terça-feira, 3 de março de 2015

Milagres, para que os quero?

Pensamento do dia, terça-feira, 3 de março de 2015

"Se a fé amainou o mar bravio para que sobre ele Jesus caminhasse, não poderia curar o homem?"
Trigueirinho

Pois bem, o texto em questão fala da superação do "impossível", na fé.
Temos sido muito céticos e descrentes de muitas coisas, entre elas, das possiblidades divinas.

No geral as pessoas acabam por fechar os olhos para os milagres diários da vida. Da semente brotando e se transformando numa arvore imensa, da concepção humana e de uma criança nascendo, da nossa atmosfera que nos permite viver, enfim, ficamos tão acostumados a estes milagres diários, que os desprezamos ao longo da nossa vida.
Este tem sido um erro cruel, pois limita completamente nossas possibilidades de solucionarmos inúmeras situações que vão acontecendo na nossa vida, pela forte descrença em não aceitar aquilo que é sobrenatural, impalpável e tecnicamente impossível.
Bastaria olharmos para nosso corpo, que serve a nossa alma, para vermos um milagre acontecendo, na complexa engenharia química, física, quântica, espiritual, que coloca nosso organismo funcionando através de um metabolismo fisco- espiritual que homem nenhum tem possibilidade de recriar.
Desprezamos este e inúmeros outros milagres da vida cotidiana, exatamente pela falta de fé e pela falsa confiança que tudo se resume ao plano material.

É preciso ser muito tacanha e muito fraco de cabeça para aceitar somente a materialidade da vida, no entanto, para a maioria é assim que funciona. Você paga e pago caro para ter, quando tudo que conhecemos, proveniente da Natureza, vem por merecimento e em grande abundancia.

A fé é o elo de ligação, a interface, o link que nos une ao Universo e a Deus, mas tem sido desprezada, mesmo que em nós os milagres venham acontecendo a todo segundo da vida material.
Ficamos tão iludidos e confusos de que dependemos somente daquilo que é material, palpável, visível, pois perdemos a noção dos mundos e das dimensões que nos rodeiam nas 24 horas do dia.
Esta ilusão, este adormecimento do "resto", nos colocou que nem carneirinhos nas mãos das forças involutivas, do consumismo exacerbado, da destruição da superfície planetária para ser e para ter.
Nos tornamos dependentes de remédios, de procedimentos, de comportamentos que muitas vezes não tem nada a ver com a sintonia dos milagres diários que acontecem, mas satisfazem o egoísmo e a ganancia daqueles que se aliaram a estas forças retrogradas.
É preciso sair desta ilusão para participarmos mais dos milagres diários da vida cotidiana e confirmarmos o elo de ligação espiritual que todos têm, pois sem este elo não existiríamos.

Tem sido difícil largar certas manias, certas rotinas, certas vergonhas, certos vínculos, certas aparências, certos grilhões, certas confusões mentais, pois este "embaçamento" mental nos deixa confusos e assim facilmente manipuláveis.
Sem nosso consentimento nada acontece. No livre arbítrio, temos de permitir que mudanças aconteçam, além do que no plano espiritual não há ilusão para nos confundir, por isso temos de optar de forma lícita e espontânea para que possamos nos coligar aos milagres da vida real. Isto por si só exige profundas mudanças internas e algumas externas.

O pensamento entra fundo no milagre de Jesus, descrito na Bíblia, ao caminhar sobre as águas. Não foram as águas que endureceram, mas sua fé O tornou leve o suficiente para se sustentar na película da água.
Para muitos isto é impossível, ou somente para Jesus, quando na realidade é algo para todos nós, pois somos feitos à Sua imagem e semelhança.

Ontem citamos as doenças e hoje falamos nas suas curas.
Nenhuma doença tem o poder de resistir a um milagre, mas a transformação necessária para que o milagre aconteça, depende de nós.

Mudanças deste tipo são simples, são fáceis, mas demandam alterações profundas de conceitos e preconceitos que durante vidas e mais vidas foram se incrustrando como a "craca que gruda no casco dos navios", onde para retira-las provavelmente sentiremos dores. A covardia não aceita tais dores, no entanto, temos aceitado as dores do sofrimento físico, mental e emocional. Creio que são bem piores.

