quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Como deuses, por sermos o elemento mais elevado, na Terra, nos tornarmos perversos.

Pensamento do dia, quarta-feira, 2 de setembro de 2015

"Ainda que uma espécie de árvore em particular possa fazer surgir em você o amor, ela é incapaz de tomar esse afeto para si mesma."
Dorothy Maclean. 

Pois bem, mais uma lição importante no que toca aos seres do reino vegetal.
O amor que desprendemos para um ser deste reino, não é uma “posse” deste afeto a um único ser,  pois por princípio, o amor é uma energia universal, é a energia da vida, do pulsar da existência, da criação, de Deus.
Uma arvore irá compartilhar com todos os seres de seu reino (vegetal), este amor emanado de um ser superior (humano), que o manifestou. Serão os devas e a “alma coletiva” deste reino que espalhará este amor a todos.
Este é o princípio básico desta energia primordial. É assim que Deus ama suas criaturas.
Nós, pelo contrário, como somos conduzidos pela energia do egoísmo, particularizamos o amor. Inventamos regras, princípios, procedimentos, condições, ou seja, definimos exatamente quem irá receber o nosso amor, quanto aos demais ????
Vejam que desaprendemos o conceito do “amar”, pois quando pertencíamos ao reino vegetal, numa alma coletiva, sendo conduzidos pelos Devas, praticávamos o amor incondicional, o amor de Deus, o amor puro.
Evoluímos sob um aspecto e involuimos sobe outros aspectos.
Creio que esta involução tem sido preponderante sobre a evolução, pois ganhamos uma alma exclusiva, individual, autônoma, mas o que temos exercido de fato é o egoísmo, a separatividade, o individualismo egoísta e separatista, onde, dentro da minha classificação só consigo amar os que são próximos e atendam certos requisitos e certas regras que foram por mim decididos.

Este conceito, ou melhor dizendo preconceito, nos tornou sub humanos, em relação ao que prevalece como raça humana em outros mundos.

Pra piorar um pouco mais, viramos excepcionais predadores, pois com nossa inteligência (duvidosa), destruímos em massa, em bando, devastando eventuais obstáculos que a Natureza e o destino nos impingiu para superarmos e aprendermos com as barreiras impostas.
Não foi à toa que a raça humana da Terra diverge em opiniões, credos, línguas, cores, manias, conceitos, pois deveríamos aprender a conviver pacificamente com as divergências naturais desta aliança de povos, num mesmo lugar, a Terra.
Fracassamos em não conseguirmos tornar isto tudo produtivo e fértil para todos. Continuamos classificando, sendo classificados, racistas, escravagistas e destruidores da própria espécie e dos reinos que vieram nos servir.
Como deuses, por sermos o elemento mais elevado, na Terra, nos tornarmos perversos.
É preciso refletir sobre este ensinamento, onde o amor recebido espalha-se ao todo, vira usufruto de todo um reino e dos reinos que compõem a Natureza como um todo.
Quando alguém ama um ser vegetal, uma arvore, por exemplo e da mesma forma eu também amo as arvores, no fundo estamos compartilhando um amor comum e estes se somam, ampliando as possibilidades e o alcance de um amor único para todos.

Esta nova forma de viver será o que alguns irão viver na nova Terra, na nova era, onde a humanidade e seus reinos irão compartilhar e não dividir.
Deveríamos amar toda esta estrutura visível e invisível que nos auxilia a vivermos, os seres de outros mundos que vem aqui nos auxiliar, nos confortar e nos socorrer mediante nossas incapacidades atuais.
Por isso de tantas instruções em tão pouco tempo.
Por isso que temos sido incitados a aprender e conhecer certos meandros da Vida, pois esta é a única forma de compartilharmos o que nossos olhos não veem, mas nosso coração sente.
É preciso sair da toca, tá na hora de desmamar, precisamos aprender a andar com as próprias pernas. As muletas que nos colocaram são falsas, ilusórias, pois são revestidas de um tecido pegajoso, mal cheiroso, ensebado, chamado MEDO. Assim que as soltarmos siaremos andando, poderemos correr e iremos ampliar infinitamente nossos horizontes.
Revejam seus estilos de vida. Atentem para o que é importante e com certeza não são nossos problemas.
Literalmente falando nossos problemas NÃO TEM MAIS SOLUÇÃO.


