sábado, 31 de outubro de 2015

"Espelhos"

Pensamento do dia 31 de outubro de 2015.

A vida percorre, de Espelho em Espelho, os recônditos da Criação, conduzindo em fios de luz a essência da Vontade Suprema.
Trigueirinho.

Pois bem, este conceito de “espelhos” se aplica muito bem, para nos dar uma ideia melhor de como as energias circulam no(s) universo(s).
Um espelho maior, é um espelho que passa a refletir as energias , o poder e a vontade divina. Em termos gerais, podemos dizer a onisciência e a onipresença de Deus.
Se recebêssemos estas energias diretamente da Fonte, não aguentaríamos seu poder e morreríamos. De certa forma, seria o mesmo se ligássemos um aparelho elétrico comum na saída de uma turbina de uma usina hidroelétrica, por exemplo, não sobraria nem o pó.
Então os espelhos vão transmitindo e retransmitindo a Seres, Hierarquias, Divindades, Arcanjos, Anjos, etc., vão diminuindo a intensidade das energias oriundas da Fonte e calibrando-as para, numa escala descendente, todos possuam usufruir da Fonte, mas na medida do suportável.
Desta forma, cada um, seja um Ser, uma Hierarquia, um Arcanjo, um Anjo, etc., funcionam como espelhos refletores, diminuindo a intensidade e o poder das energias oriundas da Fonte.
O que recebemos destes espelhos, hoje, é uma ínfima parte de algo extremamente maior, incomensurável para nossa capacidade de compreensão.
As cidades intraterrenas aqui da Terra, que não são físicas, estão em outras dimensões, são Espelhos que refletem a Luz e as energias do que nós e os demais reinos precisam para viver e sobreviver. Inclui-se o plano astral e todos os demais planos da Terra.
Portanto, em menor escala, cada um de nós, desde que esteja em processo evolutivo, é um espelho menor que ajuda os demais neste mesmo processo de evolução.
Por isso que nossa responsabilidade, a partir do momento que possamos refletir algo, torna-se maior, mas presente e mais significativa.
É disto que depende a evolução de um ser humano, de uma raça, de um reino, de um planeta, de uma galáxia de uma constelação, de um universo.

Se cada um de nós acolher no coração as  Instruções que temos recebido, de certa forma, poderemos refletir para muitos estas energias evolutivas, desde que a seriedade, a responsabilidade e a neutralidade façam parte deste conjunto de intenções sinceras e reais, no processo evolutivo.
Um pai e uma mãe irão refletir para seus filhos diversas energias, sendo a principal a energia criadora na Lei do Amor, para em seguida retransmitir todas as demais energias que os transformará no que serão no futuro. Vejam a importância deste Trabalho preparatório para sermos pai e uma mãe.

Da mesma forma, na contrapartida, no livre arbítrio, as energias negativas, oriundas das bases mais densas e negativas, refletem-se nos seres espelhos, que pode ser qualquer um, retransmitindo o ódio, a vingança, o egoísmo, a competição, a luxuria, enfim a desarmonizarão do ambiente.
Podemos, de certa forma, mensurar estas possibilidades.
Os seres do reino vegetal são muito sensíveis. Uma casa em desarmonia, uma pessoa em desarmonia, uma cidade em desarmonia, ao olharmos para os seres  vegetais destes ambientes, veremos que tonaram-se “endurecidos”, escuros, sem brilho, necessitando intensamente de artifícios químicos para manterem-se vivos ou em pé.
Da mesma forma, uma pessoa mais sensível, não suportará por muito tempo um ambiente assim, desarmonizado. Muitas doenças são oriundas destas desarmonias doméstica, pois podem ser tão intensas que descontrolam o metabolismo do corpo físico de alguns. O câncer lidera o ranking destas doenças, na desarmonia.
Os animais domésticos, talvez não se manifestem, mas sofrem muito num ambiente conturbado, desconcertado, fútil.
Uma criança, recém nascida, em desenvolvimento, também vive estados de conturbação intensos quando se deparam com ambientes rígidos, essencialmente materiais e despreparados para recebe-las, onde as coisas do espírito ainda estão muito intensas em seus pequenos corações.