Enfim reflitam sobre isto e se sim, iremos nos redescobrir de uma forma que jamais imaginaríamos que somos. O milagre sempre acontece.


Hilton

segunda-feira, 2 de março de 2015

Porque adoecemos?

Pensamento do dia, domingo, 1 de março de 2015

"O silêncio conduz à verdade, deixando que ela simplesmente ilumine e dê vida ao que deve nascer."
Trigueirinho

Pois bem, sobre o silencio já destacamos várias informações, desta forma abordaremos um tema que tem sido vivido por todos nós, em vários estágios da nossa vida, as doenças.
No entanto, o tema do pensamento poderá nos ajudar, no silencio, a que façamos amplas reflexões sobre tudo o que tem sido informado ao longo do tempo.

Todas as doenças e deficiências são reparadoras.

Quando adoecemos entramos num processo de amplas possibilidades de reparações e de mudanças de atitudes, pensamentos, tendências, incompreensões, na forma e no jeito que estamos vivendo.
As doenças são cármicas, pois podem sanear por certo período, ou as vezes pela vida toda, no caso de certas deficiências físicas, das faltas cometidas e em aberto, que provavelmente esteja afetando nosso equilíbrio pelo fato de sermos seres divinos e perfeitos.
Quando adoecemos deveríamos refletir sobre o porquê dela ter aparecido em nosso corpo.
Como sabemos, não existe o acaso ou a coincidência, portanto para tudo sempre há um bom motivo.
Não importa se foi um vírus, uma bactéria, ou outro bichinho qualquer, pois naquele exato momento estávamos deficientes em nossas defesas naturais para dar conta do recado.
Mesmo no caso de uma epidemia ou pandemia, sempre haverá pessoas imunes ao processo de contaminação, pois nem todos estão com o desequilíbrio que precisará ser ajustado, neste caso, em muitos.
Podemos dizer que numa epidemia ou pandemia muitos morrem, ou seja, muitos precisavam ser ajustados ou sanearem carmas compulsórios semelhantes, para continuarem o processo evolutivo que acontecerá nas vidas sucessivas.

O que fazemos em relação a estes conceitos? A maioria nada.
A maioria preocupa-se arduamente na cura pelo tratamento do corpo físico, somente, mesmo que as verdadeiras causas sejam as espirituais, que, por não serem ajustadas ou corrigidas no decorrer da vida, tornaram o corpo físico mais frágil e mais suscetível às doenças.
Então as doenças vão e voltam, vão e voltam e não fazemos nada para mudar o que precisa ser mudado, para nos tornarmos pessoas sadias, integras e plenas no seu potencial que é a nossa constituição original, para resistirmos a todas as mudanças que ocorrem, naturalmente, na superfície terrestre.
Doenças acontecem, vão e voltam e a cada vez vem com mais força, com mais energia controversa ao bem estar, testando a que ponto nos preparamos para vence-las.
Independente da forma que nos preparamos física e quimicamente, através de antibióticos, anti-inflamatórios, enfim remédios bem sofisticados e agressivos, elas surgem e ressurgem sempre poderosas, manifestando-se em indivíduos que desalinhados e emocionalmente comprometidos, encontram-se enfraquecidos, mas aptos a terem a oportunidade de corrigirem o rumo das suas vidas.
Para piorar nos alimentamos mal, da forma errada, com comida contaminada e desprovida dos nutrientes que precisamos.
Para piorar vivemos com doenças desenvolvidas em laboratório, para serem aparentemente curadas com remédios criados nos mesmos laboratórios que as propagou. Isto tem um efeito comercial que gera lucros astronômicos, independente do sofrimento causado.

As doenças são uma benção, um alerta, ou no mínimo nos tiram de situações da vida que se continuássemos criaríamos carmas impagáveis.
Adoecer não faz parte das regras da vida, mas teve de acontecer como mais um sinal de alerta para ajustarmos nosso equilíbrio, nossas ações, nossos pensamentos, nossos comportamentos, nossas reações a situações que ocorrem no processo evolutivo.
De certa forma, funciona como um sinal sonoro e estridente sobre as faltas ou o desalinhamento que estamos cometendo no nosso processo evolutivo.