Vamos refletir.

Hilton

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Devas.

Pensamento do dia 01 de setembro de 2015.

Voltem-se sempre, com inocência, para o Amor, para o Amor que ama todas as coisas.
Dorothy Maclean.

Dorothy Maclean: escritora e educadora do Canadá em assuntos espirituais, sendo um dos três elementos fundadores da Findhorn Foundation, no norte da Escócia. Obteve um bacharelato, de três anos, em Artes na Universidade de Western Ontario.
Nascimento: 1920, Guelph, Canadá
Educação: University of Western Ontario
Obra: A comunicação com os anjos e os devas: uma forma mais profunda de comunicação com os princípios criadores da Natureza
Organização Fundada: Fundação Findhorn


Pois bem, temos um importante recado desta pessoa, que começou sua vida pública e profissional  no MI6 – serviço secreto britânico, derivando-se totalmente para atividades  pacificas e isentas de qualquer tipo de envolvimento, a não ser a pratica do amor.
Fez um trabalho riquíssimo, em função de inúmeros contatos com os Devas – Anjos da Natureza, aprendendo e nos transmitindo como a Mãe Natureza age na evolução dos reinos.

Pouco conhecemos sobre os Devas, pois não são humanos, possuem uma linha evolutiva própria, completamente distinta da nossa e seguem outros padrões.
Tem como objetivo a manipulação de substancias, não se influenciam com impulsos retrógrados, mas seguem os princípios das energias criadoras, construindo ou descontruindo imagens, formas e estruturas, plasmando os moldes etéricos, ou seja a base do que existe no mundo manifestado (mundo material).
Permitem assim que padrões arquétipos (formas originais na criação)  se exteriorizem.
São essencialmente espíritos construtores e transformadores dos níveis de consciência, podendo, para isso, destruir estruturas ultrapassadas.
Não possuem corpos físicos densos e contatos desta natureza exige um aprofundamento grande na pureza e no amor para contata-los.
Não tem mente como a humana, portanto seu processo criativo não se baseia e em pensamentos, raciocínios e inteligência como a conhecemos.
Não se submetem ao tempo que conhecemos, portanto, vivem um eterno presente e nele desempenham suas tarefas.
Um ser humano que se submete a desenvolver Tarefas Evolutivas, torna-se imprescindível que estabeleça ligações internas corretas com o reino dévico.
A Hierarquia dévica não foi atingida pela desordem externa que vivemos. Participam da transformação do planeta, para torna-se sagrado, podendo canalizar para isto, energias de polaridade positiva, negativa ou neutra.
Sua evolução é isenta do livre arbítrio e do envolvimento com as forças involutivas; são mensageiros, artífices, transformadores, construtores, destruidores, da manifestação da vida em todos os planos de consciência.
Estão sempre presente, quando um novo indivíduo, na procriação, seja vegetal, animal ou humana, se manifesta. Sem eles não haveria manifestação das formas. Sem eles não teríamos filhos.

São confundidos com Anjos, mas possuem funções distintas.
Infelizmente o que eles constroem, nos destruímos, desrespeitando o princípio básico da vida como um todo.
Referência para leitura: Glossário Esotérico – página 114 – DEVA.

É importante observar como vivemos alienados a inúmeras estruturas de reinos, de vidas, de seres, que não temos a menor ideia, ou quem sabe pouquíssimas informações a respeito. Usamos e abusamos do planeta, como se fossemos exclusivos, únicos, posseiros de uma superfície que pertence e interage universalmente.
Não temos o menor respeito com a universalidade da vida, dentro e fora da Terra, achando inclusive que somos “proprietários” de algo. Nem o próprio corpo físico temos como preserva-lo para sempre, imagine o restante.

