segunda-feira, 2 de março de 2015

Porque adoecemos?

Pensamento do dia, domingo, 1 de março de 2015

"O silêncio conduz à verdade, deixando que ela simplesmente ilumine e dê vida ao que deve nascer."
Trigueirinho

Pois bem, sobre o silencio já destacamos várias informações, desta forma abordaremos um tema que tem sido vivido por todos nós, em vários estágios da nossa vida, as doenças.
No entanto, o tema do pensamento poderá nos ajudar, no silencio, a que façamos amplas reflexões sobre tudo o que tem sido informado ao longo do tempo.

Todas as doenças e deficiências são reparadoras.

Quando adoecemos entramos num processo de amplas possibilidades de reparações e de mudanças de atitudes, pensamentos, tendências, incompreensões, na forma e no jeito que estamos vivendo.
As doenças são cármicas, pois podem sanear por certo período, ou as vezes pela vida toda, no caso de certas deficiências físicas, das faltas cometidas e em aberto, que provavelmente esteja afetando nosso equilíbrio pelo fato de sermos seres divinos e perfeitos.
Quando adoecemos deveríamos refletir sobre o porquê dela ter aparecido em nosso corpo.
Como sabemos, não existe o acaso ou a coincidência, portanto para tudo sempre há um bom motivo.
Não importa se foi um vírus, uma bactéria, ou outro bichinho qualquer, pois naquele exato momento estávamos deficientes em nossas defesas naturais para dar conta do recado.
Mesmo no caso de uma epidemia ou pandemia, sempre haverá pessoas imunes ao processo de contaminação, pois nem todos estão com o desequilíbrio que precisará ser ajustado, neste caso, em muitos.
Podemos dizer que numa epidemia ou pandemia muitos morrem, ou seja, muitos precisavam ser ajustados ou sanearem carmas compulsórios semelhantes, para continuarem o processo evolutivo que acontecerá nas vidas sucessivas.

O que fazemos em relação a estes conceitos? A maioria nada.
A maioria preocupa-se arduamente na cura pelo tratamento do corpo físico, somente, mesmo que as verdadeiras causas sejam as espirituais, que, por não serem ajustadas ou corrigidas no decorrer da vida, tornaram o corpo físico mais frágil e mais suscetível às doenças.
Então as doenças vão e voltam, vão e voltam e não fazemos nada para mudar o que precisa ser mudado, para nos tornarmos pessoas sadias, integras e plenas no seu potencial que é a nossa constituição original, para resistirmos a todas as mudanças que ocorrem, naturalmente, na superfície terrestre.
Doenças acontecem, vão e voltam e a cada vez vem com mais força, com mais energia controversa ao bem estar, testando a que ponto nos preparamos para vence-las.
Independente da forma que nos preparamos física e quimicamente, através de antibióticos, anti-inflamatórios, enfim remédios bem sofisticados e agressivos, elas surgem e ressurgem sempre poderosas, manifestando-se em indivíduos que desalinhados e emocionalmente comprometidos, encontram-se enfraquecidos, mas aptos a terem a oportunidade de corrigirem o rumo das suas vidas.
Para piorar nos alimentamos mal, da forma errada, com comida contaminada e desprovida dos nutrientes que precisamos.
Para piorar vivemos com doenças desenvolvidas em laboratório, para serem aparentemente curadas com remédios criados nos mesmos laboratórios que as propagou. Isto tem um efeito comercial que gera lucros astronômicos, independente do sofrimento causado.

As doenças são uma benção, um alerta, ou no mínimo nos tiram de situações da vida que se continuássemos criaríamos carmas impagáveis.
Adoecer não faz parte das regras da vida, mas teve de acontecer como mais um sinal de alerta para ajustarmos nosso equilíbrio, nossas ações, nossos pensamentos, nossos comportamentos, nossas reações a situações que ocorrem no processo evolutivo.
De certa forma, funciona como um sinal sonoro e estridente sobre as faltas ou o desalinhamento que estamos cometendo no nosso processo evolutivo.