Uma doença não tem nada a ver com a disposição ou a indisposição física do indivíduo. Não tem nada a ver com a alta ou baixa performance física do indivíduo, mas sim com as suas reais necessidades de corrigir o que ele vem fazendo de errado, nos aspectos evolutivos da vida material e espiritual.

O câncer é bem típico a isto, pois pode surgir em pessoas perfeitas, doentes, crianças, velhos, enfim pode aparecer em pessoas sadias ou não sadias, sem aviso prévio. Isto decorre do fato de que oportunidades da correção do rumo sobre a vida não foram atendidas, então algo mais violento e mais contundente aparece para sanear o que está errado.
Algumas vezes estes cânceres são curados, outras vezes não, outras vezes desenvolvem lentamente, outras vezes são extremamente rápidos. Isto vai depender das necessidades espirituais e de alinhamentos de cada um.
Em certas situações o câncer começa no corpo material e se finda e conclui seu ajuste no corpo astral (após a desencarnação), mas claramente é uma doença de ajuste, de alinhamento, de recuperação para o caminho correto.

A forma que temos nos comportado para administrarmos uma doença, faz com que poucas mudanças aconteçam, ou nenhuma, nos incapacitando para sobrevivermos a novas crises, ou surtos, ou situações que poderiam não mais se repetir.
Continuamos com a mesma postura e paulatinamente adoecermos e repetimos inúmeras doenças, sejam estas leves, medias ou violentas, pois temos nos recusado quase sempre a mudarmos atitudes, posturas, procedimentos, ações, pensamentos, etc..

Uma doença dolorosa ajuda muito no processo de saneamentos cármicos, pois as dores sentidas devem ter sido as mesmas que já provocamos em alguém, portanto, estas dores, no fundo, podem ser uma graça divina nos atingindo num processo de exclusão de carmas incrustrados desde muitas vidas passadas.
Devemos sempre agradecer e orar, pois um processo, mesmo que doloroso, que está ocorrendo, ajuda a liberar e libertar para ficarmos aptos a dar passos muito grandes na próxima escalada evolutiva.
Assim como a dor veio, poderá ir embora, pois terminada a fase crítica de superação, tudo se atenua.

Quando mudanças começam a acontecer na vida de um indivíduo, mudanças positivas e alinhadas com seu destino evolutivo, ele se fortalece, ele se torna mais impenetrável, pois o equilíbrio acentua substancialmente as defesas naturais do seu organismo, na mesma proporção que as mudanças na superfície do planeta vem acontecendo.

Os pais são responsáveis pela manutenção do equilíbrio natural de seus filhos, portanto, no momento em que doenças começam acontecer ou se repetem, algo vai mal neste alinhamento e nesta relação entre pais e filhos. Mudanças devem acontecer e muita reflexão os pais devem fazer para que tais mudanças aconteçam.
No saneamento cármico por certas deficiências de nascença ou adquiridas ao longo da vida, nos filhos, os pais devem acolher com amor, carinho, tolerância e compreensão, pois da mesma forma, elos e vínculos do passado precisam ser rompidos e esta com certeza será a melhor forma encontrada pelas almas dos envolvidos, para sanarem estes vínculos existentes.

Tudo tem sempre um excelente motivo para acontecer.
Se formos pessoas positivas, cheias de fé, convictas das necessidades evolutivas, tudo pode ser mudado, alterado e substituído por situações menos intensas, menos conflituosas, menos dolorosas, pois quando o indivíduo encontra o caminho certo do seu destino, ser atrapalhado não é adequado e oportuno, mas pelo contrário, o indivíduo passa a ser conduzido numa grande e ampla avenida de 1º mundo (como temos dito para coisas boas).

Portanto, vamos repetir, todas as doenças e deficiências são reparadoras e todas exigem mudanças.
Reflitam sobre isto e ajudem quem está vivendo estas reparações.

Hilton



Tudo que começo, inexoravelmente, sempre irei terminar. Não existe outra possibilidade.

Pensamento do dia, sábado, 28 de fevereiro de 2015

"Infinito é o caminho que, a cada etapa, mais belo se revela."
Trigueirinho.

