Pensamento do dia 30 de agosto de
2015.
Onde o homem falha, a Graça tem
êxito.
Paul Brunton.
Pois
bem, não há dúvidas que falhamos constantemente, portanto, permitir que a
Graça, possa interagir conosco é essencial.
Quanto
mais despertos estivermos melhor será.
Quanto
mais conhecermos os princípios básicos da Graça, mais iremos interagir,
portanto, conhece-La ou sair da ignorância que nos assola e nos atropela é um fator
básico da evolução.
Haverá
momentos em que devemos nos entregar, de corpo e alma, para a Graça, pois como
estamos atrasados, desorientados e defasados
com os aspectos evolutivos temporal destes momentos, somente Ela poderá nos
indicar o que fazer.
Ela vem
por intuição, por suposição, por premonição, por instinto, ou seja, irá usar
para cada um, o veículo mais apropriado e o mais utilizado por ele, para indicar
as eventuais saídas de uma situação.
Na
maioria da vezes, antes de seguirmos algo intuído, previsto, instintivo,
olhamos para o lado, para os outros, comparamos, analisamos, raciocinamos e quase
sempre, perdemos o “timing”, a oportunidade e quem sabe a única saída para uma
determinada situação.
Temos
medo de fazer algo inusitado, não analisado, não raciocinado e com isto temos
perdido sempre.
Este aspecto
é fundamentalmente utilizado pelas forças involutivas, que nos torna
emocionalmente presos, acorrentados a seguir aquilo que a maioria age e não
pensa. Por isso que a sociedade impôs inúmeras regras, leis, fundamentos,
associações, para nos tirar a atividade pensante e intuitiva, punindo
todas as vezes que “nos desviamos” do que elas pretendem que façamos.
Nos
tornamos prisioneiros, no mais baixo nível possível, de comparações e
classificações perante as leis, regras e fundamentos que só interessa nos levar
para estados emocionais desvirtuados do equilíbrio espiritual.
Isto vem
acontecendo há muito tempo.
Na época
de Jesus, seu sacrifício eliminou certos “nós”, certos “fluxos e correntes de
energias” para que nos libertássemos destas forças negativas poderosas, mas
hoje tudo voltou a ser como antes, e quem sabe pior.
Segue nos
livros sagrados o conceito de que Ele veio para nos salvar, para tirar os
pecados do mundo, quando na verdade, veio nos libertar destas correntes
poderosas, para que pudéssemos seguir um novo caminho, mais livre, mais solto e
mais evolutivo.
Como tem
acontecido, regredimos, nos acorrentamos novamente, pois a PREGUIÇA tem sido dominante.
É muito mais fácil seguirmos regras enlatadas do que sermos criativos.
Enfim,
vamos refletir (quem tiver tempo), pois a liberdade, quando conhecida na sua
plenitude, tornará impossível voltarmos atrás e com isto a Graça atuará em
sintonia e em alinhamento com nossos anseios mais elevados.
Hilton
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