Enfim todos nós temos as mesmas possibilidades. Basta querermos para alcançarmos.
Reflitam sobre estas informações, reavaliam sua postura, suas ideias, suas concepções sobre isto e se perceberem que algo deve ser mudado, simplesmente mude.
Não percam tempo, não há mais tempo.

Hilton  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Somos reféns dos nosso próprios medos.

Pensamento do dia 28 de outubro de 2015

Para veres horizontes mais amplos, sobe às altas montanhas.
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que somos nós que nos posicionamos para obter o que desejamos.
De certa forma, a maioria se contenta como está. Seja bom ou ruim, mantem-se numa situação e numa posição que exige menos esforços e ilusoriamente, menos sacrifícios. Termina uma encarnação com resultados, na melhor das hipóteses neutros, na pior das hipóteses com grande acumulo cármico.
O nível evolutivo estagnado, como agua parada, acaba por proporcionar a repetição das inúmeras situações vividas várias vezes, mantendo-nos na roda das reencarnações.
Horizontes mais amplos significa rompermos as barreiras que hoje nos aprisionam na mesmice das coisas.
Ousadia, coragem, rompimentos, fé, são inevitáveis para alcançarmos as “montanhas” da consciência e vislumbrarmos estes novos horizontes.
A humanidade pouco mudou nestes últimos 10 000 anos. Digamos que sofisticamos atitudes e nos fechamos em facilidades do plano material, mas na síntese, na integra não houve mudanças.
Mantemos ritmos e comportamentos dos nossos antepassados e ainda chamamos aqueles tempos de “tempos das cavernas”.
Portanto, quem se interessa por estes novos horizontes, precisa romper estas barreiras, ter ousadia, humildade, reconhecer a própria ignorância e buscar continuamente, constantemente, pois os tempos atuais possuem oportunidades raras para vislumbrarmos horizontes até então considerados inacessíveis.

Ontem nossa reunião foi muito enriquecida com a palestra do Trigueirinho, seguido por amplos debates sobre os temas ali abordados.
Um que se destacou foi sobre nossos medos.
Somos reféns dos nosso próprios medos. Estes por sua vez são alimentados, fartamente, por inúmeros preconceitos e prepotências que em certas situações, nos orgulhamos de ter.
Este sinal claro da nossa ignorância, tem nos impedido de contatarmos e de sermos contatados, enfim, de nos abrirmos mais diretamente como nossos “irmãos maiores” (em termos de evolução), que vivem em outros mundos, em outras constelações.
Com esta postura temos nos privados do farto conhecimento que poderíamos ter acesso, melhorando substancialmente nossa qualidade de vida, sob todos os aspectos, do físico ao espiritual. Mas, nos encontramos ainda de quarentena e nenhum esforço é feito para este rompimento.

Outro tema importante, foi algo que sempre mexeu muito comigo: as crianças desta época.
Foi explicado que as crianças desta época, estão nascendo com a energia da transformação, pois o planeta já se encontra em processo de transformação. Nascem com uma inteligência mais sofisticada, são mais seguras e ávidas para aplicarem o que trazem (a nova era).
O que encontram aqui?
Um ambiente péssimo, negativo, completamente contrário às suas tendências espirituais, além de se verem cercadas por pais e familiares completamente alheios a isto.
Elas vem nesta condição pois isto já tinha sido determinado pelo destino coletivo da humanidade e do planeta, que são inexoráveis.
Encontram aqui um ambiente desatualizado a tal ponto de que nossas estruturas mentais são semelhantes às das “cavernas”.
Aos poucos estas crianças vão perdendo aquele brilho intenso, maravilhoso, transformando suas auras numa cor opaca, sem vida. O pior começa a acontecer na adolescência com as desilusões provenientes de seu ser interno, dando assim chances para que desvios significativos  possam acontecer (drogas, doenças emocionais, desequilíbrios contínuos, violências, etc..).
Raros são os pais atuais que atentam para isto, que estudam como educar seus filhos (no âmbito material e espiritual), além de recusarem-se a dar aspectos religiosos que poderiam explicar muitas dúvidas destas nossas crianças, criando um apoio em que elas poderiam buscar sozinhas, no futuro.
Desnecessário falarmos das condições precárias que a sociedade tem imposto a esta futuras gerações, o mau exemplo das nossas autoridades, dos países em guerra, das atrocidades e barbaridades que muitas sofrem, enfim como falamos ainda continuamos nas “cavernas”.
Portanto, no âmbito coletivo não há o que fazer, mas no âmbito familiar e pessoal, há muito por fazer. Basta deixarmos os preconceitos e a preguiça de lado.