Uma doença não tem nada a ver com a disposição ou a indisposição física do indivíduo. Não tem nada a ver com a alta ou baixa performance física do indivíduo, mas sim com as suas reais necessidades de corrigir o que ele vem fazendo de errado, nos aspectos evolutivos da vida material e espiritual.

O câncer é bem típico a isto, pois pode surgir em pessoas perfeitas, doentes, crianças, velhos, enfim pode aparecer em pessoas sadias ou não sadias, sem aviso prévio. Isto decorre do fato de que oportunidades da correção do rumo sobre a vida não foram atendidas, então algo mais violento e mais contundente aparece para sanear o que está errado.
Algumas vezes estes cânceres são curados, outras vezes não, outras vezes desenvolvem lentamente, outras vezes são extremamente rápidos. Isto vai depender das necessidades espirituais e de alinhamentos de cada um.
Em certas situações o câncer começa no corpo material e se finda e conclui seu ajuste no corpo astral (após a desencarnação), mas claramente é uma doença de ajuste, de alinhamento, de recuperação para o caminho correto.

A forma que temos nos comportado para administrarmos uma doença, faz com que poucas mudanças aconteçam, ou nenhuma, nos incapacitando para sobrevivermos a novas crises, ou surtos, ou situações que poderiam não mais se repetir.
Continuamos com a mesma postura e paulatinamente adoecermos e repetimos inúmeras doenças, sejam estas leves, medias ou violentas, pois temos nos recusado quase sempre a mudarmos atitudes, posturas, procedimentos, ações, pensamentos, etc..

Uma doença dolorosa ajuda muito no processo de saneamentos cármicos, pois as dores sentidas devem ter sido as mesmas que já provocamos em alguém, portanto, estas dores, no fundo, podem ser uma graça divina nos atingindo num processo de exclusão de carmas incrustrados desde muitas vidas passadas.
Devemos sempre agradecer e orar, pois um processo, mesmo que doloroso, que está ocorrendo, ajuda a liberar e libertar para ficarmos aptos a dar passos muito grandes na próxima escalada evolutiva.
Assim como a dor veio, poderá ir embora, pois terminada a fase crítica de superação, tudo se atenua.

Quando mudanças começam a acontecer na vida de um indivíduo, mudanças positivas e alinhadas com seu destino evolutivo, ele se fortalece, ele se torna mais impenetrável, pois o equilíbrio acentua substancialmente as defesas naturais do seu organismo, na mesma proporção que as mudanças na superfície do planeta vem acontecendo.

Os pais são responsáveis pela manutenção do equilíbrio natural de seus filhos, portanto, no momento em que doenças começam acontecer ou se repetem, algo vai mal neste alinhamento e nesta relação entre pais e filhos. Mudanças devem acontecer e muita reflexão os pais devem fazer para que tais mudanças aconteçam.
No saneamento cármico por certas deficiências de nascença ou adquiridas ao longo da vida, nos filhos, os pais devem acolher com amor, carinho, tolerância e compreensão, pois da mesma forma, elos e vínculos do passado precisam ser rompidos e esta com certeza será a melhor forma encontrada pelas almas dos envolvidos, para sanarem estes vínculos existentes.

Tudo tem sempre um excelente motivo para acontecer.
Se formos pessoas positivas, cheias de fé, convictas das necessidades evolutivas, tudo pode ser mudado, alterado e substituído por situações menos intensas, menos conflituosas, menos dolorosas, pois quando o indivíduo encontra o caminho certo do seu destino, ser atrapalhado não é adequado e oportuno, mas pelo contrário, o indivíduo passa a ser conduzido numa grande e ampla avenida de 1º mundo (como temos dito para coisas boas).

Portanto, vamos repetir, todas as doenças e deficiências são reparadoras e todas exigem mudanças.
Reflitam sobre isto e ajudem quem está vivendo estas reparações.

Hilton



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