A solução dos problemas:
Pois bem, hoje deixaremos de abordar um novo pensamento para
entrar num assunto muito antigo e em desuso, mas de importância fundamental para
os tempos atuais.
A humanidade sempre viveu e se desenvolveu através das pressões, dos
problemas e desafios a enfrentar. Foram estas pressões que movimentaram a
curiosidade, a inteligência e a criatividade para que as necessidades fossem
supridas e as dificuldades superadas.
No entanto, sempre houve amparo “externo”, onde por intuição,
homens e mulheres tiveram ideias para descobrir caminhos que levaram à solução
dos desafios enfrentados.
A contrario do que parece no mundo ilusório, o ser humano é
acompanhado em todos os passos que dá e em todas as atitudes que pratica.
Mesmo que uma atitude seja irreverente, desastrosa, maldosa, benéfica
ou magnifica, dentro do destino maior projetado para a humanidade, no
livre arbítrio ela pode ser praticada. Nos encontramos na fase das
experiências, sejam boas ou ruins, segundo as Leis de Deus em curso, em que
certos limites estipulados por estas Leis podem ser ultrapassados para que
possamos distinguir o amor, o desamor, o bom, o ruim, pois evoluir é viver todos
os “estados” da vida
Tem sido assim desde o surgimento do ser humano encarnado na superficie
terrestre.
Ao longo dos milênios as oportunidades foram surgindo, decorrentes
da evolução necessária no plano da matéria, que se acompanhadas do plano
espiritual, através das religiões criadas, caminharíamos para um desfecho
magnifico na fase atual da vida desta 5ª Raça. Não ocorreu. Desvirtuamos as religiões,
estas tornaram-se separatistas e egoístas. Deturpadas dos seus conceitos originais,
que definiam uma consolidação única e absoluta em torno do amor universal,
tornaram fomentadoras de guerras e destruições. Esta postura mantem-se.
Hoje vivemos um imbróglio confuso, essencialmente egoísta, que
valoriza o material acima do espiritual. Perdemos boa parte dos aspectos intuitivos,
dificultamos o acesso de Quem nos “assiste” e demos brecha para que forças
involutivas assumissem nossas principais vontades. O egoísmo tornou-se fonte da
vontade da maioria que se vê tomado pelo ser, pelo ter e pelo poder.
Este distanciamento que agora atinge seu auge, afastou possibilidades
de “ideias”, “intuições” e “apoios” oriundos de fontes que vão muito além do
conhecimento humano, que poderiam ajudar na solução dos grandes problemas que a
humanidade está vivendo. Temos mantido desta forma, possibilidades no típico “joguinho
de dados”, onde probabilidades e estatísticas por tentativa e erro, continuam
ceifando a vida de milhões de humanos. Muito bem, sob a ótica universal, tudo é
experiência e aprendizado, sendo negativa ou positiva e como somos seres
eternos o tempo é irrelevante.
No entanto é oportuno lembrar que a solução dos problemas e
conflitos, sejam quais forem, inclusive as doenças, precisam ser resolvidas acima
destes conflitos e problemas, ou seja, é preciso elevar-se acima do que nos afeta, do que nos dearticula, do que nos dói.
No momento em que me elevo espiritualmente, dou a permissão para
que fontes elevadas possa me intuir, ou sustentar para que, no mínimo,
possa suportar o que me aflige. É voltar ao equilíbrio onde meu lado material
alinha-se com o espiritual e deste alinhamento surja as soluções.
Preciso estar acima do que acontece.
Esta postura é essencial para que vislumbre possibilidades. Isto me
aquietará, me fará seguir indicações oriundas da alma, que por sua vez estará coligada com
as estruturas divinas.
O ser humano esqueceu-se desta necessidade. Considerava no passado
esta possibilidade, mas hoje mantem-se hermético e fechado em sua ínfima capacidade
de compreender e resolver o que provem da Mãe Natureza. Não respeita e agride sempre,
mantem-se irreverente e manipula o que não conhece. Somos o único reino que
pode mudar o meio ambiente, portanto temos a capacidade de definir como e de que
forma viver. Escolhemos o pior caminho e as consequências estão aí.
É preciso retomar este alinhamento matéria-espírito, é preciso
voltar a ter fé, superar os medos, repensar sobre este status de soberba e
burra independência que se vive, reavaliar valores, atitudes e pensamentos. Colocar-se
acima dos problemas, dos conflitos, ter fé e confiar para que na
humildade caminhos desconhecidos possam ser revelados. Reatar as pazes com a Mãe
Natureza, respeitar seu poderio e sua inteligência universal, pois somos
simples inquilinos, por um tempo, da superficie planetária que ela comanda.
Somos uma centelha divina, mas materialmente confusos, prepotentes
e mesquinhos, com a nítida intenção de mudar e dominar forças, energias e formas
de vidas que não conhecemos.
O ser humano perdeu a humildade e a subserviência ao Criador. Isto
nos afastou de inúmeras possibilidades de galgar este destino de aprendizado,
com leveza e amor.
Mas a transição planetária em curso corrigirá este rumo, mantendo
o destino original traçado, em que a humanidade compreenderá que ela não está sozinha e acima dela há um universo de vida pulsante, inteligente com foco nas diretrizes traçadas pelo
Plano de Deus.
No final iremos perceber que fazemos parte das "Ideias de Deus".
Se posicione na fé e confia. Assim fez meu Filho, entre vós. (mensagem de Maria
para este texto)