O recado é explicito, direto, pois a base da vida é amor.
A inocência, como foi citado, é imprescindível para o Amor.
Quando nos tornamos adultos, temos nos tornados cristalizados, endurecidos, rígidos, como se isto fosse a postura que obrigatoriamente temos de ter para sermos adultos.
Esta ignorância nos corrói, pois ao perdermos a inocência, perdemos o senso da vida real, evolutiva, da base do amor e da misericórdia.
Nós, adultos, temos muito que reaprender com nossas crianças, mas não temos tempo. Somos por demais ocupados para prestar atenção na inocência, na liberdade e na sinceridade de uma criança. Por isso mentimos tanto e por isso desencaminhamos nossos filhos para terem os mesmo defeitos que apresentamos.
Infelizmente, somos um “espelho” embaçado, torto, distorcendo as imagens reais que deveríamos transparecer para nossos filhos. E estes, sem opção, seguem a mesma distorção.

O trabalho desta senhora com o reino vegetal, em especial, a levou para o reino dévico, pois ao ressaltar seu amor inocente, expôs-se ao Amor que ama todas as coisas.

Vamos refletir.
Hilton


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Esperança.

Pensamento do dia 31 de agosto de 2015.

A ajuda está tão perto como o próprio coração. Continue a ter esperança!
Paul Brunton.

Pois bem, se analisarmos racionalmente o panorama mundial, sob todos os aspectos, financeiro, político, social, cientifico, climático, veremos uma situação caótica.
A televisão não mostra isto, os governos escondem a realidade, somos sempre mal informados e os meios de comunicação continuam amplamente manipulados para nos apresentarem uma fantasiosa realidade que não condiz com a situação caótica do nosso mundo.
A mentira predomina e tem sido cada vez mais explicita e descarada.

Desta forma, temos confiados somente nas nossas alternativas e possibilidades no plano físico, o que, sinceramente, não mostra nenhuma saída.
A esperança está exatamente nos aspectos imponderáveis, acima dos nossos limites, do nosso alcance, pois o que vem regular e resolver o que é impossível sob nossa ótica, será possível sob a ótica de quem encontra-se absolutamente alinhado com as Leis Regentes Universais.
Os seres humanos da Terra, esgotaram a alguns anos atrás, pequenas possibilidades de reverter, às duras penas e sacríficos excepcionais, remotas possibilidades de reversão da situação mundial, hoje não existe a menor chance disto acontecer e podemos considerar que nenhuma vontade política e governamental existe, sequer tentar.

Desta forma, a ajuda virá do imponderável, do oculto, dos níveis internos, da Graça, dos povos extraterrestres que nos assistem desde o nascimento da Terra, enfim será uma ajuda absolutamente desconhecida e incompreensível para os padrões que conhecemos.
É tudo uma questão de fé.
Para o inusitado, somente a fé funciona, pois por ser desconhecido nossa mente racional não funciona e nossa personalidade não aceita, portanto será nosso coração que acomodará e aquietará nossa mente, nosso emocional e nosso físico.
Até que ponto tenho efetivamente trabalhado com estes aspectos, chamados imponderáveis?
A maioria sequer tem noção disto.
A minoria luta para aceitar e recusar ao mesmo tempo, portanto, oscila que nem o pendulo de um relógio de parede. Não vemos o pendulo parado, atemporal, alinhado no seu centro e com absoluto equilíbrio.
Uns poucos tem bastante consciência do que se passa, mas lutam continuamente com seus medos e preconceitos a estes respeitos, pois ser diferente da maioria tem sido difícil, por puro egoísmo e uma certa vaidade pessoal.
Portanto, teremos grandes desafios pela frente. Desafios que jamais enfrentamos e não temos noção de como serão.
A Graça vem nos pedindo arduamente, que confiemos.
De certa forma, fizemos muita coisa, como Grupo, que nos testou por diversas maneiras: persistência, credibilidade, confiança, assiduidade, fé, disponibilidade, entrega, enfim, fomos testados e participamos de situações das quais não tínhamos a menor noção do que e para que.
Nossas primeiras Vigílias aconteceram no plano mental, depois as próximas nos remeteram para o plano astral, depois o plano dévico e finalmente as últimas ao plano anímico (da alma). Portanto as primeiras Vigílias foram preparatórias para as últimas e esta últimas estão sendo preparatórias para as seguintes.
É assim que acontece, você entrega e depois saberá para que.