Os temas foram vários e na oportunidade, voltaremos para outros.

Quem me guia?

Pensamento do dia, terça-feira, 27 de outubro de 2015

"Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito. Assim, cumpre o que te está destinado"
Trigueirinho.

Pois bem, para que as coisas do espirito possam fluir temos que considera-lo como parte integrante, ativa e presente em nosso ser.
Nos geral, temos nos identificado somente com o corpo material (leia-se físico, emocional e mental). O restante dos corpos, evidentemente os mais importantes, porque não cessam de atuar na desencarnação, desconsideramos.
Esta matéria tem sido amplamente debatida e rebatida nas informações, mas são Instruções como estas do título, identificando o “espirito como teu guia”, que nos indica os objetivos reais da vida material.
Ao pensarmos sobre isto, sentimos a falta que nos faz esta relação completa corpo-mente-espírito.
Temos divagado, adivinhado, pesquisado, mas a falta desta relação do visível (mente) com o invisível (espírito) nos deixa completamente confusos.
Os parâmetros que conhecemos estão se deteriorando e detonando.
As informações, no geral, tem sido interpretadas como confusas ou difíceis. Distorções das informações, então nem se fala, pois os palpites ganham força sobre os estudos e os aprofundamentos.
A confusão tem sido muito grande.
Com isto vem o desanimo e a angustia.
A sensação de solidão se aprofunda e se mantem mais relevante.
Isto acaba por “embaçar” o pouco que temos conquistado.

É importante ressaltar que o caminho evolutivo é individual.
O tema é claro: “Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito”.
Mas, o que fazemos para que isto aconteça?
Muito pouco, pois somos pessoas absurdamente ocupadas.
Alguns ficam bravos quanto falo sobre isto, mas poucos percebem a real necessidade deste aprofundamento. Não percebem que as coisas materiais ainda ocupam um tempo precioso, que não necessariamente precisaria ser utilizado para elas, mas poderia ser utilizado para nosso aprofundamento na nossa relação mente-alma.
Entendo que pequenos ajustes, se realizados na nossa vida material, teríamos tempo de sobra para estas “outras” circunstancias.
Vejam como nos tornamos focados quando algo na vida material nos interessa. Torna-se premente, ganhando boa parte da nossa dedicação.
Desta forma podemos concluir que a vida espiritual ainda não é considerada premente. Não nos focamos e estamos sempre justificando outras ações, outros interesses, outros caminhos, outros objetivos.
Com isto, perdemos o contexto de “cumprir o que nos foi destinado”.
Com isto, fracassamos nas conquistas e no destino a ser realizado, onde metas evolutivas, além das metas cármicas, foram traçadas.

Desta forma é preciso repensar, se reposicionar para saciar a sede interna da alma que clama pela “água” da sabedoria e da evolução.
Um indivíduo que pensa em si próprio, na realidade não pensa, age somente, automatizando ações que podem ser éticas e morais para a sociedade, mas antiéticas e imorais para o seu espírito.

Enfim, vamos refletir e acolher tais avisos, pois quem nos dá, nos ama.

Hilton