem nos levado a uma série de guerras que só serviram para satisfaze-los com as nossas dores, sofrimentos e desilusões.
A intuição é algo diferente.
Acontece num insight, num relampejar de lucidez anímico (da alma). Não insiste, não persiste, não se repete e dá a você absoluta liberdade de ser usado ou desprezado. Estamos tão desacostumados com esta liberdade, que temos medo de usa-la.
Outro aspecto importante na intuição é que geralmente um insight intuitivo nos indica a “contramão” do que faríamos, do que pensaríamos, do que aceitaríamos.
Claro, se vivemos numa sociedade que nos induz a erros e ao desconhecimento das verdades e das Leis (Maiores), é normal rejeitarmos algo intuitivo que não se alinha com tudo aquilo que estamos acostumados a aceitar (engolir) face ao bombardeio mental que temos sido submetidos.
O pecado, a punição, o consumo, a competição, a morte, a escravidão, a luxuria, o inferno, sentimentos que agregaram-se ao estado de ignorância que vivemos, foi intensamente manipulado e hoje tais sentimentos fazem parte da vida cotidiana das sociedades em geral. Com isto estimula-se a violência e todas as demais ações de posse, propriedade e domínio que, ilusoriamente, nos convencemos que devemos ter. Por isso vivemos tão infelizes.

Temos tanto para cuidar, ser e ter no plano material que nos tornamos uma raça ansiosa, egoísta e  infeliz.
Não olhamos para o alto, mas somente para baixo.

Enfim, é preciso usar da coragem, da fé e da vontade na entrega, para aprendermos a conviver com a intuição.
A intuição será o que irá conduzir o novo homem, na nova era, na Terra como planeta sagrado, onde a personalidade “adormecerá num sono eterno” e a alma assumirá o controle da mente.

Adiante-se a isto e será submetido a coisas incríveis sobre o nosso Universo e a Vida.

Hilton



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