Estamos literalmente nesta fase, da entrega, da confiança sem saber para que e porquê.
O coração precisa assumir. A fase emocional, racional, lógica, cientifica terminou, concluiu seu ciclo, não pertence mais à nova Terra.

Enfim a fase da coragem, do desprendimento, da entrega serena e convicta na fé é a etapa que já entramos.
Vamos refletir, rever certos conceitos que nos remetem a esta fase, a este novo ciclo que a Terra entrou a partir de 08 de agosto.

Hilton


domingo, 30 de agosto de 2015

Nos tornamos prisioneiros.

Pensamento do dia 30 de agosto de 2015.

Onde o homem falha, a Graça tem êxito.
Paul Brunton.

Pois bem, não há dúvidas que falhamos constantemente, portanto, permitir que a Graça, possa interagir conosco é essencial.
Quanto mais despertos estivermos melhor será.
Quanto mais conhecermos os princípios básicos da Graça, mais iremos interagir, portanto, conhece-La ou sair da ignorância que nos assola e nos atropela é um fator básico da evolução.
Haverá momentos em que devemos nos entregar, de corpo e alma, para a Graça, pois como estamos atrasados, desorientados e  defasados com os aspectos evolutivos temporal destes momentos, somente Ela poderá nos indicar o que fazer.
Ela vem por intuição, por suposição, por premonição, por instinto, ou seja, irá usar para cada um, o veículo mais apropriado e o mais utilizado por ele, para indicar as eventuais saídas de uma situação.
Na maioria da vezes, antes de seguirmos algo intuído, previsto, instintivo, olhamos para o lado, para os outros, comparamos, analisamos, raciocinamos e quase sempre, perdemos o “timing”, a oportunidade e quem sabe a única saída para uma determinada situação.
Temos medo de fazer algo inusitado, não analisado, não raciocinado e com isto temos perdido sempre.
Este aspecto é fundamentalmente utilizado pelas forças involutivas, que nos torna emocionalmente presos, acorrentados a seguir aquilo que a maioria age e não pensa. Por isso que a sociedade impôs inúmeras regras, leis, fundamentos, associações, para nos tirar a atividade pensante e intuitiva, punindo todas as vezes que “nos desviamos” do que elas pretendem que façamos.
Nos tornamos prisioneiros, no mais baixo nível possível, de comparações e classificações perante as leis, regras e fundamentos que só interessa nos levar para estados emocionais desvirtuados do equilíbrio espiritual.
Isto vem acontecendo há muito tempo.
Na época de Jesus, seu sacrifício eliminou certos “nós”, certos “fluxos e correntes de energias” para que nos libertássemos destas forças negativas poderosas, mas hoje tudo voltou a ser como antes, e quem sabe pior.
Segue nos livros sagrados o conceito de que Ele veio para nos salvar, para tirar os pecados do mundo, quando na verdade, veio nos libertar destas correntes poderosas, para que pudéssemos seguir um novo caminho, mais livre, mais solto e mais evolutivo.
Como tem acontecido, regredimos, nos acorrentamos novamente, pois a PREGUIÇA tem sido dominante. É muito mais fácil seguirmos regras enlatadas do que sermos criativos.

Enfim, vamos refletir (quem tiver tempo), pois a liberdade, quando conhecida na sua plenitude, tornará impossível voltarmos atrás e com isto a Graça atuará em sintonia e em alinhamento com nossos anseios mais elevados.


Hilton