Pois bem, sempre temos deixado coisas para trás, situações mal resolvidas, descaminhos, oportunidades perdidas, conflitos, etc., mantendo a ilusão de que o tempo tudo resolve.
Neste aspecto temporal, do tempo, tudo se resolverá, mas dependerá sempre de concluirmos o que começamos.
Quando reencarno, adquiro um corpo físico, mental e emocional. Daí em diante, tenho cum compromisso temporal, no tempo, com aqueles corpos. Quanto melhor cuidar deles, menos compromissos compulsórios terei com eles.
Se sou desregrado, se coloco-o em constantes riscos, se não cuido da sanidade mental, do equilíbrio emocional, ao longo do tempo e de outras vidas responderei por todas as atitudes que quebraram o alinhamento que deveria ter ido com aquele corpo.
Se opto por me unir com alguém, procriar e não consigo manter a estabilidade desta união e desta procriação, ao longo do tempo e de outras vidas responderei por todas as atitudes que quebraram o alinhamento que deveria ter tido nestas minhas opções.

Portanto, tudo que começo, inexoravelmente, sempre irei terminar. Não existe outra possibilidade.
Pelo fato de muitos não considerarem a reencarnação, acham que podem quebrar uma sequência de acontecimentos, desviando-se, anulando no papel, ou nas leis da sociedade, compromissos que foram consolidados nos níveis profundos do nosso ser.

Infinito é o caminho, como também infinito será a solução das crises e conflitos se não tomarmos a dianteira em solucioná-los.
Não tem como escapar.
O que fazemos somos responsáveis, sejam seus aspectos positivos ou negativos.

Por isso que cada vez mais preciso discernir o certo do errado, o divino do caído, o fiel do infiel, o libertador do prisioneiro, a luz da escuridão, a inteligência da ignorância, pois cada vez mais precisarei ter no livre arbítrio o bom senso e a sensatez de alinhar minhas ações e meus pensamentos com os anseios da minha alma.
Muitas pessoas se iludem de que as leis da sociedade as protege ou as encobre das faltas cometidas, de colocar a sujeira sob o tapete. Isto não funciona e na sequência das suas vidas, tudo será revelado.

No entanto, o indivíduo convicto das suas obrigações e das suas responsabilidades sabe que seu caminhar pelas estradas da vida, poderá ser belo pois será orientado, conduzido, carregado quando necessário, sem opor-se a estas ajudas primordiais que vem do céu.
Se todos fossemos mais espiritualizados, teríamos na intuição, a forma correta de se viver, inclusive num mundo cármico como tem sido a Terra até agora, mas optamos por nos conduzirmos em cima das emoções e da grande ilusão da vida material, confiando em orientações falsas, corrompidas e cheias de interesses escusos e mesquinhos.

Abandonei meus filhos mas a lei me protege.
Roubei, mas a lei me protege.
Me separei, mas a lei me protege.
Tornei-me inútil, mas a lei me protege.
Sou corrupto, mas a lei me protege.
Matei, mas a lei me protege.
Ainda nos iludimos com esta falsa proteção, mas quando formos prestar contas dos nossos atos com nossa alma e com Quem nos conduz, veremos que tudo estará em aberto e tudo se repetira até agirmos como manda as Leis Divinas.
Aí, entramos novamente na roda das reencarnações, gerando destinos difíceis, com acentuadas dores e sofrimentos que repetem-se, face a ignorância de não ter compreendido que seremos sempre responsabilizados pelos nossos atos.
Portanto, torna-se mais fácil, mais prudente e mais inteligente aprender como fazer da forma certa e como alinhar-se com as regras espirituais da vida.

O indivíduo alinhado poderá passar por vários reveses na vida, por várias dificuldades, mas sua ampla visão de conjunto o fará perceber sempre, que o Plano estará presente, o ajudará e o conduzirá quando necessário.
Se alinhará com as Leis Divinas, sem desrespeitar as leis menores, mas saberá que estas serão as Leis que verdadeiramente irá se submeter. Torna-se inabalável, centrado, convicto, fervoroso na sua fé, pois sabe que contém toda a energia de que precisa para concluir sua vida nos planos físico e material.
Vislumbra com isto, uma visão em cada etapa da beleza da Vida e do Viver.

Hilton